“Bolsonaro é um Dorflex e vai ganhar a eleição”, prevê Nizan Guanaes

Resultado de imagem para nizan guanaes

Nizan acha que os eleitores querem aliviar a dor

Thais Bilenky
Folha

O publicitário Nizan Guanaes, um dos mais badalados do país, aposta que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) vai ganhar a eleição presidencial deste ano. Após participar de debate dos jornais Financial Times e Valor Econômico, em São Paulo, nesta terça-feira (13), ele disse à Folha que discorda das ideias do presidenciável, mas enxerga o seu potencial nas urnas.

“Eu não sou Bolsonaro. Eu acho que vai ganhar. Do jeito que as coisas estão caminhando, ele é um fortíssimo candidato. Porque ele tem uma conexão, está trazendo, ao meu ver, respostas operísticas para demandas da população”, disse.

CORRE POR FORA – Para o publicitário, enquanto candidatos mais moderados se digladiam por apoio de partidos em busca de maior tempo de televisão, Bolsonaro corre por fora.

“É uma campanha que anda morna e você tem uma população que está irritada, que está enlouquecida com o crime, aí tem a desilusão. Bolsonaro é o Dorflex, é uma solução para a sua dor”, definiu o publicitário.

Nizan disse que tempo de TV “é uma conversa antiga”. “Ele tem tempo digital. Ele tem 34% no Acre. De onde veio esse cara no Acre?”, questionou. O publicitário reforçou que fala tecnicamente, como especialista do ramo da comunicação. “Não é uma conversa política, senão amanhã vou sair tomando porrada da Folha.”

AMIGO DE CLINTON – Próximo ao ex-presidente americano Bill Clinton, do Partido Democrata, e sua mulher, Hillary Clinton, que era considerada favorita, mas perdeu a eleição presidencial americana, em 2016, o publicitário comparou Bolsonaro ao vencedor daquela disputa, Donald Trump.

“Muita gente descartava a candidatura Trump, achava impossível ele ser eleito. Mas ele foi avançando com uma campanha muito focada e eficiente. Causou surpresa ao vencer as prévias republicanas e causou surpresa maior ainda quando ganhou a eleição. Eu era Hillary [Clinton, do Partido Democrata] e desprezei Trump. Do jeito que as coisas estão, Bolsonaro pode surpreender também.”

Nizan negou que pense em se candidatar a deputado federal. “Isso é um fake news [notícia falsa]”, respondeu.

39 thoughts on ““Bolsonaro é um Dorflex e vai ganhar a eleição”, prevê Nizan Guanaes

  1. É melhor Jair se acostumando.

    Os socialistas e comunistas estão vivendo numa bolha e não percebem o que o povo realmente pensa e sofre, principalmente pelas politicas socialistas.

  2. Foi dos poucos políticos aceitos pela multidão nas últimas grandes manifestações. Nem os tucanos foram aceitos e foram convidados a sair. Isso mostra bem no que se meteram ao defender a manutenção de Temer no poder. Bolsonaro é a luva de pelica que todo político no Brasil precisa receber antes de se meter em negociações duvidosas, antes de simplesmente dar as costas a opinião pública, antes de se achar mais esperto que todos.

  3. A vantagem das pessoas simples é viver o que vê, o que lhes leva ao óbvio. Isso é Bolsonaro. Contudo, certos problemas s complexos necessitam percepção além do que se vê e aí fica difícil para ele. E por aí vai.
    O mal dos outros candidatos é que nem as coisas simples conseguem enxergar.
    Isso é Brasil.
    Bolsonaro: menos mal.

  4. “Do jeito que as coisas andam pode surpreender”.. Pergunto:
    Surpreender a quem?
    Nao existe nenhum político ate agora que arrastasse multidões como ele.
    A maldita imprensa esta de orelha bem em pé .
    A viagem dele no Japão sequer foi noticiada pela midia aberta…
    Do jeito que está, com os candidatos que temos, Bolsonaro é um bálsamo… É o menos pior e pronto…. E melhor aceitar que dói menos!!

    • Nizan é co-fundador e sócio do Grupo ABC, o maior conglomerado de comunicação da América Latina e o 18º maior grupo de comunicação do mundo. Onde o ‘coitadinho’?

      Foi eleito um dos cinco brasileiros mais influentes do mundo, escolhido uma das 100 pessoas mais criativas em 2011, 2014, homem do ano na categoria liderança. Cadê a ‘desmoralização’?

      Nomeado embaixador da UNESCO, além de receber a medalha da Ordem de Rio Branco no grau Comendador, e você chama de ‘coitadinho, desmoralizado’?

