Brasília: Do sonho de Dom Bosco ao sonhar de Carlos Newton

Jorge Béja

No artigo de hoje (“Brasil Precisa de Um Presidente Como o Uruguaio Pepe Mujica“), nosso editor Carlos Newton exalta a maneira, simples e franciscana, de Pepe Mujica governar o Uruguai. De fato, em nenhuma outra parte do Mundo existe um governante assim. No final do artigo, Carlos Newton, exclama: “Mas sonhar ainda não é proibido. Talvez um dia cheguemos lá”. Chegaremos, sim, Carlos Newton. E este dia não está distante. Sonhar não é mesmo proibido.

BRASIL, BRASÍLIA 

Brasil, em latim, se escreve Brasilia, substantivo próprio e que pertence à 1ª declinação. Brasilia Terra Est (O Brasil é um País). Portanto, Brasil é Brasília. E Brasília é Brasil. E sempre com a letra “s“. Escrever o nome do Brasil com “z“, mesmo lá fora, no exterior, ou é desmerecimento ao nome do nosso país, ou é mesmo falta de cultura.

O artigo de Carlos Newton faz reviver o sonho do sacerdote italiano Giovanni Melchior Bosco (Dom Bosco, 1815-1888), fundador da Congregação Salesiana. O sonho se deu na noite de 30 de Agosto de 1883. E como consequência, Brasília nasceu embalada no privilégio de ter sido sonhada por um Santo e é por isso que a devoção a Dom Bosco é tão popular entre os brasilienses. E foi atendendo a uma petição assinada em 1961 por três ex-alunos salesianos, Janio Quadros (Presidente da República, ex-aluno do Colégio São Joaquim, de Lorena, SP), o Prefeito Paulo de Tarso (ex-aluno do Colégio Dom Bosco, do Araxá, MG) e o Presidente da Novacap, Randall Espírito Santo Ferreira (ex-aluno do Ginásio Salesiano de Silvânia, GO), que a Santa Sé declarou, ao lado de N. S. Aparecida, Dom Bosco Co-Patrono (padroeiro) de Brasília.

O SONHO

São João Bosco foi o mais célebre vidente da Humanidade. As visões  vinham sempre em sonhos. E eram infalíveis. Existe farta literatura sobre os sonhos proféticos de Dom Bosco. Para os Espíritas, um médium. Um “médium mecânico“, como registra o notável jornalista, roteirista e escritor  Marcel Souto Maior. Em “Por trás do Véu de Ísis” (Editora Planeta), em que Marcel apresenta a mais completa reportagem sobre a vida de Chico Xavier, o jornalista foi buscar no Livro dos Médiuns, de Kardec, a conceito do que venha ser “médium mecânico“: é o fenômeno que ocorre quando o Espírito atua diretamente sobre o médium e seu inconsciente.

Dom Bosco, em sua “Memorie Biografiche” (16.130 páginas em 19 alentados volumes), ele próprio conta com foi o sonho daquela noite. Que viajava de trem pela América do Sul. Que entre os paralelos 15 e 20, entre a Cordilheira dos Andes e o Oceano Atlântico (exatamente onde Brasília foi erguida) Dom Bosco via uma enseada, longa e larga, onde se formava um lago. Foi quando uma voz disse ao santo: “quando se vier cavar as minas escondidas no meio desta enseada, aparecerá aqui a terra prometida, que vai jorrar leite e mel. Será uma riqueza inconcebível. Isso acontecerá antes que passe a segunda geração. A primeira geração não conta. Será uma outra, depois outra. E cada geração compreende 60 anos”.

INTERPRETAÇÃO (1)

Estudiosos ao longo dos anos, concluíram que, se a primeira destas gerações começou em 1883, ano do sonho, a segunda teve início 60 anos depois, em 1943 e se estende até o ano 2003, quando tem início a era em que o Brasil (Brasília) começará a jorrar leite e mel, símbolos de fartura. E foi quando Lula e o Partido dos Trabalhadores assumiram o poder central do Brasil.

