Sem limites para alcançar a excelência

Miles Teller brilha como personagem principal de Whiplash

Júlia de Aquino
LED UERJ 

No lugar de créditos e trilha sonora, sons de tambores e pratos: é assim que tem início Whiplash – Em Busca da Perfeição, uma experiência musical que merece ser conhecida por todos. O filme vencedor de dois prêmios no Festival de Sundance em 2014, e presente em muitos outros, como Cannes e Toronto, traz a história de Andrew, um adolescente que almeja se tornar o maior baterista de jazz de sua geração. Para isso, no entanto, ele deve suportar o rígido e impiedoso professor Terence Fletcher, cujos métodos beiram o cruel.

O roteiro e a direção ficam por conta de Damien Chazelle (Toque de Mestre), que resume no longa diversos sentimentos familiares àqueles que sonham em ser profissionais da música. Escolhas difíceis, ceticismo por parte dos que estão ao redor, concessões e comportamentos implacáveis inundam a história e transmitem ao espectador toda a tensão vivida por Andrew.

Miles Teller (Divergente) é o protagonista da trama, e sua performance justifica o sucesso do ator, que já está confirmado para O Quarteto Fantástico (2015). Ao mesmo tempo em que demonstra insegurança – seu personagem tem apenas 19 anos –, Andrew é extremamente esforçado, e as expressões de Teller demonstram todo o sacrifício e o esforço para ser o melhor.

TORMENTO PSICOLÓGICO

O ator J.K. Simmons, o J. Jonah Jameson da trilogia Spider Man, interpreta com maestria o intransigente Fletcher, e transforma a busca pela perfeição num tormento psicológico – tanto para seu aluno, no filme, como para quem assiste. A atuação de Simmons beira o desconcertante e o relacionamento conflituoso entre professor e aluno atingem o espectador de maneira envolvente e perturbadora.

Toda essa explosão de talento, contudo, não seria possível sem instrumentos como trompete, saxofone, piano e bateria em primeiríssimo plano, ou os detalhes captados pelas câmeras. Chazelle concede ao público maravilhosas tomadas, cuja velocidade e ritmo coincidem com o som ao fundo, seja ele em ritmo lento ou composto por batidas agitadas e rápidas.

Whiplash – Em Busca da Perfeição é maravilhoso. Uma obra que vai mexer com todos aqueles que tiverem o prazer de assisti-la. Uma viagem sonora com direito a uma mistura de emoções.

Netos de Brizola não são donos do PDT, o partido não é uma fazenda

Antonio Santos Aquino

Os netos de Brizola lamentavelmente se deixaram influenciar por um deputado estadual do PDT que acaba de sair do partido. Esse deputado e o marido de Dilma, o falso guerrilheiro que voltou ao partido, o tal Carlos Araújo,  é que influenciaram os netos do Brizola dizendo que são herdeiros do PDT, como se o PDT fosse uma fazenda.

Nada fizeram pelo partido; eram crianças quando foi fundado o partido. O vereador Leonel Brizola Neto já foi chamado de vagabundo e fumador de maconha por Cidinha Campos. Amiga de Brizola e dona Neusa, avós dele, Cidinha o conhece bem desde quando ficava no Arpoador enchendo a cabeça de fumaça. Nunca se interessou por nada. Ele e os irmãos vivem fomentando intrigas apoiados pelo tal falso guerrilheiro marido de Dilma.

O general Golbery do Couto e Silva infiltrou muita gente no PDT para desestabilizar Brizola. Se Dilma e Araújo foram infiltrados, não podemos afirmar. Mas, temos o direito, como trabalhistas desde o tempo de Getúlio, de desconfiar pois Dilma e o pilantra do Araújo SEMPRE TIVERAM MAIS PRÓXIMOS DA UDN. Não tiveram nenhuma relação com os trabalhistas antes de 1964.

Por que então, depois de passarem pelas mãos de Fleury e serem soltos, foram de fininho entrar no PDT? Em 2001 traíram Brizola e o PDT no Rio Grande do Sul, dando Dilma um arrastão no partido levando 504 pedetistas para o PT.

Brizola elegeu Lupi o primeiro vice-presidente. Com sua morte, Lupi assume legalmente, ficando ele, Manoel Dias e Vieira da Cunha responsáveis pelo partido. Lupi passou 25 anos trabalhando com Brizola sem nenhuma falha. Vem agora esse pilantra chamado Leonel Brizola Neto dizer que está ameaçado de morte. Lupi nunca se envolveu com violência.

Só para lembrar, Juliana, gêmea de Leonel Neto, já foi processada por Vieira da Cunha; Leonel agora está processado por Lupi. Tem mais: esse pilantra foi falar ao jornal O Globo, inimigo mortal do governador Brizola, avô dele. Não tem gabarito para discutir o partido.