Brasil está aprisionado pela dívida, um assunto-tabu que a mídia jamais discute

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Ilustração reproduzida do Arquivo Google

Carlos Newton

A situação do Brasil é bipolar – há motivos para que sejamos otimistas em relação às possibilidades econômicas do país a longo prazo, mas pessimistas no que diz respeito à capacidade de a crise atual ser debelada a curto prazo, como alguns candidatos à Presidência da República até procurem alardear, como se fossem verdadeiros salvadores da pátria. Na minha opinião, a recuperação do país (retomada do crescimento, redução do desemprego, melhoria da qualidade de vida etc.) depende da equação da dívida pública. Infelizmente, não se vê este debate na grande mídia – é como se o gravíssimo problema nem existisse.

Mas acontece que existe e precisa ser equacionado pelo próximo locatário do Palácio do Planalto. Mas o assunto não é abordado nas entrevistas dos candidatos, raramente os jornalistas fazem indagações a respeito, porque a mídia depende dos bancos para sobreviver, nada faz que possa desagradar o mercado – este ser esotérico e indefinível.

TODOS SÃO CULPADOS – Não se pode culpar apenas Nelson Jobim, réu confesso de fraudar a Constituinte (era vice-relator) e incluir no Orçamento da União o dispositivo que obriga o pagamento preferencial aos credores – a alínea “b”, § 3º,  artigo 166 (artigo 172, na versão original). Jobim é o menos culpado.

A responsabilidade pela dívida monstruosa é dos presidentes que sucederam Itamar Franco, especialmente Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva e Dilma Rousseff, pois Michel Temer na verdade apenas segurou o rabo do foguete e até tentou conter a sangria, ao reduzir os juros, mas não dá mais para segurar, como diria Gonzaguinha.

A burrice maior de FHC foi trocar a dívida externa, de juros baixíssimos, pela dívida interna, que pratica os mais elevados juros do mundo, vejam como o sociólogo conseguia raciocinar como um idiota completo.

ESTÁ DIFÍCIL – A União, os Estados e Municípios, salvo as honrosas exceções, estão falidos. O crescimento da dívida é como uma bomba-relógio nas mãos do sargento Guilherme Pereira do Rosário, logo vai explodir nos Riocentros da vida, bem no colo dos brasileiros.

Ao contrário do que se pensa, mais de 85% dos credores são nacionais. Os chamados investidores internacionais não passam de 13,6 %. Os maiores aplicadores são os fundos privados de previdência, com cerca de 26%, seguidos dos fundos de investimento (23,2%) e das instituições financeiras (21,9%), especialmente os bancos comerciais, que são os maiores detentores.

As seguradoras têm 4,5% da dívida, e o governo fica com 10,7%, incluindo o chamado Tesouro direto e fundos de órgãos públicos nacionais, como FAT, FGTS e Soberano.

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P.S. –
O Brasil é o país de maior potencial de crescimento, devido às suas riquezas naturais, condições climáticas, gigantesco mercado interno etc. Mas não consegue se desenvolver, porque está refém da dívida, com a miséria absoluta convivendo com a riqueza total, enquanto a elite do serviço público vive num fausto absolutamente irreal e inconsistente, que o erário não tem mais condições de suportar. Pessoalmente, eu gostaria de saber como os candidatos à Presidência pretendem resolver este problema. Mas quem se interessa? (C.N.)

33 thoughts on “Brasil está aprisionado pela dívida, um assunto-tabu que a mídia jamais discute

    • Prezado Carlos, o PT disse o mesma coisa. Aliás, disse pior, que iria calotar. Mas, ao chegar ao poder, negou até mesmo a realização da auditoria…

      • Prezado Francisco:

        Reflitamos: todos os ” Franciscos ” são iguais?