INTERPRETAÇÃO (2)

O sonho de Dom Bosco não falhou. Nenhum deles deixou de acontecer. Sabemos que as conquistas sociais são duras e demoradas de serem conseguidas e muitas das vezes alcançadas à base de convulsão social intestina com derramamento de sangue. Não é o caso do Brasil, de Brasília. Com o fim do regime militar e o advento da Constituição Federal de 1988, a democracia se restabeleceu. E é graças à democracia que o Brasil vai tomando o rumo sonhado por Dom Bosco. Nem mesmo o livre-arbítrio dos que estiveram e estão no poder central, o despudor deles, a ganância,os crimes que cometem contra o patrimônio do povo e tudo mais que de podre existe no administrador público, vão ser óbices para que o sonho de Dom Bosco se concretize. Parece que Dom Bosco também ouviu a voz dizer, mas o santo não deixou escrito o que dela ouviu: “nas décadas iniciais será difícil, mas Brasília (Brasil) e seu povo a tudo vão superar”. 

CONCLUSÃO

Então, nobre Carlos Newton e diletos leitores, sonhar não é proibido. A época de jorrar leite e mel já começou. Consolidá-la e torná-la perene é questão de tempo.

15 thoughts on “Brasília: Do sonho de Dom Bosco ao sonhar de Carlos Newton

  1. É uma honra enorme ser citado por um jurista e humanista do porte de Jorge Béja. Mas o importante mesmo é que se concretize a previsão de Dom Bosco. Pessoalmente, acredito piamente nisso. O Brasil se tornará uma das mais prósperas nações do mundo. Já somos a sétima economia e o sexto maior país em população. Nosso desenvolvimento é inexorável, devido às riquezas minerais e ao imenso potencial da agricultura e da agroindústria, sem similar no mundo. Apenas o que nos falta são políticos de verdade, que defendam os interesses da nação e de sua gente, como Jorge Béja sempre fez em sua banca de advocacia e em sua vida pessoal, em que a caridade e o amor ao próximo são marcas registradas.

    Como diz nosso amigo Ancelmo Gois, naquela simplicidade que me lembra Pepe Mujica, que Deus o proteja, Béja, e a nós não desampare.

    Carlos Newton

    • Carlos Newton, mesmo sem você querer, você me fez chorar. Choro. Suas palavras, sobre o Brasil, reanimam a todos nós. Nos devolvem as forças e a esperança. Sobre mim, me arrepiam de emoção. E o reconhecimento do extrordinário e divino poder que Deus contemplou São João Bosco é a maior prova de que a Fé nos une.
      Com carinho,
      Jorge

  2. Há que se ter esperanças que as forças do mal que afligem esta nação sejam vencidas. No entanto, se os brasileiros só perceberem a política a cada 2 anos somente, a resignação possibilitará a manutenção do governo atual. É patente que não há mais condições do atual governo seguir adiante. O tesoureiro da campanha atual da setventA dos trambiqueiros está na iminência de ser preso! E o TSE não se posiciona sobre os crimes eleitorais usando os Correios em favor da candidata oficial, notadamente em Minas Gerais! Um vídeo mostra um deputado do PT agradecendo aos Correios, na presença de seu presidente, pela ” enorme capilaridade” da campanha petista promovida pelos agentes públicos daquela autarquia.
    Uma pequena ressalva, Caro Béja, entendo que a era de jorrar leite e mel não deve ser compreendida somente quando da ascensão do PT ao comando desta nação, em 2003. Podemos entender que tal Era tenha se iniciado no ano 2000, início do novo século, não cabendo assim parecer atribuir o feito ao Partido dos Trambiqueiros, que é a maior farsa da história deste país e responsável, creio eu, pelo maior roubo ao erário da história do mundo moderno, o Petrolão.
    Saudações

  3. Excelente artigo ! A ilustração é do santuário Dom Bosco, belíssima igreja, na Asa Sul. De manhã os reflexos do sol fazem uma atmosfera impressionante. À tarde outra e à noite outro reflexo abençoado da Lua. Eu era adolescente no DF e todo 7 de setembro via o pessoal do Colégio La Salle desfilar com sua banda marcial maravilhosa. Até parecia a dos Fuzileiros Navais.

