No Domingo de Pscoa, um rasgo de esperana na viso potica de Paulo Peres

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Paulo Peres, um poeta que cultiva a f

Carlos Newton

O advogado, jornalista, analista judicirio aposentado do Tribunal de Justia (RJ), compositor, letrista e poeta carioca Paulo Roberto Peres, no poema Pscoa, faz uma reflexo sobre o significado deste acontecimento para Humanidade.

PSCOA
Paulo Peres

H mais de dois mil anos,
Jesus Cristo tentou
Mostrar Humanidade
Uma vida melhor,
Mas a ignorncia
Da maior parte da populao
Incentivada
Pelos poderes da poca,
Mercenrios e imperialistas,
Como os de hoje,
Impediram-no

Houve sofrimento,
Houve lgrimas,
Houve escurido

Todavia,
Houve sabedoria,
Houve f,
Houve busca,
Houve perdo,
Houve salvao,
Houve liberdade,
Houve luz,
Houve RESSURREIO!..

Ressurreio diria
Que existe na PSCOA
Do corao
De quem tem como dogma
Os Mandamentos
Da Justia Divina!

Morte e vida de um rio, na viso potica de Mrcia Barroso e Paulo Peres

rio secoCarlos Newton

A poeta gonalense Mrcia Barroso escreveu a primeira parte do poema Mudaram o Curso do Meu Rio, onde externa tristeza e preocupao com as alteraes climticas e suas consequncias catastrficas, enquanto que o poeta carioca Paulo Peres, ao escrever a segunda parte, pede a Deus para vivificar o rio novamente.

MUDARAM O CURSO DO MEU RIO
Mrcia Barroso e Paulo Peres
- I –

Mudaram o curso do meu rio
E as guas antes caudalosas
Comearam a secar

Os afluentes
Que sempre souberam sua direo
Se perderam

As nascentes
Antes potentes
Que sempre banharam a natureza
Se transformaram em filetes dguas
Que at parecem com lgrimas
Escorrendo
Brotando lentamente
Das chagas hoje aparentes

Mudaram o curso do meu rio
E suas guas
Que antes refletiam
O brilho das estrelas
E a luz do luar
Hoje esto agonizando
Secando
Se arrastando pelos vales

Ah, meu rio
Antes to alegre
Hoje espera pelo fim
E agora de to triste
At parece esperar por mim

– II –

A agonia do rio
Com a mudana do seu curso
Que chover foi desafio
Invocou muito discurso

Pelo tanto que implorei,
Que cantei, que rezei,
Que Deus logo atendeu

Natureza ousou chorar
O dia inteiro choveu
Para a terra engravidar
Fez seu ventre florescer
O milagre da reproduo

A fora da f silenciou o sofrer
Transformou-se em riacho
Onde o sonho da nascente
Jorrar gua novamente
Finalmente aconteceu

Alegria retornou
O meu rio renasceu

E o poeta Paulo Peres nos faz lembrar que hoje o dia dos Santos Reis…

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No imaginrio popular, os trs reis magos

Paulo Peres
Site Poemas & Canes

A Folia de Reis faz parte do Natal no folclore brasileiro, ela se inicia na noite de 24 de dezembro e se estende at 6 de janeiro, com a Festa dos Santos Reis. A letra desta folia pertence ao folclore da cidade de Urucaia, MG.

FOLIA DE REIS

Porta aberta, luz acesa,
Recebei com alegria
A visita dos Reis Magos
Com sua nobre folia

L vai a gara voando,
L no cu bateu as asas
Vai voando e vai dizendo
Viva o dono desta casa

Entra, entra, minha bandeira,
Por essa porta adentro
Vai fazer sua visita
senhora l de dentro

Os trs reis quando saram
Cantando sua folia
Eles cantavam de noite
E de dia recolhia

Quando era boca da noite
A estrela aparecia
Os trs reis se alevantava
Em seu caminho seguia

Foram saudar o Deus Menino
Que nasceu pro nosso bem
bendito louvado seja,
Para todo sempre Amm

Trs poemas de Natal, na criao de Paulo Peres

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O advogado, jornalista, analista judicirio aposentado do Tribunal de Justia (RJ), compositor e poeta carioca Paulo Roberto Peres inspirou-se no Natal para escrever estes trs poemas.

