Bolsonaro é refém da democracia, e a solução da crise depende do Congresso

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Mais do que nunca, o Brasil vai depender diretamente do Congresso

Carlos Newton

Um dos maiores desafios da vida é antever o que vem pela frente, mas o verdadeiro jornalismo não trabalha com suposições É preciso levar sempre em consideração os fatos concretos, para que a partir deles possam ser aventadas as hipóteses realmente possíveis de acontecer. No caso do Brasil atual, pode-se dizer, sem medo de errar, que o governo está inteiramente desconexo. O presidente Jair Bolsonaro já mostrou que não tem vocação para governar, fazendo até ressurgir a possibilidade de adoção do semiparlamentarismo que os tucanos tanto acalentam, mas nada disso vai resolver a crise.

Essas especulações dominam Brasília, onde o clima – sem o menor exagero – é de fim de feira, um caos. Ninguém sabe o que fazer, e quando esse sentimento predomina é melhor que ninguém faça nada. O importante é que ainda vivemos numa democracia e essa situação precisa ser preservada a qualquer custo.

CRISE GRAVE – Sob qualquer ponto de vista, é grave a crise. O país caminha para um estado de estagflação – com a economia em recessão e em inflação, ao mesmo tempo, uma espécie de coquetel Molotov econômico, que estará configurada no final do segundo trimestre sem crescimento.

O presidente Bolsonaro não entende de economia e delegou poderes ao ministro Paulo Guedes, que não é um cidadão acima de qualquer suspeita, na visão do cineasta Elio Petri, pois é investigado no Ministério Público do Rio de Janeiro e no Tribunal de Contas da União por gestão temerária de recursos dos fundos de pensão.

Não há como mudar essa situação, pois Bolsonaro não irá substituir o frentista de seu “Posto Ipiranga”. Isso significa que a esperança dos brasileiros terá de se concentrar no Congresso, que está analisando e aperfeiçoando as propostas do governo.

ILUSÃO À TOA – Muitos eleitores de Bolsonaro julgaram que ele iria botar para quebrar, reduzindo salários dos marajás e limpando a política, mas não é assim que a banda toca, pois o poder presidencial tem limites, embora o próprio Bolsonaro, com 28 anos de Câmara, não tenha percebido essa realidade.

Desta vez, os militares que estão no poder se veem submetidos às regras constitucionais, não podem baixar atos institucionais nem desconhecer direitos adquiridos. Isso significa que as desigualdades sociais serão mantidas, as castas da nomenclatura continuarão com seus altos salários, gratificações, penduricalhos, mordomias, medalhões de lagosta e vinhos premiados – e o povo que se exploda, como diria o genial Chico Anysio.

Assim é a democracia. E os privilégios que o Supremo classifica de “direitos adquiridos” não podem ser revogados, salvo por emendas à Constituição, que dependem do Congresso, mas depois o STF pode até considerá-las inconstitucionais, vejam como somos reféns desta nomenklatura.

PARADOXOS – O governo quer reformar a Previdência, mas não incluiu os militares, um dos setores mais negativos no custo-benefício, e isso é um fato concreto, não se trata de suposição. Alem de não serem atingidos na reforma, os militares vão receber reajuste salarial, demonstrando quem está no poder atualmente no Brasil.

Em meio a esses paradoxos, o ministro Paulo Guedes, czar da economia, finge que a dívida pública não existe e garante que a crise econômica se resolverá com a reforma da Previdência. É um farsante, um ilusionista.

Mas cabe ao Congresso dar a palavra final e fazer uma reforma justa. Mais do que nunca dependemos dos parlamentares.

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P.S. 1E a solução? Bem, a solução é dar força e pressionar o Congresso a fazer a coisa certa – convocar auditorias e aperfeiçoar a reforma da Previdência, incluindo militares e servidores estaduais e municipais, para reduzir os gastos. Em seguida, redefinir a dívida pública, eliminando juros compostos e toda espécie de manipulação, especialmente o pagamento de juros que remuneram recursos dos bancos retidos diariamente em depósitos compulsórios no Banco Central. 

