Bolsonaro desfaz erros diplomáticos contra Israel, cometidos pelos petistas

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Bolsonaro deve se ligar a Israel sem agredir os palestinos

Celso Serra

Israel é um país com pequeno espaço territorial, cerca de 27.800 km². Foi criado em 1948, e até hoje não esquece o papel fundamental do Brasil na Assembleia Geral da ONU, presidida pelo embaixador Oswaldo Aranha, quando foi aprovada a “Partilha da Palestina”.  Decorridos setenta anos de existência, o povo de Israel ainda não pode alcançar o seu mais desejado objetivo: viver em paz com seus primos e vizinhos.

Atualmente, a população de Israel é estimada, segundo seu governo, em cerca de 8.910.800 pessoas. Aproximadamente, 74,5% são judeus israelenses, 21% são árabes e o restante 4,5% são de diversas nacionalidades.

DESENVOLVIMENTO – Israel é considerado um dos países mais avançados em desenvolvimento social, econômico e industrial. Apesar dos escassos recursos naturais, foi pioneiro em biotecnologia agrícola, irrigação por gotejamento,  solarização dos solos,  reciclagem de águas de esgoto para uso agrícola e utilização do enorme reservatório subterrâneo de água salobra do Negueve.

O país é um dos líderes mundiais em conservação da água, energia geotérmica e em alta tecnologia, além de atuar com altíssima eficiência e produtividade no desenvolvimento de softwarescomunicações e ciências da vida. É uma das nações mais desenvolvidas economicamente, ocupando posição de destaque no nível de investimentos em pesquisas e em centros de desenvolvimento. A economia de Israel é superior ao somatório de todos os seus vizinhos. A utilização de computadores é uma das maiores do planeta. O país possui a maior proporção do mundo de títulos universitários em relação a população. Em Israel são elaborados mais estudos científicos per capita que qualquer outro país do mundo.

DEMOCRACIA – O país, apesar de todos os óbices criados por seus vizinhos, possui o maior Índice de Desenvolvimento Humano do Oriente. Podem escolher seus governantes democraticamente, enquanto os muçulmanos vivem sob ditaduras. A população feminina vive em total liberdade, enquanto nos países muçulmanos as mulheres são submissas e, em alguns deles, submetidas a castigos brutais, podendo até a chegar a morte por apedrejamento.

Os judeus jamais fizeram lavagem cerebral de crianças em locais de treinamento militar, ensinando a elas como se explodir para matar o maior número de “infiéis” e até de muçulmanos. Os judeus jamais explodiram bombas em restaurantes da Europa ou Igrejas. Não existe nenhum judeu que tenha destruído uma Igreja. O Estado judeu é hoje um país moderno, democrático e inovador. Um verdadeiro abismo separa a qualidade de vida e a contribuição para o bem da Humanidade, produzidas pelos israelenses, quando comparadas com todos os países limítrofes.

RELACIONAMENTO – Como se percebe, um bom relacionamento entre Brasil e Israel seria muito bom para ambos. Como se relacionou com Israel os governos petistas Lula e Dilma? Lula visitou Israel e se recusou a colocar uma coroa de flores no túmulo do “pai” do sionismo, Theodor Herzl. Um ato de total despreparo e má educação que causou forte mal-estar e constrangimento a todos os judeus. Para completar a agressão, Lula aceitou colocar flores (e colocou) no túmulo do ex-presidente palestino Yasser Arafat, na Cisjordânia, considerado terrorista por muitos israelenses.

No governo Dilma Rousseff, a relação diplomática entre Brasil e Israel foi abalada. Em 2014, durante um conflito entre o grupo islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza e Israel, em ato até hoje considerado inusitado, o então ministro das Relações Exteriores do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo, chamou de volta ao país para “consultas” o embaixador em Tel Aviv, Henrique Sardinha Filho. Reagindo a esse ato, o então porta-voz da chancelaria de Israel, Yigal Palmor, chamou o Brasil de “anão diplomático”.

CREDENCIAIS – Mais um ato de agressão a Israel foi consumado dois anos depois, ou seja, em agosto de 2015, o governo Dilma Rousseff recusou as credenciais do candidato ao cargo de embaixador de Israel em Brasília, Dani Dayan. O pretexto teria sido o fato de que Dayan ter liderado, de 2007 a 2013, o Conselho Yesha (representante dos 500 mil colonos israelenses na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental). O que o Brasil tinha com isso?

Jair Bolsonaro, ainda deputado, visitou Israel em 2016. Foi recebido pelo presidente do Parlamento de Israel, Yuli Edelstein. Naquela ocasião, Bolsonaro afirmou que, se fosse eleito presidente, sua primeira visita oficial seria a Israel. “O ciclo do PT está chegando ao final e peço a Deus que eles tenham consciência e que saiam sem prejudicar mais ainda o Brasil”, disse Bolsonaro à Folha.

Binyamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, em conversa telefônica com Bolsonaro para parabenizá-lo pela vitória nas eleições, disse que pretende comparecer em sua cerimônia de posse em 1° de janeiro de 2019. Se comparecer, Netanyahu será o primeiro premiê israelense a visitar o Brasil desde a criação de Israel em 1948. 

GRANDE AMIZADE – Na mesma conversa telefônica com Bolsonaro, Netanyahu convidou o presidente eleito a visitar Israel e disse ter a certeza que a eleição dele “levará a uma grande amizade entre nossos povos e ao estreitamento dos laços entre o Brasil e Israel. Aguardamos sua visita a Israel”, segundo comunicado oficial.

Bolsonaro, em sua conta no Facebook, registrou a conversa com Netanyahu, afirmando que os “laços de amizade se traduzirão em acordos onde nossos povos serão os maiores beneficiados”.  Um bom e mútuo sinal de relacionamento sadio, sem as tartufices e atos de má educação que caracterizaram os governos dos petistas Lula e Dilma contra Israel.  Deus protegerá a união.T

40 thoughts on “Bolsonaro desfaz erros diplomáticos contra Israel, cometidos pelos petistas

  1. Caro articulista Celso Serra,
    Parabéns pelo texto esclarecedor.
    Os hospitais israelenses com alta tecnologia e insumos, inclusive, tratam os palestinos, se não me falha a memória de graça.

    • Digamos que a ‘leitura’ de Pedro Meira esteja certo. O Irgun desapareceu, o que ele fez ou deixou de fazer entra em um momento da história de Israel e aquele momento é reconhecido.

      O Irgun foi para o espaço, Israel tornou-se uma nação importante como na descrição sensata de Carlos Newton.

      O Hamas — há outros — adotou o que se poderia chamar de o mesmo comportamento do Irgun (não é e não foi) e a partir daí entrou em cena em 1987 o filhote da irmandade muçulmana que fez o Irgun parecer briga entre colegiais.

      De 1987 até o presente, o Hamas sistematicamente destruiu Gaza, e faz questão de destruir o Estado de Israel. Uma das suas habilidades é torturar o povo de Gaza.

      Em vez de buscarem apenas e tão somente informação sobre o Hamas na Wikipedia, deem uma lida neste artigo da insuspeita BBC, é de 2017. https://www.bbc.com/news/world-middle-east-13331522

        • Horríveis Blasfêmias Contra Jesus Cristo

          1) Ele e seus discípulos praticaram feitiçaria e magia negra, lideraram judeus erradamente ao interior da idolatria, e foram patrocinados por poderes estrangeiros, gentios, para o propósito de subverter a adoração judaica (Sanhedrin 43a).

          2) Ele foi sexualmente imoral, adorava estátuas de pedra (um tijolo é mencionado), foi cortado fora do povo judeu por sua maldade, e recusou a arrepender-se (Sanhedrin 107b; Sotah 47a).

          3) Ele ensinou bruxaria no Egito e, para executar milagres, usou procedimentos que envolviam cortar sua carne, que é também explicitamente banido na Bíblia (Shabbos 104b).
          Fim da citação de http://www.noahide.com/yeshu.htm (website Lubavitch) 20 de Junho de 2000.

          Preservados nos arquivos uma cópia desse enunciado do Lubavitch “Noah’s Covenant Website”, conforme apareceu em seu website em http://www.noahide.com/ em 20 de Junho de 2000, na eventualidade que negações sejam posteriormente publicadas e o enunciado suprimido].

    • OS FUNDAMENTOS DA ENCRENCA

      Corria o inverno do ano de 2133 e o mês de agosto, como sempre, era o mês em que “a bruxa andava à solta”. Nas aulas de História dava-se conta de que, pelos idos de 2019, o Irã havia conseguido construir, além da sua bomba atômica, uma outra, a de hidrogênio, resultante de acordos com a China que, a essas alturas, havia rompido com a Rússia e estava em pé de guerra com os Estados Unidos. Israel tinha metade do seu território arrasado por armamento nuclear utilizado pelos palestinos do Hamas, contrabandeados não se sabe por quem e nem de onde.
      Em contrapartida, a Faixa de Gaza, praticamente havia sumido do mapa e, em ambos os lados, autoridades perdedoras e as populações acossadas pelas guerras cuidavam de contar e enterrar seus mortos.
      No Oriente Médio, ambos os povos procuravam obter, no Japão, auxílio para a descontaminação dos resíduos nucleares que infestavam e potencializavam o sofrimento das populações. As conseqüências da Usina de Fukushima desencadearam estudos avançados que resultaram em descobertas importantes para o tratamento e neutralização dos efeitos radioativos sobre as populações e o ambiente japonês.
      Do que restava daquela gente da raça semita, as poucas Sinagogas e Mesquitas abrigavam, indistintamente, os filhos de Alá e de Iavé que, juntos, ouviam, sisudos, as preces, lamentações e lamúrias dos seus devotos. Afinal, o mesmo fundamentalismo desencadeador de milênios de guerras estava sendo o mote para a aproximação, pela dor, daqueles povos cultivadores do ódio sem tréguas.
      Afinal, pelo que se pode entender, tudo começou quando Ismael, filho de Abraão e adorador de Iavé, “O Deus de Israel”, desentendeu-se com seu pai e se mandou para outras plagas, carregando consigo um considerável número de dissidentes, fundando o Ismaelismo, religião precursora do Islamismo.
      Ismael mantinha séria pendenga com seu irmão Isaac, considerado o filho legítimo de Abraão, com sua esposa. Era desejo de Deus que o patriarca gerasse um filho. Como o casal Abraão e Sara fosse de idosos, a geração de um filho era praticamente impensável. No entanto, era vontade de Deus que esse filho viesse ao mundo.
      Constatando os impedimentos para a concepção de Sara, para facilitar as coisas, Abraão se interessa por sua escrava Hagar e a engravida, num golpe de sorte. Assim, nasce Ismael que já vem ao mundo renegado pela esposa legítima; Ismael surge como bastardo, na visão da consorte legítima. Essa passa a dispensar ao filho de Abraão um tratamento aversivo e discriminatório, nascedouro da humilhação e do ódio.
      Mas, Deus desejando um filho do casal propicia meios para que a gravidez fosse concretizada. Assim, nasce o segundo filho de Abraão, dessa vez com Sara, que recebe o nome de Isaac, superpondo-se a Ismael na linha sucessória familiar
      Por sentir-se discriminado, não sendo considerado um israelita de raiz, Ismael é preterido em favor de Isaac, surgindo em conseqüência, o ódio milenar que se manifesta entre judeus e muçulmanos, irmãos por origem.
      Assim, Ismael com seus seguidores, abandona o ambiente paterno, marchando para a Arábia, fundando o Ismaelismo que, mais tarde, com o Profeta Maomé, se impõe como Islamismo ramificando-se entre duas dissidentes correntes: xiitas e sunitas.
      De lá para cá, todas as derivações dessas duas raízes fundamentais se mantém em estado de beligerância, ora latente, ora atuante. A História nos mostra as permanentes lutas entre deuses e homens envolvendo o fundamentalismo religioso, cujas origens estão em Abraão, com Iavé, o Deus de Israel e suas dissidências com Ismael e Alá.
      Hamas, Fatah, e Autoridade Palestina de um lado e Israel, de outro, são o caldo fermentado de toda essa querela fundamentalista que começou com a escapada de Abraão com Hagar, há milênios atrás.
      Os historiadores dão conta de que, no ano de 2014, houve um recrudescimento das ações beligerantes entre israelenses e palestinos, em Gaza, que foram aumentando de intensidade, de modo que o lançamento de balísticos de um lado e a resposta, por terra, mar e ar, do outro resultaram em volumosa destruição.
      Tendo em vista que as intervenções diplomáticas internacionais, capitaneadas pela ONU, já não mais resultavam em efeitos positivos, pois até mesmo as reuniões sofriam avanços e reveses temperados pela política e pelo fundamentalismo. Num determinado momento, poucos anos mais tarde, o armamento nuclear entrou em ação e ambos os querelantes sofreram milhares de baixas e a destruição estabeleceu um quadro por demais tétrico e sem precedentes.
      Os países que discutiam, no Conselho de Segurança da ONU, desistiram de pleitear pelo consenso de pacificação e resolveram abandonar à própria sorte os países em disputa, não sem antes firmarem pacto de não cooperar com armamento ou qualquer tipo de suprimento bélico para qualquer dos dois territórios beligerantes. Apenas a atuação da Cruz-Vermelha seria fomentada visando a ação unicamente filantrópica com hospitais, medicamentos e alimentos para as populações em flagelo.
      O entendimento por trás dessa decisão foi o de que qualquer auxílio que pudesse incrementar mais estragos poderia desencadear uma guerra total que vitimaria todas as populações do planeta. Assim, todos os demais países se retraíram e cuidaram de esperar que o destino decidisse a sorte de cada um dos dois litigantes.
      Já, em 2154, os livros davam conta de que, após aquela renhida e prolongada guerra, os países resolveram depor as armas e os ódios, resolvendo unir seus esforços para a reconstrução do que a insânia destruiu.
      Os demais países do mundo entraram em um acordo para auxiliar os trabalhos e cada qual enviou equipes de engenharia, materiais de construção, maquinaria e todo o tipo de ferramental necessário às obras nas zonas urbanas e rurais.
      Governos enviaram equipes médicas e paramédicas, e os laboratórios multinacionais implementaram fábricas. Escolas e Universidades surgiam e, rapidamente, um novo panorama fazia renascer, na geografia do Oriente Médio, um país unido, pujante, moderno, pleno de possibilidades, para onde convergiam pessoas de boa vontade, de todas as partes do planeta.
      Os mapas passaram a incluir o novo Estado; a “União Isralina”, Modelo que se expandiu pelo Planeta.
      A religião deixou de ser fermento de ódios sendo cultivada sob a égide do respeito e da liberdade. O entendimento primordial, após o sofrimento, foi de que o Deus antropomorfizado, batizado com dezenas de apelidos que lhe foram impostos pelas diversas crenças, não fazia mais sentido. Bastaria orar e louvá-lo, simplesmente com grandioso nome “Deus”, quer seja no recôndito silencioso da alma ou de um templo qualquer.
      Na praça principal da Capital, Jerusaviv, como símbolo histórico, um monumento em que confraternizavam Alá e Iavé, ambos, sentados sob a sombra de uma oliveira, às margens do Rio Jordão…

      Amelius
      25/07/2014 – 20:15Hs

  2. Muito bom saber que o presidente eleito Jair Bolsonaro vai manter excelentes relações dom todos os países, “sem viés ideológico” como insiste Bolsonaro em dizer.

    Espera-se que o bom relacionamento com o Estado de Israel não seja motivo de hostilidade do seu governo com o Estado Palestino, como demostrou nesta semana ao dizer que era preciso remover a embaixada da Palestina para longe do Palácio do Planalto, em Brasílkia.

    Sim, Estado, Nação palestina. O clássico conceito de Nação firma-se num tripé: território, povo e governo. A palestina tem seu povo, tem seu governo e tem seu território demarcado, mas esbulhado por Israel, com o amparo dos Estados Unidos. Sozinha, Israel não faria o que faz.

    Ao invés de querer remover a embaixada da Palestina “para longe do Palácio do Planalto”, intenção que dá margem a múltiplas interpretações, deduções e traduções — todas nada diplomáticas, mas insultuosas contra aquele povo e aquele Estado — por que Bolsonaro não substitui seu “viés belicoso”, “viés preconceituoso” e assume uma posição de lider da pacificação, tal como tentou o presidente Clinton?. Ou se tanto não puder, que Bolsonaro fique silente. Que não seja tendencioso nem para um lado nem para outro]

    O país vive um clima de lua-de-mel com a honestidade, o progresso, a anti-corrupção, a probidade administrativa….a felicidade do povo, enfim. Tudo até Janeiro chegar. Já depois, e nos anos seguintes, talvez iremos encontrar no Livro do Eclesiastes, ou na famosa obra de José Ingenieros (“O Homem Medíocre”), o enquadramento conceitual que pode nos guardar o porvir.

    • O tripé não se sustenta. E pior, segundo o Dr. Béja, a questão territorial teria sido “esbulhado” por Israel.

      Perdoe-me, Dr. Béja, mas se o sr. do alto de sua experiência atribui ‘esbulho’ a uma nação constituída e reconhecida pela ONU, ocupando um território que satisfaz o tripé de nação, julgo que a sua defesa da Palestina terá sido veio às avessas. Afinal, não seria a Palestina um Estado porque outro a teria esculhambado e, nesse caso, o que esculhambador nem Estado deveria ser no concerto das nações.

      Se isso não for ideologia superficial, grosseira, sem amparo na história de Israel de seu fundador, Herzl, eu diria que a leitura seria rigorosamente insustentável a sua.

      Recomendo-lhe a leitura de HERZL’S VISION ( a propósito, era um jornalista) sobre a fundação do Estado Judeu (sim, essa é a palavra usada) por Shlomo Avineri, professor de ciência política da Universidade Hebraica de Jerusalém e membro da Academia Israel de Ciência e Humanidades.

      Não, não é livro de apologia ao sionismo, etc., ou mesmo contra os Árabes. O livro servirá, tenho certeza, mas dispersar ou talvez diluir o viés pesadamente ideológico e assim como que ‘garantista’ de que a Palestina seria um Estado.

      Não é.

      PS. Não sei se o sr. é visitante ilustre do Oriente Médio, se for, deverá saber que em menos de 8 minutos o sr. viajaria de Tel Aviv para Gaza. Já imaginou um míssil? Do prédio mais alto em Tel Aviv descortina-se Gaza.
      _____________

      PS.
      O sr. acha mesmo que o Estado Judeu, a nação de Israel, vai permitir que um estado que não é Estado, e que antes de 1960 não existia — já leste alguma coisa sobre o egípcio Gamal Abdel Nasser e o tunisiano Yasser Arafat? — se estabeleça como um Estado?

      Ou o sr. nada entende de história e história de Israel também, enfronhado que está, com toda justiça em brilhantes serviços advocatícios que seus leitores, eu inclusive, aplaudem, ou o sr. está tratando de ideologia inconsequente.

      Sugiro uma viagem a Israel e a leitura de bons livros. O de Shlomo é muito bom, ele até não vai com a cara de Bibi, o ministro de Israel.

      Uma observação, se sozinho não faria o que fez, eu lamento informa-lo que a sua ignorância em geo-política e da história de Israel é simplesmente acachapante. Lamento mesmo, porque eu aprecio muito do que o sr. escreve no Direito com pontos importantes.

  3. Sou engenheiro agrônomo e zootecnista, já fui a trabalho e estudo para Israel inúmeras vezes. O Brasil só têm a ganhar ao estreitar seus laços tecnológicos com esse país, principalmente no tocante a SOLUÇÕES para o nosso semi-árido e para o grande deserto que está se formando na região do Alegrete no Rio Grande do Sul.

    • Claro Sylvio.

      Eu moro em Natal, mas basta 30 km interior a gente para além zona da mata, agreste e depois o sertão, para não falar em caatinga, e a desgraça é algo impressionante.

      O Nordeste não tem água? Tem e muita. Mas e a gestão das águas? Essa é uma ‘secura’ monstruosa.

      As terras na região de Mossoró ou do oeste são ruins? Mentira! Mas a roubalheira de recursos públicos desviados e a administração dos recursos é algo assustador: tem que manter a pobreza assim, é o bordão político.

      Sou mineiro e estou aqui há 20 anos e fico horrorizado. Tem água de sobra… tem mais do que em Israel onde até sobre para irrigação.

      Agora, tente trazer a tecnologia redentora israelense para cá e diga que Israel é o ‘pai da criança’?

      A governadora eleita petista até a alma, será a primeira advertir para que o estado tenha cuidado e não torne capacho de Israel.

  4. A história é interessante. Foi o império romano que dominou violentamente a Judéia, espalhando o povo judeu pelo mundo.
    Foi o império romano que se transformou em cristianismo. E foi graças a uma nação cristã (USA) que
    hoje existe o Estado de Israel.

  5. Claro,devemos ter relações comerciais e intercâmbio técnico com Israel.

    Devo ressaltar,o Brasil vende para mundo árabe toda produção animal.

    Qualquer, movimento fora da curva
    no complicado jogo de xadrez político do oriente médio,em vez de ganharmos perderemos que já conquistamos.

    Obs: Aviso os incautos. Olhe bem a geopolítica.
    Na queda do Xa’ Reza Pahlevi,do Irã.
    Pelos Yatolas. O governo do Jimm Carter EUA/Israel,armaram Sadan Hussein do Iraque,este invadiu o Irã.

    Lá pelas tantas, próprio EUA/ISRAEL, começaram apoiar o Irã por baixo dos panos,digamos assim.
    Sabedor dessas manobras,SADAN HUSSEIN,rompeu com EUA/ISRAEL.

    Fez aliança com os RUSSOS,pois dependia de suas armas.
    Na época Sadan, si deu mal.
    Gorbatchov ,estava alinhado com EUA.
    Esse pq.relato, é para avaliar que nem tudo brilha é ouro.

    Na real, são todos corcodilos
    Na geopolítica. Que nos conquistamos no agronegócios etc,nosso melhor mercado.
    Podemos botar a perder,por falta de bom senso…

    NÃO quero,q.concorda domingo,mas reflita em todos os ângulos.

      • Aparentemente Dulles foi desmentido: o Brasil injetou dinheiro no porto cubano de Mariel; aceite o programa mais médicos e ‘paga’ o governo cubano; a Bolívia invadiu e tomou uma parte da petrobrás por lá; o governo Venezuelano não paga o que deve aqui em Pernambuco, e a África então.

        Dulles estava certo. Bonzinhos somos nós que temos um governo pronto para usar o meu e o seu dinheiro porque achamos que é horrível a tese de Dulles.

        Boa é a nossa!

  6. Pela 1a vez tenho que parabenizar um esquerdista, por ter elaborado um texto com tamanha lucidez e equilíbrio. Talvez, uma autocrítica inédita. O único que conseguiu ler o recado das urnas. Vale muito a pena a leitura. Prof. Dirceu Grasel
    De onde surgiu o Bolsonaro?
    (por Gustavo Bertoche – Dr. em Filosofia )
    Desculpem os amigos, mas não é de um “machismo”, de uma “homofobia” ou de um “racismo” do brasileiro. Os eleitores do Bolsonaro, candidato do PSL, não são fascistas, machistas, racistas, homofóbicos nem defendem a tortura. Aliás, o próprio Bolsonaro não é nada disso, e nós sabemos disso. A maioria dos seu eleitores nem mesmo é bolsonarista.
    O Bolsonaro surgiu daqui mesmo, do campo das esquerdas. Surgiu da nossa incapacidade de fazer a necessária autocrítica. Surgiu da recusa em conversar com o outro lado. Surgiu da insistência na ação estratégica em detrimento da ação comunicativa, o que nos levou a demonizar, sem tentar compreender, os que pensam e sentem de modo diferente.
    É, inclusive, o que estamos fazendo agora. O meu Facebook e o meu WhatsApp estão cheios de ataques aos “fascistas”, àqueles que têm “mãos cheias de sangue”, que são “machistas”, “homofóbicos”, “racistas”. Só que o eleitor do Bolsonaro não é nada disso nem se identifica com essas pechas. As mulheres votaram mais no Bolsonaro do que no Haddad. Os negros votaram mais no Bolsonaro do que no Haddad. Uma quantidade enorme de gays votou no Bolsonaro.
    Amigos, estamos errando o alvo. O problema não é o eleitor do Bolsonaro. Somos nós, do grande campo das esquerdas.
    O eleitor não votou no Bolsonaro PORQUE ele disse coisas detestáveis. Ele votou no Bolsonaro APESAR disso.
    O voto no Bolsonaro, não nos iludamos, não foi o voto na direita: foi o voto anti-esquerda, foi o voto anti-sistema, foi o voto anti-corrupção. Na cabeça de muita gente (aqui e nos EUA, nas últimas eleições), o sistema, a corrupção e a esquerda estão ligados. O voto deles aqui foi o mesmo voto que elegeu o Trump lá. E os pecados da esquerda de lá são os pecados da esquerda daqui.
    O Bolsonaro teve os votos que teve porque nós evitamos, a todo custo, olhar para os nossos erros e mudar a forma de fazer política. Ficamos presos a nomes intocáveis, mesmo quando demonstraram sua falibilidade. Adotamos o método mais podre de conquistar maioria no congresso e nas assembleias legislativas, por termos preferido o poder à virtude. Corrompemos a mídia com anúncios de empresas estatais até o ponto em que elas passaram a depender do Estado. E expulsamos, ou levamos ao ostracismo, todas as vozes críticas dentro da esquerda.
    O que fizemos com o Cristóvão Buarque?
    O que fizemos com o Gabeira?
    O que fizemos com a Marina?
    O que fizemos com o Hélio Bicudo?
    O que fizemos com tantos outros maiores ou menores do que eles?
    Os que não concordavam com a nossa vaca sagrada, os que criticavam os métodos das cúpulas partidárias, foram calados ou tiveram que abandonar a esquerda para continuar tendo voz.
    Enquanto isso, enganávamo-nos com os sucessos eleitorais, e nos tornamos um movimento da elite política. Perdemos a capacidade de nos comunicar com o povo, com as classes médias, com o cidadão que trabalha 10h por dia, e passamos a nos iludir com a crença na idéia de que toda mobilização popular deve ser estruturada de cima para baixo.
    A própria decisão de lançar o Lula e o Haddad como candidatos mostra que não aprendemos nada com nossos erros – ou, o que é pior, que nem percebemos que estamos errando, e colocamos a culpa nos outros. Onde estão as convenções partidárias dos anos 80? Onde estão as correntes e tendências lançando contra-pré-candidatos? Onde estão os debates internos? Quando foi que o partido passou a ter um dono?
    Em suma: as esquerdas envelheceram, enriqueceram e se esqueceram de suas origens.
    O que nos restou foi a criação de slogans que repetimos e repetimos até que passamos a acreditar neles. Só que esses slogans não pegam no povo, porque não correspondem ao que o povo vivencia. Não adianta chamar o eleitor do Bolsonaro de racista, quando esse eleitor é negro e decidiu que não vota nunca mais no PT. Não adianta falar que mulher não vota no Bolsonaro para a mulher que decidiu não votar no PT de jeito nenhum.
    Não, amigos, o Brasil não tem 55% de machistas, homofóbicos e racistas. Nós chamarmos os eleitores do Bolsonaro disso tudo não vai resolver nada, porque o xingamento não vai pegar. O eleitor do cara não é nada disso. Ele só não quer mais que o país seja governado por um partido que tem um dono.
    E não, não está havendo uma disputa entre barbárie e civilização. O bárbaro não disputa eleições. (Ah, o Hitler disputou etc. Você já leu o Mein Kampf? Eu já. Está tudo lá, já em 1925. Desculpe, amigo, mas piadas e frases imbecis NÃO SÃO o Mein Kampf. Onde está a sua capacidade hermenêutica?).
    Está havendo uma onda Bolsonaro, mas poderia ser uma onda de qualquer outro candidato anti-PT. Eu suspeito que o Bolsonaro só surfa nessa onda sozinho porque é o mais antipetista de todos.
    E a culpa dessa onda ter surgido é nossa, exclusivamente nossa. Não somente é nossa, como continuará sendo até que consigamos fazer uma verdadeira autocrítica e trazer de volta para nosso campo (e para os nossos partidos) uma prática verdadeiramente democrática, que é algo que perdemos há mais de vinte anos. Falamos tanto na defesa da democracia, mas não praticamos a democracia em nossa própria casa. Será que nós esquecemos o seu significado e transformamos também a democracia em um mero slogan político, em que o que é nosso é automaticamente democrático e o que é do outro é automaticamente fascista?
    É hora de utilizar menos as vísceras e mais o cérebro, amigos. E slogans falam à bile, não à razão.

  7. Jamais concordaremos com o que fizeram com o NOBRE POVO PALESTINO !!! Israel pode ser a maior maravilha do mundo, cheia de PhD’s mas não toleramos um povo que vive sob a soberania do dinheiro e roubando a terra dos outros. Pode até ser que tenha gente que preste lá. Mas serão poucos. Não perdoarei os fanáticos religiosos que negam aos Palestinos um pedaço de terra para viver. Onde imperam dinheiro e religião a coisa mela. Para esses, lamento que Hitler não tenha terminado seu serviço.

    • Calma Sr. Antônio, os sionistas são fortes, mas jamais a maioria do povo israelense.
      Bradando desta forma fica mais parecido com quem vc mesmo critica.
      Lembre-se de Buda que diz que o correto é postar-se em um estado no qual fica claro que todas as dualidades aparentes no mundo são ilusórias.
      Ou seja, o caminho é para ser trilhado em seu centro ou meio.

    • Deplorável,sobre q.q aspecto,esse seu comentário.
      Fostes infeliz,abominamos q.q genocídio praticados por tiranos,seja Hitler,bomba de Hiroshima, genocídio de crianças no Afeganistão,na Síria,em fim.etc..
      Nós estamos discutindo se é conviniente ao Brasil. As relações comerciais e culturais e suas consequências sem viés ideológico.
      Particularmente sou amplamente favorável tenhamos relações intensificada com Israel.
      Claro, dentro dos parâmetros da soberania de cada país.

    • Carlos Alverga,

      Lamento te dizer, mas o teu petismo virou a tua cabeça.
      Antes elogiável, agora detestável, volta e meia!

      Agirias de que forma, se o teu país estivesse sobre o domínio de colonizadores, de exploradores, que sequer te deixavam morar no que era teu??!!

      Mencionaste um atentado a bomba pelos israelenses, mas esqueceste – não sei se de propósito ou preconceito -, o quanto os britânicos mataram de gente pelo mundo!!!

      O quanto roubaram;
      o quanto subjugaram;
      o quanto fizeram sofrer vários povos deste mundo!!!

      Índia, Irlanda, Egito, Israel, Palestina, Estados Unidos, China, inúmeros países africanos …
      Quantos desses cidadãos, de várias nacionalidades, os britânicos mataram??!!

      Foi legal?
      Foi justo?
      Fez parte do desenvolvimento da humanidade?

      O holocausto, praticado pelos nazistas, que dizimaram milhões de judeus, tu então concordas??!!

      Olha, percebo que alguns comentaristas escrevem suas opiniões, algumas absurdas, inaceitáveis, e não estão se dando o trabalho de pensar sobre o que postaram, sinceramente!

      Abundam as asneiras!

      A minha preocupação maior é que tais registros são de pessoas cultas, com cursos universitários, viagens ao exterior, bem informadas, dotadas de conhecimentos extraordinários, mas, para … isso?!

      Bah, mas hoje é o dia da decepção!!!

  8. Tenho para mim que este teu comentário, Antônio, já deveria ter sido deletado pelo Newton, mas espero que o faça breve!

    O teu preconceito contra os judeus não só é abominável quanto repudiável, que causa asco, nojo, revolta e indignação!

    Tu não tens a menor ideia do que vem a ser sofrimento, a dor indescritível da injustiça, de ser alvo de um movimento racista, que tentava depurar a “raça”.

    Mal sabes tu o que foi um campo de concentração!

    Mal sabes tu o padecimento da separação de pais de seus filhos.

    Mal sabes tu o que foi morrer de maneira inocente, apenas pela crueldade e bestialidade humanas!!!

    O que escreveste ao final do teu “comentário”, vomito em cima.
    Vou mais longe:
    cago também em cima.
    Aumento ainda mais a distância:
    tu és uma pessoa desprezível, que desonra a humanidade, e bem que poderia ter se despedido desse mundo e ido para as profundezas do INFERNO!

    TOMARA QUE SEJA HOJE!!!

  9. Prezado Sr. Eduardo.
    Percebo que sr.autodita,com amplo conhecimento,mas com paixão exarcebada,ou é petista xiita,ou descendente judaica,que é perfeitamente compreensível.

    Agora,senhor citou vários livros e autores, então senhor conhece perfeitamente os meandros da política praticada pelos EUA/ISRAEL,no oriente médio.

    Em relação a sua ironia de história em quadrinhos, não vejo diferença entre seu conhecimento e meu.
    Meu,consolo qd.vamos no banco Itau,outro q.q. fizemos biometria, aí somos iguais literalmente,sem nenhuma superioridade,intelectual.

  10. Um jornalista americano fez uma breve visita para Israel e descobriu que evangélicos apoiam e financiam o estado de Israel porque acreditam numa profecia-dispensação que prega que Israel precisa controlar todo o território da Palestina histórica para acionar o Armagedom-Apocalipse-Fim do Mundo-Arrebatamento, onde Jesus voltará. Os judeus morrerão ou serão convertidos. Os únicos que se salvarão serão aqueles cristãos que forem “nascidos de novo” – ou seja, evangélicos. Os cristãos da palestina, que fazem parte da população nativa daquela terra, também estão sendo lentamente cerceados e expulsos de suas terras pelo estado israelense, mas os evangélicos recomendam que eles aceitem tudo e se resignem a se preparar para o Fim do Mundo. Os evangélicos são a maior base de apoio político de Israel nos Estados Unidos e no mundo, assim como de forte apoio financeiro.

    https://www.youtube.com/watch?v=KCg6aJGyeoA

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