Bolsonaro usará redes sociais para negar a CPMF proposta por Guedes

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Charge do Tacho (Zero Hora)

Gabriela Vinhal
Correio Braziliense

Candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, participou de uma reunião por telefone nesta sexta-feira (21/9) com o assessor econômico Paulo Guedes e o filho, Carlos Bolsonaro, que tem comandado a campanha do pai durante o período de internação. A conferência serviu para alinhar o discurso do economista e traçar novas estratégias para a reta final das eleições.

Entre as medidas definidas para serem implementadas nesta semana está a produção de um material para a internet para desfazer o “mal-entendido” sobre o anúncio da criação de uma CPMF, imposto sobre a movimentação financeira, que precisou ser desmentida por Bolsonaro de dentro do hospital.

IMPOSTO ÚNICO – O objetivo é explicar melhor a proposta econômica de Guedes e de Marcos Cintra, criador da proposta de reforma tributária através do imposto único. À convite de Guedes, o economista está fazendo simulações para o eventual ministro da Fazenda de como seria a taxação com alíquotas diferentes.

Na última quarta-feira (19/9), Paulo Guedes apresentou a proposta da nova CPMF a um grupo de investidores, como mostrou a Folha de S. Paulo. No entanto, a medida não havia sido avaliada por Bolsonaro, o que causou um atrito entre os aliados.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGA campanha pelas redes sociais não vai dar certo, porque ninguém vai entender o tal do imposto único. E melhor esquecer o assunto. (C.N.)

 

7 thoughts on “Bolsonaro usará redes sociais para negar a CPMF proposta por Guedes

  1. Giro de News #EleNao

    Grupo musical Black Eyed Peas adere ao #EleNao contra Bolsonaro

    Vocalista da banda de pop rock Imagine Dragons usa camiseta com #EleNão no iHeart Festival contra Bolsonaro

    Nicole Scherzinger, ex-Pussycat Dolls, se manifesta pela campanha #EleNao contra Bolsonaro

    Drag queen americana Shangela se manifesta com #EleNao no Twitter contra Bolsonaro

    Tico Santa Cruz lança desafio para cantores homens aderirem ao #EleNão

    Atriz Ellen Page adere ao movimento #EleNão

    #EleNão tem cinco vezes mais postagens que #EleSim

    Anitta finalmente adere ao #EleNão e é atacada por apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais

    Daniela Mercury desafia Anitta e mulheres do Brasil a aderirem à campanha #EleNao

    Atriz da série “The Handmaid’s Tale” também adere ao #EleNão

    • Hipocrisia sim texto de Ana Paula Henkel (ex jogadora de voleibol da seleção brasileira radicada nos Estados Unidos) publicado ontem no Estadão.