      Se as palavras fazem sentido, os louros da vitória dele contraposto ao que você escreveu, fico com o primeiro. A menos, claro, que honra ao mérito hoje passou a expressar o inverso daquilo que as palavras indicam, reinterpretadas no vocabulário, agora sim, de um vigarista das palavras como um Lula, por exemplo.

      Eu jamais votaria em Bolsonaro e muito menos na contrafação do candidato à presidência pelo PDT, muito embora teria que tirar o chapéu para um Nizan que deixa um lastro de contribuição que declarou recentemente que não é candidato a cargo político.

      Você até pode ir de adjetivos, direito lhe assiste. De minha parte vou de fatos.

      • “muito embora teria que tirar o chapéu para um Nizan que deixa um lastro de contribuição que declarou recentemente que não é candidato a cargo político.” Concordo. Nizan não ser candidato a nada é uma grande contribuição dele para nosso país.

  5. Nossa Senhora de Aparecida, será que, depois de Lula, depois de Dilma, depois do vampirão, teremos mais essa assombração? Deus não pode fazer isso conosco. Minha Aparecidinha querida, nossa Padroeira, olhai por nós.

  6. O Publicitário Sr. NIZAN GUANAES enxerga longe.
    Mas, mesmo que o Sr. JAIR BOLSONARO (62) PSL ganhe a eleição Presidencial, terá que “dançar miudinho” refém dos +- 40 Partidos Políticos do Congresso.
    Enquanto não mudarmos nosso Sistema Político PARA MELHOR, não tem solução.
    Abrs.

    • Bortolotto, definiste muito bem a situação do próximo presidente. A mim não me preocupa muito quem vai ser eleito, claro, que não votaria em nenhum do PT e outros esquerdóides. Mas, o Congresso vai ser o coração do Brasil e é lá que temos que olhar com carinho. Temos, sim,que fazer uma mudança radical.

    • Caro José Flavio Bortolotto,
      Você tem toda a razão,o problema, não é o candidato e sim o sistema.
      O único candidato que fala em mudar o sistema é o Álvaro Dias, já deu prova disso,em entrar com um projeto para acabar com o foro privilegiado, que é o primeiro degrau para acabar com o sistema e combater a corrupção. .
      Bolsonaro saiu na frente. O demais candidatos, não estão em campanha, mas não são bobos, assim que começar a campanha, tudo pode mudar,
      Um abraço.

    • O último artigo postado pelo TRIBUNA DA INTERNET dá conta do sistema político em Genebra e a vida política de um de seus membros. Impensável um advogado nos Estados Unidos pedir uma audiência com um dos ministros da corte lá. Ainda mais sendo fotografado todo faceiro. Ou, o Trump fazendo uma visita no final de semana ao presidente da mesma corte.

      Chegaremos lá, desejando uma política ‘melhor’? Jamais.

      Cultura é um dado. Cultura não quer dizer que você pode ser outra coisa daquilo que você sempre foi, culturalmente falando.

      Nos últimos 500 anos a cultura brasileira herdou o sistema patrimonialista e o conceito de ‘res-publica’ é apenas uma expressão conceitual e assim será, sempre. Melhorando aqui e ali um pouquinho apenas.

      Determinismo? Não. Países, povos, nações, tribos, e por aí vai, não esperam que algo mágico chamado ‘progresso’ passe a operar no milieu cultural e transformar uma herança naquilo que jamais será. Chamo isso de fantasia.

      Suíço será Suíço e mordomo de trilhões de dólares, algo simplesmente impensável abaixo da linha do equador. Não se trata de dizer que são melhores do que nós, mas o dado deles não é o nosso e assim será. Se têm a chave e o segredo do cofre, sempre teremos o samba no pé. Menos os trilhões, claro. O que não quer dizer que a vida deles é mais leve e solta do que a que dança no sambódromo.

      Temos que contentar com algumas ‘migalhas’ políticas? Sim. É o máximo. Nosso presidencialismo carrega o ranço do Império nosso, ainda que a letra aqui espelha a Constituição deles lá. Podem trocar de nome, pintar de azul, mudar de formato, será sempre a mesma coisa. Podem derrubar o foro privilegiado, daqui a 20 anos, e necessário, restituirão a mesma coisa.

      Fundir o Ministerio da Fazenda com o Planejamento? Ótimo. Mas se preciso for, desmembram e aumentam mais com dois. É da nossa natureza.

      A única exceção que eu abraço é para a ideia de ‘bolsões’ como uma espécie de melhoria das ‘migalhas’.

      Explico-me: você jamais poderia ter um grupo de juízes, Moro e os três mosqueteiros do TRF-4, por exemplo, no Nordeste, Norte, ou mesmo no Rio ou em SP. Claro que aqui onde moro, Natal, tem juiz da mais fina estirpe, mas o conjunto da obra tinha que sair era do Sul mesmo.

