Bolsonaro avalia recriar Ministério da Cultura para abrigar Regina Duarte

Bolsonaro quer ter um nome de peso no comando da Cultura

Jorge Vasconcellos
Correio Braziliense

Com o objetivo de convencer a atriz Regina Duarte a participar do governo, o presidente Jair Bolsonaro cogita recriar o Ministério da Cultura, rebaixado por ele no ano passado ao status de secretaria. Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, a avaliação é que a antiga aliada goza de muito prestígio para assumir um cargo de segundo escalão.

Ela foi convidada diretamente por Bolsonaro, na sexta-feira, dia 17, para ser a nova secretária especial de Cultura, após a demissão do dramaturgo Roberto Alvim. Ele foi afastado por ter citado, em um vídeo, ideias do ideólogo nazista Joseph Goebbels.

AGENDA – Regina Duarte deve dar uma resposta ao convite durante uma reunião com Bolsonaro nesta segunda-feira, dia 20, no Rio de Janeiro, onde o presidente cumprirá agenda oficial. Entre os compromissos previstos está um encontro com o prefeito da capital fluminense, Marcelo Crivella.

O Ministério da Cultura poderá ser recriado por meio da edição de uma medida provisória, que passa a valer após publicação no Diário Oficial da União, mas precisa do aval do Congresso para continuar em vigor. Em 2019, os deputados rejeitaram uma emenda que propunha a recriação da pasta. Ela foi apresentada à MP que estruturou a administração federal, a mesma que rebaixou a Cultura ao status de secretaria.

NOME DE PESO – Ao convidar Regina Duarte, a intenção de Bolsonaro é ter um nome de peso no comando da Cultura, à semelhança da indicação do cantor e compositor Gilberto Gil, que chefiou a pasta durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Enquanto ainda avalia o convite para compor o governo, Regina Duarte publicou, neste fim de semana, no Instagram, um card com o balanço das realizações dos 10 primeiros meses da presidência de Bolsonaro.

São destacadas, por exemplo, resultados como a queda do número de homicídios e estupros, a aprovação da reforma da Previdência e acordos internacionais “sem viés ideológico”. Em um dos comentários, a atriz escreveu que “nunca é demais lembrar o tanto de respeito que este governo tem pelo seu povo”. Muitos seguidores também comentaram o post, a maioria pedindo que ela aceite assumir a Cultura.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Bom dia . Nunca é demais lembrar o tanto de respeito que este governo tem pelo seu povo .

Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em

Segundo interlocutores do Planalto, caso a atriz recuse o convite, uma das alternativas é o nome do ator Carlos Vereza, historicamente alinhado com as posições conservadoras do presidente da República.

INCERTEZAS –  A demissão do dramaturgo Roberto Alvim ainda não foi suficiente para dissipar a nuvem de incertezas que paira sobre o futuro da produção cultural no país. Para muitos representantes do setor, ele só foi demitido devido à repercussão do caso, e não pelo fato de Bolsonaro discordar do conteúdo do discurso que motivou a exoneração.

A principal dúvida é se a simples substituição de ocupantes de cargos vai cessar o que os críticos consideram perseguições e atos de censura a artistas e produções culturais. Segundo eles, os auxiliares de Bolsonaro, em diferentes áreas da administração federal, incluindo também a Educação e o Meio Ambiente, apenas reproduzem o que o presidente sempre manifestou ao longo da carreira política.

EXPOSIÇÃO – A poeta, jornalista, escritora, cantora e atriz Elisa Lucinda disse que Roberto Alvim só foi demitido porque expôs, de forma cristalina, a face autoritária do governo. “É claro que o caso do secretário de Cultura não é um fato isolado. Ele só foi demitido porque errou a mão, entregando a verdade sobre um governo que se diz democrático, mas é de extrema direita e apoia torturadores”, disse ao Correio. “E digo aos desavisados: sempre desconfiem de um governo que trata os professores, a ciência e as artes como inimigos”, acrescentou.

