Carlos ignora ponto final do pai e volta a atacar Mourão por “alinhamento” com inimigos

O vereador Carlos Bolsonaro Foto: Marcelo Régua / Agência O Globo

Carlos Bolsonaro continua a apontar supostos erros de Mourão

O Globo

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) ignorou o pedido do pai , o presidente Jair Bolsonaro, para que a troca de farpas com o vice-presidente Hamilton Mourão chegue ao fim. Na noite de terça-feira e na manhã desta quarta-feira, Carlos voltou a atacar o vice por adotar posicionamentos públicos em sentidos diferentes dos escolhidos pela Presidência.

Carlos listou três casos diferentes em que isso aconteceu: diante da redução da pena do ex-presidente Lula, da renúncia do ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e da tentativa do ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni de “despetizar” o quadro de funcionários da pasta.

TRÊS MENSAGENS – Além das reproduções de declarações de Mourão transformadas em manchetes por diferentes veículos da imprensa, Carlos compartilhou três mensagens com críticas ao vice.

“Caiu no colo de Mourão algo que jamais plantou. Estranhíssimo seu alinhamento com políticos que detestam o presidente”, escreveu o vereador, ao compartilhar o registro de uma notícia em que Mourão afirmava que Wyllys não precisaria ter deixado o país após ter sido ameaçado de morte, porque seria possível protegê-lo. Na ocasião, uma mensagem do presidente repercutiu na web como se ele tivesse ironizado a saída do adversário político do país, intenção negada em seguida.

“Qualquer um sabe que Jean Willians (sic) não saiu do Brasil por perseguição, mas por uma esperta jogada política cultural”, completou Carlos.

PENA DE LULA – Na noite de ontem, Carlos compartilhou notícias em que Mourão dizia que não comentaria a decisão do Superior Tribunal de Justiça quanto à redução da pena de Lula e em que o vice criticou o afastamento de 320 pessoas do ministério da Casa Civil no processo que Lorenzoni chamou de “despetização” (em referência ao que seria uma tentativa de reciclar o quadro de funcionários indicados durante os governos do PT).

“Decisão se cumpre, mas também se comenta. Qualquer outra interpretação mais uma vez demonstra a paixão camuflada!”, escreveu Carlos.

Pouco após completar a publicação das novas críticas a Mourão, o filho do presidente dedicou uma publicação para reiterar que apenas compartilhou informações e que não está “reclamando do vice só agora”. Carlos afirmou que “não ataca ninguém” e que os fatos que expôs “já aconteceram” e devem continuar a ser compartilhados nas redes sociais dele.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O rapaz não se emenda, foi pessimamente educado, não se preocupa se seus atos serão negativos ao governo do pai, é movido por uma paranoia visivelmente doentia. A família deveria recorrer a um psiquiatra, porque não há dúvida de que ele precisa de ajuda. (C.N.)

20 thoughts on “Carlos ignora ponto final do pai e volta a atacar Mourão por “alinhamento” com inimigos

  1. Não tem jeito com a pior imprensa do mundo, se é que isso pode-se chamar de imprensa.
    Agora, entre outras, para sabotar um governo de apenas 3 meses, o qual essa coisa chamada imprensa fez o que pode contra o Bolsonaro para ele não se eleger, parte para a falta de vergonha total publicando fofocas.
    Que país e que gente que leva a sério um lixo como o Globo, a Folha e o Estadão.

    • Os Trapalhões, Professor Raimundo, Chico City, Bozonaldio, Zorra Total, Casseta e Planeta, são sempre milhões assistindo a próxima palhaçada…

      Quando o biruta deixar de ser presidente virtual e trabalhar, aí serão outros 500….

      Se e que haverão 500 apoiando o trabalho que ele não sabe fazer…
      Por isso vive na futrica, criando caso, tremendo bozó mesmo….

      Vergonha Nacional….
      Fake Virtual…

  2. O poder corrompe , mas não é somente com dinheiro ou bens materiais.
    No caso de Mourão o que o corrompeu nem foi o acima. Foi com uma síndrome que acomete os frágeis culturais e emocionais e os seduzem pela vaidade de querer ser uma pessoinha amiguinha de todos, inclusive dos inimigos, que são os que vão se beneficiar dessa inocência de idiotas como ele.
    Não conhece a nossa natureza, a natureza humana.

  3. Para emitir uma avaliação daquilo que se passa no Rio, não precisa o avaliador ser rã e viver submerso nele. Para falar da Rússia, não carece lá morar, ou dormir com Vladimir Puttin. Dormir com Puttin, sem masacara contra gás? Aja rodrigo faro de xengo!
    Se apenas quem tivesse de corpo presente pudesse falar sobre algo, todas as mídias e papéis impressos, em cujas linhas e entrelinhas lucrubamos, seriam mais úteis se reciclados e convertidos em papel higiênico.
    Por exemplo: daqui donde estou, fica fácil eu arriscar: o que esse tal de Carlos sente por Mourão é inveja. Ou senão, para ele, o Mourão bonzinho seria aquela “Amélia” dos idos medievais!

  4. Especula-se e pouco se pesquisa para saber “quem é quem”.
    Neste caso do Wilson Center e Brazilian Center ninguém se preocupa em saber de que lado sopra o vento.
    Pois bem, dois personagens centrais na instituição são Anthony Harrington, presidente do conselho consultivo do Brazil Institute e Jane Hartman, a presidente do Wilson Center. Ambos filiados ao Partido Democrata. O primeiro foi embaixador dos EUA no Brasil de 1999 a 2001 no governo…FHC.
    Fica claro que temos ai a disputa turma do Trump x turma da Hillary. O Bolsonaro todos sabem que fica do lado do Trump, mas o Mourão parece que foi para o lado dos democratas.
    Conhece a semente e saberás o futuro da árvore.

  5. Carlos é um vagabundo como a família que ocupa cargos públicos e nomeia assessores milicianos, ou da família da milícia, além o que colocam à serviço de causas entranhas ao ente público, bastando recordar que havia assessores que concomitantemente ao cargo público exercia função de recepcionista na academia, que era ainda personal trainer, outro que movimentava grana de outros assessores e atuava nos “negócios de carro” e etc.

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