Buscas realizadas por 300 policiais não conseguem encontrar os corpos dos três homens sequestrados pelos índios

Carlos Newton
Reportagem de José Maria Tomazela e Chico Siqueira, da Agência Estado, mostra que a situação em Humaitá segue se agravando, porque continuam sem sucesso as buscas pelos três homens desaparecidos desde 16 de dezembro, na rodovia que cruza a reserva indígena.
Circulam boatos nas redes sociais dando conta de que os corpos teriam sido encontrados e estariam escondidos para evitar o acirramento nos ânimos. Mas a verdade é que não se sabe o que aconteceu ao professor Stef Pinheiro, ao comerciante Luciano Ferreira Freire e ao técnico Aldeney Ribeiro Salvador. Eles teriam sido mortos pelos índios em represália ao suposto assassinato do cacique Ivan Tenharim. Segundo a versão da polícia, porém, o cacique simplesmente se acidentou com sua moto.

Até agora, a força-tarefa só encontrou pedaços de um veículo incendiado entre os municípios de Humaitá e o distrito de Santo Antônio do Matupi. É a primeira pista localizada e divulgada pela Polícia Federal em Rondônia, que centraliza as informações.

Em nota, a PF definiu o local como de “interesse pericial”. “Importante frisar, visto a onda de boatos infundados que se espalha, que até o momento nenhuma pessoa ou corpo foi encontrado, assim como não foi identificado o veículo”, descreve a nota. Peritos criminais federais vão realizar exames no local.

SEM COOPERAÇÃO

De acordo com o advogado das famílias dos desaparecidos, Carlos Terrinha, apesar de terem garantido à Polícia Federal que ajudariam na busca de informações sobre os desaparecidos, os caciques indígenas não estariam colaborando com as investigações.

As buscas ocorrem a partir do km 130 da rodovia Transamazônica (BR-230), onde o automóvel Gol preto no qual viajavam os desaparecidos teria sido avistado pela última vez. O local tem mata fechada e de difícil acesso. Cerca de 300 soldados do Exército, Força Nacional e agentes da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal estão envolvidos nas buscas, no controle da passagem pela reserva e na proteção dos índios. Outros 200 homens das polícias estaduais garantem a segurança em Humaitá.

6 thoughts on “Buscas realizadas por 300 policiais não conseguem encontrar os corpos dos três homens sequestrados pelos índios

  1. Índio quer Ipod, Ipad e aí pede. Pede e consegue. Afinal , em que mundo quer viver o índio brasileiro ? Tem muita gente ficando rica com índio . Índio precisa trabalhar. Para que presentear índio com terra , se ele não vai mais caçar. Não planta. Índio quer é carro bonito, gps e outras modernidades. É necessário dar um fim nessa vagabundagem, isso sim!

  2. Senhores,

    Sabiam que os índios Telharim estão sem comida?
    Como não sabem fazer outra coisa além de EXTORQUIR MOTORISTAS e como não estão sendo aceitos em Humaitá e Manicoré, agora não podem ir às cidades gastar o dinheiro e comprar mantimentos e a aldeia está com desabastecimento!
    O mais interessante é que, primeiro extorquem os moradores ao passarem pela reserva; depois, pegam o dinheiro da extorsão, devolvem aos mesmos moradores em troca de alimentos!

    Ou seja, os mantimentos saíram de graça! Maravilha!

    Nos muito anos longe da labuta, acostumados ao dinheiro fácil, se esqueceram que arroz, feijão, carne e farinha não brotam no chão, feito capim. Por isso, para quem não trabalha, tanto faz dar um palmo de terra ou uma reserva continental. A produção será a mesma.

    Ainda bem que o Governo Federal está enviando alimentos produzidos por “arrozeiros”, pecuaristas e indústrias – todos servidos de energia elétrica originárias das fatídicas hidrelétricas. Serão os alimentos produzidos por estes trabalhadores brasileiros, considerados inimigos dos índios por eles mesmos e pelos ecoxiitas, que irão matar a fome da aldeia.

    E como sempre acontece neste país, quem nunca enfiou um prego em uma barra de sabão viverá às custas de quem trabalha e paga imposto.

    Abraços.

    (PS: Avisem aos selvagens que, pior do que cuspir no prato que comeram, e voltar a comer no prato que cuspiram!!!)

  3. Perfeito seu comentário sobre essa situação dos “tais Indios”.

    E ainda temos ..muita cousa que comentar sobre esse engôdo de dar terras Kilométricas a quem
    pensa que ainda estamos no SÉCULO 15.

    E com relação aos cidadãos que desapareceram ( creio que já foram assassinados) , meu
    pensamento é que se alguns destes fossem do meu sangue familiar…. Era só montar uma força tarefa
    pegar alguns cabeças desta tribo e levar para um canto e fazer estes falarem…onde está os corpos
    e quem matou..E depois disso, pegar os tais “indios” e passar o rodo…da mesma forma que fizeram.
    não HÁ bicho de sete cabeças..SANGUE POR SANGUE…´VIDA POR VIDA….

    80% dos presos na sociedade Brasileira..são ASSASSINOS DESTES 75 % SÃO RÉUS COM DUPLO
    HOMICIDIO nas costas…Se tivessemos PENA CAPITAL ….não estariamos sustendo FILHOS DE BELIAL
    com mordomias e cama quentinha..Enquanto estes dos presidios com celulares MANDAM seus
    sócios marginais..ASSASSINAREM POLICIAIS… (só para citar estes ).

    YAWHE ns ensina e nos ORDENA que ASSASINOS devem ser ELIMINADOS..E nunca PRESOS…
    NÃO HÁ COMO PAGAR UMA VIDA COM PRISÃO..VIDA SE PAGA COM VIDA.
    LOUVADO seja sempre YAWHE com sua SOBERANIA sobre tudo e todos.

    YAWHE SEJA LOUVADO… EM YESHUA NOSSO SALVADOR ….

    Carlos de Jesus -Salvador -Bahia

  4. O coordenador regional do Madeira, Ivã Bocchini, ou Ivan Bocchini, foi responsável pelo começo de tudo, com um comentário infeliz, pessoal, baseado sobre vozes e opiniões de outras pessoas. Utilizou um blog federal para expressar ideias propiás sem a autorização dos superiores dele. Ele, querendo ou não querendo cometeu um crime. Teria, no minimo ser despedido por justa causa e indiciado pelo art. 286- incitar ao crime. Art 287-apologia de crime. E, se provado que agiu com mais pessoas da Funai, assim como parece, sendo que as declarações do Bocchini tiveram eco em outros comentários de executivos da Funai, pelo art. 288-quadrilha ou bando. Todo isso agravado e não, pelo contrario, aliviado, para ser o Bocchini um funcionário federal e (Agora a descontração) ser de origem italiana feito eu que estou escrevendo. E se Vc.s brasileiros soubessem o significado da palavra “Bocchini” entenderiam a burrada desse cara.

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