P.S. 2Quanto a Bolsonaro, o país o elegeu. Portanto, deve ser mantido no trono, como figura decorativa, cercado dos filhos, os príncipes-regentes.  E vamos pressionar o governo para efetivamente trabalhar. Não há outra saída institucional, a não ser que o país queira uma nova ditadura. (C.N.)

28 thoughts on “Bolsonaro é refém da democracia, e a solução da crise depende do Congresso

  1. Enquanto a Impren$a e Políticos estiverem contra Bolsonaro, ele continuará tendo suporte e apoio da povo brasileiro. No dia que estes dois grupos passarem a apoiá-lo, aí sim, perderá o apoio da população.

  2. Bolsonaro está frito na banha de porco.
    Solução, defenestra-se o elemento reconduza-se o Presidiário Carinhoso Apaixonado ao poder que despejará muita grana na mídia freguesa e entonces viveremos no melhor dos mundos, num mundo melhor do que o do Professor Pangloss.
    A Janja sendo a Cunegundes do Cândido de Garanhuns estaremos todos na Pasárgada e amigos do Rei.
    Estando lá, comeremos o que quiser, o negócio é estar com a tripa forra e o bolso forrado.

  3. Bolsonaro é vítima sim, do seu caráter imundo, que não pode ser melhorado, porque, para isso, inevitavelmente, dependeria de uma inteligência asinina. Se tal reciclagem pudesse ser terceirizada, certamente, o presidente encomendá-la-ia!

  4. Se isto que aí acima (o texto) é vero; que venha uma ditadura tipo norte coreana.
    Não se pode mudar nada; pois eles legislaram em causa própria e agora se pegam na tal democracia para ficar tudo como está.
    Nojento; e temos que manter isto a todo custo?!!!
    Só posso entender seu artigo sr CN como Ironia o Deboche.
    Bom dia.
    PS: Não sei se era o fato de não ter tomado café ou o artigo mesmo; mas, que me deu ânsia de vômito, isto me deu.

    • Infelizmente, José Pereira Filho, não temos poderes de mudar a realidade. Estamos nas mãos dos Três Poderes, que estão apodrecidos. Mas não defendo a volta da ditadura. Se Bolsonaro sonha em ser ditador, não conte comigo.

      Abs.

      CN

    • Apesar de democrático, é de se lamentar o rumo que o jornalismo tomou.
      De Veja, Globo, Folha, estado, carta caoital, etc….já não se esperava nada a muito tempo.
      Somente dois eventos para ilustrar:
      Diretas já e escola de Base.
      Porém o que decepciona são as algumas “novas” alternativas de jornalismo.
      Lamentável o rumo tomado…lamentável.
      Só resta acreditar que o Marxismo Cultural foi muito eficiente mesmo.
      Discordo inclusive de que haja uma conspiração pois conspiração entende-se uma coisa na surdina, nas sombras, sem que se perceba. Diferente de conspiração, a situação está clara, cristalina , Existe um BOICOTE. Simples assim.
      Outros dois casinhos para dar o suporte:
      1 – Os jornaleiros usaram uma criança, uma menina contra o Presidente. Tivemos em algum momento ao menos um pedido de desculpas por parte dos jornaleiros?
      2 – A divulgação dos 30% (parece comissão de governos recentes) de contigenciamento…ridiculo.
      Só para ilustrar a intenção de governar, a quem serviu o atual ministro de Infraestrutura? Givernos Dilma (éca) e Temer.
      Se o cara é bom ficamos com ele. Democrático não?
      Por último segue uma pergunta:
      Será que não teria valido a pena um comentário do blog sobre o erro do MP Rj sobre a investigação do caso Queiroz?
      Será que a investigação foi contaminada?
      Fora doutrina comunista.
      Fora os Sociallistas Fabianos.
      Fora Socialistas “Barata” (Morde e assopra).
      Chega de PSDBs, PTs, PSOl, etc..

  5. Caro CN … Bom dia!

    Sendo eu um emedebista dos históricos, tenho uma visão diferente do ilustre Jornalista do dia a dia (sic) kkk

    Não identifiquei nosso Brasil como sendo sobre ele que o senhor afirma: “Desta vez, os militares que estão no poder se veem submetidos às regras constitucionais, não podem baixar atos institucionais nem desconhecer direitos adquiridos.”

    Os MILITARES NUNCA puderam baixar AIs … quem baixou o Primeiro foi o Comando Supremo da Revolução, composto pelos 3 Ministros Militares do Presidente Mazzilli.

    Com o AI-2: “Não se disse que a revolução foi, mas que é e continuará. Assim o seu Poder Constituinte não se exauriu, tanto é ele próprio do processo revolucionário, que tem de ser dinâmico para atingir os seus objetivos.” … foi baixado pelo Presidente Castello.

    E aí está que passou para o Presidente … e só o Presidente é quem pode baixar AIs.

    Um aperto de mão.

      • https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/103918/emenda-constitucional-26-85

        Emenda Constitucional 26/85 | Emenda Constitucional nº 26, de 27 de novembro de 1985 … AS MESAS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS E DO SENADO FEDERAL, nos termos do art. 49 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:
        Art. 1º Os Membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal reunir-se-ão, unicameralmente, em Assembléia Nacional Constituinte, livre e soberana, no dia 1º de fevereiro de 1987, na sede do Congresso Nacional.

      • http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao67.htm … CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1967 … Art 49 – O processo legislativo compreende a elaboração de:
        I – emendas à Constituição;
        … … …
        Art 173 – Ficam aprovados e excluídos de apreciação judicial os atos praticados pelo Comando Supremo da Revolução de 31 de março de 1964, assim como:
        I – pelo Governo federal, com base nos Atos Institucionais nº 1, de 9 de abril de 1964; nº 2, de 27 de outubro de 1965; nº 3, de 5 de fevereiro de 1966; e nº 4, de 6 de dezembro de 1966, e nos Atos Complementares dos mesmos Atos Institucionais;
        … … …
        Brasília, 24 de janeiro de 1967; 146º da Independência e 79º da República. … A MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS: – JOÃO BAPTISTA RAMOS Presidente … A MESA DO SENADO FEDERAL: AURO MOURA ANDRADE Presidente …

  6. AJUSTES REFÉNS DO CONGRESSO – Há que se registrar que o ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma em 2014 foi negado pelo Congresso conservador e golpista, a tal ponto de ficar em débito na votação de três medidas elementares que só foram apreciadas intempestivamente no ano seguinte. E o que eram R$ 18 bilhões de déficit foram logo pra R$ 60 bilhões no final de 2015 e R$ 94 bilhões em 2016, reconhecidos pelo governo, saltando depois do golpe em 2017 para acima de R$ 150 bilhões. Canalhas!!! (três vezes, como bradou Tancredo Neves na contramão ao golpe de 1964). Agora o Guedes pede R$ 200 bilhões! https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/chamar-o-legado-petista-de-decada-perdida-e-pouco

  7. Texto exemplar. Jornalismo puro.

    O que pega é o termo refém pro Bozó. Não é ele, somos nós os reféns da incompetência dele.

    Quanto ao P.S.2:
    Que as investigações em curso esclareçam de que milícias estamos tratando.
    As ruas aguardam para impedir qualquer vigarista mentiroso que tenha enganado o povo.

  8. Alvíssaras! CN já admite que Bolsonaro deve ser mantido no poder, mas … ô ô … pra ser o bonequinho da corruptocracia. Na nossa democracia, a tarefa do povo é votar em candidatos escolhidos pelo ‘establishment’ para, depois, voltar a ser burro de carga. Democracia se faz com participação popular. Prás ruas, povão … senão, sob o comando do Botafogo, o sabujo da OAS, o corrupto Centrão, com seus 300 ladrões, restaura o regime do roubo fácil com impunidade total.

    • Perfeito.
      Eu não vi foi o comentário editorial sobre a matéria do erro do MP Rj na investigação do caso das “rachadimhas”.
      Mas como diria o saudoso J.Saldanha,
      Vida que segue.

    • O que é isso, companheiro? Eu jamais disse que Bolsonaro deve ser derrubado. Não coloque palavras em minha boca. Apenas não concordo com as maluquices dele. O Brasil precisa de um presidente. Pense nisso.

      CN

  9. Caro Carlos Newton,
    O novo Presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro não é refém da DEMOCRACIA, induvidosamente é refém de um parlamento brasileiro fisiológico.
    A que DEMOCRACIA alude o editor da gloriosa TI?
    Como muito bem observado em passado recente de lucidez do ministro do STF Gilmar Mendes, afirmou aquele magistrado superior que o Brasil é uma CLEPTOCRACIA, ou seja, “governo de ladrões”, que tem como objetivo o roubo dos recursos da nação e do seu bem-comum.
    A propósito, muito atual o entendimento externado pelo General da Reserva Paulo Chagas, abaixo transcrito.

    A NOSSA LIBERDADE – GEN PAULO CHAGAS

    Liberdade para quê? Liberdade para quem?
    Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?
    Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?
    Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!
    Fala-se muito em liberdade!
    Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!
    Mas, afinal, o que se vê?
    Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.
    Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.
    Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.
    Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.
    Mas, afinal, onde é que nós vivemos?
    Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!
    Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!
    Vivemos no país da censura velada, do “microondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas cientificas de anos, irrecuperáveis!
    Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?
    Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?
    Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?
    E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?
    Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a auto estima e a própria dignidade?
    Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?

    Paulo Chagas é General da Reserva do Exército do Brasil.

  10. “Não há outra saída institucional, a não ser que o país queira uma nova ditadura. (C.N.)” É exatamente aí, contra o continuísmo da mesmice dessas únicas duas vias, pilantra$ (golpismo ditatorial e partidarismo eleitoral ), enquanto sócios-proprietários da república 171, que o Bicho da Revolução Pacífica do Leão tem que pegar enquanto Terceira Via de Verdade, para de fato descortinar novos horizontes, como propõe a RPL-PNBC-DD-ME, o novo caminho para o novo Brasil de verdade, porque evoluir é preciso. Vc pode até não concordar com a RPL-PNBC-DD-ME, mas vc não pode negar que agora, há coisa de 20 anos, existe a TVV, a Terceira Via de Verdade. E por que existe a TVV ? A TVV existe, porque o Brasil e o mundo estão cansados das vigarices do golpismo ditatorial e do partidarismo eleitoral, dos tentáculos velhaco$ dos me$mo$, e, sobretudo, da guerra tribal primitiva, permanente e insana dos me$mo$, por poder, dinheiro, vantagens e privilégios, sem limite$, à moda todos os bônus para elle$ que infestam e dominam o mundo, pela direita, pela esquerda e pelo centro, e o resto que fique com os ônus. E, sobretudo, existe porque Deus pois no mundo um gurizinho levado da breca, teimoso que só ele, que de tão curioso e desaforado ousou perguntar ao Paizão se o mundo tem que ser essa merda que ai está mesmo para todo o sempre, ou se pode ser melhor do que isso, e como fazê-lo melhor para todos. E daí Deus lhe respondeu, pois então vai vai em frente que essa Missão é tua Taffarel, mude então para melhor o Brasil e o mundo com a sua Revolução Pacífica do Leão, que eu quero ver isso acontecer de camarote, e há algum tempo já estou pagando pra ver, mexendo os pauzinhos cá de cima.

  11. Carlos Newton, você escreveu que “as desigualdades sociais serão mantidas, as castas da nomenclatura continuarão com seus altos salários, gratificações, penduricalhos, mordomias, medalhões de lagosta e vinhos premiados…”.

    E mais: “Assim é a democracia. E os privilégios que o Supremo classifica de “direitos adquiridos” não podem ser revogados, salvo por emendas à Constituição, que dependem do Congresso, mas depois o STF pode até considerá-las inconstitucionais, vejam como somos reféns desta nomenklatura.”.

    Ué … mas Brasília foi construída exatamente para isso, para implantar a versão “Azambuja” de Democracia; ou seja: “Democracia é a forma de governo que podemos roubar o dinheiro do povo e permanecer impunes, graças ao comportamento da Justiça”.

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