  4. Escrevi tempos atrás neste mesmo blog, que morei em Brasília de 1.959 até 1.967.
    Conheci o cerrado do Planalto Central quando começou a ser desbastado para se construir a nova capital do Brasil.
    Lembro-me muito bem da Cidade Livre (Núcleo Bandeirante), pois lá ficamos em um hotel de madeira por uma semana, e depois fomos em definitivo morar em Taguatinga.
    Um ano sem água e luz!
    Os lacerdinhas eram famosos (redemoinhos de vento que levantavam poeira muito alto do solo, e com violência relativa), em razão da baixa umidade do ar, e quando vinha a época das chuvas, os minhocões que surgiam nas ruas de chão batido, um frenesi para a gurizada que se defendia das mães quando queriam nos bater com duas na mão!
    Havia três cidades satélites:
    Taguatinga, Sobradinho e Gama, além da Cidade Livre, claro
    A Esplanada dos Ministérios era composta por QUATRO blocos, apenas, e o Palácio da Justiça se encontrava em construção.
    O Hotel Nacional também sendo construído, permitia que passássemos por dentro dele para encurtar caminho para a Rodoviária, pois eu estudava no Colégio Dom Bosco, na W3 Sul, ao lado da TV Brasília, Canal 6, no início.
    Diariamente eu pegava o ônibus às 5,30hs da manhã para o colégio e voltava às 14hs para Taguatinga, onde se localizava o acampamento da construtora Almeida Brandão.
    A represa do Paranoá estava embrionária, mas era daquele lado do lago que ficava a Ermida de Dom Bosco, exatamente às costas do Palácio da Alvorada (tenho fotos desta época, de 55 anos atrás!).
    Havia várias empresas de ônibus quando cheguei, em 59, repito:
    Expresso Alvorada; São Sebastião, Pioneiro e a TCB (Transportes Coletivos de Brasília, ônibus pintados de cinza e branco).
    Alvorada, um belo dia de 64, foi embora, assim, do nada!
    São Sebastião quebrou, pois tinha dois ônibus muito velhos;
    Permaneceram a Pioneiro e a TCB.
    As diversões eram os Parques com Roda Gigante, Trem Fantasma, afora as “festinhas” nas casas de amigos, sem álcool e sequer se imaginava o que eram as drogas! Simplesmente elas não existiam.
    No Plano Piloto, para funcionários do governo, havia dois clubes: o Motonáutica e o Yate Clube, ambos à margem do Lago Paranoá.
    Para os pobres, recordo-me do Rio Descoberto, atrás de Taguatinga, cinco/seis quilômetros pelo cerrado.
    Mas, a capital fervia.
    Obras em profusão; caminhões, tratores, motoniveladoras, carregadeiras, os táxis que faziam lotação para o Plano Piloto, invariavelmente Simca ou Aero Willys.
    No meu colégio, de padres salesianos, havia muita disciplina, e se estudava francês e latim, além de inglês, isso em pleno ginasial.
    Como eu aos dez anos era taludo, tinha altura e muito forte para a idade, a mão de obra era escassa, então comecei a aprender a dirigir trator de esteira; mais tarde caminhões basculante, até andar pelo Distrito Federal à vontade, fosse em DKW, camionete Chevrolet Brasil ou caminhão Mercedes Benz com o capô tipo asa de gaivota e faróis externos, como se fossem dois olhos de sapo.
    A caixa de marchas, claro, era seca, e se necessitava dar as duas debreadas para o tempo adequado de a engrenagem mudar de posição.
    Para um guri, Brasília foi uma festa, ainda mais que não dávamos importânca às dificuldades do dia: poeira, seca, falta de conforto, água, luz, diversão …
    Em Taguatinga havia um cinema, de nome Paranoá, lógico e, no Plano Piloto, apenas um, o Cine Bruni!
    Havia dinheiro, negócios, crescimento, esperança, futuro!
    Não era uma regra que todos seriam felizes em Brasília, mas havia a possibilidade, desde que se lutasse e trabalhasse muito.
    Como disse Dom Bosco, no seu sonho, haveria uma cidade onde correria muito leite e mel.
    De fato, dinheiro e progresso estavam à disposição de muitos, mas desde aquela época havia as negociatas, os amigos de deputados e senadores, os altos funcionários públicos, a elite, que sequer chegávamos perto.
    Eu, de certa forma, fui uma exceção porque estudava no Colégio dos ricos, que era patrocinado por uma tia minha do Rio Grande do Sul, pois meus pais não tinham condições.
    Assim como desembarcaram na Rodoviária ainda sendo construída, em novembro de 1.959, retornamos para o Sul, sem nada no bolso, a não ser frustração e ambos, pai e mãe, muito doentes.
    A minha mãe morreu em seguida, aos 42 anos; meu pai, cinco anos depois, aos 49.
    Independente da dificuldade que foi Brasília para meus pais, para mim foi um capítulo de extrema importância.
    Senti muito ter ido embora, quase sofri de “Banzo”, aos dezesseis anos, sonhando em retornar para o Planalto Central.
    Não deu.
    Dois anos depois veio o Exército, que fui obrigado a servir, e lá mesmo, casei-me aos vinte, façanha cujo resultado é de eu estar casado com a mesma mulher há 44 anos!
    Tomara que Brasília se recomponha ética e moralmente;
    Tomara que a capital federal volte a ser aquela pujança do seu início, onde chegavam dezenas de camihões do norte e nordeste apelidados de pau de arara, trazendo centenas de pessoas com muito brilho nos olhos, disposição, fibra, garra e vontade de vencer;
    Tomara que retorne o candango – EU FUI CANDANGO, SIM SENHOR!!!
    Jamais vou esquecer o radialista Meira Filho, muito mais tarde senador, que trabalhava na Rádio Alvorada, e o seu programa era muito ouvido, que cantarolava uma canção para infernizar os baianos:
    “Bambolê de baiano é pneu de fenemê, la la la …”
    Ou, então:
    “Ó Minas Gerais, ó Minas Gerais, quem te conhece não sai do Goiás, ó Minas Gerais…”
    Escrever sobre Brasília me transporta no tempo como uma máquina, diante da saudade que tenho, dos amigos que fiz, e da PRIMEIRA NAMORADA!
    O primeiro amor, as primeiras sensações de um guri, que se escondia quando as manifestações corpóreas indicavam desejos frementes pela guria!
    E, o beijo, então?!
    Ah, minha eterna Brasília, minha amada Taguatinga, sonho de Dom Bosco e de tantas realizações para muita gente.
    Pena que eu tenha apenas nostalgia, dor no peito, uma saudade imensa de um tempo milagroso, maravilhoso, extraordinário.
    Belo artigo Dr.Béja.
    Obrigado por me permitir lembrar de uma época que jamais vou esquecer, que sulcou o meu coração de forma indelével, e que a minha mulher aproveitou para plantar nele a semente de uma união igualmente imorredoura, de grande felicidade, alegria e realizações.
    Sou um homem do tempo, de mudanças, e fiz parte da História deste País, razão pela qual eu o defenderei sempre, pois sei o significado de desbravar o sertão, de abrir caminho para o desenvolvimento, de padecer, e sei o contentamento de vencer, conquistar, conseguir!
    Um forte abraço, Dr.Béja.

