9 thoughts on “Charge do Alpino

  1. Concentração de renda no Brasil é maior do que mostra IBGE

    Rio – Uma realidade do país que as pesquisas de amostragem do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não conseguem identificar vem sendo revelada por meio da avaliação e cruzamento de dados da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física. Trabalho dos pesquisadores da Universidade de Brasilía (UnB), Marcelo Medeiros, Pedro Souza e Fabio Castro, o estudo revela que, no período de 2006 a 2012, a concentração de renda não só aumentou, como também é mais alta do que a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) vem constatando.

    Marcelo Medeiros, que também é pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), explica que a renda no Brasil é extremamente concentrada no topo e têm se mostrado cada vez mais desigual ao longo dos últimos anos. Segundo Medeiros, os 5% mais ricos detêm 50% da renda total do país, medida pelo Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

    “Se a desigualdade tem caído nos últimos anos, ela cai abaixo do topo. Isto é, abaixo dos 10% mais ricos. Acima disso, a renda só cresce”, apontou o pesquisador, diante de uma pequena plateia de acadêmicos, em seminário organizado pelo Ipea, no Rio, para apresentar e discutir a metodologia aplicada no estudo de Medeiros e seus parceiros.

    O professor da UnB pontua que embora a Declaração do Imposto de Renda seja incompleta na base — visto que apenas 15% da população declara imposto, já que os mais pobres são isentos do processo —, na Pnad a inconsistência acontece no topo, porque não se consegue captar a renda dos mais ricos. Por isso, a pesquisa não é capaz de revelar o verdadeiro grau da concentração de renda no país.

    “A Pnad e o IR caminham juntos até a faixa dos 10% mais ricos, mas a divergência acontece no topo, com os 5% mais ricos. Isso acontece porque não se chega à casa dos ricos, e quando se chega não se consegue as respostas, seja por uma subdeclaração do entrevistado na Pnad, seja por limitações das perguntas no questionário”, disse Medeiros, enfatizando que a renda dos 1% mais ricos chega a R$ 229 mil por ano, algo como R$ 17 mil por mês.

    “O questionário do Censo Demográfico consegue nos trazer uma resposta bem próxima da dos dados tributáveis, mas eles trabalham como uma amostra”, completa o pesquisador, esclarecendo que, no quesito “renda” o IBGE trabalha apenas com amostragem.

    Divulgada em setembro pelo IBGE, a Pnad revelou que a concentração de renda caiu no país. Os dados do Índice de Gini referentes ao rendimento domiciliar — que soma a renda de todos os membros da família obtida pelo trabalho, aposentadorias, pensões, aluguéis, programas de transferência de renda — saiu de 0,499 em 2012 para 0,497 em 2013.

    Por meio da nova metodologia utilizada, os pesquisadores da UnB acreditam que a defasagem entre o Índice de Gini e o Imposto de Renda chegue a 10%. Em outras palavras, na Pnad o Índice de Gini apareceria 10% melhor do que quando se utiliza os dados do IR.

    Medeiros conta que o estudo, embora inovador, esbarra em obstáculos técnicos, como o repasse dos dados pela Receita Federal, visto que as informações não são de livre acesso. Ele reforça que vários modelos foram testados para comprovar a tese. “Quando se erra, estamos sempre subestimando a condição de renda. Isto é, a concentração pode ser ainda maior do que imaginamos”, disse o pesquisador, que antecipa um novo desafio do grupo: a análise histórica da concentração de renda desde 1969.

    (Transcrito do Jornal Brasil Econômico)

  2. Carga tributária brasileira ajuda País a se tornar menos competitivo

    Brasil cai para 39º em ranking elaborado pela Fiesp

    O Brasil caiu para a 39ª posição em 2013 no ranking apurado pela pesquisa Índice de Competitividade das Nações, desenvolvida anualmente pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O levantamento separa os países em quatro quadrantes: competitividade elevada, satisfatória, média e baixa. Com 21,5 pontos, o Brasil continuou no grupo de baixa competitividade. Em 2012, o país tinha ficado no mesmo grupo, só que em 37º lugar, com 24,1 pontos.

    No levantamento, a Fiesp cita que, de 2012 para 2013, o Brasil continuou no quadrante de baixa competitividade, porque, apesar de ter reduzido os juros e apresentado crescimento da produtividade total, o país reduziu a poupança, aumentou o déficit comercial e o saldo de transações correntes, reduziu os meses de importação cobertos pelas reservas e manteve a elevada carga tributária, hoje em torno de 37%.

