Botafogo-São Raimundo: vexame duplo, imperdoável

Essa Copa Brasil, apesar de cópia da aristocrática “Copa do Rei da Espanha”, é democrática. Lá jogam times da terceira divisão com outros da primeira, aqui também. Mas como lá os clubes vendem entradas antecipadas para o ano todo, jogos se realizam com 80 ou 90 mil pagantes. Quem comprou e pagou vai aos jogos.

No Brasil, o torcedor tem dificuldade para comprar a entrada nos grandes jogos, não vai logicamente a outros sem expressão.

A diferença do Brasil

Anteontem, no Engenhão, 2 mil e 200 pessoas. 1.300 pagaram, 900 (NOVECENTOS, quase 50 por cento) NÃO PAGARAM.

Brutos, na bilheteria, 31 mil reais. Sobrou alguma coisa? No campo “sobrou” apenas a mediocridade daqueles 7 gols, nenhum deles citável ou elogiável.

Vasco tem recorde negativo

No penúltimo jogo, 986 pagantes. Contra o Bangu, menos ainda, 932 pagantes. Como descobrir a motivação dessa pessoas? Com o futebol que o Vasco vem jogando, fácil é justificar a ausência.

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