Blog da Tribuna da Internet está mesmo sendo sabotado

P. Nogueira

Salvo melhor juízo ou entendimento do moderador, essa é a minha opinião. Está dando para perceber um joguinho muito estranho nesta página, ou pelo menos, de se estimar o alcance do que já está curso com o blog Tribuna da Internet : sabotagem subliminar a partir da sua procura e pesquisa pelos navegadores da internet.

Parece que mais uma vez o senhor Rodrigo de Carvalho percebeu o lance, quando salientou que o blog fica “escondido”. Ou mais exatamente, perdendo audiência… É exatamente isso que está acontecendo. “Hackers” estão direcionando links de entrada e os substituindo até com outros textos. A prova escancarada é que textos estão sendo incluídos ou trocados com outros, que exaltam o PT, conforme eu verifiquei, alertado pelo senhor Ricardo Froes, que detectou o grau de dificuldade, o que e a quem pela titulagem. No caso, o acesso ao blog Tribuna da Internet e, principalmente, suas “matérias”, artigos e comentários produzidos.

No geral, a situação dobrou em termos de problemas. Tanto para tomar conhecimento da sua existência, como a dramática, experiência do internauta para ” entrar” no blog.
Sem querer extrapolar a análise, tudo leva a crer que além da “invasão”, estamos, também, lidando com quintas colunas, que estão ajudando nesse trabalho sujo de prejudicar o blog.

É preciso investigar as contas de todos os políticos e detentores de cargos públicos

Antonio Fallavena

São realmente 32 mil cargos públicos federais? Mas então estamos vivendo no “bordel do comissário? Ou será “bordel da comissão”?

O PT conseguiu montar um teatro com atores de segunda linha. Como o público (sociedade) não tem condições e nem vontade de entender nada, eles vão enrolando. Até o dia em que um novo e sério governo assumir.

Reitero: é preciso fazer uma auditoria nas contas de todos aqueles que ocuparam cargos públicos, eletivos/nomeados, nos últimos 30 anos.

Para quem só encontra e cobra as “falcatruas” dos governos FHC, muita atenção: refiro-me a políticos dos últimos 30 anos! Se ainda não entenderem, posso mandar desenhar.

O país precisa ser passado a limpo! Quando lembro os discursos, os textos e as juras petistas sobre a importância da seriedade na política, sinto vontade de vomitar.

Perdoem, mas tenho de repetir: uma auditoria interna no país, investigando o patrimônio de cada um daqueles que foi eleito/nomeado para ocupar cargo público.

O PT ganhará prêmio “honoris causa” como o partido mais corrupto, desde a redemocratização. Para não termos de voltar até os primórdios da política.

Não importa que tenhamos de pagar para serem construídas mais cadeias.
Precisamos deixar um país para filhos e netos uma “nação” e não uma “terra de ninguém”. Ou pior: “terra nenhuma”!

Aviso aos navegantes: O blog Tribuna da Internet está desaparecendo da internet

Carlos Newton

Alertado pelo comentarista Pedro, tomamos conhecimento de que o blog Tribuna da Internet está sendo retirado do ar na internet. Não há motivo para isso acontecer, porque o pagamento dos domínios tribunadainternet.com.br e www.tribunadainternet.com.br está em dia.

Estamos tentando manter somente o nome tribunadainternet.com.br, mas ainda há problemas burocráticos no servidor UOL, que estamos tentando contornar.

Vamos procurar saber o que está acontecendo. A Tribuna da Internet só está sendo encontrada na busca Yahoo. No Google e no Ask, por exemplo, já fomos detonados.

Para nós, não há nenhuma novidade nisso. Já sofremos vários ataques de hackers antes e não vamos desistir.

 

Pressão psicológica explica choro de jogadores brasileiros, diz especialista

Brasil joga contra o Chile no Mineirão em Belo Horizonte (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Alana Gandra
Agência Brasil 

O choro de alguns jogadores da seleção brasileira na partida pelas oitavas de final contra o Chile, no último dia 28, levantou dúvidas entre os torcedores sobre a preparação emocional do time para enfrentar as próximas e decisivas etapas desta Copa do Mundo.

O doutor em psicologia do desenvolvimento e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Aurélio Melo, disse que existe uma pressão psicológica muito forte sobre os atletas que leva ao choro durante o jogo. Como a Copa ocorre no Brasil pela segunda vez (a primeira foi em 1950), há uma expectativa imensa do povo, que coloca sobre os ombros dos jogadores uma responsabilidade muito grande.

“É diferente, por exemplo, da Colômbia, que está jogando, está feliz, está alegre, mas ninguém esperava. Ela vem se superando”. No caso brasileiro, acontece o contrário, segundo o especialista: “O Brasil está jogando em casa, tem cinco campeonatos, tem que ganhar. Essa é uma situação psicologicamente adversa para o indivíduo, de maior dificuldade”, disse à Agência Brasil.

MUITOS A CHORAR

Segundo Melo, se apenas um jogador tivesse se emocionado no jogo contra o Chile, isso poderia ser atribuído a uma característica de personalidade. Mas como foram muitos atletas a chorar ou demonstrar sofrimento diante da pressão, a reação pode ser considerada “uma circunstância coletiva e não apenas ligada a características de personalidade”.

O especialista disse que, no caso do goleiro Julio Cesar, apontado com responsável pela desclassificação do Brasil na última Copa, a emoção era esperada, porque, com a vitória sobre o Chile dos pênaltis, respondeu à cobrança de anos atrás. “Ele tinha uma necessidade de provar, digamos, a inocência depois de quatro anos e a situação aumentou esse teste”.

CORRER E JOGAR

Para melhorar desempenho emocional nos próximos confrontos na Copa, Melo sugere que os jogadores corram mais, joguem mais. “Nada de se lamentar, se vitimizar ou se responsabilizar. Você tem que agir. O corpo é a grande razão, ele não mente. A alegria é um sentimento que potencializa o indivíduo”.

O psicólogo reiterou que esse é o processo que ocorre com a seleção da Colômbia. “Eles estão no lucro, não têm medo de perder porque não há cobrança. Estão confiantes”.

A torcida também pode ajudar o time brasileiro a seguir em frente, segundo Melo, reduzindo o grau de cobrança e sem levar a disputa tão a sério, porque o esporte não é uma coisa de “vida ou morte”, na avaliação do especialista.

Lei permite ‘bacanal eleitoral’, reconhece o TSE

João Domingos
O Estado de S.Paulo

O vale-tudo criado pelos partidos na formação de alianças para disputar a Presidência e os governos estaduais tem recebido críticas, mas está garantido pela Constituição e foi autorizado pelo Tribunal Superior Eleitoral em 2010. “Hoje prevalece o entendimento de que podem ser feitas alianças e coligações regionais diferentes do que foi decidido no plano federal”, diz o presidente do TSE, José Antonio Dias Toffoli.

“Em 2006 o Congresso aprovou a Emenda Constitucional 52, que derrubou a verticalização adotada pelo TSE e pelo Supremo Tribunal Federal nas eleições anteriores. É a regra do jogo”, afirma o ministro do TSE, para quem não há o que fazer em relação a esse clima de “bacanal eleitoral”.

A definição “bacanal eleitoral” para as alianças feitas nos Estados foi dada pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), ao saber que o ex-governador Sérgio Cabral tinha abandonado a disputa ao Senado para ceder a vaga ao ex-prefeito Cesar Maia (DEM).

Entre os exemplos do vale-tudo que tomou conta da campanha está a mudança de posição do PTB, até então integrante da base aliada de Dilma, que migrou para a candidatura à Presidência do tucano Aécio Neves, um dia antes do PT confirmar a indicação de Dilma Rousseff à reeleição. O PTB alegou que não obteve apoio do PT em coligações nos Estados.

QUADRO ESQUIZOFRÊNICO

A emenda a que Dias Toffoli se refere assegura aos partidos autonomia para adotar o regime de coligações eleitorais. Diz que as siglas ficam desobrigadas de vincular as candidaturas em âmbito nacional, estadual, distrital ou municipal, devendo cada estatuto definir normas de fidelidade partidária.

Uma passada de vista nas alianças regionais mostra o quadro esquizofrênico deste ano. Em São Paulo o governador Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à reeleição, tem como vice Márcio França, do PSB, sigla de Eduardo Campos, o principal adversário de Aécio na corrida presidencial.

Já o candidato a vice de Dilma é o peemedebista Michel Temer, mas o PMDB não se coligou com o PT em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul, Ceará e Goiás, que estão entre os dez maiores colégios eleitorais do País.

A onça vai beber água

Charge O Tempo 03/07
Tostão
O Tempo
A Copa continua espetacular, com muita qualidade, muita emoção e muita festa nos estádios. A única coisa que não está boa é a atuação da arbitragem, com muitos erros decisivos, na marcação de pênaltis e nos impedimentos. Parece Campeonato Brasileiro. Já na condução do jogo, na marcação de faltas, tudo ótimo.
Se a Costa Rica ganhou da Itália e do Uruguai e empatou com a Inglaterra na fase de grupos, pode ganhar da favorita Holanda. A Costa Rica marca muito bem e é rápida nos contra-ataques. Ruiz e Campbell são muito bons jogadores e fazem a diferença para a equipe costa-riquenha. A Holanda mostrou, contra o México, que, além de defender e contra-atacar bem, como fez em vários jogos, sabe pressionar e virar o placar. A equipe possui também muitos jogadores altos e bons nos lances aéreos. O volante De Jong está fora da Copa. Contra seleções fortes, que vão atacar, ele vai fazer falta, pois marca muito.
A Argentina, como se esperava, teve enormes dificuldades para ganhar da Suíça. Como têm sido boas as atuações do goleiro e da defesa, tão criticados antes do Mundial, aumentam as chances de a Argentina ser campeã, pois, com Di María e Messi, há sempre uma grande possibilidade de gols. Foi sensacional a arrancada de Messi, com a bola colada aos pés, driblando o zagueiro que tentava derrubá-lo, até dar a bola, com açúcar e com afeto, para Di María marcar.
Enfim, a Bélgica mostrou um ótimo time na disputa da Copa do Mundo, com muita troca de passes, o que não faz o Brasil. Como os volantes costumam avançar, Messi pode ter muitos espaços contra a Bélgica, o que seria decisivo. Certamente, o técnico não tem dormido pensando em como pará-lo. Por outro lado, o ataque envolvente da Bélgica vai criar também chances de gol. O desequilíbrio está nos dois craques argentinos. Amanhã, falo do confronto entre Brasil e Colômbia e de França contra Alemanha, dois jogos que deverão ser marcados pelo equilíbrio na briga por vagas nas semifinais da competição. Chegou a hora de a onça beber água.

O desgaste da solidão, segundo o poeta Carlos Pena Filho

 

O advogado e poeta pernambucano Carlos Pena Filho (1929-1960), no soneto “A Solidão e Seu Desgaste”, transborda seu sentimento ao se perpetuar na solidão.

A SOLIDÃO E O SEU DESGASTE
Carlos Pena Filho

Frequentador da solidão, às vezes
Jogava ao ar um desespero ou outro,
Mas guardava os menores objetos
Onde a vida morava e o amor nascia.

Era uma carga enorme e sem sentido,
Um silêncio magoado e impermeável…
A solidão povoada de instrumentos,
Roubando espaço à andeja liberdade.

Mas, hoje, é outro que nem lembra aquele
Passeia pelos campos e os despreza
E porque sabe com certeza clara,

O princípio e o fim da coisa amada,
Guarda pouco da vida e o que retém
É só pelo impossível de eximir-se.

    (Colaboração enviada por Paulo Peres – site Poemas & Canções)

Caso da dívida argentina mostra como a irresponsabilidade pode custar caro

Willy Sandoval

Esse episódio da execução da dívida argentina é sem dúvida um caso muito didático, que demonstra claramente como a irresponsabilidade pode custar tão caro, seja a nível pessoal como a nível coletivo, em termos de países.

A história começa com a irresponsabilidade de um governante, no caso o presidente Menem, que colocou na Constituição (e o pior de tudo é que a imensa maioria acreditou) que 1 peso teria eternamente o valor de 1 dólar. Veio dai a semente de praticamente todas as desgraças que se abateram sobre a nação argentina e que tiveram como ponto culminante o famoso corralito de 2001, que deu um cano em todos os aplicadores argentinos que acreditaram que 100 mil pesos depositados nos bancos seriam totalmente convertidos em 100 mil dólares. Da noite para o dia, não valiam nem uns 30 mil, nem me lembro mais quanto.

Aí a Argentina sai do 8 para o 80. De um ultra neoliberalismo inconsequente do governo Menem, vai como que numa gangorra para um superintervencionimo do governo dos Kirchner. Pior que, como sempre, uma atitude mais estúpida do que outra. Apenas como base de comparação, aqui o governo Lula, ainda que pese muitas críticas, principalmente à escolha da Dilma como candidata, nunca se descuidou da questão cambial e procurou simplesmente não atrapalhar a vida dos exportadores, principalmente do agronegócio. Isso possibilitou a formação de confortáveis reservas que fizeram com que a divida externa se tornasse coisa do passado.

MAIS IMPOSTOS…

Pois os argentinos não souberam aproveitar os bons ventos da valorização das commodities e, além de não ajudarem em nada os exportadores, ainda resolveram taxar as próprias exportações de soja, trigo, carne e commodities em geral. E olha que não foram taxações baixas, em alguns casos chegaram a 40%, matando qualquer competitividade dos produtos argentinos.

Portanto, só podia dar no que está dando agora.

Há saÍdas para que se evitem no futuro situações semelhantes a essa tragédia. Uma delas é a básica: procure nunca gastar além do que se ganha. Isso vale tanto a nível pessoal quanto a nível de país. Mas se for um país, caso tenha que se endividar, mantenha um mínimo de credibilidade para que o endividamento seja na moeda do próprio país.

Outra opção interessante para o Brasil seria, junto com os parceiros dos BRICs (principalmente os chineses), ver até que ponto se pode montar uma estrutura paralela de financiamento, talvez um banco de investimento que pudesse ser uma opção paralela aos instrumentos dos países hegemônicos, como o Banco Mundial e FMI.

Acho que tudo ficará bem desde que o futuro governo, diferente do atual da Dilma, pare de fazer besteiras intervencionistas e país ainda mantenha uma certa credibilidade que permita vender títulos no mercado, tanto em reais como em dólar, e também estudar uma maneira de incentivar financiamentos chineses com os enormes superavits que eles tão competentemente acumularam.

Talvez uma saída para os argentinos também possa estar por aí, mas antes de mais nada, é preciso que o governo dos hermanos aprenda a ser menos arrogante e mais responsável.

Questão indígena é mais preocupante do que a Copa

Gelio Fregapani 

A Convenção n⁰ 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), assinada pelo governo FHC, aprovada pelo Congresso e promulgada por decreto de Lula, pode ser considerada um dos maiores crimes da nossa História moderna, pois é a principal ameaça à nossa integridade territorial desde a Guerra do Paraguai. Pelos termos da convenção, até o dia 24 de julho ela pode ser denunciada (cancelada pelo país) e se a presidente Dilma Rousseff o fizer, terá anulado o perigo de perdermos a condição jurídica de impedir uma declaração de independência das minorias étnicas.

Se a presidente denunciar a convenção, terá justificado seu mandato, apesar de todos os erros que tenha cometido até então, mas se não o fizer, estará no mesmo patamar dos traidores acima citados, apesar das eventuais decisões corretas em algum outro setor. Receberá no futuro a maldição de mais de 200 milhões de brasileiros que verão nosso país dividido e espoliado e saberão identificar os responsáveis por esse crime.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGConforme o jurista Celso Serra e outros comentaristas têm alertado aqui no Blog, os termos da Convenção 169 da OIT, combinados com a Declaração Universal dos Direitos das Nações Indígenas, assinada na ONU pelo governo Lula em 2007, abrem caminho para a independência territorial, política e econômica das nações indígenas, que ocupam mais de 20% do território nacional, incluídas as reservas ainda em fase de demarcação. Muitos países, como Estados Unidos, Rússia, Nova Zelândia e Argentina se recusaram a assinar esses tratados, mas o Brasil, estranhamente, os aceitou. Mas quem se interessa? (C.N.)

 

Deputados aprovam projeto que regulamenta parcerias com ONGs

Iolando Lourenço
Agência Brasil 

A Câmara dos Deputados aprovou hoje (2) projeto de lei que cria um marco regulatório para as organizações não governamentais (ONGs),  estabelecendo normas para as parcerias voluntárias com da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios com essas organizações. O projeto segue agora para sanção presidencial.

Pela proposta, as ONGs terão que participar de processo seletivo (chamada pública), além de ter que cumprir uma série de requisitos para poder realizar parcerias com os governos.

Entre as exigências para firmar os contratos estão: existir há, no mínimo, três anos; ter experiência prévia na realização do objeto do convênio; e ter capacidade técnica e operacional para desenvolver as atividades propostas.

Apoio de Lula é a última esperança da candidatura de Alexandre Padilha em São Paulo

Renato Onofre
O Globo

Após perder o apoio do PP para a candidatura de Paulo Skaf (PMDB), o candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, tentou minimizar o impacto da saída do grupo político liderado pelo deputado federal Paulo Maluf da coligação. Contudo, o abandono foi sentido pela campanha petista e aliados. O presidente estadual da legenda Emídio de Souza também tentou colocar panos quentes na debandada, mas deixou transparecer um desconforto de ir para eleição com a menor coligação (PT/PR/PCdoB) entre os três principais candidatos:

– As forças políticas estão conformadas – sentenciou Emídio após uma coletiva convocada pelo candidato petista.

A convocação da coletiva, que contou com membros das executivas estaduais do PC do B e PR, serviu para tentar estancar a rede de boatos que davam conta de uma desbandada geral da candidatura petista. O cantor-político Netinho e o ex-ministro Orlando Silva estavam presentes como o senador Eduardo Suplicy (PT), candidato à

Dentro do PT estadual, o sentimento é de que Padilha foi “abandonado” pelo diretório nacional e pelo próprio ex-presidente Lula que não teria se dedicado a construção das alianças:

– Faltou o carinho que foi dedicado ao Haddad – afirmou um petista lembrando o empenho do ex-presidente da construção da chapa do PT em 2012 que elegeu Fernando Haddad prefeito.

PADILHA “OTIMISTA”

– Não só o PT Nacional, o presidente Lula e o governo federal acompanhou e vai continuar acompanhando muito de perto a nossa coligação. Cada eleição é uma eleição diferente. Neste eleição as forças políticas do estado de São Paulo resolveram se compor da seguinte forma: quem governA o estado de São Paulo há 20 anos, quem governou esse estado 20 anos antes e a única coligação que vai governar o estado pela primeira vez que é a nossa. Isso é política. Essa foi a conformação política. Estamos animados.

A convicção de Padilha, que o fez repetir a mesma resposta acima em todas as questões relativas ao abandono do PP, não encontrou a mesma afirmativa entre aliados que ficaram. Membros do PC do B e do PR resumiram o sentimento interno:

– Só Lula salva a campanha – afirmou um aliado petista à reportagem.

Joaquim Barbosa deveria desistir do processo contra advogado de Genoino

Deu no iG São Paulo

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o advogado do ex-deputado José Genoino, Luiz Fernando Pacheco. A investigação atende à Procuradoria da República no Distrito Federal e foi motivada por pedido do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, que acusou Pacheco dos crimes de desacato, calúnia, difamação e injúria.

No dia 11 de junho, durante uma sessão da Corte, Barbosa mandou seguranças da Corte retirarem o advogado do plenário. Na ocasião, Pacheco usou a tribuna do Supremo para pedir urgência na apreciação do recurso de seu cliente dizendo que casos de presos teriam prioridade na Corte. A Procuradoria-Geral da República chegou a se manifestar favoravelmente ao pedido.

Visivelmente irritado com a situação, Barbosa mandou a segurança do STF retirar o advogado do púlpito, constrangendo os demais ministros. O presidente do STF alegou que o advogado estava “abusando de sua autoridade”.

VERSÃO DE PACHECO

Segundo Pacheco, a abertura da investigação ajudará a esclarecer os fatos. “Achei bom. O inquérito é um instrumento para provar que apenas e tão somente clamei pelos direitos de meu constituinte [Genoino], sem cometer crime algum”, afirmou.

Na ocasião, ao subir à tribuna e interromper um julgamento para cobrar de Barbosa a liberação do recurso, Pacheco foi questionado pelo presidente: “Vossa Excelência vai pautar [a Corte]?”. O advogado respondeu: “Eu não venho pautar. Venho rogar à Vossa Excelência que coloque em pauta, porque há parecer do procurador-geral da República [Rodrigo Janot] favorável à prisão domiciliar deste réu, deste sentenciado. Vossa Excelência, ministro Joaquim Barbosa, deve honrar esta Casa e trazer aos seus pares o exame da matéria.”

Após dizer duas vezes “eu agradeço a vossa excelência”, na tentativa de cortar a palavra de Pacheco, Barbosa determinou a retirada do advogado do plenário. “Eu vou pedir à segurança para tirar este homem”, disse o presidente do STF.

Ao ser abordado pelos seguranças, o advogado protestou: “Isso é abuso de autoridade!” Barbosa ainda retrucou, dizendo que “quem está abusando de autoridade é Vossa Excelência. A República não pertence à Vossa Excelência, nem à sua grei (grupo). Saiba disso.”

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É uma bobagem do ministro aposentado Joaquim Barbosa. Devia desistir da denúncia. Não vai dar em nada. E o advogado de Genoino vai conseguir o que almeja – 15 minutos de fama. (C.N.)

Dono do laboratório confirma: André Vargas fez intermediação com Ministério da Saúde

Deu no TNOnline

Em depoimento ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (2), um dos sócios da Labogen, Leonardo Meirelles, admitiu que o deputado André Vargas (sem partido-PR) foi o responsável por indicar o laboratório para o Ministério da Saúde para a formalização de um contrato de R$ 35 milhões para produção de medicamentos. Ele prestou depoimento como testemunha no processo que investiga a quebra de decoro parlamentar do deputado devido ao seu envolvimento com Youssef.

Segundo Meirelles, Vargas foi apresentado a ele em São Paulo pelo doleiro no ano passado. Youssef teria indicado o deputado como alguém que poderia ajudar na viabilização do contrato. “[Youssef] me disse que procurasse o deputado e apresentasse para ele o projeto do laboratório que era de interesse para a saúde pública do país. […] Estive com deputado algumas vezes onde coloquei para ele que o projeto era bom para o país. […] Diante disso, fomos encaminhados para a Secretaria de Insumos Estratégicos do Ministério”, afirmou.

No entanto, em outro momento do depoimento, Meireles se contradiz e afirma que esteve com o deputado na Câmara e que ele teria feito apenas um “encaminhamento técnico” do projeto. “Não teve intermediação de Vargas. Mostrei para ele o projeto e ele só fez o encaminhamento técnico”, disse. O empresário, no entanto, negou que tenha realizado reuniões com Vargas e Youssef ao mesmo tempo para tratar da Labogen e disse que Vargas não foi com ele ao Ministério da Saúde.

LAVAGEM DE DINHEIRO

De acordo com investigações da Polícia Federa na Operação Lava Jato, a Labogen teria sido usada para lavar US$ 37 milhões (R$ 85 milhões) oriundos dos negócios de Youssef ao simular as importações. Vargas teria auxiliado o doleiro a conseguir um contrato no ministério para o laboratório no valor de R$ 31 milhões. Em uma das mensagens interceptadas pela PF, Vargas e o doleiro aparecem conversando sobre a Labogen e tratam o negócio como a oportunidade de “independência financeira”. A suspeita da polícia é de que o doleiro seja o verdadeiro dono do laboratório.

Para o contrato com o Ministério da Saúde, o laboratório se associou com a EMS dentro de um programa do Ministério da Saúde denominado PDP (Parceria para o Desenvolvimento Produtivo). O objetivo deste programa é transferir para laboratórios públicos a produção de medicamentos. No caso, o Laboratório Farmacêutico da Marinha era o parceiro público das outras duas empresas.

VACCAREZZA DESMENTIDO

O depoimento de Meireles contradiz o que disse o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), um dos principais defensores de Vargas no Congresso desde que as denúncias foram publicadas. Também em depoimento ao Conselho de Ética, ele afirmou nesta terça-feira (01) ter certeza que o deputado não tinha feito lobby para a Labogen no ministério.

Em dezembro de 2013, o laboratório conseguiu fechar uma parceria com o ministério da Saúde. Na época, a pasta era comandada por Alexandre Padilha, hoje candidato ao governo de São Paulo pelo PT.

O empresário confirmou ainda que Youssef deteve o controle das contas da empresa entre 2009 e 2010. De acordo com Meireles, Youssef utilizou a empresa para fazer importações e exportações de insumos farmacêuticos. Na época, a Labogen tinha uma dívida de R$ 54 milhões e desde que foi adquirida por Meirelles em 2008, o único contrato firmado com o poder público foi com o Ministério da Saúde no ano passado.

NOVA FÁBRICA

O doleiro também teria feito um aporte de cerca de R$ 1,2 milhão na Labogen para viabilizar a construção da nova fábrica e para garantir o capital de giro inicial da empresa. Questionado sobre o que teria recebido de Youssef em troca da disponibilização das contas para empresa para o doleiro, Meirelles afirmou que recebia 1% sobre cada transação.

Segundo o empresário, mesmo com o passivo milionário, ele decidiu comprar o laboratório porque tinha informações de que o governo iria modificar a legislação para as indústrias farmoquímicas nacionais. Ele não explicou de onde obteve a informação mas disse que Vargas não estaria envolvido na mudança da legislação.

TRÁFICO DE INFLUÊNCIA

Para o relator do caso, deputado Júlio Delgado (PSB-MG), o depoimento de Meirelles revela que houve tráfico de influência junto ao Ministério da Saúde para a viabilização do contrato da Labogen. “a contradição apresentada por ele deixa claro que houve alguma coisa. Você adquirir uma empresa com R$ 54 milhões de passivo e essa empresa não voltar a ter a atividade que tinha anteriormente, simplesmente para ser uma empresa que tinha relações com o senhor Youssef e que ele usou as contas da Labogen para fazer evasão de divisas e depois essa empresa ter uma intermediação de contratos com o min da saúde e da Marinha deixa claro o tráfico de influência. Falta agora confirmar quem fez esse tráfico, quem fez essa intermediação via Youssef para a Labogen ter essas vantagens aqui no governo federal”, disse.

Relator da cassação de André Vargas quer dados de reuniões de Alexandre Padilha

Ricardo Della Coletta
Agência Estado

Relator no Conselho de Ética da Câmara da representação contra o deputado André Vargas (sem partido-PR), o deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG) vai encaminhar diligência ao Ministério da Saúde pedindo o registro de reuniões – desde agosto do ano passado – do ex-ministro Alexandre Padilha (PT) e do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos da Saúde da pasta, Carlos Gadelha.

O objetivo, segundo Delgado, é identificar as empresas e parlamentares que solicitaram reuniões com Padilha, que é candidato do PT ao governo de São Paulo, ou Gadelha.

O Conselho de Ética analisa um processo de cassação contra Vargas, acusado de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato. Investigações da Polícia Federal sugeriram que o ex-ministro da Saúde indicou um executivo para a Labogen, laboratório controlado pelo doleiro Alberto Youssef e que tentou firmar contrato milionário com a Saúde. Gadelha também é citado nas apurações da PF.

 

As ligações de Vargas – que ao final do processo pode perder o mandato – com o doleiro vieram à público depois que foi revelado que ele pegou carona em um jatinho fretado por Youssef. Pressionado pelo PT a abrir mão do mandato, Vargas renunciou à vice-presidência da Câmara e acabou se desfiliando do partido.

Justiça Federal fica favorável aos militares acusados pelo atentado do Riocentro

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Fabio Grellet
O Estado de S. Paulo

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região concedeu habeas corpus em favor dos seis militares denunciados pelo Ministério Público Federal por envolvimento no caso da explosão de bombas no Riocentro, em 30 de abril de 1981, em julgamento realizado na tarde desta quarta-feira, 2. A defesa dos generais Nilton Cerqueira e Edson Sá Rocha, do coronel Wilson Machado e do major Divany Barros pediu o trancamento de processo instaurado pela atuação no atentado.

O relator do processo, desembargador federal Ivan Athié, concordou com as alegações da defesa, segundo a qual o crime prescreveu e os militares seriam beneficiados pela Lei de Anistia. Na prática, a decisão impede a ação de tramitar na Justiça. O segundo voto, do desembargador federal Abel Gomes, contrariou o relator quanto a aplicação da Lei de Anistia, mas concordou que o crime prescreveu porque em sua opinião não se tratou de crime contra a humanidade.

Embora o caso já estivesse decidido, o terceiro julgador, desembargador federal Paulo Espírito Santo, fez questão de registrar que é contra a concessão do habeas corpus. Para ele, nem a Lei de Anistia nem a prescrição se aplicam neste caso.

O procurador federal Rogério Nascimento já anunciou que vai recorrer da decisão. O caso ainda pode ser levado tanto ao Superior Tribunal de Justiça como ao Supremo Tribunal Federal.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGA Lei de Anistia não se aplica, porque é anterior ao atentado e só anistiou os crimes cometidos no passado. O desembargador-relator jamais poderia ignorar esta realidade. Agindo assim, protegeu terroristas que não merecem compaixão. E ainda chamam isso de justiça. (C.N.)

Governo paranaense pede ao Supremo a prisão do Secretário do Tesouro, Arno Augustin

Deu na Folha

Em protesto contra a retenção de um empréstimo federal, o governo do Paraná pediu na terça-feira (1º) a prisão em flagrante do secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, e do subsecretário do órgão, Eduardo Guerra, por crime de desobediência.

O pedido foi enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), que já ordenou, por três vezes, a liberação dos recursos do Proinveste ao Paraná.

Linha federal de financiamento para infraestrutura, o Proinveste foi liberado há cerca de dois anos para todos os Estados da federação, menos o Paraná, que tinha direito a R$ 816 milhões. O governo de Beto Richa (PSDB) recorreu ao STF, que ordenou a sua liberação.

Mas o Estado diz que ainda não teve acesso ao dinheiro depositado na conta do Banco do Brasil.

“Estávamos acreditando na boa fé desses caras. Mas não adianta”, diz o procurador do Paraná Sérgio Botto de Lacerda. “Pedir a prisão é a única medida que nos resta.”

O Tesouro Nacional, responsável por autorizar as operações de crédito, sustentava que descumprimentos da Lei de Responsabilidade Fiscal, como gastos excessivos com pessoal, impediam a concessão do empréstimo.

DISCRIMINAÇÃO

A gestão de Richa reclamou de “discriminação” e “perseguição sem precedentes”, já que Estados com os mesmos problemas tiveram o empréstimo liberado.

Em abril, Augustin chegou a informar ao Estado que o dinheiro seria liberado o mais breve possível, em razão das decisões do STF. A mesma promessa foi feita pelo ministro Guido Mantega em maio.

O governo do tucano passa por dificuldades financeiras, com obras atrasadas e suspensas, e diz precisar do dinheiro para recompor o caixa. O Estado deve cerca de R$ 270 milhões a fornecedores.

Após análise, o STF entendeu que o Tribunal de Contas havia aprovado as finanças do Estado, e que isso era suficiente para que o Tesouro liberasse o empréstimo.

MULTAS DIÁRIAS

As decisões do ministro Marco Aurélio Mello saíram em fevereiro, abril e junho. Na última, Mello aumentou a multa diária por descumprimento para R$ 500 mil e afirmou estar “estarrecido” com o atraso na liberação.

“É inconcebível que, por isto ou por aquilo, persista-se em certa ótica com o objetivo de driblar a decisão do STF.”

Procurado, o Tesouro Nacional informou que o contrato de garantia que permite a realização do empréstimo foi feito em maio e que o processo daqui em diante não depende do órgão.

O governo paranaense diz que o Banco do Brasil faz consultas ao Tesouro antes de liberar o dinheiro, e que o próprio Tesouro informou, em ofícios recentes ao Estado, que ainda está analisando o alcance das decisões do STF.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Só pode ser inferno astral. Há alguns dias, Arno Augustin foi humilhado publicamente pelo ex-presidente Lula, perante uma seleta plateia de grandes empresários, recebendo “lições” de como “conduzir” o Tesouro. Agora, pedem a sua prisão… Pelo visto, Arno Augustin precisa ser exorcizado... (C.N.)

 

Sufoco foi geral nas oitavas de final

Chico Maia
O Tempo

Os jogos das oitavas de final foram bons de tal forma que cheguei a torcer para que houvesse prorrogação e até pênaltis. Jogadores e seus comandantes passaram por uma prova geral: técnica, física e psicológica. E no conjunto, quem não preencheu a contento um ou mais destes requisitos estava condenado à eliminação. Como os melhores do mundo estão se enfrentando, a quantidade de erros, individuais ou coletivos, é mínima, daí, tantos empates no tempo normal ou placares apertados.
Até um dos melhores ataques do mundo foi contido quando o sistema defensivo foi eficiente e não cometeu falhas, como no empate sem gols entre Argentina e Suíça, no Itaquerão. Só mesmo a genialidade de um Messi e a precisão de um Di Maria, na conclusão, para arrancar a vitória quando faltavam três minutos para o fim da prorrogação.
Todas as seleções apontadas como favoritas passaram aperto nas oitavas, apesar de enfrentarem seleções consideradas pela imprensa como sendo da “prateleira de baixo”. Com grau semelhante de dificuldade; ninguém respirou aliviado depois dos enfrentamentos. Todos os embates foram resolvidos nos momentos finais.
Sem refresco
O Brasil passou pelo Chile no desespero dos pênaltis, depois daquela bola no travessão no fim do jogo; a França penou contra a Nigéria, apesar da vitória no tempo normal; a Alemanha, mais ainda contra a Argélia, e, na prorrogação, tendo que se superar. A Holanda virou o jogo contra o México quando tudo parecia perdido e a Argentina foi aquele sufoco contra a Suíça, também na prorrogação.
Passaram nas provas
As demais classificadas para as quartas de final não eram apontadas como favoritas, mas podem surpreender, como muitos previam. Antes de a Copa começar eu não acreditava na Colômbia e não esperava muita coisa da Bélgica. Costa Rica, nem pensar! A partir de agora é diferente, já que a sequência de jogos mostrou que principalmente os colombianos estão muito bem preparados e têm pelo menos três jogadores acima da média.
Lá e cá!
Destacam-se de forma especial na Colômbia o goleiro Ospina, o lateral Cuadrado e este camisa 10 James Rodriguez, que provou ser, além de bom de bola, bom de cabeça. Personalidade de veterano, apesar de apenas 22 anos.
Será uma grande partida este confronto com o Brasil, já que os colombianos não são retranqueiros e saem para o jogo. Bola lá, bola cá!

Final ideal
França e Alemanha farão o maior clássico das quartas de final e o vencedor enfrentará o Brasil ou a Colômbia na semifinal. Do outro lado, zebras à parte e em condições “normais de temperatura e pressão”, Holanda e Argentina devem passar pela Costa Rica e Bélgica, respectivamente, e se enfrentar na outra semifinal. Outro clássico mundial seria o fechamento ideal para esta Copa, que está sendo ótima para o futebol de qualidade.

 

Pessoal da Fifa hospedado no Copacabana Palace está envolvido no escândalo da venda irregular de ingressos

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Deu no UOL

Apuração realizada por policiais da 18ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro levantaram fortes indícios de que pessoas ligadas à entidade máxima do futebol colaboram com o esquema irregular de comercialização de bilhetes do Mundial.

De acordo com o delegado Fábio Barucke, chefe da delegacia, boa parte dos tíquetes vendidos pela quadrilha de cambistas são obtidos no hotel em que dirigentes da Fifa estão hospedados no Rio, o Copacabana Palace.

“Temos elementos suficientes para entender que há pessoas da Fifa envolvidas”, disse Barucke. “Membros da quadrilha presos recebiam pedidos de ingressos, entravam no Copacabana Palace e saiam com as entradas encomendadas.”

(Texto enviado por Yuri Sanson)

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGAgora, quem merece um chute no traseiro são os dirigentes desta federação. (C.N.)