        Ciro pode ser avaliado pelo que já fez, neste assunto, enquanto governador.
        Hoje o Ceará é o estado mais equilibrado do país, financeiramente falando.
        Ao contrário do Bolsonaro e do Lula, desde muito cedo CIRO mostrou serviço, não apenas prometeu.
        É só comparar, prezado Francisco. Sem viés ideológico ou idéias pré concebidas.
        Abs

  1. “”” … a miséria absoluta convivendo com a riqueza total, enquanto a elite do serviço público vive num fausto absolutamente irreal e inconsistente, … “”” !!!

  2. Sr. CN, a dívida pública é sem dúvida nosso maior freio para o desenvolvimento e uma das maiores causas da pobreza.

    Mas o Sr. não acha que dívida pública + SONEGAÇÂO + ISENÇÕES, esses 3 juntos aí também já é demais.

    Ps. o único candidato que fala sobre isso é O Ciro Gomes, se ele vai fazer não sabemos.

    Querem vender nossas empresas e riquezas para abater a dívida, foi feito na década de 1990, o dinheiro sumiu e a dívida só cresceu.

    Quando não tiver mais nada para vender?

    Venderemos uma parte da Amazônia, o corcovado, mais calote ainda no trabalhador que vai se aposentar… Tá difícil..

    Imagina a quantidade de dinheiro que saiu do Brasil na forma de remessa de lucros dessas empresas que foram vendidas para estrangeiros.

    Auditoria é fundamento nesta dívida impagável.

    Cobrança aos sonegadores e parar com a farra das isenções.

    • Concordo plenamente. Eu só queria despertar o debate. Ciro é o único que fala abertamente sobre o problema e diz que quer pagar a dívida. Resta saber como…
      Abs.

      CN

      • Sem querer tomar seu tempo, Sr CN.

        A maioria dos países desenvolvidos ou em desenvolvimento tem dívidas monstruosas também, mas a sonegação é combatida com cadeia.
        Ex: EUA

      • Mudando o PERFIL da dívida, prezado Newton.
        Inclusive o próprio Hélio Fernandes , há muito tempo, defende isso: prazo para dívida de países tem outra dilatação, e Ciro completa lembrando que tal mudança de perfil da dívida é realizada com o uso de parte das reservas cambiais.
        Abs

  3. Carlos Newton, quem transformou a dívida externa em dívida interna foi o Lula e não o FHC.O FHC pode ter feito muitas burradas mas não todas e esta, das maiores, é do Lula.

  4. A dívida não é problema principal e sim consequencia de um estado gigantesco mal-gerenciado e corrupto. O estado nada produz, vivendo do que consegue arrecadar dos contribuintes via impostos. A dívida pública nada mais é, do que o estado, incapaz de funcionar somente com a extorsão dos cidadãos entra numa espécie de cartão de crédito, emitindo notas do tesouro para pagar a perder de vista, com juros bastante altos. Ou seja, o estado, a exemplo de um viciado, não consegue mais consumir drogas somente extorquindo a sua família e começa a fazer dívidas com agiotas. No final, a história de viciados em drogas ou em gastos do dinheiro alheio não termina bem. Portanto, a grande anomalia não é a dívida em si, mas o próprio estado mastodôntico, ineficiente e corrupto.

  5. Não puxando a sardinha para nem um lado, mas o Paulo Gudes tem falado sobre a divida publica.

    Privatizar estatais e pagar dívida pública com pacto federativo refundará política brasileira, diz Paulo Guedes

    Por Marcela Ayres (Reuters)
    RIO DE JANEIRO (Reuters) – Maior fiador junto ao mercado financeiro da candidatura à Presidência do deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), o economista Paulo Guedes defende privatizações irrestritas para quitar parte da dívida pública brasileira e um grande pacto federativo para contemplar Estados e municípios com os recursos hoje destinados ao pagamento de juros.

    Em entrevista à Reuters, Guedes, que coordena o programa econômico de Bolsonaro, avaliou que esse será o caminho para refundar a maneira de fazer política e, ao mesmo tempo, “desmontar a bola de neve do endividamento”.