  5. Grande Bendl, belo comentário… meu time de coração é o Gama que vi nascer, e meu irmão mais novo foi o primeiro goleiro mirim. E é por isso que torço por qualquer time verde e branco: Chapecoense, Palmeiras, Goiás, Coritiba, Bétis (Espanha), Arábia Saudita, etc… (torço pelas cores) o primeiro técnico do Gama era um sr que tinha um defeito em uma perna e andava de muletas, era um campinho que depois foi murado com placas de cimento pré-moldado.
    Vc falou no Rio Santo Antonio do Descoberto (nós o chamávamos assim), foi lá minha primeira pescaria. E a forte correnteza me impressionou… Eu morava no Gama e no velho Teimoso (Gordini) do meu pai íamos para Taguatinga, no Centro Espírita.
    Este blog é uma beleza, permite-nos lembrar destas ótimas memórias. O mundo muda tanto, mas o Gama daquele tempo (1966-1971) ficou no meu coração e vou levá-lo para as próximas vidas… só haviam duas ruas asfaltadas… eita poeirada !!!

    • Rocha,
      Lembro-me da cidade do Gama muito bem.
      Inclusive os ônibus da TCB tinham as cores diferentes.
      Certamente por eu ser mais velho – perambulei no final da década de cinquenta e início da sessenta, tu sequer eras nascido) -, as minhas lembranças sejam mais antigas, mas Brasília me atrai até hoje.
      A última vez que lá estive foi em 2.000, outubro.
      Que mudança!
      Um abraço, meu caro Rocha.