      O Sul do país se destaque nesse quesito jurídico, a título de exemplo. Então pode-se esperar que o Sul fará contribuições. É da natureza e a natureza aqui é uma mistura de imigração, antropologia, meio ambiente, contribuição educacional, e por aí vai.

      Você acha que um dia o Nordeste chegará ao nível de SP em termos de industrialização? Nunca. Nossa herança aqui deve ser outra, devemos buscar características próprias de nossa natureza cultural que, diga-se de passagem é rica. Rica mas em outras áreas.

      A cultura nossa, brasileira, é feita de bolsões, seja de pobreza e mais claramente ainda de riquezas. Veja a ideia de federação. Nos EUA (e não estou dizendo que eles são melhores do que nós), o conceito de estado federação é completamente diferente do nosso. No nosso caso, um Estado da federação tem que deixar de sê-lo para juntar a um todo manteigoso.

      Por aí já se percebe claramente que a ideia é matar a individualidade de um estado membro para descaracteriza-lo no todo. Você jamais poderá falar de tributação verdadeira com um conceito manteigoso de estado como o nosso. E não vai melhorar.

      Assim, não adianta sonhar com algo que jamais teremos ou seremos porque não é de nossa natureza cultural.

      Quando se fala em dias melhores e uma política mais honesta no Brasil, aplique a este novel conceito um pouco de antropologia clássica e meio ambiente e você logo perceberá que trata-se de um sonho oco essa de ‘melhor’.

      • “Cultura não quer dizer que você pode ser outra coisa daquilo que você sempre foi, culturalmente falando”.

        Tem nada não.
        Começo, agora, elegendo Bolsonaro para que, daqui a 500 anos, o Brasil esteja mudado, antes do sol apagar daqui a 10 milhões de anos.
        “É melhor Jair se acostumando” (Alex Moura).

  7. A esquerda é a doença de Parkinson dos brasileiros.

    intervenção no Rio
    SALVAR
    Brasil 14.03.18 12:17
       
    O PSOL entrou com uma ação no STF pedindo a anulação do decreto que determinou a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

    Oantagonista.

  8. Sr. FLÁVIO , posso estar enganado, mas acho que é o congresso tem que tem que ficar pianinho, pois as propostas de Bolsonaro , caso eleito, terão que ser colocadas em prática. Ele tem o direito e dever de convocar a imprensa oficial e mandar o recado… Os deputados e senadores que não estiverem alinhavados com o futuro governo terão que se entender com os eleitores…

  9. Péssimos antecedentes, amigo de clintóris e eleitor de hilária
    Quer tudo mantido da maneira errada que só beneficia os já ricos mundiais…
    Os clintons sinônimo de globalistas ladrões!

    sanconiaton

  10. -O Brasil não precisa de DORFLEX. Esse tipo de tratamento só serviria no tempo do Brizola!
    -No estagio atual da enfermidade mental, comumente chamada de ESQUERDOPATIA, onde o certo passa ser o errado, as leis só servem para proteger bandido, os juízes assumem a condição de advogados dos réus e as “partes quentes” assumem o poder cognitivo e lógico do cérebro, o Brasil precisa mesmo é de uma BENZETACIL, 1200, conjugada a uma DESPACILINA 400, reforçada, a cada 12 horas, pelos próximos quatro anos.

    -O remédio bom é o remédio ruim, por isso “a sociedade precisa decidir o quanto está disposta pagar para ter a sua liberdade de volta”.

  11. Depois que o Estado brasileiro se transformou nisso que é e que começou em 35 com Getulio, não há quem o cure, pois ele é do gosto do brasileiro, que acha que o Estado deva ser paternalista.
    Todo povo tem o país que merece.

    • Exatamente!
      Enquanto o povo se achar merecedor, em vez de ter atitude, saber que cada um deve correr atrás e construir seu próprio futuro, candidatos que pingarem esmolas nas mãos estendidas sairão vitoriosos.

  12. PT ataca Carmem Lúcia de que comprou imóvel de doleiro. Será que vai ter destaque no TI.

    Resposta da Carmem Lúcia.

    Cármen Lúcia disse a O Antagonista que é uma “sordidez” e “tentativa de coação” a publicação do PT sobre ela ter comprado um imóvel que pertenceu ao doleiro Fayed Traboulsi.

    Petistas são especialistas em assassinar reputações.

    Fonte oantagonista.

  13. Tem quem descreva com detalhes os efeitos do uso de dorflex. Detalhada descrição só deve ter sido possível por conhecimento de auto uso (auto medicação).

  14. O comentário acima de Eduardo é primoroso, pois registra a característica do brasileiro, então os problemas que enfrentamos e que serão permanentes, sem qualquer esperança de mudança significativa.