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PARABNS, JESUS CRISTO!

Parabns, Jesus Cristo,
Hoje o seu aniversrio!
Estamos felizes,
Embora faamos do cotidiano
Um Natal de sua sabedoria,
Pois os seus dogmas
So a Lei maior deste Universo.

Todavia, neste dia, especialmente,
Queremos presente-lo
Atravs de oraes,
De canes e de reflexes.
Mestre, faa sua festa
Em nossos coraes,
Abenoe e ilumine esta noite,
Onde o vinho, o po e a f
Sejam uma ddiva
Aos famintos e injustiados.

Sinto-me gratificado
Em fazer do seu aniversrio
O maior acontecimento da Histria
E nele desejar a todos
Um Feliz Natal!

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PAPAI NOEL

A lavagem cerebral
Do governo mundial
Substitui no Natal
Cristo por Papai Noel.

Comando inverso papel
De renas puxando tren
Sobre a neve brasileira
Qual estrias da vov.

Papai Noel na trincheira
Do capitalismo selvagem
Ilude com sua imagem
O cotidiano da criana.

Seja criana rica, seja criana pobre
Traz um sonho sempre nobre
Que Papai Noel no atenua
Quando criana de rua.

Criana que dorme nos braos da lua,
Nos bancos das praas ou sob marquises
Com fome, com frio, do crime aprendizes,
Eivadas de medo, de drogas, de suicidas
Estatsticas nas elites esquecidas.

Crianas crianas nas brincadeiras,
Nas fantasias aventureiras
Do brinquedo improvisar
Esperando o Natal chegar.

O Papai Noel, como princpio,
Cujo enfeite sempre foi visto,
No lixo ontem joguei.

Armei um humilde prespio
E na bno de Jesus Cristo
O Natal festejarei!..

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POEMA DE NATAL

Amigo,
como gratificante
saber que voc existe
e temos os mesmos ideais,
mormente, no que concerne ao
Natal,
dia este, onde cada pessoa
seja ela religiosa ou no,
em qualquer lugar do mundo,
tem que parar, tem que pensar,
tem que se curvar pelo
menos um segundo e festejar
o nascimento de
Jesus Cristo,
pois haver sempre
algum desejando um
Feliz Natal
e, no importa de que
maneira isto feito,
importa sim
o seu significado
e a marca registrada
da presena eterna do
Messias
em cada Ser Humano!

Um poema de Paulo Peres e Chico Pereira, inspirado no Natal da Folia de Reis

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Os trs reis magos, na criao livre da Folia de Reis

Carlos Newton

Paulo Peres e Chico Pereira escreveram este poema em parceria, inspirados no Natal do folclore brasileiro, mas precisamente, na Folia de Reis, que se inicia na noite de 24 de dezembro e se estende at 6 de janeiro, com a Festa de Reis.

F E CANTORIA
Paulo Peres e Chico Pereira

Somos trs Reis sua porta
Pedindo licena para entrar
nossa visita importa
o nascimento louvar
Do Mestre Menino-Deus
atravs desta folia
dogmas cristos meus
feitos de f e cantoria
De longe escuto o teu tambor
uma luz forte anuncia o Salvador
o estandarte vem na frente
guiados pela estrela do Oriente
Mo calejada, p-rachado
e a voz que sai esgoelada
Rei Herodes se disfara de palhao
Abro a porta, janela enfeitada
Uma orao singela ofertada
O mestre, a farda, ladainha
Orao, chegada e despedida
Baltazar, Belchior e Gaspar
Reis da Folia
Nossa casa uma casa de alegria
E gostaramos de agradecer
Atravs desta folia
Aos santos reis magos
Por no deixarem esmorecer
A caminhada at Jesus
Pela f no menino Jesus
Nossa casa uma casa de alegria
Sempre aberta para esta folia
Orao, f e cantoria.

Em homenagem ao Dia dos Pais, poemas de Mrio Quintana e Paulo Peres

Resultado de imagem para mario quintanaCarlos Newton

Para comemorar o Dia dos Pais, uma data que precisa ser alegre, embora em muitos casos possa ser triste, selecionamos hoje dois poemas relativos ao tema. Um deles, do gacho Mrio Quintana, e o outro, do carioca Paulo Peres, que, ao trabalhar com o jornalista, cronista e poeta Rubem Braga, com ele aprendeu que a poesia necessria.

AS MOS DO MEU PAI
Mario Quintana

As tuas mos tem grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas j cor de terra
como so belas as tuas mos
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram
na nobre clera dos justos

Porque h nas tuas mos, meu velho pai,
essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam
nos braos da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas

Vir dessa chama que pouco a pouco, longamente,
vieste alimentando na terrvel solido do mundo,
como quem junta uns gravetos e tenta acend-los contra o vento?
Ah, Como os fizeste arder, fulgir,
com o milagre das tuas mos.

E , ainda, a vida
que transfigura das tuas mos nodosas
essa chama de vida que transcende a prpria vida
e que os Anjos, um dia, chamaro de alma

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DIA DOS PAIS
Paulo Peres

Festejai, pai material,
Este dia especial.
Receba o carinho celestial
Famlia, luz e amor
Atravs bno do Pai Maior,
O Nosso Deus-Pai Espiritual

Dia dos Namorados, poemas, canes e flores – na viso de Paulo Peres

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Peres edita o site Poemas&Canes

Carlos Newton

O advogado, jornalista, analista judicirio aposentado do Tribunal de Justia (RJ), compositor, letrista e poeta carioca Paulo Roberto Peres homenageia o dia de hoje atravs deste Soneto dos Namorados e festeja seu amor bela Cristina Peres.

SONETO DOS NAMORADOS
Paulo Peres

Dia dos Namorados.
Coraes iluminados,
Beijos, abraos, amores,
Poemas, canes e flores.

Nos sales dos sentimentos
Sob luz de velas e violinos
Casais eternizam momentos,
Sonhos reais, cristalinos.

O namorar o vital sabor
Da idade, descoberta e valor
Cuja beleza maior est na grandeza modesta.

Invoco bno futura
Cultivar do passado a ternura
Aos hoje namorados em festa.

Belchior mostrou que o fascnio do Sudeste pode ser uma iluso

Nem te lembras de voltar, Belchior :: Sabedoria PolticaPaulo Peres

Site Poemas & Canes

O cantor e compositor cearense Antnio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, na letra de Monlogo da Grandeza do Brasil, fala do fascnio do nordestino (iludido) com o Sudeste, onde acredita que encontrar o sucesso, mas isto nem sempre acontece. A msica faz parte do lbum duplo Auto-retrato lanado por Belchior,em 1999, pela Paraso/GPA/Velas.

MONLOGO DA GRANDEZA DO BRASIL
Belchior

Todo mundo sabe/todo mundo v
Que tenho sido amigo da ral da minha rua
Que bebe pra esquecer que a gente
fraca
pobre
vl
Que dorme sob as luzes da avenida
humilhada e ofendida pelas grandezas do brasil
Que joga uma misria na esportiva
S pensando em voltar viva
Pro serto de onde saiu

Todo mundo sabe
(principalmente o bom Deus, que tudo v)
Que os homens vo dizer que a vida dura e incompleta
Pra quem no fez a guerra e no quer vestibular
Pra quem tem a carteira de terceira
Pra quem no fez o servio militar
Pra quem amassa o po da poesia
Na limpeza e na alegria
Contra o lixo nuclear.

Como uma metrpole,
O meu corao no pode parar
Mas tambm no pode sangrar eternamente

Ta faltando emprego
Neste meu lugar
Eu no tenho sossego
Eu quero trabalhar
J pensei at em passar a fronteira.
eu vou pra So Paulo e Rio
(eldorados da alm mar)
A estrada uma estrela pra quem vai andar.
Oh! no! oh! no!
Ai! ai! que bom que
A lua branca, um cristo andando a p!
Ai! ai! que bom, que bom se eu for
Ps no riacho, gua fresca, nosso senhor!