  6. Grande artigo, Dr. Jorge Beja. Parabéns !

    PS: Vivi alguns anos em Brasília, de 1985 a 1999. Que época fantástica. Andei pelo sertão, conheci o cerrado, o araticum, o pequi, as águas emendadas, homens e mulheres procurando oportunidades, e enecontrando oportunidade,prosperidade e felicidade. Brasília me proporcionou muito. Amo Brasília.

  7. Dr. Beja, imprimi o artigo,C.Newton, e comentaristas, minha vovó já dizia: “O HOMEM PÕE E DEUS DISPÕE”, QUANTA VERDADE AÍ SE ENCONTRA!.
    D. Béja, sou praticante da Doutrina Espírita, dada a Humanidade, em 18 de abril de 1857, por Allan Kardec, e o Brasil, é a maior Nação Espírita, e recebeu da Misericórdia Divina Chico Xavier, que com mais de 400 livros psicografados, sobre todos os “campos cientificos”, derramou à LUZ ESPIRITUAL, e para nós brasileiros, um Livro” BRASIL CORAÇÃO DO MUNDO E PÁTRIA DO EVANGELHO”, DO ESPÍRITO DE HUMBERTO DE CAMPOS, O “IRMÃO X”, POR PROBLEMAS DE SEUS HERDEIROS, QUE CONSOLIDA NOSSA REGIÃO GEOGRÁFICA, COM A FORMA DE CORAÇÃO, e DEUS, nos deu uma Natureza sem igual, e uma responsabilidade material/espiritual, de Consciência e Livre- Arbítrio.
    Dr. Béja, que as religiões, ditas Cristãs, HONREM o MESTRE JESUS, em Espírito e Verdade, no dia consagrado a seu nascimento entre nós, e não o Papai Noel comercialista, materialista da Hipocrisia, PERDEMOS UM “GRANDE DIA” DE CONFRATERNIZAÇÃO ESPIRITUAL DE AMOR FRATERNO”.
    Sou agradecido a este BLOG, que me permite usufruir o pensamento e sentimentos de irmãos dessa jornada, e também expressar, o que sinto, em fraternidade, pois a vida material, é a Escola e Hospital de nosso PROGRESSO à CAMINHO DA LUZ.
    que “DEUS” ABENÇOE O BRASIL E A HUMANIDADE, POIS SOMOS TODOS IRMÃOS.
    Há dois alertas no Evangelho de Jesus: A cada um segundo suas obras” e “Pagarás até o ultimo ceitil, que acontecerá, além túmulo, quando deixarmos nosso instrumento de trabalho (o corpo físico) para O Banquete do vermes, acreditemos ou não.
    ESTOU COM 85 ANOS, ESTOU NA DOUTRINA DESDE OS 10, SEMPRE ESTUDANDO RELIGIÕES SEM FANATISMOS E PRECONCEITOS E PROSELITISMO.

  8. Carlos Newton, Jorge Beja e Francisco Bendi.
    Realmente maravilha seus escritos e depoimentos. Fascinante.
    Não sei nem como comentar. Obrigado pelas preciosidades descritas.
    Deus os abençôe

    • Prezado Camilo, de Muriaé-MG,
      Obrigado pelas palavras de incentivo.
      Antes de eu ser gaúcho, sou brasileiro, que ama a sua terra.
      Conheço algumas cidades do teu Estado, belíssimo, de grande importância histórica.
      Morando em Brasília, quando se ia muito para Anápolis ou Goiânia e queríamos mudar o roteiro, a solução era Cristalina e Paracatu.
      Fui várias vezes a Belo Horizonte, Sete Lagoas, Três Marias, Congonhas do Campo, Uberaba, Uberlândia … uma região vasta e de um povo extraordinário.
      Ah, e parabéns pelo Brasileirão e Copa do Brasil.
      Cruzeiro a Atlético são os melhores do time do País, atualmente.
      Um forte abraço, Camilo.

  9. Estimado Bendi.
    Muito grato pelas palavras. Me sinto honrado.
    Sempre gostei de seus comentários, sempre justos e perfeitos.
    Como se diz aqui em Minas ,quando entendemos uma coisa ser boa : SÃO DEMAIS.
    Gostei também, da referência aos campeões mineiro.
    Grande Atlético. Grande Cruzeiro.
    Um forte abraço e bom final de semana.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *