Brasil e Portugal esperam mais 4 horas para conhecer o adversário

O primeiro tempo, instável, sujeito a chuvas e trovoadas. Uma bola na trave, dois gols perdidos primariamente, também dois cartões amarelos, mais do que merecidos.

Merecidíssimo o resultado de 0 a 0, que “recompensou” a atuação das duas seleções no primeiro tempo. O surpreendente foi a animosidade quase hostilidade, mais do que visível entre as seleções. Por que esse clima?
Não precisavam de pontos ou classificações, Portugal e Brasil só esperando (por mais 4 horas) o nome do adversário. E não tinham a menor garantia do que seria melhor para Brasil ou Portugal. Enfrentar o Chile, Suíça ou Espanha? Era apenas isso que disputavam.

Com toda sinceridade jornalística: sempre que enfrentar a seleção do Brasil, a de Portugal será apenas coadjuvante. Todas as vezes que jogarem o Brasil vencerá, Com a exceção de 1966, quando perdemos por 3 a 1.

Mas foi menos mérito deles (uma boa seleção, diga-se) do que incompetência dos nosso dirigentes. Campeões em 1958 e 1962, acreditavam que a seleção “duraria” mais 4 anos, não “durou”. Perdemos também para a Hungria.

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PS – Hoje Portugal se julgava protagonista, como sempre é coadjuvante. Vinha de um empate de 0 a 0 com a Costa do Marfim, depois uma vitória arrasadora de 7 a 0 contra a Coreia do Norte. Mesmo assim, hoje não passou de coadjuvante.

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