8 thoughts on “Charge do Alpino

  1. Os 10 pecados capitais da política econômica do governo Dilma

    ESCRITO POR FERNANDO ULRICH

    O brilhante economista Thomas Sowell certa vez disse que:

    A primeira lição da economia é a da escassez: nunca há uma quantidade suficiente de alguma coisa de modo a satisfazer todos que a desejam.

    Já a primeira lei da política é ignorar a primeira lição da economia.

    A política econômica do governo tem insistido em ignorar as leis econômicas. Mas as leis econômicas não têm ideologia. E, assim como a lei da gravidade, as leis econômicas agem inexoravelmente sobre todas as pessoas (e governos também!).

    Vejamos os dez pecados capitais da política econômica do governo Dilma.

    1. Inflação

    A definição clássica de inflação é ‘aumento na quantidade de dinheiro na economia’. O que causa esse aumento da quantidade de dinheiro na economia é a expansão do crédito feita pelo sistema bancário, que pratica reservas fracionárias, e pelo Banco Central, que protege e dá sustentação a este sistema. (Mais detalhes aqui).

    Aumento de preços, portanto, é uma mera consequência da inflação. A desvalorização da moeda é a consequência dessa política de inflação.

    Os pobres são sempre os mais prejudicados.

    Não é culpa da China nem da falta (ou excesso) de chuvas. Tampouco são o tomate ou o chuchu os grandes vilões da inflação. Por meio do Banco Central, somente o governo pode imprimir moeda. A leniência com a perda de poder de compra do real está cada vez pior. O centro da meta da inflação já não é perseguido há alguns anos, e não há perspectiva de atingi-lo rapidamente. O IPCA dos últimos 12 meses está em 6,75%.

    2. Bancos Públicos

    Fazendo ressurgir os velhos problemas das décadas perdidas, hoje os bancos públicos são responsáveis por mais da metade de todo o estoque de crédito no país. E como a expansão creditícia é essencialmente uma forma de criar moeda, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES são hoje grandes motores da inflação brasileira.

    Veja todos os detalhes aqui.

    3. Controle de preços

    Se controlar os preços funcionasse, o Plano Cruzado teria sido um sucesso.

    O preço da energia elétrica é controlado, o preço do petróleo está artificialmente represado, as tarifas de transporte público são determinadas por vontade política, o preço do crédito (taxa de juros) é manipulado etc.

    E apesar disso tudo, o IPCA está acima do teto. Alguém acredita que esse índice realmente reflete o aumento do custo de vida da classe trabalhadora?

    Controlar preços é receita para o desastre.

    4. Maquiagem das contas públicas

    Qual o déficit orçamentário do governo? Com ou sem os dividendos do BNDES? Com ou sem os restos a pagar? A dívida líquida desce, mas a dívida bruta só sobe? Qual importa?

    Transparência não é o forte deste governo. E as contas públicas estão cada vez menos inteligíveis. Querem esconder os sintomas, mas a doença permanece intocada. O quadro fiscal está cada vez mais preocupante, e maquiar o problema só piora a situação.

    5. Estatais

    Esse item mereceria uma lista própria, pois a quantidade de estatais sendo usadas para condução da política do governo é infindável.

    Seja a Petrobras tabelando preços do petróleo em território nacional, seja a Eletrobras destruindo seu próprio caixa ao reduzir as tarifas de maneira populista, seja o BNDES direcionando crédito subsidiado aos campeões nacionais eleitos pelo governo, o uso político de empresas importantes à economia nacional é temerário.

    Já vimos esse filme antes. E nos custou muito caro. Os prejuízos começam a avolumar-se. Em algum momento a conta irá chegar e, como sempre, quem paga são os mais pobres, com juros e correção monetária.

    6. Falta de Investimentos

    Uma economia só cresce de forma sustentável com aumento de produtividade. E para isso é preciso poupança e investimentos, duas varáveis que despencaram no governo Dilma.

    Especialmente no setor privado, falta confiança e regras claras para poder investir. O enorme programa de concessões está sendo um fracasso. As excelentes oportunidades na área de infraestrutura permanecem sem serem aproveitadas. E não é por falta de apetite dos investidores (domésticos e internacionais).

    Com infraestrutura precária, o custo Brasil inviabiliza diversos investimentos.

    7. Hiperatividade e microgerenciamento da economia

    Alguém se lembra quantos pacotes de estímulos foram lançados pelo Ministro Mantega nos últimos anos? Nada menos do que trinta!

    Reduz imposto daqui, sobe acolá, concede subsídios ao setor agrícola, remove isenções do setor XPTO, altera alíquota do IPI temporariamente de forma permanente, estimula a linha branca, desestimula a linha preta, determina a taxa de retorno dos investidores das concessões de infraestrutura, aumenta as tarifas de importação para “estimular” a indústria nacional etc.

    É pacote demais e arbitrariedade demais. Como diz o velho ditado: muito ajuda quem não atrapalha. Neste ponto, menos é mais.

    8. Crescimento econômico, incerteza e desconfiança

    Todos esses pontos geram o pior sentimento possível na economia: a insegurança.

    A incerteza sobre o que o governo fará amanhã paralisa os empresários. A incerteza sobre novas políticas gera desconfiança nos investidores internacionais.

    A economia patina e os trabalhadores começam a sentir insegurança com relação a sua própria estabilidade de emprego e, consequentemente, adiam compras mais relevantes.

    Nesse cenário, crescimento econômico é milagre.

    9. Errar é humano, botar a culpa nos outros mais ainda

    Aos olhos da equipe econômica, se há alguma patologia na economia brasileira, a culpa é externa.

    Ora é a crise financeira, ora é o desaquecimento chinês, ora é a safra agrícola mundial, ora é a política do Federal Reserve, ora são os preços das commodities etc.

    Já é passada a hora de olhar para o próprio umbigo.

    10. Equipe econômica

    Dilma acha que entende de economia, Alexandre Tombini obedece, Guido Mantega é keynesiano e Arno Augustin é marxista. Deste pecado, decorrem todos os outros.

    Adicione uma boa dose de corrupção e uma grande pitada de burocracia e os males da política econômica do governo se tornam ainda piores.

    É preciso mudar. Mudar já. Mas quem está no comando não concorda com esse diagnóstico. Desconhecem ou ignoram a doença. Quem está no comando não quer mudar a fórmula, apenas alterar a dose. Remédio errado e na dose errada.

    No curto prazo, para tentar curar o paciente, só nos resta tentar mudar quem está no comando.

    Fernando Ulrich é mestre em Economia da Escola Austríaca, com experiência mundial na indústria de elevadores e nos mercados financeiro e imobiliário brasileiros. É conselheiro do Instituto Mises Brasil, estudioso de teoria monetária, entusiasta de moedas digitais, e mantém um blog no portal InfoMoney chamado “Moeda na era digital”. Também é autor do livro “Bitcoin – a moeda na era digital”.

    Publicado no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil – http://mises.org.br

  2. Empréstimos ilegais: pelo impeachment de Dilma Rousseff

    ESCRITO POR TON MARTINS & OLAVO DE CARVALHO

    Os empréstimos ilegais a Cuba, Angola etc. são DECISÕES DO FORO DE SÃO PAULO. CRIME DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, CRIME ELEITORAL E VIOLAÇÃO OSTENSIVA DA CONSTITUIÇÃO.

    Que mais será preciso para alguém entender que a autora desses crimes NÃO PODE ser candidata à presidência?
    *

    Sob os pretextos mais fúteis e levianos, que nunca passaram de slogans pejorativos e desconversas bobas, os que teriam a obrigação de defender a pátria contra invasores e usurpadores recusaram-se a investigar as ligações PT-Farc, o Foro de São Paulo, os empréstimos ilegais a Cuba, Angola e outros países comunistas, sempre repetindo o chavão: “Não é assim que vamos nos livrar do PT. Temos é de vencê-lo nas eleições.” Consagraram assim o princípio de que o sucesso eleitoral torna impuníveis os crimes passados e futuros do candidato. Foram ESSES INDIVÍDUOS E GRUPOS que, com solicitude paternal, consagraram a ditadura petista com o nome de “democracia”. São todos tão criminosos quanto Lula, Dilma, et caterva. Podemos esquecer o mal que praticaram, com a condição de que AJAM AGORA, fazendo tardiamente o que não fizeram em tempo. Mas, se preferirem omitir-se novamente, insistindo em chamar de democracia o império do crime e a prepotência da impunidade garantida, será preciso anotar os seus nomes um a um para que não fiquem fora da lista dos criminosos quando se restaurar a justiça neste país.

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    Quando enfim virmos Dona Dilma pelas costas, aí sim será a hora de instaurar uma “Comissão da Verdade” — não para investigar os crimes hipotéticos de meio século atrás, e sim aqueles, bem provados e comprovados, que foram cometidos agora mesmo, bem diante das nossas barbas.
    *
    Aceitar criminosos como candidatos à presidência é aceitá-los virtualmente como presidentes, mesmo que percam as eleições. É tornar-se cúmplice de seus crimes.
    *
    Aceitar @dilmabr como candidata à presidência. É UM CRIME.‪#‎Eleicoes2014‬. (Postado no Twitter.)
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    Não há prova maior de subserviência do que aceitar um criminoso como candidato à presidência em vez de enviá-lo à cadeia. Isso não é democracia: é ditadura enfeitada.
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    “Democracia”, para os bundões, é desativar o sistema judiciário e, em vez de prender os criminosos, concorrer com eles nas eleições.
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    Não há democracia se um partido têm o direito à prática de crimes e o outro, em vez de denunciá-lo e fechá-lo, tem como única alternativa concorrer com ele nas eleições e nem mesmo poder xingá-lo.

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    Do blog de Enio Meneghetti: Transcrição da entrevista de Heródoto Barbero (HB) com a professora da USP Maria Estela Basso (MEB) traduz a ilegalidade dos empréstimos feitos pelo Brasil a diversos países, entre eles para construção do Porto de Mariel em Cuba. Como se poderá ver, com o rito seguido, tais empréstimos contrariam a Constituição Federal e podem acarretar sanções legais gravíssimas.

    00:3 – Comentarista: Hoje vou comentar uma entrevista do jornalista Heródoto Barbero…

    00:20- HB = Heródoto Barbero: (…) – quanto será que o Brasil já emprestou para vários países, pelo BNDES?

    00:35 : Pelo site, NÃO DÁ PARA SABER (…) … qual o valor emprestado e nem PARA ONDE isso foi emprestado…

    0:50 – Sabemos que foi emprestado para Angola, Cuba, Venezuela, Equador, mas isso é o que a IMPRENSA publica … (…) tem uma hidroelétrica no Equador que é … tem na Bolívia também, pois a gente não fica sabendo…

    1:04 – C: – Pois é, Heródoto. Por que será que não dá para saber? Por que não está no site do BNDES? Por que não há transparência? Por que fica essa coisa ESCUSA, SIGILOSA, sendo que um dos princípios da Administração Pública, do Direito Administrativo, é a TRANSPARÊNCIA?Fica muito estranho…

    1:29 – HB… aí nossa produção pediu SOCORRO para alguém, para saber se isso É LEGAL ou ILEGAL… prá isso temos aqui a professora Maria Estela Basso, que é professora da Universidade de São Paulo (USP). Professora, como é que faz isso? Eu, como cidadão, não tenho o DIREITO de saber quanto o BNDES empresta para A, para B ou para C?

    1:50 – Maria Estela Basso – MEB : Claro, tem não só o Direito, mas a OBRIGAÇÃO, porque a gente tem que cuidar para onde vai o dinheiro que a gente ganha. E é um ABSURDO como se cristalizou nos últimos anos, essa conduta do governo, de fazer empréstimos internacionais sem que eles passem pelo Congresso, o que é INCONSTITUCIONAL.

    2:14 – HB – Ele (o governo) não pode fazer empréstimos internacionais?

    2:16 – MEB – NÃO. ELE NÃO PODE EMPRESTAR.

    2:17 -C – Bem, Heródoto, passou quase desapercebida a palavra INCONSTITUCIONAL. Foi isso que minha colega disse aí. Bom, se é INCONSTITUCIONAL, eu fui ver na CONSTITUIÇÃO onde está o Artigo que diz que NÃO PODE fazer isso. Então, comprei aqui um exemplar e vamos lá no ARTIGO 49: … ” É de competência EXCLUSIVA do Congresso Nacional: “ – EXCLUSIVA – atenção para a palavrinha – ÍTEM 1 – “resolver definitivamente sobre TRATADOS, ACORDOS, ou ATOS INTERNACIONAIS que acarretem ENCARGOS ou COMPROMISSOS GRAVOSOS ao Patrimônio Nacional … (…)”. Não preciso ler mais nada.É ÓBVIO que este empréstimo para bancar o Porto de Mariel teria que passar pela aprovação BICAMERAL, Senado e Câmara dos Deputados e NÃO PASSOU. O que é isso? ATO DITATORIAL! Onde cabe, inclusive, processo de IMPEACHMENT! Cadê o Procurador Geral da República? Cadê o pessoal? OAB? Cadê vocês aí, meus colegas da OAB, ninguém faz nada?