    A nota brasileira em 2013 só não foi pior do que a da Turquia (20 pontos), Colômbia (19 pontos), Indonésia (17,4 pontos) e Índia (10,3 pontos). No topo do ranking do grupo de competitividade elevada, está mais uma vez os Estados Unidos, com 86,6 pontos, seguido pela Suíça (78), Coreia do Sul (77,1) e Cingapura (72,9 pontos). Apesar disso, Cingapura, Áustria, Hungria e Israel foram os países que, segundo o levantamento, ganharam mais competitividade entre 2012 e 2013.

    Diante disso, o estudo identificou seis prioridades na agenda de políticas públicas para que o Brasil retome a rota de crescimento. Como urgência, o levantamento aponta a simplificação e a redução da carga tributária para o setor produtivo, a redução no custo do financiamento e o alinhamento cambial. Outras condicionantes que merecem atenção, destaca a pesquisa, são investimentos em infraestrutura, Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e alinhamento cambial.

    (Transcrito do IBPT)

  3. Valor da Cesta Básica aumenta em 12 cidades

    Em outubro, houve aumento dos preços do conjunto de bens alimentícios essenciais em
    12 das 18 cidades onde o DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
    Socioeconômicos – realiza mensalmente a Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos. As maiores
    altas foram registradas em Curitiba (4,37%), Porto Alegre (3,96%), Campo Grande (3,93%) e
    Florianópolis (3,64%). As reduções ocorreram em Salvador (-2,21%), Recife (-1,51%), Natal
    (-0,79%), João Pessoa (-0,78%), Aracaju (-0,15%) e em Belém, o valor da cesta quase não variou
    (-0,01%).

    Florianópolis foi a cidade onde se apurou o maior valor para os produtos essenciais
    (R$ 353,18). A segunda maior cesta foi observada em São Paulo (R$ 341,04), seguida por Porto
    Alegre (R$ 340,63). Os menores valores médios para o conjunto de gêneros básicos foram
    verificados em Aracaju (R$ 232,82), Salvador (R$ 257,80) e Natal (R$ 265,27).

    Com base no custo apurado para a cesta mais cara, a de Florianópolis, e levando em
    consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser
    suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia,
    saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima
    mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em outubro deste ano, o salário mínimo
    necessário deveria ser de R$ 2.967,07, ou seja, 4,10 vezes o mínimo em vigor, de R$ 724,00. Em
    setembro, o mínimo necessário era de R$ 2.862,73, ou 3,95 vezes o piso vigente. Em outubro de
    2013, era menor e correspondia a R$ 2.729,24, ou 4,03 vezes o mínimo da época (R$ 678,00).

    (Transcrito do DIEESE)

  4. Petrobrás não divulgará os resultados contábeis do terceiro trimestre do ano corrente, contrariando a Lei das S/A., e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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    Demonstrações Contábeis do terceiro trimestre de 2014

    14.Nov.2014

    Leia o comunicado que divulgamos a respeito das demonstrações contábeis do terceiro trimestre deste ano:

    A Petrobras informa que não arquivará junto à Comissão de Valores Mobiliários – CVM as demonstrações contábeis do terceiro trimestre de 2014 com o relatório de revisão dos seus Auditores Externos, PricewaterhouseCoopers (PwC), no prazo previsto na Instrução CVM 480/09, pelas razões expostas a seguir.

    Como é de conhecimento público, a Petrobras passa por um momento único em sua história, em face das denúncias e investigações decorrentes da “Operação Lava Jato” conduzida pela Polícia Federal, na qual o ex-diretor de Abastecimento da companhia, Paulo Roberto Costa, foi denunciado pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa e está sendo investigado pelos crimes de corrupção, peculato, dentre outros.

    Diante de tal cenário, e considerando o teor do depoimento do ex-diretor de Abastecimento da companhia, Paulo Roberto Costa à Justiça Federal em 08/10/2014, quando fez declarações que, se verdadeiras, podem impactar potencialmente as demonstrações contábeis da Companhia, a Petrobras vem adotando diversas providências que visam ao aprofundamento das investigações.

    Nesse contexto, a Petrobras celebrou contratos, em 24/10/2014 e 25/10/2014, com dois escritórios de advocacia independentes especializados em investigação, um brasileiro, Trench, Rossi e Watanabe Advogados e, outro norte-americano, Gibson, Dunn & Crutcher LLP, tendo por objetivo apurar a natureza, a extensão e os impactos dos atos que porventura tenham sido cometidos no contexto das alegações feitas pelo ex-diretor de Abastecimento da Companhia, Paulo Roberto Costa, bem como apurar fatos e circunstâncias correlatos que tenham impacto relevante sobre os negócios da Companhia. Tal contratação foi recomendada pelo Comitê de Auditoria em conformidade com as melhores práticas internacionais e autorizada pela Diretoria Executiva da Petrobras.