    A favor da manutenção do tripé macroeconômico, com regime de meta fiscal e de inflação, com câmbio flutuante, o economista também defendeu a necessidade de uma simplificação tributária “brutal”, rumo a um imposto único federal.

    “Privatizações, concessões e desmobilizações. Tinha que vender tudo”, afirmou o economista, com Ph.D. na Universidade de Chicago, considerada o templo mundial do liberalismo. “Privatizar só no sapatinho, envergonhadamente, não. Tem que acelerar privatização para jogar na área social”, completou Guedes, em entrevista na sede da Bozano Investimentos, no Rio de Janeiro, onde é sócio e integra seu comitê executivo.

    Sobre as companhias que poderiam passar ao capital privado, ele indicou que, em princípio, todas seriam elegíveis. Ou seja, Petrobras e Banco do Brasil estariam na fila. “O ônus da prova é de quem quer manter esses ativos”, afirmou.

    Nas contas de Guedes, a participação do governo nas estatais renderia hoje cerca de 800 bilhões de reais, capaz de abater cerca de 20 por cento da dívida pública federal, calculada em 3,6 trilhões de reais.

    “Eu propus vender tudo em 1989 (quando participou da elaboração do plano de governo do então candidato à Presidência Guilherme Afif). Se tivesse vendido tudo naquela época, teria liquidado a dívida”, disse.

    “Hoje são 400 bilhões de reais que a gente gasta com juros por ano, sem conseguir reduzir a dívida”, completou ele, que defende a destinação dos recursos poupados com o pagamento da dívida para saúde, segurança e educação, mas numa nova configuração, sendo diretamente vertidos para as bases dos parlamentares “onde o povo está”. Ou seja, redistribuir os recursos para Estados e municípios.

    Na visão do economista, é essa dinâmica federalista que garantirá o apoio do Congresso Nacional à agenda econômica de um eventual Bolsonaro presidente, numa aliança de centro-direita em torno de programas partidários.

    Um dos fundadores do banco Pactual, atual BTG Pactual, e do grupo BR Investimentos, que hoje integra a Bozano, Guedes é o nome imediatamente evocado por Bolsonaro quando perguntado sobre os temas econômicos, especialmente os mais espinhosos.

    https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/214655-privatizar-estatais-e-pagar-divida-publica-com-pacto-federativo-refundara-politica-brasileira-diz-paulo.html

  6. Caramba ! Que idéia nova !!! KKK – privatização – tá provado que não deu certo. Pode amealhar algum trocado, mas os preços dos serviços e produtos disparam somado a isso as remessas de lucros que com menos recursos aqui dentro do Brasil o desenvolvimento fica pífio.

    E quando o lucro é pequeno para o comprador eles devolvem, vide o caso do aeroporto de Viracopos.

    E outras coisas mais..

  7. Caro CN … Bom dia!

    1 – “A burrice maior de FHC foi trocar a dívida externa, de juros baixíssimos, pela dívida interna, que pratica os mais elevados juros do mundo, vejam como o sociólogo conseguia raciocinar como um idiota completo.” … FHC comprou a dívida do BANESPA; porém, não aceitou comprar a do BANERJ!!! … … … metade da dívida pública é de origem paulista!!! será mesmo???

    2 – “Jobim é o menos culpado.” … a intenção de Jobim era a de que não se fizessem dívidas!!! será mesmo???

  8. A burrice maior de FHC foi trocar a dívida externa, de juros baixíssimos, pela dívida interna, que pratica os mais elevados juros do mundo, vejam como o sociólogo conseguia raciocinar como um idiota completo.

    Desculpe-me tenho muitos motivos para criticar o FHC, mas nesse quesito particular, será que ele não fez a coisa certa trocando divida externa por divida interna?
    Não se esqueçam que divida externa mal administrada acaba gerando estrangulamento cambial com a inevitável ida de pires na mão ao FMI, tal como acaba de acontecer com a Argentina. Se eu estiver errado nesse meu raciocinio, por favor me digam porquê? Talvez esteja certo parcialmente quando desnecessariamente foi se pagando juro muito acima do razoável.