      Hipocrisia sim
      Ana Paula Henkel
      24 Setembro 2018 | 18h20
      Não costumo descer do salto nas minhas colunas, mas hoje peço licença a você para uma mensagem um pouco mais contundente a uma certa elite saudosa do mais corrupto governo na história do país. A arte sutil de ligar o “dane-se” fica para outro dia.
      Com a definição antecipada do segundo turno (ou alguém ainda acredita numa reviravolta?), o Brasil será convidado a dois plebiscitos sobre o lulismo em outubro. A escolha entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad é a final de um campeonato que já dura pelo menos três anos, quando os brasileiros foram às ruas, nas maiores manifestações da história, pedir democraticamente o impeachment de Dilma Rousseff. Vencemos.
      O Brasil provou que, apesar de seus enormes problemas, têm instituições funcionando e, mesmo com todo aparelhamento da máquina estatal, conseguiu apear a “mãe do PAC” do poder respeitando todos os ritos constitucionais e ainda dezenas de intervenções no mínimo curiosas do STF ao longo do processo, como na definição judicial da ordem de votação. No último ato, a sessão do impeachment foi presidida pelo ministro Ricardo Lewandowski, presidente da Suprema Corte na época e insuspeito em termos de oposição ao lulismo.
      Depois do impeachment, tivemos uma recuperação econômica acima da expectativa mais otimista, apenas interrompida pela tentativa de derrubada do governo engendrada pelos irmãos Batista, parte da imprensa e Rodrigo Janot, de triste memória. Aos trancos e barrancos, conseguimos vencer mais esse ataque às instituições e, claro, temos hoje Lula preso. Nunca vou cansar de repetir: Lula preso. Nem tudo está perdido, mas pode se perder e é por isso que não podemos nos calar neste momento.
      A população brasileira enfrenta problemas sérios demais para tamanha insensibilidade desta elite hedonista e pervertida que não vê as filas dos hospitais públicos, as mais de 60 mil mortes por ano, os mais de 12 milhões de desempregados, a falência da educação, a corrupção desenfreada que apenas começa a ser combatida pela Lava Jato. Será que de suas luxuosas coberturas, de suas festas que lembram a parte final de “Um drinque no inferno”, não conseguem ver o que sucessivos governos socialistas causaram aos mais pobres?
      Sei que um governo Jair Bolsonaro pode representar um constrangimento adicional para a compra e venda de entorpecentes, para o assédio de crianças, para que a máquina estatal seja usada para dar empréstimos e vantagens para os amigos do rei, mas é preciso tomar posição contra ou a favor da população que não tem lobistas em Brasília ou vaga cativa nos camarotes da Sapucaí. Não há mais pão e circo que resolva.
      Este não é um texto a favor de Jair Bolsonaro, mas contra a possibilidade da volta do PT ao poder, a soltura de Lula, o fim da Lava Jato, o controle da imprensa e a volta do toma lá dá cá sem limites no Congresso. O Brasil convalesce como Bolsonaro num leito do hospital Albert Einstein e ou esta elite acorda ou será acordada da pior maneira possível. Mesmo daqui de Los Angeles, onde moro há alguns anos, fico sinceramente preocupada com os rumos que o país pode tomar se o PT for reconduzido ao poder. Depois ninguém pode dizer que não foi avisado.
      Onde estava esta elite quando Celso Daniel foi morto? Quando a Máfia dos Vampiros desviou dois bilhões do Ministério da Saúde? No escândalo dos Correios, quando os dólares na cueca foram descobertos, quando a Gamecorp do filho de Lula recebeu milhões, no caso dos Aloprados, no caso Bancoop, no escândalo dos cartões corporativos, no caso Erenice Guerra, nos empréstimos do BNDES para os “campeões nacionais”, na Operação Zelotes e dezenas de outras? Onde estavam no Mensalão e no Petrolão? Nos bilhões gastos numa Copa do Mundo e numa Olimpíada que não podíamos ter sediado, enquanto leitos hospitalares se transformavam em corredores da morte? Defesa da democracia? Ah, façam-me o favor!
      Cansei de tanta hipocrisia e insensibilidade com a população. Chega. A frouxidão moral e indignação seletiva de alguns artistas e intelectuais não servem mais de parâmetro para uma sociedade que não acredita mais na bolha dos ex-guardiões da opinião pública. A classe que pretende falar em nome dos brasileiros ainda não percebeu que está falando sozinha.

  2. Economista brasileiro… prrutt!

    O camarada é cantado e decantado em verso e prosa pela sua grandissíssima formação e capacidade de economista, no Brasil.
    Mas, independente de ser de direita, esquerda, centro, de beira de esgoto, de Harvard, Massachussets ou outra grande universidade global, a única coisa que ele é capaz de fazer pra tirar o país do atoleiro econômico é: “criar uma cpmf”. Parece a única coisa a ser feita, embora já se saiba de antemão que não resolve absolutamente nada. è só mais grana do contribuinte nas mãos dos espertalhões da politicalha.
    E olha que essa porcaria foi criada por um demente dum mérdico que, apesar de toda a idade e calvice, acreditava que os políticos iriam destinar toda aquela baba pra saúde. Lembrando que o Malan(dro) se dizia contra, até que percebeu que já havia passado do ponto sem retorno, então deixou entrar mais aquela montanha de grana nos cofres. Hoje em dia, depois de tudo o que aconteceu, ainda tem abestado que acredita que se deve por um ‘mérdico’ para gerenciar a saúde no país. Aposto que também acham que se deve usar economistas/administradores para atender os pacientes nos hospitais públicos. O ministro do temeroso passou todo o tempo ameaçando o brasileiro com a volta da cpmf. Agora que é candidato nem pensa em falar disso.
    Parece que os economistas brasileiro são de mer**, assim como a maioria dos sinistros do supremo tribunal de frango.
    Achei que um futuro ministro da economia não vermelho brasuca falaria em algo como uma auditoria em todo o processo de destinação e uso (no caso, mau uso) dos recursos do contribuinte para só depois disso falar em rearrumação fiscal. Mas parece que são todos da mesma laia, digo, escola.

  3. Intenção de votos em Roraima bate quase 70% para Bolsonaro.
    Em tradução simultânea, parafraseando o Sr. CN: lá eles já estão sentindo na pele o que é ser Venezuela.
    O remédio é ruim mas é o único para nos livrar desta praga do socialismo.

  4. Na politica brasileira , tudo é farsa e se repete como tragédia . Qual dos dois é o mentiroso na história ? Acredito serem ambos . Por outro lado , durante uma mera campanha eleitoral , devido à vaidades e interesses espúrios , os caras já batem cabeça , imaginem o que ocorrerá , caso assumam o poder ?

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