Vou voltar pro norte/ semana que vem
Deus j me deu sorte/ mas tem um porm
No me deu a grana/ pra eu pagar o trem.

Uma Feliz Pscoa a todos, na viso do poeta carioca Paulo Peres

Exibindo Cpia de _DSC0225.jpg

Paulo Peres, advogado, poeta e compositor

Pscoa
(Paulo Peres)

H mais de dois mil anos,
Jesus Cristo tentou
Mostrar Humanidade
Uma vida melhor,
Mas a ignorncia
Da maior parte da populao
Incentivada
Pelos poderes da poca,
Mercenrios e imperialistas,
Como os de hoje,
Impediram-no…

Houve sofrimento,
Houve lgrimas,
Houve escurido…

Todavia,
Houve sabedoria,
Houve f,
Houve busca,
Houve perdo,
Houve salvao,
Houve liberdade,
Houve luz,
Houve RESSUREIO!..

Ressureio diria
Que existe na PSCOA
Do corao
De quem tem como dogma
Os Mandamentos
Da Justia Divina!…

Um rio que muda de curso, na viso potica de Mrcia Barroso e Paulo Peres

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A poeta Mrcia Barroso

Carlos Newton

A poeta gonalense Mrcia Barroso escreveu a primeira parte do poema Mudaram o Curso do Meu Rio, na qual externa tristeza e preocupao com as alteraes climticas e suas consequncias catastrficas, enquanto o poeta carioca Paulo Peres, ao escrever a segunda parte, pede a Deus para vivificar o rio novamente.

MUDARAM O CURSO DO MEU RIO
Mrcia Barroso e Paulo Peres

Mudaram o curso do meu rio
E as guas antes caudalosas
Comearam a secar

Os afluentes
Que sempre souberam sua direo
Se perderam

As nascentes
Antes potentes
Que sempre banharam a natureza
Se transformaram em filetes dguas
Que at parecem com lgrimas
Escorrendo
Brotando lentamente
Das chagas hoje aparentes

Mudaram o curso do meu rio
E suas guas
Que antes refletiam
O brilho das estrelas
E a luz do luar
Hoje esto agonizando
Secando
Se arrastando pelos vales

Ah, meu rio
Antes to alegre
Hoje espera pelo fim
E agora de to triste
At parece esperar por mim

II

A agonia do rio
Com a mudana do seu curso
Que chover foi desafio
Invocou muito discurso

Pelo tanto que implorei,
Que cantei, que rezei,
Que Deus logo atendeu

Natureza ousou chorar
O dia inteiro choveu
Para a terra engravidar
Fez seu ventre florescer
O milagre da reproduo

A fora da f silenciou o sofrer
Transformou-se em riacho
Onde o sonho da nascente
Jorrar gua novamente
Finalmente aconteceu

Alegria retornou
O meu rio renasceu

Retrato do mendigo, nas vises poticas de Chico Pereira e Paulo Peres

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Foto sem autoria, reproduo do Arquivo Google

Carlos Newton

Os poetas cariocas Chico Pereira e Paulo Peres escreveram este poema em parceria, ou seja, cada um escreveu uma estrofe. Na primeira estrofe, o personagem se autodefine perante parte da sociedade que o marginaliza, enquanto na segunda estrofe esta sociedade que o marginaliza passa a utiliz-lo como objeto de promessas, quase nunca concretizadas, nos pseudos programas sociais e ridculas campanhas eleitorais.

O MENDIGO
Chico Pereira e Paulo Peres

Eu broto
igual flor suja, morta morto
Eu saio dos bueiros que ficam nos
cantos dos asfaltos
dos grandes centros urbanos

Eu sou o resto,
a sobra da humanidade
sou o filho do erro
ou o prprio erro

Como quem imagina, no v,
s imagina
Convivo com o rato
divido tudo com o rato
no tenho viso, nem tato,
audio e nem olfato

Como quem dana numa
breve manh
como quem emana
do nada
como quem respira
o vazio
como quem espera
um assovio de ningum

A minha gua aguardente
a minha companhia a solido
a minha vida no de gente
e a minha fome ser cidado
(Chico Pereira)

Eu sou o outdoor dos polticos
com promessas ilusionistas
de palavras equilibristas
entre trficos sonhos trgicos.

Eu sou a sujeira varrida
para baixo dos tapetes
das caladas, das marquises,
mscara, engano e ferida

Sou a elite, destino trapos,
silenciosa e letal
das cidades em farrapos,
avesso carto-postal.

Sou o limite humano
do negativo social,
escravo mundano
poema marginal.
(Paulo Peres)

Trs poemas de Natal, na criao de Paulo Peres

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Peres edita o site “Poemas&Canes”

Carlos Newton

O advogado, jornalista, analista judicirio aposentado do Tribunal de Justia (RJ), compositor e poeta carioca Paulo Roberto Peres inspirou-se no Natal para escrever estes trs poemas.

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PARABNS, JESUS CRISTO!

Parabns, Jesus Cristo,
Hoje o seu aniversrio!
Estamos felizes,
Embora faamos do cotidiano
Um Natal de sua sabedoria,
Pois os seus dogmas
So a Lei maior deste Universo.

Todavia, neste dia, especialmente,
Queremos presente-lo
Atravs de oraes,
De canes e de reflexes.
Mestre, faa sua festa
Em nossos coraes,
Abenoe e ilumine esta noite,
Onde o vinho, o po e a f
Sejam uma ddiva
Aos famintos e injustiados.

Sinto-me gratificado
Em fazer do seu aniversrio
O maior acontecimento da Histria
E nele desejar a todos
Um Feliz Natal!

###
PAPAI NOEL

A lavagem cerebral
Do governo mundial
Substitui no Natal
Cristo por Papai Noel.

Comando inverso papel
De renas puxando tren
Sobre a neve brasileira
Qual estrias da vov.

Papai Noel na trincheira
Do capitalismo selvagem
Ilude com sua imagem
O cotidiano da criana.

Seja criana rica, seja criana pobre
Traz um sonho sempre nobre
Que Papai Noel no atenua
Quando criana de rua.

Criana que dorme nos braos da lua,
Nos bancos das praas ou sob marquises
Com fome, com frio, do crime aprendizes,
Eivadas de medo, de drogas, de suicidas
Estatsticas nas elites esquecidas.

Crianas crianas nas brincadeiras,
Nas fantasias aventureiras
Do brinquedo improvisar
Esperando o Natal chegar.

O pinheiro enfeitado, como princpio,
Junto com Papai Noel, antevisto,
No lixo ontem joguei.

Fiz um humilde prespio
E na bno de Jesus Cristo
O Natal festejarei!..

###
POEMA DE NATAL

Amigo,
como gratificante
saber que voc existe
e temos os mesmos ideais,
mormente, no que concerne ao
Natal,
dia este, onde cada pessoa
seja ela religiosa ou no,
em qualquer lugar do mundo,
tem que parar, tem que pensar,
tem que se curvar pelo
menos um segundo e festejar
o nascimento de
Jesus Cristo,
pois haver sempre
algum desejando um
Feliz Natal
e, no importa de que
maneira isto feito,
importa sim
o seu significado
e a marca registrada
da presena eterna do
Messias
em cada Ser Humano!

Um poema de Paulo Peres e Chico Pereira, inspirado no Natal da Folia dos Reis

Resultado de imagem para folia de reis

Os reis magos, imortalizados na Folia de Reis

Carlos Newton

Paulo Peres e Chico Pereira escreveram este poema em parceria, inspirados no Natal do folclore brasileiro, mas precisamente, na Folia de Reis, que se inicia na noite de 24 de dezembro e se estende at 6 de janeiro, com a Festa de Reis.

F E CANTORIA
Paulo Peres e Chico Pereira

Somos trs Reis sua porta
Pedindo licena para entrar
nossa visita importa
o nascimento louvar
Do Mestre Menino-Deus
atravs desta folia
dogmas cristos meus
feitos de f e cantoria
De longe escuto o teu tambor
uma luz forte anuncia o Salvador
o estandarte vem na frente
guiados pela estrela do oriente
Mo calejada, p-rachado
e a voz que sai esgoelada
Rei Herodes se disfara de palhao
Abro a porta, janela enfeitada
Uma orao singela ofertada
O mestre, a farda, ladainha
Orao, chegada e despedida
Baltazar, Belchior e Gaspar
Reis da Folia
Nossa casa uma casa de alegria
E gostaramos de agradecer
Atravs desta folia
Aos santos reis magos
Por no deixarem esmorecer
A caminhada at Jesus
Pela f no menino Jesus
Nossa casa uma casa de alegria
Sempre aberta para esta folia
Orao, f e cantoria. (Poema enviado por Cristina Renata)

A perplexidade do eleitor decepcionado, na viso potica de Paulo Peres

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Paulo Peres, um poeta engajado

Carlos Newton

O advogado, jornalista, analista judicirio aposentado do Tribunal de Justia (RJ), compositor, letrista e poeta carioca Paulo Roberto Peres, atravs do poema Perguntar, personifica o cidado-eleitor-contribuinte e questiona os candidatos s eleies municipais deste domingo.

PERGUNTAR
Paulo Peres

Meu senhor, minha senhora,
Desculpe por perguntar,
Notcias de toda hora
Que entender faz chorar!

Trabalho o ano inteiro
Imposto do meu dinheiro
Percentual vem tirar.

Mas tudo bem, entendo eu
Isto sempre aconteceu
Para necessidades sanar
Do povo em qualquer lugar.

Mas no Brasil tal contrato
Por governantes setores
rasgado em cada ato
Pela ganncia, credores
Do alm-mar barganhar.

Em ano de eleio
Surge como panaceia
O voto do cidado.
Muita promessa semeia
E no fim sempre igual.

Prestar o servio essencial,
Federal, estadual, municipal
Pertence a quem, afinal?

A competncia passeia
Pelo rdio, TV e jornal,
Enquanto o Povo vagueia
No sofisma eleitoral!

No Dia dos Pais, poemas de Mrio Quintana e Paulo Peres

Carlos Newton

Para comemorar o Dia dos Pais, uma data que precisa ser alegre, embora em muitos casos possa ser triste, selecionamos hoje dois poemas relativos ao tema. Um deles, do gacho Mrio Quintana, e o outro, do carioca Paulo Peres, que aprendeu com o jornalista, cronista e poeta Rubem Braga que a poesia necessria.

AS MOS DO MEU PAI
Mario Quintana

As tuas mos tem grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas j cor de terra
como so belas as tuas mos
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram
na nobre clera dos justos

Porque h nas tuas mos, meu velho pai,
essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam
nos braos da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas

Vir dessa chama que pouco a pouco, longamente,
vieste alimentando na terrvel solido do mundo,
como quem junta uns gravetos e tenta acend-los contra o vento?
Ah, Como os fizeste arder, fulgir,
com o milagre das tuas mos.

E , ainda, a vida

que transfigura das tuas mos nodosas
essa chama de vida que transcende a prpria vida
e que os Anjos, um dia, chamaro de alma

Exibindo Cpia de _DSC0225.jpg

Paulo Peres, poeta carioca

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DIA DOS PAIS
Paulo Peres

Festejai, pai material,
Este dia especial.
Receba o carinho celestial
Famlia, luz e amor
Atravs bno do Pai Maior,
O Nosso Deus-Pai Espiritual

O ateli do vento, na viso do poeta Paulo Peres

Peres, grande poeta, grande compositor

O advogado, jornalista, analista judicirio aposentado do Tribunal de Justia (RJ), compositor e poeta carioca Paulo Roberto Peres, que mantm o site Poemas & Canes e colabora aqui na Tribuna da Internet desde a criao do blog, inspirou-se na natureza para escrever o poema Nuvens, Ateli do Vento.


