Charge do Duke

Charge O Tempo 12/07

4 thoughts on “Charge do Duke

  1. Bom dia Sr. Carlos Newton. Já leu sobre isso ? ( http://talesfaria.ig.com.br/index.php/2015/07/13/aliados-de-aecio-dividem-a-oposicao-com-proposta-de-eleicoes-ja/ )
    Só discordo de uma coisa colocada, que seria uma TESE. A lei é clara e havendo anulação dos votos da chapa PT/PMDB, assume Cunha que tem de fazer outra eleição, sem que dona Presidanta e seu vice, possam concorrer novamente. Eu disse, não disse ? rs

    “A tese defendida pelos aecistas é a da condenação da presidente da República pelo Tribunal Superior Eleitoral, por fraude na campanha. Aí o vice-presidente Michel Temer deixaria o comando do país junto com Dilma. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, assumiria interinamente o governo, mas teria apenas três meses para convocar novas eleições, com Aécio Neves como franco favorito.”

    • Desculpe, Daniel DTA, mas cumpro o doloroso dever de lhe informar que você e o PSDB estão errados. A “tese” deles precisa ser apoiada pelo Temer, é uma maluquice jurídica que está fora da lei.

      CN

  2. Se o TSE cassar os votos e der o cargo para o segundo colocado, ai sim seria uma maluquice sem base legal nenhuma, já que o código eleitoral prevê novas eleições.
    “artigo 224 do Código Eleitoral, que afirma que, se a nulidade dos votos atingir 50%, o TSE deve marcar uma nova eleição, num prazo máximo de 40 dias. Mas, de acordo com o TSE, essa nulidade não representa os votos nulos ou brancos – mas, sim, a votação com suspeita de fraude, falsidade, coação, desvio ou abuso de poder de autoridade em favor da liberdade do voto ou captação de votos vedados pela lei.

    Isso significa que, comprovadas fraudes que beneficiaram um candidato eleito em uma disputa majoritária, a Justiça Eleitoral deve convocar um novo pleito, com novos candidatos. Outra possibilidade de anular o pleito é o indeferimento do registro da candidatura – por estar inelegível ou não estar quite com a Justiça Eleitoral – ou cassação do mandato do candidato eleito com mais de 50% dos votos válidos.”

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