“Canção do dia de sempre”, na criatividade esperançosa de Mário Quintana

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Poemas & Canções

O jornalista, tradutor e poeta gaúcho Mário de Miranda Quintana (1906-1994), no poema “Canção do Dia de Sempre”, constrói um alerta sobre o verdadeiro estado geral das coisas – a mudança.

CANÇÃO DO DIA DE SEMPRE
Mário Quintana

Tão bom viver dia a dia…
A vida assim, jamais cansa…

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu…

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência… esperança…

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas…

9 thoughts on ““Canção do dia de sempre”, na criatividade esperançosa de Mário Quintana

  1. Amigos, Paulo Peres ,Carlos Newton e Francisco Bendl, esse pernambucano do Recife, nesse dia 28, com as Bençãos de Deus e Graças de Jesus e Maria Santíssima, comemora mais um ano de Vida. Agradeço a deus por nascer no Bairro de São José, os mais recifense de todos os Bairros como dizia o Médico e Escritor e Acadêmico Pernambucano Orlando Parahym. No Bairro de São José e suas ruas pisamos e caminhamos na História Viva do Brasil e suas Lutas pela Independência, como diz, meu Amigo e Irmão e eterno Professor de História do Salesiano e de Direito Tributário na UNICAP, o Ex- Ministro da Fazenda, Governador de Pernambuco e Prefeito do Recife Gustavo Krause. Nessas ruas tive os primeiros ensinamentos vindos de minha Casa pelas mãos dos meus Eternamente Amados Pais, João Xavier e Maria Sinésio que me abriram todos os Livros da Humanidade na Grandeza de segurar nas minhas mãos imaturas e Ensinar e Doar o Amor, a Fé, a Esperança e todas as Histórias que me fizessem um Homem Digno nessa velhice que chegou, Saudades de minha Professora Célia Freire onde fui aprender a ler e escrever os idiomas do falar humano plenamente em seu Instituto Joaquim Nabuco, foram meus primeiros contatos literários da História do Brasil e da Pernambucanidade, nessa Casa o Galo da Madrugada, com meu Testemunho , foi fundado em 1978, por Enéas freire seu Irmão, também do Bairro de São José. Hoje nessa Alegria de Comemorar com minha Família, Roberta Minha Esposa e meus Amados Filhos João Pedro e Maria Laura, resolvi registrar com vocês essa Alegria e esse Agradecimento. Deixo como um momento de Abraços em vocês, uma Poesia do Maestro Nelson Ferreira, que frequentava minha casa e nos deu muitos Concertos de Piano naquele Piano onde aprendí música a começar pelas mãos de minha saudosa e sempre Amada Irmã Edjane. Como morador do Bairro de São José, desde a Infância Nelson Ferreira começava essa Música falando…..” Andei pelas Ruas, Becos, Travessas de minha infância. Agora eu e meu Piano e a minha voz de Cabelos Brancos…” ! Música Cabelos Brancos de Nelson Ferreira…

    Se estou ficando com a Cabeça Branca, não é velhice, não senhor..
    Foi muito Talco de saudosos Carnavais, jogados em meu Cabelo pelas mãos de meu Amor…

    Ai..Ai..Saudade vá embora, não brinque, não..
    Deixe-me sozinho com o Cabelo Empoado e o Perfume desse Talco chamado Ilusão !!!!

  2. Parabéns, meu conterrâneo Edjailson . Sou de Olinda, Pe. mas há muitos e muitos anos andando pelo Rio de Janeiro e Belo Horizonte, com o coração lotado de saudades de meu Pernambuquinho. Pois os meus cabelos brancos é a velhice que veio instalar moradas e de muitos lembranças da terrinha.

  3. Também sou de Olinda… Êta terra boa! De vez em quando mato as saudades. Parece a mesma daqueles tempos, mas sem parquinho com roda gigante, música no alto-falante que se ouvia distante, á rua que beira a linha do trem da Central.
    Amanhã talvez eu vá lá. Essa minha Olinda não fica longe de onde a Beija Flor se esconde para no carnavel se mostrar. É meia hora daqui de Realengo, onde me orgulho de morar, fica perto de Nilópolis. onde nem o trem quer mais parar!

  4. Carmem e Sapo de Toga, quem nasce em Pernambuco seja no Recife, Olinda ou no Interior o cheiro e sons de nossas Cidades nos acompanham onde estivermos. Minha filha todas as vezes que as cigarras começam a cantar me pergunta..Papai esses sons fazem parte de sua vida ? Afirmo que sim e lá corríamos pelas ruas procurando as cigarras para vê-las cantando em nossa infância de pés descalços. Que Deus Abençoe todos vocês, que os sons e cheiros de Pernambuco vivam no Coração de vocês trazendo a Paz e a Saúde para sobrevivermos a esse desamor que mata os homens nesse mundão grande de Deus, e corramos ainda atrás de Luar como dizem os Poetas, somos sobreviventes de muitos luares pernambucanos e brasileiros. Abraços aos Irmãos da Tribuna da Internet ! Fiquem com Deus, Plenamente, Amém !

  5. Nada mais significativo e importante, patriótico e povo unido, que, um poeta gaúcho, reunir irmãos pernambucanos falando de suas saudades e o amor pela terra, pela cidade, pelos usos e costumes que bordaram infâncias e juventudes indeléveis.

    Ao meu amigo Edjailson, o meu forte abraço, e felicitações pelo aniversário, na data de hoje.

    Te desejo sucesso, realizações pessoais e familiares, saúde, e permanentemente ao lado dos teus amados durante um tempo incalculável.

    À minha querida e meiga, doce e bela, Carmen Lins, tenho sido abençoado em compartilhar contigo este espaço democrático.
    O meu abraço caloroso.

    Ao Sapo de Toga, o meu reconhecimento pela cultura do povo pernambucano, que tens representado tão bem os célebres e importantes poetas e escritores pernambucanos:
    João Cabral de Melo Neto, Manuel Bandeira … e tantos outros.

    Abraços ao trio de pernambucanos que enobrecem a TI, e enaltecem este espaço tão necessário e imprescindível à democracia e liberdade de expressão.

  6. Antonio Rocha, seu Mequinha, com Sede na Estrada do Arraial do Bom Jesus (lugar histórico e de Batalhas contra os Holandeses) América Futebol Clube, foi o Campeão do Centenário em 1922, quando o Brasil comemorava o Centenário de Independência. Um time fabuloso onde despontaram Vavá em 1948 que veio a ser o Centro Avante da Seleção Brasileira de 1958, Dequinha que jogou no Flamengo e foi da Seleção Brasileira de 1950, como vemos uma Fábrica de Grandes Jogadores e grandes Títulos.

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