    4:18 – E a Constituição não dá o direito ao cidadão, por si só, de movimentar e acionar este tipo de procedimento. Senão, eu o faria, isoladamente. Não é? A Constituição, TÃO DEMOCRÁTICA, chamada de “Constituição Cidadã, não dá este Direito a mim ou a você que está me assistindo. Vai ter que solicitar por esse pessoal aí. E ninguém FAZ NADA! Isso me deixa DESCONFIADO. Isso me deixa PREOCUPADO com o caminho que segue o Brasil. Um caminho TIRÂNICO e DITATORIAL. A C O R D E povo brasileiro! E aí a gente vê notícia: “Dilma com a popularidade lá em cima.” Tsc, olha, tem coisa errada aqui, pessoal…

    5:01 – HB – (…) … quando ele pede, ele também tem que pedir autorização?

    5:05 – MEB: Sim. Mas os acordos internacionais de empréstimos do Brasil para a Venezuela, para Cuba, para a Argentina, esses empréstimos são escritos num acordo INTERNACIONAL. Assinados pelos dois (duas) presidentes(as). Uma vez assinados, eles TEM QUE PASSAR pelos parlamentos, pelo Congresso, para obter APROVAÇÃO. É o momento no qual O POVO, NÓS, DIZEMOS se nós queremos EMPRESTAR ou NÃO.

    5:35 ; HB – Então esses empréstimos SÃO ILEGAIS?

    5:37 – C – Então, Heródoto, viu como passou desapercebido? Ela já falou. Esses acordos são INCONSTITUCIONAIS. E eu li aqui o Artigo 49 da Constituição, que endossa o que minha colega está falando.

    5:51 – MEB – São INCONSTITUCIONAIS. Eles não tem eficácia jurídica, na verdade. Então, emprestar para CUBA de forma SECRETA é INCONSTITUCIONAL e significa que esse acordo feito pelos dois presidentes, ELE É NULO PERANTE O DIREITO BRASILEIRO.

    6:07 – HB – Quer dizer então que quando é feito um contrato desses ele também é secreto? (rindo)

    6:12 – Coment – Heródoto do céu! Não PODE ser secreto! Ela acabou de falar. Tem que passar pela aprovação Bicameral, do Senado e da Câmara. NÃO PODE ser secreto. É inconstitucional! Só para a gente entender, “INCONSTITUCIONAL” quer dizer: É ACIMA DO ILEGAL! É MAIS GRAVE DO QUE ILEGAL! É o pior que tem! Porque na HIERARQUIA LEGAL, a Constituição está LÁ EM CIMA. Então, agredir a Constituição é a coisa MAIS GRAVE que um Presidente pode fazer. DÁ IMPEACHMENT! Podem demitir a Dilma! Essa coisa toda deveria ser PAUTA dos nossos deputados, e senadores. Entendeu, Heródoto? É INCONSTITUCIONAL! É ILEGAL! NÃO PODE! Esse é o problema. a gente não entende e está acontecendo. Vamos a entrevista.

    7:20 MEB – (…) Ele não pode ser secreto. Jamais. Porque ele tem que passar pelo Congresso Nacional, obter aprovação do Congresso e o Congresso pode não aprovar. Porque ele (Congresso) fala em nosso nome e ele pode dizer: “Não, eu não quero que o dinheiro do brasileiro, do governo, vá para financiar esta obra estrangeira porque esse dinheiro deve ser investido aqui.” Então, o Congresso tem o poder de dizer NÃO. Só depois que ele diz SIM é que volta para a mesa do presidente e ela então CONFIRMA aquele ato que ela assinou lá, tempos atrás. Se não acontecer esse ritual, o acordo É INCONSTITUCIONAL.

    8:00 – HB – Então alguém pode entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN)?

    8:04 – MEB – Sim, perante o Supremo (STF). Isso já aconteceu no passado, Heródoto.

    8:08 – Coment. – Bom, Heródoto, agora gostei de você. Só faltou uma coisinha: não é que alguém PODE entrar. Alguém DEVERIA entrar. Não é “poder”, não. Tem OBRIGAÇÃO LEGAL. Cadê o Ministério Público? PROCURADOR GERAL DA REPÚBLCA?!? ALÔ! OAB? Alô, gente que tem a competência INSTITUCIONAL, a competência CONSTITUCIONAL pra fazer isso, essas pessoas DEVERIAM fazer ISSO! TEM QUE FAZER! E alguém não faz… Por que é que não fazem? Não sabem? Tá com preguiça? Esqueceu? A coisa fica muito “estranha”… Tem m-a-i-s situação aí por trás, dos BASTIDORES… Tem cooooisa acontecendo… e a gente não se dá conta. A imprensa não se dá conta. Você, Heródoto, é um grande jornalista, que eu respeito, mas você parece que está caindo das nuvens. Nossa! então é isso? Estão levando o país para uma VENEZUALIZAÇÃO! Gente, é a turma do falecido Chavez, o Maduro, que aliás proibiu as redes sociais… Tem aí no Estadão notícia sobre isso. Um horror! (…) A família Castro em Cuba, estamos mandando dinheiro para lá também. Manda para a Kirchner na Argentina. Os amiguinhos… E a imprensa, “olha…”, “será?” É! Alô, oposição! (…)

    (…) 10:14

    10:39 MEB – (…) … porque no passado, até o governo Collor, ou seja, antes da Constituição de 88, alguns presidentes brasileiros fizeram este tipo de acordos de cavalheiros, acordos secretos (…). Com a Constituição de 88 isso foi PROIBIDO, porque ficou expresso que todos os acordos tem de ter a aprovação do Congresso Nacional. Então, do Collor para cá, eles não fizeram mais. E agora está havendo EXCEÇÃO, porque voltaram esses acordos que eram usados no passado para fugir do controle do Congresso Nacional. (11:20)As Adins…. (…)

    14:08 – HB – E o seguinte, e quanto às informações constantes do BNDES? Ele pode esconder isso dos deputados?

    14:14 – MEB – Não, não pode! Até pelo princípio da Transparência, porque se trata de um órgão público. É um ato RELAPSO de não dar essas informações. E até porque, talvez as pessoas não cobrem dele (BNDES). Então ele vai escondendo. Vai negociando isso, divulgando na medida que interessa (…). Sim, mas deverá divulgar isso. Pelo menos amanhã cedo, já que está sendo levantado por você… (Heródoto)

    (Transcrito do Mídia Sem Máscara)

  3. Que país é este em que viola-se a Constituição e fica por isto mesmo! Minha pergunta é a seguinte Não caberia ao STF declarar a inconstitucionalidade dos empréstimos bem como seu segredo? Acredito que isto seja um crime de lesa-pátria
    e como tal passível de todas suas consequências!

    • É um crime de lesa-pátria sim.

      A acusação tem de ser articulada junto à Câmara dos Deputados que incumbirá, por decisão de dois terços de seus membros, ao Senado Federal o julgameto.

      Ninguém, até agora, fez isso.

  4. Se, dizem que o futuro, a Deus pertence, no caso presente o senhor Wagner Pires já faz parte daqueles que não se omitem, e coloca os fatos, sempre, aqui, na Tribuna da Internet, prevendo que o futuro da Nação não fique mais comprometido do que está.
    Parabéns, senhor Wagner.

    Fatos atinentes aos múltiplos ramos de uma sinistra árvore que representa a República do Brasil, sob a gerência do partido mais corrupto até então desmascarado, e que já está perto de conseguir alcançar toda a sua ramagem, o seu objetivo maior, o Foro de São Paulo, através de práticas criminosas desconhecidas da opinião pública. sempre encobertas pelo festival de mentiras e outros engodos…

    O senhor Wagner Pires, nos traz dois textos, transcritos de fontes confiáveis, que elucidam situações que estão acontecendo, sob o beneplácito de autoridades originadas para defender a nossa Constituição , como o Congresso Nacional e o Poder Judiciário.

    À lamentar, que esses comentários fiquem restritos ao público deste blog, embora tenham sido originalmente publicados em sites de boa afluência como o Instituto Ludwig von Mises Brasil e Mídia sem Máscara.

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