4 thoughts on “Charge do Sponholz

  1. Se Dilma cai o mercado sobe. Ninguém mais aguenta a “gerentona” incompetente da loja de R$1,99.

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    Bovespa cai quase 2% com maior aversão ao risco no exterior

    SÃO PAULO – A terça-feira foi de forte volatilidade na Bovespa, que sofreu com a maior aversão ao risco no exterior e boatos eleitorais sobre a corrida presidencial para todos os gostos. Discursos de dois membros do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) também colaboram para agitar os mercados. Ao final do pregão de hoje, o Ibovespa fechou em baixa de 1,85%, aos 52.366 pontos, com volume financeiro elevado, de R$ 7,343 bilhões.

    Lá fora, apesar da agenda fraca de indicadores, balanços corporativos mais fracos no setor de varejo nos Estados Unidos colocaram em dúvida o ritmo de crescimento da maior economia do mundo. Além disso, a agenda carregada de amanhã – com a divulgação da ata da última reunião do Fed, dados de atividade na China e mais discursos de dirigentes do Fed – exigiu maior cautela por parte dos investidores.

    Fed

    As declarações de dois membros do Fed ajudaram a azedar o clima em Wall Street hoje. O presidente do Federal Reserve de Nova York, William Dudley, e o presidente do Fed de Filadélfia, Charles Plosser, tocaram em um tema delicado para o mercado: aumento de juros.

    Dudley espera que a alta dos juros aconteça “algum tempo depois” do fim do programa de compra de títulos. Segundo ele, o ritmo de aperto monetário será “relativamente lento” e depende do desempenho econômico e das condições financeiras.

    Plosser afirmou que, caso a inflação caminhe para a meta de 2% e o mercado de trabalho melhore nos EUA, “nós devemos nos preparar para ajustar a política de maneira apropriada”. “Isso pode exigir que nós elevemos as taxas de juros mais cedo”, afirmou. Tanto Dudley como Plosser possuem direito a voto no Fomc, o comitê de política monetária do Fed.

    Pesquisa eleitoral

    Por aqui, a Bovespa até esboçou alta na hora do almoço, embalada por rumores de que a avaliação do governo da presidente Dilma Rousseff mostraria piora na pesquisa Ibope sobre a corrida presidencial, que será divulgada nesta quinta, 22.

    Sobe e desce

    Mas essa versão perdeu força e, no meio da tarde, surgiu um “contra-rumor”, de que Dilma teria parado de cair nas pesquisas. A onda de boatos para todos os gostos fez Petrobras PN oscilar de uma alta de 2,4% até uma queda de 4,7%. No final, Petrobras PN terminou com perda de 3,56%, a R$ 17,30, enquanto Vale PNA recuou 2,21%, a R$ 26,05, ainda sob influência do recuo do preço do minério de ferro na China, que começou a semana abaixo do patamar de US$ 100 por tonelada pela primeira vez em 20 meses.

    Entre as demais componentes de peso do Ibovespa, Itaú PN caiu 1,76%, para R$ 36,68; Bradesco PN perdeu 1,79%, a R$ 33,88; e Ambev ON fechou em baixa de 1,15%, a R$ 16,30. A lista de maiores baixas foi liderada por MMX ON (-8,33%), que devolveu parte do ganho de 12% do dia anterior. CSN ON caiu 4,39% e Usiminas PNA recuou 4,33%, diante das informações sobre a queda na demanda de aço no Brasil em abril.

    Apenas cinco das 71 ações do Ibovespa terminaram o dia no azul, entre elas, BR Properties ON (4,02%), Embraer ON (0,69%) e Cemig PN (0,62%). A Embraer assinou, nesta terça, 20, um contrato de R$ 7,2 bilhões com a Força Aérea Brasileira (FAB) para a venda de 28 aviões cargueiros militares KC-390.

    (Transcrito do Valor Econômico)

  2. Parafraseando o Paulinho da Força Sindical: A maldita Dilma não promoveu nem promoverá a tão necessária reforma tributária. É mesmo uma maldita!

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    Carga tributária é o maior problema de empresas, diz CNI

    gerente-executivo de Políticas Econômicas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, afirmou, nesta terça-feira, 20, que a carga tributária no Brasil é o maior problema das empresas. “Além disso, a tributação no País é um dos maiores entraves a exportações”, destacou. “Ironicamente, a sua complexidade acaba privilegiando as importações”, disse.

    Na avaliação de Castelo Branco, o sistema nacional de impostos é ‘fator de restrição para as empresas e para o crescimento” do País. “Ele restringe a competitividade da nossa economia e tem várias distorções. A carga tributária também é excessiva, apresenta elevada complexidade e, portanto, se torna anacrônica e caótica.” Castelo Branco participa, na manhã de hoje do Fórum Estadão Brasil Competitivo, Uma agenda tributária para o Brasil, realizado pela Agência Estado em parceria com o Estadão e patrocínio da CNI.

    Exportações

    “A complexidade do sistema tributário brasileiro traz custos elevados de recolhimento dos impostos para as empresas, incertezas quanto a regras, gerando contenciosos, e dificuldade de harmonização com outros sistemas tributários causando bitributação.” , diz Castelo Branco. De acordo com ele, isso provoca distorções e dificuldade de harmonização dos tributos com os parceiros internacionais. “No Brasil, ao contrário dos outros países, temos dois tributos sobre a renda, o IR e a CSLL, o que dificulta muito a harmonização”, diz.

    Ele criticou ainda o grande número de regimes especiais, como Simples, Repes, Repetro, Reidi. “A excepcionalidade acaba sendo a regra, mostra a irracionalidade do sistema e gera obstáculos a avanços na reforma tributária.” Outro problema do sistema tributário nacional, segundo ele, é o excesso na aplicação da substituição tributária. “Ela se justifica em alguns setores para agilizar e viabilizar a tributação, mas os excessos geram insegurança grande e custos para as empresas.”

    Reforma tributária

    Para Castelo Branco, a reforma tributária deve ter como objetivos desoneração de investimentos, da folha de salários e das exportações. “A reforma deve equacionar competências federativas, viabilizar políticas de desenvolvimento regional e tornar eficiente e justa a repartição de recursos entre os entes federativos”, disse.

    (Transcrito do Diário do Comércio)

  3. Economia cresce menos em 2014 na pesquisa Focus

    A previsão de crescimento da economia brasileira em 2014 recuou de 1,69% para 1,62% na pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira, 19. Há quatro semanas a expectativa era de 1,63%. Para 2015, a estimativa de expansão subiu de 1,90% para 2,00%.

    A projeção para o crescimento do setor industrial em 2014 apresentou aceleração, subindo de 1,24% para 1,40%. Para 2015, economistas mantiveram estável a previsão de 2,37%. Quatro semanas antes, a Focus apontava estimativa de expansão de 1,40% para 2014 e de 2,95% em 2015 para o setor.

    Os analistas mantiveram estável, em 34,80%, a previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público/PIB em 2014. Há quatro semanas estava nesse mesmo valor. Para 2015, segue em 35,05%. Um mês antes a previsão era de 35,00%.

    (Transcrito do Diário do Comércio)

  4. Fique zen, pois o Brasil está nota sem:

    Sem transporte, sem segurança, sem teto, sem educação.

    Paralisação é reação, precisamos é atacar a ação.

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