Charge do Duke

Charge O Tempo 24/05

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  1. Prejuízo de R$ 3,8 bilhões pela má qualidade do pavimento

    O Brasil é o segundo maior exportador de soja e de milho do mundo. Em 2014, foram 46 milhões de toneladas de soja e 19,5 milhões de toneladas de milho exportadas. Mas há problemas graves no escoamento. Somente as condições do pavimento das rodovias levam a um aumento de 30,5% no custo operacional, segundo o estudo inédito da CNT (Confederação Nacional do Transporte) Transporte & Desenvolvimento – Entraves Logísticos ao Escoamento de Soja e Milho, divulgado nesta segunda-feira (25).

    O levantamento aponta que, se fossem eliminados os gastos adicionais devido a esse gargalo, haveria uma economia anual de R$ 3,8 bilhões. O montante corresponde ao valor de quase 4 milhões de toneladas de soja ou a 24,4% do investimento público federal em infraestrutura de transporte em 2014. Esse dado torna-se ainda mais relevante porque há uma distribuição inadequada da malha de transporte: 65% da soja é transportada por rodovias. Outros 26% são escoados por ferrovias e 9% por hidrovias.

    “O transporte se torna mais caro em razão das más condições da infraestrutura. A gente percebe, por exemplo, que se houvesse uso mais intensivo de ferrovias e hidrovias, o custo da movimentação seria mais baixo e mais vantajoso. Como a densidade da nossa infraestrutura ainda é baixa, o custo sobe e o país perde competitividade”, explica o diretor-executivo da CNT, Bruno Batista.

    Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, principal concorrente do Brasil nesse mercado, 20% da produção é transportada por caminhões. Na Argentina, o percentual é de 84%, mas as distâncias médias entre regiões produtoras e portos vão de 250 a 300 quilômetros.

    Já aqui no país, a distância percorrida por caminhões, do Centro-Oeste (principal área de produção de grãos no país) até os portos do Sul e do Sudeste, chega a ser superior a dois mil quilômetros. Isso ocorre na maior parte dos deslocamentos de soja e milho, já que, atualmente, 67% das exportações ocorrem pelos portos de Santos (SP), Paranaguá (PR) e Rio Grande (RS).

    Maioria dos embarcadores reclama das condições das rodovias

    A má qualidade das rodovias é considerada problema grave ou muito grave por 85,8% dos embarcadores ouvidos pela CNT no estudo Transporte & Desenvolvimento – Entraves Logísticos ao Escoamento de Soja e Milho.

    A percepção de quem depende da malha rodoviária para escoar a produção é confirmada pela Pesquisa CNT de Rodovias 2014. Segundo o levantamento, 63,4% das vias utilizadas para escoamento de soja e milho apresentam alguma deficiência no pavimento, na sinalização ou na geometria.

    O Brasil ocupa o 122º lugar no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial em relação a rodovias. Os Estados Unidos estão na 16ª posição e, a Argentina, na 110ª.

    (Transcrito da CNT)

  2. Preços de remédios variam até 976% em São Paulo

    Remédios genéricos são, em média, 57,72% mais baratos, segundo estudo.

    Os preços dos medicamentos podem variar até 976% em São Paulo, segundo pesquisa da Fundação Procon-SP.

    Entre os medicamentos genéricos, a maior diferença foi encontrada no Paracetamol de 200 mg/ml, gotas, 15 ml. O preço médio do remédio é de R$ 3,83, mas o custo variou de R$ 0,90 e R$ 9,69. Acesse a lista detalhada aqui.

    Entre os medicamentos de referência, a maior variação foi de 296,06% na Amoxicilina, 500 mg, 21 cápsulas, da Glaxosmithkline. Enquanto em um local, o produto era vendido por R$ 15,48, em outro chegou a custar R$ 61,31. O preço médio é de R$ 45,49.

    De acordo com a pesquisa, foram analisados os preços de 68 medicamentos, entre genéricos e de referência de 15 drogarias.

    Ao comparar os preços médios dos genéricos com os de referência, os remédios genéricos, são em média, 57,72% mais baratos do que os de referência.

    Entre as cidades do interior participantes da pesquisa, a maior diferença encontrada foi de 767,27%, no medicamento genérico Dipirona Sódica , 500 mg/ml, gotas 10 ml, na cidade de Ribeirão Preto. Em um local, custava R$ 1,10 e, em outro, R$ 9,54.

    Entre os medicamentos de referência, a maior variação foi em Caçapava. O Nisulid (Nimesulida), 100 mg, 12 comprimidos, da Aché, apresentou variação de 331,45%. O custo variou entre R$ 7,60 e R$ 32,79.

    (Transcrito do IBPT)

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