  9. Aos adoradores do “tresloucado” Ciro um recado…ele jamais irá Auditar a Dívida do Brasil, simplificando, ele jamais pedirá alguma Auditoria desses 20 anos de lulopetralhismo porque poderá chegar em crimes hediondos contra a Nação com a participação ativa, explicita e criminosa de lesa-pátria dos 3 Podresres ! Essa sede de soltar Lula é porque a delação de Palocci, caso os iguais de Lula do STF não a destruam, virá com os “crimes base” praticados por Lula e sua quadrilha petralha” ! O Brasil tá quebrado por inteiro, se o Temer quando assumiu, legalmente, a Nação, fosse na mídia e divulgasse como ele encontrou o Brasil, pelo menos já estaríamos caminhando em busca de soluções para o caos como se encontram as Contas Públicas do Brasil. Infelizmente ele silenciou e tá segurando uma bomba que precisará de mais 20 anos até que encontremos um caminho digno para o Brasil e seu povo. Governadores quando assinam manifesto apoiando Lula e querendo o apoio de um Criminoso de Lesa-Pátria, Condenado e Preso, e, Comandante desses últimos 15 anos de desmandos no Estado Brasileiro, para suas Eleições e Reeleições é porque todos, todos mesmo, direta e indiretamente participaram de todos os crimes da ORCRIM PETRALHA, alguns são cúmplices e sabem que Lula sendo eleito não acontecerá nada com eles e ficarão livres e soltos(Vide a Lei Tofolli de proteção a Traidores e Corruptos do Brasil com a soltura de Zé Dirceu), e cada vez mais vão destruir o Brasil e nos tornar por completo numa “Republiqueta de Corruptos e Ladrões do Dinheiro Público”. Quem apoia e protege Bandidos também são Bandidos por extenso e completos, independente de Cargos ou Funções que exerçam no Estado Brasileiro ! Traduzindo são Criminosos de Lesa Pátria Confessos !!!!!!