    Entretanto, em decorrência do tempo necessário para se obter maior aprofundamento nas investigações em curso pelos escritórios contratados, proceder aos possíveis ajustes nas demonstrações contábeis com base nas denúncias e investigações relacionadas à “Operação Lava Jato”; e avaliar a necessidade de melhorias nos controles internos, a Companhia não está pronta para divulgar as demonstrações contábeis referentes ao terceiro trimestre de 2014 nesta data.

    Por conseguinte, em observância ao princípio da transparência, a Petrobras estima divulgar, no dia 12 de dezembro de 2014, informações contábeis relativas ao terceiro trimestre de 2014 ainda não revisadas pelos Auditores Externos, refletindo a sua situação patrimonial à luz dos fatos conhecidos até essa data.

    A Petrobras está empenhada em divulgar as informações do 3º TRI revisadas pelos Auditores Externos o mais breve possível e tão logo haja uma definição sobre a data da conclusão dos trabalhos a Companhia comunicará ao mercado, com antecedência mínima de 15 dias, a data para a sua divulgação.

    Leia também o complemento ao comunicado:

    Em complemento ao comunicado divulgado em 13 de novembro de 2014, a Petrobras presta as seguintes informações:

    A companhia optou pela divulgação das “informações contábeis relativas ao terceiro trimestre de 2014 ainda não revisadas pelos auditores externos” de modo a manter o mercado minimamente informado, em respeito ao princípio da transparência. Busca-se obter até 12.12.2014 um maior aprofundamento nas investigações em curso pelos escritórios de advocacia independentes e órgãos de fiscalização e controle externos, permitindo que eventuais ajustes nas demonstrações contábeis, como consequência das denúncias e investigações relacionadas à “Operação Lava Jato”, sejam adequadamente realizados.

    Além disso, em diversos contratos financeiros da companhia, há “obrigação de fazer” (covenant) que determina o encaminhamento das demonstrações contábeis trimestrais, auditadas ou não, após o transcurso do prazo de 90 dias do encerramento do trimestre para os agentes financiadores, o que autoriza a Petrobras a entregar as demonstrações contábeis referentes ao terceiro trimestre até o dia 30.12.2014. Dessa forma, nos termos contratuais, a Petrobras pode apresentar as demonstrações contábeis até essa data.

    Com relação ao prazo estimado para a divulgação do Formulário ITR referente a 30.09.2014, acompanhado do relatório de revisão especial emitido por auditor externo, diante das investigações em curso, até o momento não é possível determinar uma data para a divulgação dessa informação contábil. Ademais, a fixação do prazo de divulgação dessas demonstrações contábeis acompanhadas do relatório de revisão dos auditores externos ainda depende de avaliações dos próprios auditores. Assim que houver uma definição nesse sentido, a companhia comunicará ao mercado, com antecedência mínima de 15 dias, a data de divulgação.

    Por fim, as agências de risco serão informadas dos motivos pelos quais a companhia não divulgou as demonstrações contábeis revisadas referentes ao terceiro trimestre dentro do prazo legal, assim como das ações que vêm sendo tomadas pela Petrobras.

    Postado em: [Institucional]

    Fonte: Site oficial da Petrobrás (http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/demonstracoes-contabeis-do-terceiro-trimestre-de-2014.htm)

  5. Operação Lava-jato: fatos e dados na versão da própria Petrobrás.

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    Conheça nossas providências relacionadas à “Operação Lava Jato”

    Em razão do período eleitoral, que teve início em 5 de julho, a publicação de conteúdos nos nossos ambientes digitais foi temporariamente restringida. Com o término das eleições, estamos de volta ao fluxo normal de postagens e o espaço para comentários do blog, que estava desabilitado, por medida de cautela, também volta a funcionar. Neste nosso primeiro post, leia o comunicado oficial sobre nossas providências internas relacionadas à “Operação Lava Jato”:

    “Rio de Janeiro, 27 de outubro de 2014 – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras, diante das notícias relacionadas às investigações decorrentes da Operação Lava Jato, vem atualizar o mercado com as seguintes informações:

    A “Operação Lava Jato” é uma investigação que vem sendo realizada pela Polícia Federal brasileira. No âmbito da citada operação, um ex-diretor da Petrobras, conjuntamente com outras pessoas, já foi denunciado pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. Neste momento, estão em curso investigações sobre a prática de supostos crimes em desfavor da Petrobras.