Elisa Lucinda também lembrou que o “trailer do filme de Alvim” foram as ofensas proferidas por ele contra a atriz Fernanda Montenegro, considerada a diva da dramaturgia brasileira. Ela foi chamada pelo ex-auxiliar de Bolsonaro, entre outras expressões desonrosas, de “sórdida”, “intocável” e “mentirosa”.

Entre as manifestações públicas sobre o assunto, muitas colocam a pecha de “nazista” sobre governo como um todo, trazendo certo desconforto ao presidente da República. Esse também seria um dos motivos que levaram Bolsonaro a avaliar a recriação do Ministério da Cultura. A medida seria uma forma de demonstrar a valorização de um setor envolto em uma série de crises desde a posse do atual governo.

CRÍTICAS NAS REDES – Os danos provocados pelo caso Roberto Alvim na imagem do governo são nitidamente visíveis nas redes sociais. Artistas, intelectuais e outros internautas têm associado a postura do ex-secretário especial de Cultura, que citou frases nazistas em um vídeo, a um posicionamento manifestado em diferentes ocasiões pelo presidente Jair Bolsonaro. “A arte livre ameaça o fascismo, o nazismo, o autoritarismo, tudo no mesmo saco”, escreveu, no Twitter, a cantora Zélia Duncan.

Por sua vez, o escritor Marcelo Rubens Paiva postou na mesma rede social: “Me choca a surpresa com referências nazistas deste governo. Há anos, Bolsonaro é recebido por estudantes com ‘machistas, fascistas, no passaran’, nós de bom senso escrevemos mil alertas citando semelhanças: Brasil Acima de Tudo é inspirado no lema nazista Deutschland Über Alles”.

Em meio ao turbilhão de críticas, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) tentou amenizar as atrocidades do nazismo, comparando o regime liderado por Adolph Hitler, que matou mais de 6 milhões de judeus, ao comunismo e ao socialismo. “O Brasil corretamente abomina o nazismo, um nefasto sistema que criou uma máquina que assassinou 6 milhões de judeus e jogou o mundo na Segunda Guerra Mundial. Mas muito mais assassino foi e é o comunismo/socialismo, que vive trocando de nome e se reinventando, porém segue matando por onde passa”, escreveu o deputado. 

“VIÉS IDEOLÓGICO” – Logo que tomou posse, o presidente Jair Bolsonaro anunciou que um dos principais desafios do novo governo seria o de eliminar o “viés ideológico de esquerda” dos diversos órgãos da administração federal. Desde então, alguns setores, sobretudo a Cultura, vivem dias conturbados, em um constante clima de instabilidade.

A reformulação da Lei Rouanet, de fomento à cultura, foi uma das primeiras medidas. Para o presidente, que acusou a norma de ser um instrumento para “cooptar” artistas,  as mudanças eram necessárias para que os recursos financeiros captados chegassem a quem realmente necessita, gerando, segundo ele, inclusão e cidadania. Bolsonaro também rebaixou o status do Ministério da Cultura, transformando-o em uma secretaria especial do Ministério da Cidadania.

Desde então, o órgão enfrenta uma sucessão de crises, sendo que uma das primeiras resultou no pedido de demissão, em agosto de 2019, do então secretário Henrique Pires. Jornalista, ele não concordava com o que chamou de “censura” do governo contra obras com conteúdo LGBT. A suspensão de um edital para a produção de séries sobre a temática foi a gota d’água para a saída de Pires.

SEM EXPERIÊNCIA – Em setembro, o presidente nomeou como novo secretário o economista Ricardo Braga, que, até então, não tinha qualquer experiência no setor cultural. Dois meses depois, em novembro, ele foi exonerado do cargo para assumir a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do Ministério da Educação.

Em novembro, antes de anunciar o nome do dramaturgo Roberto Alvim para assumir o cargo, Bolsonaro afirmou, em tom irônico, que os artistas ficariam satisfeitos com a nova indicação. Disse também que mudanças seriam realizadas na Funarte e na Agência Nacional do Cinema (Ancine).

A atuação de Alvim no novo cargo incomodou o ministro da Cidadania, Osmar Terra, o que levou a secretaria especial de Cultura a ser remanejada para a estrutura do Turismo. Na sexta-feira, Alvim foi exonerado do cargo, após divulgar um vídeo em que cita frases do ideólogo nazista Joseph Goebbels.

25 thoughts on “Bolsonaro avalia recriar Ministério da Cultura para abrigar Regina Duarte

  1. O canalha, safado, cuspidor-mor do PT, canastrão, cúmplice dos roubos dessa quadrilha de ladrões, os petistas, comenta sobre a escolha de Bolsonaro para a Secretaria de Cultura:
    “Mulher ideal para governo nazista”, diz José de Abreu sobre Regina Duarte.

    https://istoe.com.br/mulher-ideal-para-governo-nazista-diz-jose-de-abreu-sobre-regina-duarte/

    Em uma das postagens no Instagram, José de Abreu compartilhou um trecho de uma entrevista de Regina ao jornal O Estado de S.Paulo e escreveu: “A mulher ideal para participar do governo nazista-homofóbico-miliciano”.

    Ah, seu Alvim, ah, seu Alvim!

  2. O Brasil torceu e torce por Sérgio. Deu no que deu.
    Sacaneado o tempo inteiro pelo terrivelmente.

    Lembrem que o chamou pra ser ministro prometendo carta branca. Pergunto: cadê a carta branca, alardeada em alto e bom som através de todos os microfones possíveis. Ou estou mentindo?

    Esse foi o canto da sereia pra atrair o Dr. Sérgio Moro, só que o tiro saiu pela culatra. Hoje o Ministro é o homem que detem o maior capital político do país, é conhecido e reconhecido internacionalmente.

    Hoje o bolsonaro simplesmente atura o Moro porque por incrível que pareça é o seu único alicerce.

    Nem o Guedes é o que já foi no começo, o posto Ipiranga, está quase fechando as portas, motivos não faltam, só pensa em criar novos impostos pra nos escorchar (criatividade ZERO), e ainda por cima, está enroladíssimo com os fundos de pensão, é óbvio que tem caroço neste angu.

    Acontece que o Moro tem a seu favor, uma carreira política brilhante num futuro próximo, e se as coisas continuarem deste jeito, Moro será inexoravelmente o Presidente da República em 2020.

    Pergunto: alguém acha que a Regina Duarte tem intenção em fazer carreira política?
    Claro que não!
    Então, ela só tem a perder e absolutamente nada a ganhar.

    O terrivelmente já começou (de novo) com o canto da sereia que é recriar o Ministério da Cultura.
    Pra que? Obviamente apenas pra favorecê-lo.

    Sra. Regina Duarte, não aceite! O terrivelmente não é confiável, não faltam exemplos disso desde que assumiu a presidência. Há vários exemplos de traição, de todos os tipos, formas e cores!

    Preciso lembrar que traiu CINQUENTA E SETE MILHÕES de eleitores?
    Preciso lembrar do acordão?
    Preciso lembrar do toffoli é nosso?
    Preciso lembrar do Augusto Aras?
    Preciso lembrar do Coaf?
    Preciso lembrar…
    PQP!!

    Xá pra lá, é muita traição. Credo!

    Atenciosamente.

  3. Não recrie ministério e acabe com a secretaria da cultura. Os artistas tem que viver com dinheiro do seu público, não de dinheiro público.

    Os mamadores rouanet não querem largar a teta.

  4. Eu gostaria muito de saber o significado de cultura, em razão dessa ronha do entra e sai secretários escolhidos por Bolsonaro, que têm “asfixiado” a cultura nacional.

    Depois do erro crasso de Alvim, o convite à Regina Duarte tem uma certa lógica, e ela até aceitou o convite.

    Mas, nessas alturas, com o povo analfabeto absoluto e funcional, desempregados e endividados, pobres e miseráveis, deixo algumas perguntas a respeito do que é cultura?

    Cinema?
    Quantos milhões de brasileiros jamais entraram numa sala de espetáculos?
    As cidades do interior brasileiro nem mais o possuem por falta de público, preço dos ingressos e a TV paga.

    Teatro?
    Por acaso a população tem condições de ir ao teatro?
    De ver as peças apresentadas?
    De entender o recado que algumas querem deixar para o espectador?
    De entender a linguagem utilizada, a não ser com palavras de baixo calão?
    E o preço dos ingressos para se ver uma peça um espetáculo?

    Exposições de pinturas e esculturas?
    Por acaso o povo compreende os quadros de hoje?
    Sabe o significado de uma escultura?
    Tem condições de frequentar esse ambiente sofisticado e refinado?

    Museus?
    O mais importante que havia foi queimado por falta de preservação e manutenção???!!!
    Ora, bolas, mas no mundo de hoje sair de casa para ver velharias, a troco de quê, pensa a maioria do povão!

    Carnaval?
    Jamais foi cultura, porém uma diversão, que já existia em outros países sem a alegria e participação popular como acontece conosco.
    O carnaval mais serve hoje em dia como válvula de escape, que ser cultuado como chegou a ser no passado.

    Livros?
    Pelo amor de Deus! Se um presidente que tivemos se vangloriava de jamais ter lido um exemplar na sua vida, dizer o quê??!!
    Os ganhos dos mestres do Magistério estadual e municipal comportam aquisições de livros?
    O povo lê??!!
    Os parcos salários do trabalhador permitem que ele compre, mesmo volta e meia, algum livro?

    Que cínica e hipócrita preocupação com a cultura, MAS NADA FALAM DO DECADENTE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO??
    Que palhaça é esta da mídia, em suposta defesa da cultura, que não comenta a falta de condições que tem o brasileiro de ler, de se informar, conhecer obras de arte, teatro, cinemas e museus?

    Essa cultura falsa que apregoam não é para o povo!
    O que se quer é a manutenção dos atores globais se aproveitarem dos financiamentos públicos para mostrem à população suas belezas, talentos, de estarem perto do espectador, que os vê em novelas.

    Trata-se de manter os grandes nomes sempre em evidência, em propaganda sub-reptícia que, vê-los em filmes, assisti-los em teatros, o Brasil é um país que incentiva a cultura???!!!

    Tá, pode até ser, concordo.
    MAS TAMBÉM INCENTIVA A POBREZA, A MISÉRIA, O DESEMPREGO, O ENDIVIDAMENTO DAS PESSOAS QUE, SEM SALÁRIOS, DEIXAM DE QUITAR SEUS COMPROMISSOS, A PRESERVAÇÃO DA CORRUPÇÃO, A MANUTENÇÃO DA IMPUNIDADE, OS ROUBOS DO LEGISLATIVO, A PARCIALIDADE E TENDENCIOSIDADE DO NOSSO TRIBUNAL SUPERIOR!!!

    Uai, sô, isso também já se tornou cultura nacional ou, por acaso, errei na minha afirmação??!!

    Se for feita qualquer apuração junto às paradas de ônibus do país inteiro, de Norte a Sul, de Leste a Oeste, NINGUÉM SABERÁ DIZER CINCO AUTORES NACIONAIS QUE SE PROJETARAM COMO ESCRITORES!!!
    O mesmo se dá, se perguntarem sobre duas peças de teatro que tenham visto!!!
    Muito pior, se perguntarem o nome de apenas um artista pintor ou escultor brasileiro!!!

    Agora, façam o mesmo com relação aos atores globais, experimentem.
    Certamente o povão sairá desembuchando mais de dez, vinte, trinta atores e atrizes da Rede Globo!
    Por favor, não me venham dizer que isso é cultura, respeitem a minha inteligência mesmo que limitada!!!

    A verdade é que não existe a cultura brasileira, do povo, desta enorme nação, não existe!
    Temos folclores, tradições, modos e costumes, alimentos e festas REGIONAIS, onde cada Estado cultua aquilo que mais se identifica, logo, não é nacional.

    Neste particular, o Estado da Federação que mais cultua as suas tradições, seus modos e costumes, sua alimentação e festas, é o Rio Grande do Sul!
    Não só as comemorações aos santos, Navegantes, Caravaggio, Medianeira … mas, principalmente, a Semana Farroupilha!
    Em consequência, a maior Feira de Exposições de gado e máquinas da América Latina é a nossa, em Esteio, RS!
    E exportamos a nossa cultura através dos CTGs, Centro de Tradições Gaúchas, que existem por esse Brasil afora.
    Mais:
    o churrasco, que virou uma comida brasileira e apreciada por todos, com exceção dos que não comem carne.

    Se querem falar sobre a cultura nacional, eu diria o seguinte:
    A primeira, a maior de todas, A NOVELA;
    Depois temos o futebol;
    O carnaval;
    O Churrasco e a cerveja!

    Decididamente não são culturas, mas hábitos e meios de distração do povo!!!

    Cultura, indiscutível, séria existente há décadas, é a tradição de o poder legislativo ser o antro de venais;
    Também a corrupção como a moeda mais valorizada que o ouro;
    A cultura nacional é a impunidade, que impede o crime do colarinho branco ser devidamente punido;
    A mídia nacional, que adultera a verdade, mediante seus interesses e conveniências.

    Portanto, a antiga “namoradinha do Brasil”, que muitas vezes representou ao lado de Cláudio Marzo, terá o amplo apoio popular, haja vista ser uma atriz global, talentosa obviamente, ainda com o seu rosto bonito e meigo.

    Talvez ela descubra uma fórmula para incentivar a leitura, a frequência maior em cinemas e teatros, a atualização das poucas e abandonadas bibliotecas públicas!

    E crie o desejo de o povão conhecer museus, igualmente raros no país.

    Eu deixaria uma sugestão para que a nova secretária de Cultura obtenha sucesso nesta sua nova função:
    Faça sessões de cinemas e teatros, museus e bibliotecas, oferecendo para o povão um lanche, acompanhado de um suco ou refrigerante.

    De nada vale incentivar a cultura, o conhecimento, com a pessoa de barriga vazia, convenhamos.
    Tanto o lanche quanto a bebida, a simpatia da secretária e sua trajetória ímpar na TV, conseguiriam facilmente doadores para essas ofertas à população.

    Regina estaria unindo a necessidade ao agradável; proporcionaria um aumento de espectadores de artistas famosos; de vê-los pessoalmente e, quem sabe, animaria uns e outros para voltar à escola, onde lá também existem lanches e bebidas para os alunos.

      • Meu amigo e xará, Francisco,

        Basta um mínimo de raciocínio para se constatar que a cultura brasileira há décadas que está em baixa.

        E só preciso mencionar uma das razões para esta queda vertiginosa do pouco que ainda tínhamos de cultura no país:
        Educação.

        Falar em cultura com um povo analfabeto absoluto e funcional, que ultrapassa a metade da população brasileira, mais os pobres e miseráveis, desempregados e endividados, é uma piada de muito mau gosto, aliás, um deboche!

        Nesse espaço existente de que qualquer besteira, bobagem, filme, peça, exposição … deve ser enaltecido, uma das elites brasileiras, a artística, impõe aquilo que denomina de cultura quando, na verdade, quer os holofotes da mídia, e manutenção de interesses, conveniências e, por óbvio, financiamentos ilimitados para as suas obras de “arte”.

        Abração, Chico.
        Saúde.

        • Galo garnizé, é um galo briguento. Mas, como você é meio narcisista (a outra metade é pior), vai pesquisar no dicionário, e achar que: garnisé é uma galinha pequena (praticamente um frango). PS: Do que você vive, qual teta você mamou durante sua vida ?

        • Eu como aposentado desde um ano e um mês de idade, pelo governo militar, sei de onde saiu cada centavo que me alimentou. Você tem coragem de dizer qual foi sua “fonte” de recursos ?

  5. NÃO É PIADA.
    O governo deveria investir essa fortuna, em um grande estúdio todo equipado. Aí o “cineasta” e os artistas usariam as alocações e os equipamentos, fazendo um filme que essa limitação permitisse. Então após ele estrear o filme e lucrar com as apresentações, ele pega o dinheiro dele e faz um filme com alocações na França ou onde o dinheiro dele puder pagar.

      • E qual é a sua sugestão mesmo ?
        Ah, esqueci, você é aquele (O humildade) que só critica, e nunca NUNCA acrescenta nada.
        PS: E nem vem com aquela ladainha de sempre, porque em São Paulo os (seus parentes) professores já ganha 11.000 (e não mostram retorno); e o Bolsonaro colocou o piso nacional em 2.880,00.

        • Os professores mostram retorno em alunos aplicados, que frequentam as aulas e estudam.

          Por exemplo, tu foste um péssimo aluno:

          ” … em São Paulo os (seus parentes) professores JÁ GANHA (grifo meu) ….

          Será que participaste de alguma aula que abordava a concordância verbal?
          Acho que não.

          Por outro lado, eu não tenho parentes na capital paulista, e se tu entendes que 2.880,00 de salário para um professor é muito, então tens mesmo muito ódio dos teus mestres porque te calas, te acocas, te humilhas, silencia, diante dos 200 mil mensais de um parlamentar!

          Quanto à minha humildade é dela para comigo, e não como queres sempre me humilhar, algo que te antecipo nunca irá acontecer, covarde piadinha.

          • Eu ainda não fui buscar minha bolsa militar de 185.000,00. Isso não é piada, é fato. PS: O que tem há ver, o que você disse com o que eu falei. CONTINUO DAQUI 19 MINUTOS, 36 SEGUNDOS.

          • Você mudou de assunto, como sempre faz com suas vitimas. E ainda MENTE, falsifica as declarações de suas vitimas (o que tem haver, o que eu disse, com sua replica ?). PS: Você também mentiu quando disse que tinha 70 anos ?

  6. O ideal seria extinguir essa tal Secretaria … mas o governo teria de saciar o Botafogo, o insaciável lacaio da OAS, que saltita alegremente com o rumor da ressureição do defunto MinC. Com ou sem Regina deixe estar.

  7. A diferença entre Regina e o seu antecessor boçal é da água pro vinho, mas a “Namoradinha do Brasil” tem que dar um upgrade na sua carteira de santos: ontem ela confundiu São Sebastião com Santo Expedito….

    EM TEMPO:

    Santo Expedito é o santo das causas urgentes.

    “A boca (ou as redes sociais…) fala do que está cheio o coração”…..

  8. O problema do ministério da cultura para Regina é que sua clientela, esquerdistas mamadores do nosso dinheiro, seguramente vão conflituar com ela, devido a sua honestidade como aconteceu como já aconteceu com Ipojuca Pontes.

    Cuidado Regina, vc não sabe até onde pode chegar essa gente da esquerda*, quando perde a boquinha e mais, a mídia amestrada esta do lado dela.

    Consulte Ipojuca antes de se aventurar nessa coisa que não traz absolutamente nada de útil para o povão trabalhador.

    *O hediondo encontra no esquerdismo justificativas para sua prática.
    Se lembram quando Ziraldo, Jaguar, Sérgio Cabral pai do maior bandido do Brasil e outros destruíram Simonal, com consequências trágicas?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *