Bolsonaro condena isolamento, mas quem se isolou politicamente foi ele próprio

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Bolsonaro acredita que existe um golpe para derrubá-lo

Pedro do Coutto

O presidente Jair Bolsonaro – Folha de São Paulo de terça-feira – condenou seu isolamento político com base no fato de o deputado Rodrigo maia, o senador Davi Alcolumbre e o presidente do Supremo, Dias Toffoli, terem se reunido na segunda-feira, com sua ausência, para acertar medidas comuns destinadas a enfrentar a pandemia do coronavírus.

O presidente da República disse que tal isolamento seria o início de um processo de golpe contra ele. Mas os três que se encontraram fizeram declaração conjunta dizendo que o poder Executivo estava representado pelo ministro da Saúde, Henrique Mandetta.

INICIATIVA FOI DELE – Bolsonaro queixou-se do isolamento mas esqueceu que quem iniciou um processo nesse sentido foi ele próprio ao participar em Brasília da manifestação de 15 de março contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal. Este fato mascou apenas um começo sinalizador da proximidade de etapas críticas daqui para a frente. Sombras, portanto, voltaram a envolver a Esplanada dos Ministérios.

De outro lado, enquanto o ministro Mandetta divulgava uma lista de procedimentos no sentido de bloquear ao máximo a contaminação causada pelo vírus, Jair Bolsonaro, domingo passado, agia publicamente de modo contrário, aproximando-se a curta distância de manifestantes que o apoiam.

CAUSOU SURPRESA – A iniciativa de Bolsonaro causou surpresa, porque o ministro da Saúde havia traçado comportamentos exatamente no sentido oposto ao daquele assumido por Bolsonaro diante do Planalto. E dias antes Bolsonaro e Mandetta gravaram mensagens à nação usando máscaras cirúrgicas.

O isolamento político deixa um vazio inevitável na escala do poder, vazio esse que habita na forte contradição da política do governo para a saúde, com a atitude de risco ostensivamente assumida pelo chefe do Executivo. Será que ele não foi avisado desse choque de ideias por integrantes de sua assessoria pessoal?

Eis aqui um fenômeno importante na medida em que o Palácio do Planalto revela-se numa posição oposta à estabelecida, não só pelo Ministério da Saúde, mas por todos os governadores, prefeitos, secretários estaduais e municipais e por uma extensa equipe de especialistas na matéria.

CONTRADIÇÃO TOTAL – A política não oficial de Bolsonaro, portanto, colide com as diretrizes oficiais do governo. O que se verificou foi exatamente uma ação pública do presidente contra a política anunciada pelo governo, que todos pensavam contar com o apoio de Jair Bolsonaro.

O episódio, sob o ângulo político e da comunicação pública, foi um desastre para o palácio do Planalto, que ficou isolado, isso sim, na própria Esplanada dos Ministérios, e em Brasília o choque ficou marcado como uma etapa bastante crítica atingindo o presidente da República.

16 thoughts on “Bolsonaro condena isolamento, mas quem se isolou politicamente foi ele próprio

  1. Prezado Pedro do Coutto,

    A luta pelo poder no Brasil não obedece regra alguma. A moral e a ética são as suas primeiras vítimas, e com o povo sendo manipulado e usado despudoradamente por demagogos e mal intencionados.

    Nesta guerra entre supostas tendências políticas – esquerda ou direita -, podemos afirmar que são plenamente falsas. O objetivo sendo alcançado usa-se dos mesmos recursos deletérios que tanto foram criticados na administração anterior, de modo que o poder seja mantido pelo vencedor a qualquer custo.

    A polarização entre Lula e Bolsonaro impede a ascensão de alternativas viáveis de candidatos ao governo bem intencionados e com projetos interessantes.
    O objetivo ou é continuar no poder ou conquistá-lo, onde o povo é convocado para esta disputa ideológica insana e destrutiva!

    O PT foi muito além de falhar como partido; a sigla sequestrou a nação para si; roubou, explorou e manipulou o cidadão como nunca antes acontecera na História do Brasil!
    O radicalismo permitiu que fôssemos dilapidados no erário e patrimônio por longos e intermináveis 16 anos.

    A vitória de Bolsonaro que, em princípio, deixou mais da metade do país alegre pelo resultado – o fim da era lulo-petista! -, também encobriu que se fizesse uma análise melhor e mais apurada sobre o candidato que deveria impedir a sequência catastrófica e destruidora do PT.
    Bolsonaro foi eleito com esse objetivo pelo povo, derrotar o partido que usava criminosamente o nome dos trabalhadores em benefício de seus dirigentes, e a manutenção do mito de salvador da pátria, epíteto de Luis Inácio Lula da Silva.

    Não percebemos em Bolsonaro, que ele poderia ter problemas de ordem moral e ética; que o seu comportamento pessoal impulsivo e rebelde iria nos trazer incidentes até mesmo internacionais; muito menos, que nos ocasionaria quase as mesmas decepções da esquerda dissimulada do PT, quando começaram a surgir questionamentos de corrupção sobre a figura presidencial e de seus filhos.

    Após um ano e três meses de governo constata-se, tristemente, que o radicalismo político associado ao repúdio pelos petistas e a Lula, em particular – que também gerou na oposição ao governo um combate feroz jamais visto contra um presidente eleito -, uma nação em litígio consigo mesma.

    Inimigos de Bolsonaro de um lado; apoiadores de Bolsonaro do outro.
    Ambos, absolutamente cegos pela maldita ideologia, pela estúpida e idiota definição ou de esquerda ou de direita.
    Resultado:
    Se o país foi deixado por Lula em frangalhos, Bolsonaro não soube como juntar as peças para recompor a nação e unir o povo.
    Pelo contrário:
    Bolsonaro, da mesma forma que fizera Collor no passado, teve como objetivo deixar o povo em situação precária, de sugá-lo do que podia em tempo de trabalho e aposentadoria humilhante.
    E nada, medida alguma, para combater a miséria, a pobreza, o desemprego e o endividamento do cidadão brasileiro!

    Mais uma vez – aliás, tem sido sempre assim -, o povo é ludibriado, enganado, manipulado, e usado inescrupulosamente.
    E não só pela política, mas pelo fato de que a nossa situação de incultos e incautos, dificultam que escolhamos gente capacitada para nos administrar decente e honestamente.

    O Brasil segue nesta luta insana, injustificável e inaceitável, entre poderes que desconsideram o país e a população.
    A preocupação sempre será ter o poder, manter o poder ou conquistá-lo numa guerra fratricida, onde sairá vencedor aquele que mais depreciar e destruir a imagem do outro, menos podermos escolher um candidato mediante as suas qualidades, capacidade, planos de governo, objetivos e prioridades.

    Lula e o PT foram derrotados DEPOIS que se constatou os crimes praticados contra o povo e país, pois jamais analisamos se teria condições éticas, morais e capacidade de trabalho, ANTES do desastre que nos ocasionou.
    Com Bolsonaro não foi diferente:
    Se havia a necessidade imperiosa de extirpar Lula e sua quadrilha do poder, também não verificamos se o deputado federal teria condições de nos governar à altura de nossos anseios e necessidades.

    O presidente eleito não tinha como objetivo enaltecer o cidadão, mas preservar as elites, castas (de onde veio) e banqueiros, exatamente como fizera o governo anterior, que tinha consigo o “salvador da pátria” e que nos deixou arruinados.
    Bolsonaro foi o vencedor na guerra contra Lula, mas também será conhecido pela história como mais um presidente que omitiu-se criminosamente de tentar, pelo menos, diminuir a miséria, a pobreza e o desemprego.

    As castas, elites e banqueiros, agradecem penhoradamente!

    • Prezado Bendl,
      Na vida se criam confusões, brigas e disputas por 3 motivos, essencialmente: amor, dinheiro e poder.

      Dos três o mais poderoso é o último que “compra” os dois primeiros. “Love for sale”, poder compra, dinheiro poder detém e se apropria criminosamente.

      Nosso povo, inculto naturalmente, tem enormes dificuldades para escolher seus dirigentes, escuta a voz das sereias facilmente.

      E os candidatos, bem, que nos são oferecidos….será mesmo que não temos bons quadros a serem pendurados nesta maldita parede brasil?

      Enfim, acrescenta o voto obrigatório e a sopa azeda de vez.

      Voto pela nossa inviabilidade, gauchão colorado!

      • Caro amigo Ricardo,

        Caso quisermos ir ao cerne da questão, ao âmago da causa que nos impede crescer, ao coração do sistema danoso e prejudicial ao povo e país, afirmo categoricamente que diz respeito à nossa dissimulada democracia!

        A começar, e como bem escreveste, somos OBRIGADOS a votar.
        A democracia se dissolveu nesta determinação governamental plenamente.
        O resto, a ditadura do legislativo, a parcialidade e tendenciosidade do judiciário, a incompetência de nossos governantes, recebendo como cobertura do horrível e insuportável bolo feito, a corrupção mais grave que o coronavírus!!!

        Disseste que somos inviáveis?
        Concordo.
        Mas, acrescento:
        Também não temos a mínima ideia do que vem a ser Estado, País, Pátria e Nação.
        O Brasil vem sendo há décadas, um imenso território onde hoje habitam 210 milhões de pessoas completamente divorciadas do famoso tecido social que deveria nos unir.

        Incultos, incautos, entendemos que deveríamos rasgá-lo, e cada um de nós ficar com um pedaço dessa colcha.
        Resultado:
        cada vez mais ficamos expostos às intempéries, então adoecemos, perdemos forças, não temos ânimo, e muito menos vontade de seguir adiante.

        O negócio é simplesmente …. sobreviver!

        Abração.
        Bom trabalho.

  2. Agora sim.
    Bolsonaro levou uma surra franciscana, ele pode até não saber o motivo de apanhar tanto, mas quem bate sabe que alguma coisa errada fez.
    Pelo sim pelo não, porrada nele.

  3. Os partidos, infelizmente, todos os partidos, não deixaram aos indignados de Junho de 2013, outra alternativa senão o Bolsonaro, os nulos, os brancos ou as abstenções, e o sistema podre o fez por merecê-los, de modo que não é o povo a besta do apocalipse eleitoral, mas isto sim os próprios partidos. Desde Junho de 2013, ainda ecoam nas ruas do Brasil os gritos da grande maioria da população do Brasil, de todas as faixas etárias e de todos os segmentos sociais: ” sem partidos, sem partidos, sem golpes, sem violência, vocês não nos representam…” E o que mais a população consciente pode fazer, para demonstrar a sua indignação contra o continuísmo do sistema podre, incendiar o país inteiro ? E o que fizeram os partidos, diante da vontade livre e consciente da população, que expressou nas ruas do país, como nunca antes visto na história, de forma inequívoca, espontânea, isenta, apartidária, a sua vontade soberana livre e conscientemente ? Os partidos, todos os partidos, e tb a mídias dos me$mo$, fizeram-se de surdos, cegos e mudos, e fantasiados de avestruzes e camaleões continuaram aprontando das suas, vetaram e trancaram todas as suas portas e janelas para o Projeto Novo e Alternativo de Política e de Nação, como propõe a RPL-PNBC-DD-ME, há cerca de 30 anos, tal seja o novo caminho para o novo Brasil de verdade, porque evoluir é preciso. E daí deu no que deu, Capitão Bolsonaro na cabeça, retrocesso na veia, que poderia se até o Cabo Daciolo, caso Adelino Bispo tivesse logrado êxito na sua empreitada, mostrando a que nível e ponto chegou o sistema político podre, que já se afeiçoa a uma espécie de lixão a céu aberto, mas que nem mesmo nessa situação deplorável não dá espaço nenhum para o surgimento do novo de verdade, tal seja a Revolução Redentora, da política, do país e da população, à qual, infelizmente, com tudo dominado pelo sistema podre, não resta outra alternativa senão as ruas, agora para completar o serviço iniciado em Junho de 2013.

  4. Pimenta,

    Nossas posições são bem definidas.
    Votamos em Bolsonaro, porém se o presidente faz jus a críticas, de nossa parte serão postadas.

    Independente de Bolsonaro ter sido o mandatário que mais a imprensa caçou impiedosamente, a verdade é que nesse momento ele deveria mostrar a sua superioridade como Chefe do Executivo, no entanto, alimentou a mídia diariamente com atitudes que põem dúvidas sobre seu estado de saúde mental!

    Durante mais de um ano ininterruptamente, veículos de comunicação e o Planalto sempre se estranharam, sem um dia que fosse de trégua não para os contendores, mas para o povo e país.

    A imprensa vingando-se de Bolsonaro pelo fato de que seus recursos advindos do governo foram cortados, em razão da fábula de dinheiro que o PT a beneficiou, elegeu o presidente inimigo nº 1 da “democracia”, e rotulou-lhe com uma série infindável de adjetivos depreciativos, a maioria ofensivos e insultuosos.

    Passamos da guerra contra o lulo-petismo, que tanto mal cometera contra a nação, e imediatamente entramos em outro conflito: defender Bolsonaro ou admitir que, pelo menos em parte, a mídia tinha razão.

    No início, considerei exageradas as críticas e muitas delas mal colocadas, evidenciando um partidarismo deplorável e tendencioso.
    Pois teria sido nesse momento que Bolsonaro deveria se mostrar alheio às publicações de jornalistas, e preocupar-se com as questões inerentes à sua função e cargo.

    Não foi essa a atitude do Planalto:
    Bolsonaro mergulhou fundo nas águas turvas e traiçoeiras da intriga, maledicência, da resposta insolente, de desabafos até patéticos que estaria sendo perseguido!

    E, dessa forma, o próprio presidente começou a se desintegrar.
    Imprensa e Bolsonaro travam uma luta pessoal.
    Da parte dele, age provocando a mídia infantilmente;
    da parte dela, a questão é destruir Bolsonaro!

    E, nós, como ficamos?
    Entre o mar e o rochedo, quem leva a pior sempre é o marisco, como se diz “´pela aí”.
    Mais um ano e meio de estagnação, de disputas partidárias e tendências políticas, de pessoas que visam a si mesmas, e menos o povo e país.

    Se Bolsonaro deixou de lado objetivar-se em benefício desta nação, a imprensa age de maneira detestável, odiosa, reacionária, excedendo o seu papel de crítica, para incorrer no serviço de vencer o seu maior contestador.

    Erros de um, erros da outra, noves fora zero.

    Eis a nota que o povo tem recebido como importância ao desenvolvimento e progresso individual e coletivo, nada, um zero, que é o valor que a mídia e o Planalto, incluindo os dois outros poderes constituídos, nos têm dado ao longo de muito tempo.

    Sds.

    • Ele não aceita ser levado as cordas e virar saco de pancada, por formação.
      Eu tive a mesma dele, lá no idos de 64, não vou arredar o pé um milímetro.
      O povo sendo levado a miséria por conta dele, não vejo isso, vejo a imprensa e até esse veículo de esquerda aqui que fica levantando a bola para os cobradores se divertirem em espezinhar o presidente.
      Bolsonaro não é nenhum santo e tem o queixo duro se assim não fosse já teria sido defenestrado, apunhaladores não faltam, inclusive já tentaram chegar a via dos fatos com o Adelio Bispo. Em seu nome hipócritas e fariseus,verdadeiros sepulcros caiados se elegeram e ato contínuo já querem a cabela dele.
      Bolsonaro virou bandido por causa de mais um vírus chines é dose cavalar sendo usada como verdeiro crime de guerra conta a humanidade.
      Na minha cabeça acho que ele está até pegando leve, eu já teria virado a mesa.
      O futuro dirá a verdade dos fatos, e enquanto isso alerto que o Capitão não está só.

      • Observa, Pimenta:

        Colocaste muito bem a situação:
        Bolsonaro não aceita virar saco de pancadas …;
        e tu vês a mídia se divertindo com as cobranças implacáveis contra o presidente.

        Aonde está o povo?
        Aonde está a verdade por parte da imprensa?
        Aonde está o interesse pelo país?
        Aonde está o devido comportamento ético e moral, de modo que esta briga seja a responsável pelo descaso com o Brasil e sua população?

        Fui claro:
        a imprensa não lhe deu trégua em nenhum momento mas, Bolsonaro, também não deixou de lado reagir contra o que ele denomina de perseguição.

        Resultado:
        imprensa desgastada e sem mais a confiança nossa;
        governo desacreditado pela sua omissão em resolver as questões mais graves do país;
        legislativo e judiciário faceiros como pinto no lixo, ficando de fora dessa refrega que só traz prejuízos e caros a ambas as partes e à nação, principalmente.

        Bolsonaro não está só, concordo plenamente, assim como a mídia tem ela mesma.

        Mas, o povo, este continua abandonado, desprezado, humilhado, aviltado ….
        .

  5. Bingo!!
    Bingo!!
    Bingo!!

    Texto lúcido, objetivo e honesto.

    Obrigado Chicao, lavou minha alma!!
    Assino.

    Não dá pra esperar muito mais do bolsonaro…

    Eu já desisti há muito tempo deste Sr.
    Quando percebi que a esquerda e os lulistas/petistas, foram puxados pra dentro do governo por nada mais é nada menos que o próprio bolsonaro.

    Vimos destruir a lava jato ao vivo e a cores, com a colaboração esforçada daquele que prometeu reforçar ainda mais o único baluarte moral que o Brasil tem.

    Tentou destruir o Sérgio Moro e só não consegui, porque a envergadura do Sr. Moro o amassou sem piedade.
    Nisto, o povo em muito ajudou, e assim o bolsonaro foi obrigado a recuar várias vezes.

    Eu vou me aventurar a dizer, que ajudei a eleger para ser o Presidente da República, um TRASTE, um EMBUSTEIRO!!

    Chicão, este homem tem duas caras, no mínimo. Diria, o homem das mil faces.

    Lamento por todos nós, que acreditamos, mas não foi desta vez…

    Um forte abraço e muita saúde, pra aturar toda esta doença.

  6. Espectro, meu amigo,

    Se Bolsonaro não chega à unha do pé direito encravada de Lula, no que tange à corrupção, o ladrão e genocida, em compensação, coloca o atual presidente no chinelo em comportamento à testa do país!

    Uma que outra cachacinha, e daí?
    Uma que outra amante, e daí?
    Corrupção instituída pelo PT, e daí?

    Lula sabia se comportar ou se esforçava para ter uma conduta no mínimo equilibrada com a mídia!
    Vá lá, chegou a querer censurar a imprensa, lembra?
    Mas, diante de um repórter ou câmera de TV, o bandido se portava adequadamente.

    Bolsonaro rasgou a famosa “liturgia” do cargo.
    Mais ou menos como um sacerdote comandar a missa usando … cuecas!
    Não dá, por mais fiel que o padre seja com o cristianismo e as regras que lhe foram impostas, inclusive o celibato.

    O religioso será uma festa para os frequentadores desse culto.
    Bolsonaro está sendo um banquete para a imprensa, simplesmente.

    Forte abraço, guri.
    Te cuida!

      • Espectro,

        Lá pelas tantas, o vírus está confirmando a célebre frase popular:
        “há males que vêm para o bem”.

        Penso que depois dessa refrega, até a sociedade terá que mudar, se quiser sobreviver a outras invasões de vírus que irão surgir inevitavelmente!

        A meu ver, o curso mais importante que o ser humano deverá fazer será como sobreviver em meio a crises e pandemias.

        Abraço.

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