    Considerando esse cenário, a Petrobras tomou diversas medidas com a finalidade de apurar fatos, cabendo ressaltar as seguintes:

    – Constituiu Comissões Internas de Apuração para averiguar indícios ou fatos contra a empresa, bem como subsidiar medidas administrativas e procedimentos decorrentes;

    – Requereu acesso aos autos da investigação relacionada à Operação Lava Jato, incluindo os autos da ação por lavagem de dinheiro e organização criminosa, como forma de acompanhar de perto as investigações, o que foi deferido pelo Poder Judiciário;

    – Solicitou acesso ao conteúdo da “delação premiada” realizada pelo ex-Diretor Paulo Roberto Costa, o que ainda não foi deferido pelo Poder Judiciário;

    – Vem prestando esclarecimentos às Autoridades (Polícia Federal, Ministério Público Federal e Poder Judiciário), inclusive informando as diligências já realizadas no âmbito da Companhia;

    – Solicitou esclarecimentos, para subsidiar suas avaliações internas, às empresas mencionadas na imprensa como tendo atividades sob investigação na “Operação Lava Jato”, especialmente após a repercussão na mídia de informações a respeito da mencionada “delação premiada”.

    Especificadamente diante das denúncias de corrupção na Companhia efetuadas pelo ex-Diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, e pelo Sr. Alberto Youssef, em audiência na 13ª Vara Federal do Paraná em 08/10/2014, a Companhia, conforme autorizado pelo Juiz da causa, teve acesso oficial ao inteiro teor dos depoimentos – que não se confundem com a íntegra dos depoimentos prestados no âmbito da chamada “delação premiada”, que ainda estão sob segredo de justiça – e tem utilizado tal material para subsidiar suas Comissões Internas de Apuração.

    Em 24 e 25/10/2014 a Petrobras assinou contratos com duas Empresas Independentes Especializadas em Investigação, uma brasileira e outra americana, com o objetivo de apurar a natureza, extensão e impacto das ações que porventura tenham sido cometidas no contexto das alegações feitas pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa, bem como apurar fatos e circunstâncias correlatos que tenham impacto material sobre os negócios da Companhia.

    Ao autorizar a contratação dessas empresas, a Diretoria Executiva cumpre seu dever de diligência e, além das normas regulatórias e de auditoria aplicáveis pela CVM, considera o contexto do Foreign Corrupt Practices Act (“FCPA”) e da Seção 10A do Securities Act of 1934 (Seção 10A), uma vez que a Petrobras é registrada na Securities and Exchange Commission (SEC) dos EUA.

    Paralelamente ao avanço das investigações, a Companhia já está trabalhando nas medidas jurídicas adequadas para ressarcimento dos supostos recursos desviados e dos eventuais valores decorrentes de sobrepreços derivados das empresas supostamente participantes do cartel, conforme mencionado no depoimento do ex-diretor Paulo Roberto Costa, além dos danos causados à imagem da Companhia.

    A Companhia reitera que vem acompanhando as investigações e colaborando efetivamente com os trabalhos das Autoridades Públicas, conforme reconhece o Poder Judiciário. Reitera, ainda, enfaticamente, que manterá seu empenho em continuar colaborando com as autoridades para a elucidação dos fatos.

    A Petrobras reforça, por fim, que está sendo oficialmente reconhecida pelas Autoridades Públicas como vítima nesse processo de apuração.”

    Postado em: [Esclarecimentos, Institucional]

    Fonte: Site oficial da Petrobrás (http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/conheca-nossas-providencias-relacionadas-a-operacao-lava-jato.htm)

  6. Senhor Wagner Pires, saudações.

    Ótimo trabalho. Com esclarecimentos, atuais, envolvendo o universo da economia nacional nesse exato momento; com dados que mostram nos detalhes e comentários, o que deveriam ser perguntas da opinião pública, e as respostas que caberiam por parte das autoridades que dizem comandar o destino do dinheiro público.

    O dinheiro suado que pagamos, todos os brasileiros, através dos escorchantes impostos a nós cobrados.

    De lambuja, o senhor Wagner nos presenteia com os comunicados oficiais gerados pela Petrobras, para encobrir explicações devidas e formais que deixam de existir, em face a um imenso depósito de criminosos malfeitos e espantosa irresponsabilidade praticadas. Uma embromação a ser penalizada com rigor.

    Crimes contra o Brasil, os brasileiros, os que acreditaram em ser sócios daquela que foi a mais importante e rica empresa brasileira, os iludidos acionistas minoritários.
    Grande abraço.

  7. Agora que já sabe de onde veio a informação, é fácil falar que está à disposição de todos. Além, do que, nem todo mundo é acionista da Petrobrás e costuma visitar a página da Estatal.

    O seu comentário, isto sim, é inteiramente dispensável.

  8. Realmente, parece que esse comentarista acima que diz ter 41 anos não trabalha. Contei até agora mais de 25 comentários seus TOTALMENTE IRRELEVANTES OU IDEOLOGIZADOS só no dia 17 de novembro do atual, no horário de expediente da maioria dos trabalhadores braçais e de escritório no Brasil. E ainda chama alguns comentaristas aqui de vagabundos. É o cúmulo do caradurismo.

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