NUVENS, ATELI DO VENTO

Paulo Peres

A caneta do vento escreveu
Poemas de Nuvens

O cinzel do vento esculpiu
Mulheres de Nuvens

O pincel do vento pintou
Jardins de Nuvens

A caneta, o cinzel e o pincel
So veios infindos do vento

Qual estro nos astros vagueiam
Raios de sonhos tangentes

Nuvens no cu,
Ateli do vento,
No colo da me natureza

Um poema de Paulo Peres para retratar a importncia da Pscoa

Carlos Newton
O advogado, jornalista, analista judicirio aposentado do Tribunal de Justia (RJ), compositor, letrista e poeta carioca Paulo Roberto Peres, no poema Pscoa, faz uma reflexo sobre o significado deste acontecimento para Humanidade.

PSCOA
Paulo Peres

H mais de dois mil anos,
Jesus Cristo tentou
Mostrar Humanidade
Uma vida melhor,
Mas a ignorncia
Da maior parte da populao,
Incentivada
Pelos poderes da poca,
Mercenrios e imperialistas,
Como os de hoje,
Impediram-no

Houve sofrimento,
Houve lgrimas,
Houve escurido

Todavia,
Houve sabedoria,
Houve f,
Houve busca,
Houve perdo,
Houve salvao,
Houve liberdade,
Houve luz,
Houve RESSURREIO!..

Ressurreio diria
Que existe na PSCOA
Do corao
De quem tem como dogma
Os Mandamentos
Da Justia Divina!

Trs poemas de Natal criados por Paulo Peres

O advogado, jornalista, analista judicirio aposentado do Tribunal de Justia (RJ), compositor, letrista e poeta carioca Paulo Roberto Peres inspirou-se no Natal para escrever estes trs poemas.


PARABNS, JESUS CRISTO!

Parabns, Jesus Cristo,
Hoje o seu aniversrio!
Estamos felizes,
Embora faamos do cotidiano
Um Natal de sua sabedoria,
Pois os seus dogmas
So a Lei maior deste Universo.

Todavia, neste dia, especialmente,
Queremos presente-lo
Atravs de oraes,
De canes e de reflexes.
Mestre, faa sua festa
Em nossos coraes,
Abenoe e ilumine esta noite,
Onde o vinho, o po e a f
Sejam uma ddiva
Aos famintos e injustiados.

Sinto-me gratificado
Em fazer do seu aniversrio
O maior acontecimento da Histria
E nele desejar a todos
Um Feliz Natal!

PAPAI NOEL

A lavagem cerebral
Do governo mundial
Substitui no Natal
Cristo por Papai Noel.

Comando inverso papel
De renas puxando tren
Sobre a neve brasileira
Qual estrias da vov.

Papai Noel na trincheira
Do capitalismo selvagem
Ilude com sua imagem
O cotidiano da criana.

Seja criana rica, seja criana pobre
Traz um sonho sempre nobre
Que Papai Noel no atenua
Quando criana de rua.

Criana que dorme nos braos da lua,
Nos bancos das praas ou sob marquises
Com fome, com frio, do crime aprendizes,
Eivadas de medo, de drogas, de suicidas
Estatsticas nas elites esquecidas.

Crianas crianas nas brincadeiras,
Nas fantasias aventureiras
Do brinquedo improvisar
Esperando o Natal chegar.

O pinheiro enfeitado, como princpio,
Junto com Papai Noel, antevisto,
No lixo ontem joguei.

Fiz um humilde prespio
E na bno de Jesus Cristo
O Natal festejarei!..

POEMA DE NATAL

Amigo,
como gratificante
saber que voc existe
e temos os mesmos ideais,
mormente, no que concerne ao
NATAL,
dia este, onde cada pessoa
seja ela religiosa ou no,
em qualquer lugar do mundo,
tem que parar, tem que pensar,
tem que se curvar pelo
menos um segundo e festejar
o nascimento de
JESUS CRISTO,
pois haver sempre
algum desejando um
FELIZ NATAL
e, no importa de que
maneira isto feito,
importa sim
o seu significado
e a marca registrada
da presena eterna do
MESSIAS
em cada Ser Humano!