    Deu a entender também, que as nossas diferenças para países muito mais desenvolvidos acontecem por uma espécie de sina, carma, até mesmo praga de madrinha, e enquanto não purgarmos nossos defeitos de caráter e personalidade, a maldição continuará, por mais que lutemos contra as adversidades.

    De certa forma estaríamos sob o manto da mediocridade, que esconde nossas falhas para nós mesmos diante da escuridão que nos encontramos, pois isolados, abandonados pelos poderes constituídos e que se deram bem na vida – Eduardo esqueceu de mencionar aqueles que lucraram e muito, sendo desonestos e sem que sofressem qualquer punição!

    Logo, esse sofrimento e limitações existem somente para o povo, haja vista que as novas castas criadas recentemente – Legislativo e Judiciário – estão muito bem, obrigado.

    Curiosamente, Eduardo não apontou qualquer solução, mesmo que fosse uma fantasia, um sonho, mas uma ideia de como aplacar a corrupção, os roubos, os desmandos e descalabros diários, que já nos acostumamos a conviver com tais ilicitudes, configurando mais defeitos de nossa parte:
    Omissão e passividade.

    Enfim, entendi que estamos condenados, que não há como sairmos desse marasmo e forma de vida que o brasileiro inventou para si mesmo, deixando que outros melhorassem sobremaneira suas existências, certamente em cima de nossas fragilidades e falta de condições maiores, desde mental, intelectual, acadêmica …

    Apesar de eu aplaudir efusivamente o brilhante texto, escrito por uma pessoa extremamente inteligente e culta, discordo dessa situação que nos encontramos, pois, a meu ver, existe solução para este país.

    Claro, eu não diria que seria pacífica, que sua transposição para uma nação melhor seria fácil, mas tem como virar do avesso o Brasil e começarmos de novo, resgatando eu os exemplos históricos que as alternativas que sempre visaram melhorias foram feitas através de sangue, suor e lágrimas.

    Indiscutivelmente precisamos lavar certas áreas e instituições com sangue, que seria derramado somente pelos culpados, e não misturados com inocentes, conforme as guerras nos mostram, não.
    Existem à disposição processos mais rápidos e eficientes para que transformemos o Brasil em um Estado que nos orgulharíamos, até mais célere do que uma grande revolução na Educação, nosso Calcanhar de Aquiles.

    Agora, a condição sine qua non para esta mudança é o comprometimento com o país, a vontade e gana de vê-lo livre desta cleptocracia e falsa democracia.

    Lembrando que as facções criminosas se ampliaram nacionalmente e se tornaram até mesmo modelos de organizações em razão de leis absolutas – escreveu não leu, o pau comeu! -, seria mais ou menos dessa maneira que o Brasil seria recolocado nos trilhos e, evidentemente, o início seria pelo antro de venais, o congresso nacional!

    Uma vez deletado de nossas vidas, fábula de dinheiro poupado a cada ano, a corrupção praticamente extinta, o retorno da moral e da ética, então os investimentos pesados na Educação e Ensino, não antes de resolvermos o nosso maior mal, a nossa doença terminal, o parlamento.

    Extirpado ou morto o vírus, mediante medicamentos novos e sem chances de resistência, VIDA NOVA!

    Em outras palavras:
    Se quisermos desvendar a nossa esfinge, que impede o nosso desenvolvimento e progressos coletivos e individuais, acabemos com o congresso, onde esta imensa imagem que foi construída na entrada do Brasil para o avanço científico e tecnológico, quem sabe não seríamos até melhores do que os suíços.

    Pelo menos muito mais felizes é indiscutível!

    Um abraço, Eduardo.
    Saúde e paz.

  15. Mas o problema é o Bolsonaro:

    “O registro de 8 casos de sarampo em Roraima neste ano reacendeu o alerta acerca da presença da doença no Brasil. A situação tem ligação direta com a Venezuela, país que lidera o número de infecções confirmadas na América Latina, e expõe a ausência de uma política eficaz vacinação, principal meio para combater a moléstia, segundo especialistas.”

  16. Nizan, como analista político, é um grande publicitário, sem dúvida.

    Como tal, deve saber que, ao fazer esse tipo de previsão, está favorecendo Bolsonaro, mesmo que indiretamente.

    É a tal história: se acertar dá uma faturada. Se errar, dá uma desculpa qualquer.

    Na condição de influenciador (como publicitário, não como analista político), devia ser mais discreto, por uma questão ética.

    • Talvez a intenção seja um alerta a quadrilha, com o intuito de intensificarem os ataques a Bolsonaro se pretendem dominar o pleito…
      Um adulador dos clintons não suporta as “ideias do presidenciável.”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *