Bolsonaro diz que o astronauta Marcos Pontes agregaria valor à candidatura

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Marcos Pontes se oferece para ser vice-presidente

José Carlos Werneck

A poucos dias do encerramento do prazo para que as chapas que vão disputar a Presidência da República sejam inscritas, muitos candidatos ainda não têm um vice. Entre estes, está o deputado federal Jair Bolsonaro, do Partido Social Liberal, que, isolado, ainda sonha com uma aliança que aumente seu tempo de tevê. Como essa possibilidade fica, a cada que passa, mais difícil, nomes que possam despertar alguma atenção do eleitorado, passam a ser uma opção.

Após ter sido cortejado pelo príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança, da mesma legenda de Bolsonaro e que se mostrou interessado em compor a chapa do presidenciável, o pré-candidato, no entanto, desdenhou da oferta, em entrevista publicada, hoje, pelo jornal ” O Globo” e disse preferir o astronauta.

JÁ ACEITANDO… -Também filiado ao PSL, Marcos Pontes, primeiro brasileiro a visitar o espaço, postou um vídeo em redes sociais, em que disse que aceitaria ser vice de Jair Bolsonaro caso fosse convidado.

Perguntado sobre quem preferiria, o príncipe ou o astronauta, Bolsonaro foi taxativo: “Sou muito mais chegado ao astronauta, conheço ele, embora reconheça o valor do príncipe. Se for falar em voto, o astronauta agrega a comunidade científica e a garotada no Brasil gosta dele”.

35 thoughts on “Bolsonaro diz que o astronauta Marcos Pontes agregaria valor à candidatura

  1. Jair Boçalnauro realmente é um Lunático.

    Vai ser uma dupla interplanetária.

    Com o astronauta perde no segundo turno para qualquer adversário centro esquerda.

    Somente com a Janaina Paschoal, Boçal terá alguma chance.

  2. Com o judiciário que temos alguém acredita em eleições “democráticas” sem fraude? Vejam que imparcialidade republicada temos na mais alta corte:
    “Adriana Ancelmo devia estar, no mínimo, inquieta com a proximidade do aniversário de seu filho mais novo, Mateus, que vai fazer 12 anos em agosto, ou seja, automaticamente a ex-primeira dama do Rio perderia direito à permanecer em casa, o que já assegurado, desde esta sexta-feira (27/07) por Gilmar Mendes. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou Adriana a continuar em prisão domiciliar até o julgamento de uma apelação ou criminal pendente.”
    Sobrou para nós, “neoproletários”, o direito de pagar impostos e mugir.

  3. Alô Bozónaldo (ingnorante) !

    -Astronautas só existem norte-americanos.
    – Cosmonautas são os russos
    – Espaconauta (Spationaute) é o nome dado aos franceses quando sobem pra lá.
    – “Yǔ háng yuán” é tanto ‘astronauta’ quanto ‘cosmonauta’ porque são os Chineses, tudo ‘ching-ling’ cópia falsificada….
    – Quando Indiano sobe ganha o nome de vyomanaut.
    – Finlandês sobe com o nome de sisunautti.

    Para seu ‘vice’, se ele não recusar, a denominação é Astrolata

    Na verdade querer ser vice da sua chapa esta mais para Astro-Jumento ou Vixe-Maria….

  4. Bom, escrevi semanas atrás que do meio político não há como se extrair bons nomes para o país nessas eleições deste ano.

    Eis o resultado:
    os candidatos procurando seus vice fora do congresso.

    A dificuldade que encontram seria natural, pois como o parlamento está absolutamente desmoralizado, uma pessoa conhecida como honesta e capacitada, certamente levará em consideração que será prejudicada em seus negócios!

    Sobra um pessoal limitado, pouco conhecido na profissão, onde as suas qualidades jamais foram testadas no Executivo ou qualquer empresa.

    De que forma Bolsonaro irá governar o Brasil?
    E Ciro?
    Marina?
    Alkmin?
    Dória?
    Álvaro Dias?

    Quem está disposto a arriscar a sua carreira ao lado desses candidatos?!

    Todos, indistintamente, são incógnitas, mesmo com as suas características e peculiaridades pessoais conhecidas do povo.

    No entanto, não há um deles que tenha as condições tão necessárias para o Brasil agora, de emergência, prontamente.

    Teremos de esperar para ver o que fará no Planalto, e se dará prioridade ao que é importante e urgente ou será como Temer ou Lula, onde o primeiro se preocupou com seus amigos corruptos e, o segundo, em roubar o erário e explorar o povo!

    Tá muito difícil, razão pela qual se reveste como imprescindível a escolha do vice-presidente, que não poderá ser um nome sem expressão, sem história, sem serviços prestados ou à nação ou ao povo ou a ambos.

    • De que forma Bolsonaro irá governar o Brasil?
      E Ciro?
      Marina?
      Alkmin?
      Dória?
      Álvaro Dias?

      Bolsonaro ainda não sabemos, mas com esses abaixos, certamente vão governar debaixo do lamaçal da corrupção

  5. Dos 3 poderes o pior é o judiciário. O executivo e legislativo ainda podem ser mudados, mas o judiciário é VITALÍCIO. Com ou sem concurso. Criam esmegma na cadeira.

  6. E um abestado de pai, mãe e parteira.
    Só um jegue (com todo o respeito ao quadrúpede) desses acha que um astrolunático inútil como estes vai agregar alguma coisa. Quem, hoje em dia, se lembra dele, vê apenas aqueles 10 milhões de dolores que foram pro espaço federal para o inútil plantar um pé de feijão no outer space. Ô palntaçaozinha cara! Dava pra alimentar centenas de caixas dois de partidos políticos pra comprar votos dos eleitores “espertos”. Só num pais de merda desses se gasta uma quntia dessas pra uma viagem espacial inútil dessas.

  7. Príncipe Luiz Philippe é o melhor nome para vice de Bolsonaro, apontam analistas
    Autor: Matheus Romero

    Muito tem se discutido sobre quem será o vice de Jair Bolsonaro em sua corrida ao Planalto, e o nome com maior destaque nos últimos dias tem sido o de Luiz Philippe de Orleans e Bragança, descendente da família imperial brasileira.

    Alguns analistas têm se pronunciado sobre a possível chapa. “Não conheço ninguém mais preparado que ele. Se Bolsonaro o escolher para vice, será a melhor decisão que tomará na campanha. Terá um sujeito íntegro, leal e realmente capaz para apoiá-lo”, diz o especialista em investimentos Leandro Ruschel.

    Luiz Philipe tem formação acadêmica sólida e experiência não só em grandes empresas, mas também como empreendedor, além de ter escrito um best-seller sobre como resolver os problemas do Brasil e de ter criado o movimento Acorda Brasil. Quem mais reúne um currículo desses?

    O professor de história e teoria política Rafael Nogueira também se pronunciou:

    “Como todos podem ver, Bolsonaro não será tolo por trazer um príncipe sedento por um trono ao seu governo, será exímio estrategista por decidir escolher o indivíduo Luiz Philippe de Orleans e Bragança, o novo político mais preparado do Brasil, como vice-presidente de sua chapa”.

    Tem formação também internacional, em parte focado em ciência política. Ele estudou na França e nos Estados Unidos. Em Stanford, alcançou o grau de mestre em Ciência Política. Ele domina, como poucos, os conceitos de teoria política, bem como a história política dos povos.

    O príncipe, que não pertence à linha de sucessão principal ao trono do extinto império brasileiro, confirmou que seria candidato à deputado federal pelo PSL, mas disse estar à disposição do povo brasileiro. “Não há outro caminho para mudanças senão se disponibilizar para servir ao Brasil, se assim desejarem os brasileiros”, afirmou nesta quinta-feira (26), em nota.

    Crítico da Carta de 1988, Luiz informou na segunda-feira (23) que está escrevendo uma nova Constituição para o país, junto com um grupo altamente qualificado de ativistas. “Pretendemos publicar algo bem estruturado, que seja realista e condizente com a nossa realidade. Ao mesmo tempo, resgatar alguns valores que estão fora do contexto constitucional de hoje”, afirma o ativista.

    Luiz Philippe é formado em administração pela FAAP, mestre em ciências políticas pela Universidade de Stanford nos EUA e especializado em administração de empresas com MBA no INSEAD, na França. Trabalhou por anos no mercado financeiro e como empresário, até que, em 2014, começou a dedicar sua vida ao ativismo político, fundando o movimento Acorda Brasil. É autor do livro Por que o Brasil É Um País Atrasado? e vem realizando palestras por todo o país.

    • É o melhor nome inclusive para presidir o Brasil. Porém os desajustados sociais histéricos e invejosos da esquerdada jamais tolerariam isso. Um membro da ilustre família Orleãs e Bragança jamais poderá ocupar qualquer cargo relevante na República sob pena de ser acusado de querer restaurar a monarquia, que, convenhamos, não seria má ideia.

  8. Se eu fosse o Bolsonaro pegava um mendigo para vice ….
    Todo mundo tem defeito …..
    Com todos os comentários que li parece que o PT é que está certo . Só Lula que pode salvar o Brasil … Prefiro nenhum desses que ai estão !!
    >>>>>>Menos ruim é o Bolsonaro !!

  9. Segundo pesquisas feitas por Bolsonaro e seu grupo, 75% de seus eleitores preferem Dom Luiz Philippe de Orleans e Bragança para vice presidente e ministro das relações exteriores. Bolsonaro quer que seu vice atue também como ministro. A esta altura o Astronauta Marcos Pontes esta cotado para o ministerio da ciência, tecnologia e inovação. Seria a oportunidade de unir o Brasil, forças armadas e realeza e curar uma ferida centenaria desde o golpe militar de 1889 com a proclamação da república.

  10. Repercursão internacional de possivel escolha de Dom Philippe como vice presidente na candidatura de Jair Bolsonaro… para quem ler em inglês

    An Heir to Brazil’s Monarchy Enters the Political Ring
    Americas Quartely Magazine
    BY MARK HOLSTON | JULY 26, 2018

    Luiz Philippe de Orléans e Bragança, an heir to Brazil’s last emperor, is running for Congress – and could even be a VP pick.

    He arrived at a Turkish coffee house in a swank district of São Paulo looking very prince-like, with a navy-blue cardigan precisely draped over a freshly-pressed light blue dress shirt. Before pleasantries had run their course, Luiz Philippe de Orléans e Bragança launched into one of his favorite themes, sounding very much like Donald Trump as he commented about the recent influx of impoverished Venezuelans and Haitians into Brazil. “You can now come into our country without any documentation whatsoever,” he stated in perfect English, “and that creates tremendous havoc for security. If you don’t have control of any kind over migration, your country can simply be over-run and your territory is no longer valid as a sovereign place for your own people.”

    The charismatic and youthful 49-year-old enjoys the highest public profile of any living symbol of Brazil’s former monarchy, which governed the country as an independent nation-state from 1822 to 1889. Orléans e Bragança is a direct descendant of Dom Pedro II, who ruled as emperor for 58 years until being deposed by the military and exiled to Portugal. Although Dom Pedro II remains a much-revered historic figure in Brazil – there are more praças and public institutions bearing his name than anyone can count – monarchists have wielded little political influence in the modern era. In a 1993 constitutional referendum voted on by over 67 million Brazilians, support for restoration of the monarchy tallied barely 10 percent of votes cast.

    These days, Orléans e Bragança is looking to enter the political ring by democratic means. When I interviewed him for this article last September, he denied any interest in actively seeking elective office. Yet in April, Orléans e Bragança announced his candidacy for Congress as a member of the Social Liberal Party – the party of Jair Bolsonaro, a retired right-wing Army captain who is running first in most polls for Brazil’s October presidential election. Brazilian media reported this week that Orléans e Bragança is now a leading candidate to be Bolsonaro’s running mate. Several other politicians – some of them reportedly put off by Bolsonaro’s views on minorities and guns – had previously turned down the offer.

    I did not ask Orléans e Bragança about Bolsonaro during our interview. But he did expound at length upon a vision of a Brazil with a smaller state – a model which Bolsonaro too has embraced in recent months. And it’s clear he would bring to the campaign skills he has acquired as a provocative political commentator and a keen sense of how to use social media. He counts over half a million Facebook followers and likes – approximately the same number enjoyed by the incumbent president, Michel Temer, and six times the interest in the official Pró Monarquia Facebook page.

    He has also embraced more traditional means of communication, publishing Por que o Brasil é um país atrasado? (Why is Brazil a Backward Country?) (Novo Conceito 2017) – a bestselling book that offered a withering critique of the country’s political and economic systems and their catastrophic recent failures. A Stanford University graduate with a master’s degree in political science, he worked as an investment banker in the U.S. before returning to his native land where today he operates a motorcycle parts importing firm.

    “It’s incredibly hard to be a businessman here,” he stated. “In Brazil, big ideas cannot be explored by the small entrepreneur. In the U.S., an entrepreneur can become a billionaire. Most of the opportunities here are only for the big companies where the state can be a factor.”

    Orléans e Bragança sees his nation’s current state of political chaos and economic stagnation as the direct result of an oligarch-dominated structure and centralization of government power. “If you look at Latin American regimes over the past century, particularly Brazil, you’ll see that an oligarchical system has been involved. It’s not really a dictatorship, as the oligarchs might change. But the region never really changes. It’s been difficult for civil society to be in control of the common good – there’s always an oligarchy that’s using the system for their own interests. As a byproduct of their own interests, you might have some incremental wealth being created by the country, but it’s a terrible system for entrepreneurs and free enterprise.”

    Reflecting on the history of Brazil’s monarchy, Orléans e Bragança cited examples of leadership that could benefit the country today. “The monarchy of the 19th century was based on liberal principles and highly influenced by the U.S. constitution,” he commented. “The impetus was to create a very small structure at the top, and that structure would be only responsible for security, justice and public order. Everything else should have been delegated to the states and municipalities. The power should come from the bottom up, from the people, and they decide what kind of government they want to maintain.”

    Things changed, he asserted, when the initiatives favored by the royal family conflicted with the desires of the country’s growingly-powerful oligarchs. “At the end of the 19th century, the monarchy was old while the oligarchs were rich and young,” he added. “At that point, the monarchy was playing a progressive role, as it wanted to end slavery and industrialize the country. The agriculture-based oligarchs, however, were against industrialization and for slavery.”

    In the modern era, he proposed, in both political and economic terms, Brazil could benefit through governmental decentralization and downsizing. “Four years ago, when I saw people begin to demonstrate against the president, corruption, and political parties, I said, ‘Guys, it’s less of a government issue than it is more a state issue – it’s how we are organized. Let’s focus on that.’ I started making public appearances to discuss this theme, and people began attending.”

    He alleged that most of Brazil’s intellectuals and political commentators are on the wrong track when it comes to diagnosing the country’s problems. “We are in the midst of a severe political crisis but look at the books that are being published,” Orléans e Bragança said dismissively. “There are no thinkers in Brazil – not just in philosophical terms but in the terms of political organization. It scares me that so few people in Brazil are thinking along these lines.” He would love to see a structural revolution and lamented that the country is still working within the framework of 20th-century concepts. “We have a very interventionist style of government,” he charged. “But, we had a liberal system as our foundation; we became a big government later. We totally disregarded the fact that we once had the same principles and structure as the United States.”

    Although the Orléans e Bragança name still makes some Brazilians misty-eyed for the return of the monarchy and the order and progressive initiatives it represented, Luiz Philippe has no illusions that the country will ever return to that form of government. “My first uncle is the heir of what would be the Brazilian throne,” he explained, adding some detail to the familial structure of Brazil’s aging royal descendants. “But, before my father got married, he basically disinherited himself and is no longer a part of the line of succession. So,” he shares with a wink, “I was born free!”

  11. “Por que o Brasil é um país atrasado?” livro do Príncipe, alguém leu??

    na capa lê-se: “O que fazer para entrarmos de vez no Século XXI”

    Será que o ‘vaasco bontuguêis medieval’ têm um programa de governo pronto para cair no colo do Bozó?

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