  10. Valor de Hoje
    FAZENDA – BNDES decide antecipar em 20 anos pagamento da dívida com a União
    Por Fabio Graner | De Brasília
    A diretoria do BNDES aprovou, em sua reunião mais recente, duas medidas que ajudarão a conter a dívida bruta do governo: a devolução em agosto dos R$ 70 bilhões que faltavam de R$ 130 bilhões solicitados pelo Tesouro Nacional para 2018 e a antecipação em 20 anos do cronograma de pagamento da dívida remanescente da instituição financeira com o governo federal, segundo apurou o Valor. A medida ainda depende da aprovação do conselho de administração do BNDES, o que deve ocorrer até o fim do mês.
    A antecipação em 20 anos do cronograma de pagamentos da dívida remanescente – algo em torno de R$ 250 bilhões – fará o prazo final da dívida cair de 2060 para 2040. Com isso, o fluxo de desembolso nos próximos cinco anos será bem maior. Sai de cerca de R$ 4 bilhões para R$ 25 bilhões, já em 2019. Nos anos seguintes, os desembolsos cairão gradativamente, mas nos primeiros exercícios ainda ficarão acima de R$ 20 bilhões.
    Em cinco anos, portanto, os retornos aos cofres do governo federal gerados por essa antecipação do cronograma devem superar os R$ 100 bilhões – mais de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse montante será usado para baixar o nível da dívida bruta do governo geral.
    Considerando um cenário de evolução da dívida divulgado pelo Tesouro em abril, quando foi anunciado pagamento da primeira tranche de R$ 30 bilhões do pré-pagamento de R$ 130 bilhões deste ano, a dívida bruta se estabilizaria em 79,6% do PIB em 2024. Nessa conta, não estava contabilizada a antecipação de 20 anos. Ou seja, uma conta simples apontaria que a medida aprovada pela instituição financeira vai levar a uma estabilização da dívida num patamar em torno de 78% do PIB em 2024.
    Cenários mais recentes do governo apontam que a dívida chegaria, entre 2023 e 2024, a níveis que variam de 82% a 84% do PIB. Alguns analistas apontam que valores acima de 80% em países emergentes são extremamente preocupantes. Dessa forma, uma redução de 1,5 ponto porcentual nesse índice, como a antecipação em 20 anos vai gerar, é uma ajuda não desprezível.
    Outros pontuam que mais importante que o nível é a trajetória da dívida. Assim, além de reduzir seu patamar, as devoluções também desaceleram o ritmo de alta desse indicador de solvência e antecipam sua estabilização.
    É claro que outros fatores afetam a evolução da dívida. Recentemente, esse indicador subiu mais rapidamente por conta dos prejuízos que o Banco Central teve com a desvalorização cambial gerada pelas operações de swap em abril e maio. Nesse caso, a dívida saltou de 75,3% do PIB, em março, para 77% do PIB, em maio deste ano, conforme os dados mais recentes do Banco Central, que parou de divulgar sua projeção para o indicador depois que sua estimativa mais pessimista que a do mercado no fim do ano passado foi questionada.
    Pelo que foi aprovado na diretoria do BNDES, o cronograma de antecipação que valerá a partir de 2019 terá uma regra na qual a dívida é anualmente corrigida pela Taxa de Longo Prazo (TLP), mas limitada a 6%. Se a taxa do ano for maior que os 6%, a diferença será jogada para ser paga no último ano do cronograma – dessa forma, 2040.
    O comando do BNDES tinha sobre a mesa uma proposta alternativa de antecipar a devolução em 15 anos, mas que não tinha essa trava de 6% nos juros. Por isso, optou-se pelos 20 anos.
    A visão interna na instituição é que, com esses dois movimentos aprovados, a capacidade anual de empréstimos se estabilizará entre 1% e 1,2% do PIB. E se houver maior demanda por crédito, o banco vai reforçar fontes alternativas de captação de recursos, como a emissão de Letras Financeiras, realizada pela primeira vez em maio e que teve uma demanda quase nove vezes maior do que o R$ 1,7 bilhão captado.
    Outra fonte de recursos para o banco deverá ser a securitização (venda a terceiros) da carteira de crédito vinculada à TLP, mas a leitura no banco é que esse instrumento só será viável após cinco anos de vigência, quando haverá volume de crédito relevante para ser vendido a outras instituições.

  11. CN quem trocou a dívida externa pela dívida interna não foi FHC, foi Henrique Meirelles no governo Lula. A medida foi acertada e é um dos motivos de o país já não estar na situação da Argentina. Em épocas de crise o dólar dispara, o que faz com que banqueiros do mundo inteiro partam para a guerra cambial buscando lucros e fazendo a moeda do país se desvalorizar muito como ocorreu recentemente na Argentina. Empresas só contraem empréstimos em dólares quando tem receita em dólar, ficar com dívida em dólar é furada e o hedge é muito caro. Melhor dólar rendendo 3% ao ano que real rendendo 6% (SELIC).

  12. Amigo Newton
    O comentário é eivado de verdades!
    O que os candidatos dirão? Simples, aquilo que o povinho quer ouvir. Se falar a verdade, morre (figurado = perde). A maioria esmagadora da sociedade brasileira não tem nem ideia do que seja o tema. Quando abrem a boca, só sai aquilo.
    É um tema que precisaria ser avaliado por especialistas de diversas áreas.
    Soluções? Todas são complexas e complicadas. Certamente, setores da própria sociedade boicotariam várias delas. os servidores públicos, nem se fala!
    Assim, o mais esperto enrolará os que desejam ser enrolados! E o país seguirá seu rumo em direção a um futuro onde os que ainda não nascerão, pagarão a conta.
    Ah, quase esqueci. A culpa é é do Trump e dos americanos!

    Abraço e saúde.
    Fallavena

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