Chargistas do Charlie Hebdo ironizaram as ameaas islmicas

Carlos Newton

As capas e principais charges do semanrio francs Charlie Hebdo, que sofreu o atentado islmico esta quarta-feira, esto disponveis na internet, bastando acessar atravs dos sites de busca. A atuao dos chargistas franceses impressionante pela liberdade de expresso levada s ltimas conseqncias, com desenhos ultradebochados e que muitas vezes primam pela grosseria, chegando a ser grotescos, patticos e altamente ofensivos.

Nada justifica o atentado terrorista, mas a insistncia dos chargistas franceses em tratar preferencialmente de assuntos religiosos deixa margem a muitas reflexes. Na internet, v-se que uma das capas do semanrio traz uma charge ridicularizando a eleio do Papa, em que aparece Deus sendo violentado sexualmente por Jesus, que, por sua vez, tem o tringulo do Esprito Santo cravado em seu nus. Em outra edio, a capa a Virgem Maria estuprada pelos trs Reis Magos.

O PAPA COMO PERSONAGEM

O papa um dos personagens preferidos nas capas do jornal sattico. Bento XVI aparece com o nariz de uma toupeira saindo de sua batina, como se fosse seu pnis, e a legenda traz o Pontfice comentando sobre suas crianas queridas, em referncia pedofilia na Igreja. E o ttulo Uma toupeira no Vaticano

Uma edio especial sobre Bento XVI, traz o ttulo Deus no existe mais. E uma outra capa mostra o Papa exibindo uma camisinha como se fosse uma hstia. E no param por a. Em mais uma capa do semanrio, Bento XVI aparece recebendo a confisso de um cardeal pedfilo e recomendando que ele faa cinema como Polanski, condenado nos Estados Unidos por pedofilia.

Quando Bento XVI renunciou, a capa foi o papa se esfregando num policial gay da Guarda Sua do Vaticano, e a manchete foi Enfim livre!

Na internet, tambm aparece uma charge do papa Francisco, quando esteve no Rio. Ele retratado de biquni, como se fosse uma passista de escola de samba, sob um ttulo dizendo Disposto a tudo para atender bem aos clientes.

Noutra edio, uma charge proclama que todos os cardeais so gays e eles so mostrados fazendo trenzinho…

[IMG]

RIDICULARIZANDO MAOM

Mas o principal personagem do Charlie Hebdo tem sido o profeta Maom, idolatrado pelos muulmanos. Muitas capas do jornal satirizam a figura dele, que os islamitas no admitem nem que seja retratada, pois no h imagem de Maom na religio do Isl.

Uma das edies, sob o ttulo O Coro uma merda, porque no consegue mais segurar os tiros, mostra um muulmano segurando o livro sagrado que crivado de balas.

Maom aparece numa srie de jornais do Charlie Hebdo que ridicularizam o Isl. Foi lanado at um nmero especial, em formato de revista, com capa dura, ironizando a vida do profeta muulmano.

Houve ameaas de morte aos chargistas, que pediram proteo policial. Mesmo assim, o diretor Charb deixou-se fotografar dando uma linguada na imagem de Maom e o jornal lanou uma edio inteira sobre a Charia, a Lei Islmica. Antes, havia publicado uma capa sobre a Charia na Lbia.

So muitas edies satirizando o islamismo. Uma delas mostra o profeta nu, atuando como ator porn, sob o ttulo: O filme que incendiou o mundo muulmano. E ele pergunta ao cinegrafista se gosta de sua bunda. Em outra capa, Maom decapitado por um guerrilheiro do Isl. E por a vai.

CHARGISTA ESCAPOU POR POUCO

A chargista Corinne Rey, conhecida como Coco, escapou de morrer porque no foi reconhecida. Ela estava indo pegar a filha em uma creche. Na portaria do prdio, dois homens armados a ameaaram. E ela ento digitou o cdigo de passagem para que eles subissem e matassem 12 pessoas.

Coco autora de uma das charges mais ofensivas aos muulmanos e que mostra o profeta de quatro, com uma estrela dourada cravada no nus. O ttulo da pgina o seguinte: Maom: Nasce uma Estrela.

E uma das charges mais recentes traz Maom exigindo a morte do diretor Charb, diante de vrios caixes com corpos esquartejados.

DOIS OUTROS AMEAADOS

J tinham ocorrido dois graves episdios que permitiam que se previsse um atentado como esse: o caso do escritor iraniano Salman Rushdie, que passou dcadas escondido para no ser morto; e, mais recentemente, a perseguio ao chargista dinamarqus Kurt Westergaard, que h alguns anos publicou apenas uma charge sobre Maom e est condenado morte pelos extremistas islmicos. Vtima de uma recente tentativa de assassinato, ele continua vivendo escondido e conta com permanente vigilncia policial.

Rushdie e Westergaard, claro, se solidarizaram com as vtimas do brbaro atentado em Paris, e o escritor iraniano chegou a dizer que as religies merecem mesmo ser satirizadas.

Por fim, repita-se que nada justifica o brutal atentado islmico, mas no h dvida de que poderia ter sido evitado.

60 thoughts on “Chargistas do Charlie Hebdo ironizaram as ameaas islmicas

  1. Liberdade liberdade e nada justifica qualquer ato contra ela. CN disse bem.
    Aqui no Brasil o PT est fazendo de tudo para destru-la desde que chegou ao poder.
    Agora h pouco o ministro das comunicaes declarou que quer censurar a mdia.
    A governante mentirosa, numa ttica para confundir os incautos disse que as liberdades de expresso so inatacveis.
    Nas eleies passadas um bando de camisinhas vermelhas do partido usou a violncia para atacar as dependncias da Revista Veja, por ela ter publicado fatos que comprometiam a candidata.

    • Na internet j dominaram tudo. Antes sabamos que a grana da Ongoing, que tem como consultor o Franklin Martins, vinha do Grupo Espirito Santo, agora no sabemos. Quanto aos jornalistas da internet, eles so pagos por financiamento de estatais, empregos na EBC, renegociao, etc…

      • O tratamento sarcstico dado por este jornal aos valores de milhes de pessoas, guardadas as devidas propores foi to violento quanto atitude dos muulmanos. O rgo “democrtico” continuar com seu deboche e humilhao a religiosos, j que os catlicos no tem explicao para sua crena. Porm, os muulmanos e cristos se sentem profundamente ofendidos. Ainda bem que as pessoas que acreditam em Jesus Cristo e na Bblia so contrrios violncia de qualquer natureza.

        • Lcido e corajoso, este comentrio, Marizet – DE JESUS!
          Na Bblia est escrito: “No vos enganeis: de Deus no se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso tambm ceifar.”
          Dos publicados no tal “Charlie”, bastou-me ver um desenho: horroroso e altamente ofensivo ao Deus Triuno – Pai, Filho e Esprito Santo).
          Quem escreve ou faz coisas to abjectas, insulta os cristos e cai sob a alada da justia divina.
          Os cristos sabem que a vingana pertence a Deus e, tal como fez Jesus agonizando na cruz, pedem perdo para esses que parece no saberem o que fazem.
          Os muulmanos radicais no esto com meias medidas e a tragdia que se v.
          Solidarizo-me com as famlias das vtimas. Mas axincalhar e insultar no liberdade; libertinagem. No h liberdade sem respeito pelas ideias e crenas de cada um.
          Em relao a Deus, nem quero pensar de que lado esto os milhes que se manifestaram; nem qual o real significado desta movimentao de massas.
          Que o Esprito de Deus nos ilumine a todos!
          J.

        • ”Lana seu po nas guas, depois de muitos dias ele retornar”;
          ”Quem planta , colhe o que planta”;
          ”Toda ao tem uma reao”;
          ”Quem se arrisca corre risco”
          deveriam ter postado as ”chargies, ofendendo Deus, Jesus Cristo e o Espirito Santo…a sorte destes caras abominveis que o Filho de deus apregoou o amor e ensinou a amar nossos inimigos, so que esqueceram somente os cristos observam isto, esqueceram que outros vivem no ”olho por olho e dente por dente”…quem com ferro fere, com ferro ser ferido”

  2. Deixando de lado a violncia, que vitimou doze pessoas neste atentado ao jornal em tela, os tais cartunistas to elogiados pelo mundo provocaram em demasia a ira dos muulmanos.
    Muito mais com os catlicos, que dado a ndole alienada desses fiis com relao Igreja, jamais protestaram as aberraes em formas de charge contra Deus e o Papa.
    Fala-se muito em liberdade de expresso, no entanto, para esta finalidade?
    Deboche, escrnio, desprezo pelos valores alheios?
    Ora, isto no jornalismo, mas abuso, falta de respeito, patifaria e da grossa!
    A capa que ostenta uma relao sexual entre Deus, seu Filho e o Esprito Santo, deveria ser sumariamente censurada, pois no pode ser publicada uma imagem com tamanha desconsiderao para bilhes de fiis catlicos.
    De certa forma, os chargistas colheram o que plantaram:
    Se no foi pela violncia de suas obras contra as religies, foi pela violncia de reaes contrrias mesma medida de descaso pela f alheia em troca da vida dos “humoristas”.
    Repito:
    O assassinato dessas doze pessoas, dois policiais entre elas, injustificvel, abominvel, execrvel, porm, quer queiram ou no, h limites que devem ser preservados, e que a tal liberdade de expresso ignora, no aceita, que me obriga a perguntar o seguinte:
    Se qualquer pessoa ofende gratuitamente outra, e esta pode interpelar seu ofensor em Juzo e com chances de conden-la por calnia e difamao, por que a imprensa tem esta regalia de poder publicar o que bem entender e querer ficar impune ainda por cima?
    Os franceses exageraram, cuspiram na dignidade de milhes de cidados, abusaram da liberdade de poder publicar qualquer besteira por pior que fosse, achando que era arte quando, na verdade, no passava de lixo, rabiscos mal feitos e de pssimo gosto.
    Se assim, ento vou pintar cartazes com imagens pornogrficas e agressivas de quem no gosto e sair pelas ruas mostrando a minha “arte”, o meu talento e vocao.
    Duvido que eu ande uma quadra antes de ser preso, merecidamente.
    Por que esta pornografia e ofensas podem ser publicadas em jornais?
    Qual a diferena?
    Provocao? Ironia? A ttulo de qu?! Rebeldia? Anarquismo?
    Acredito que est sendo misturada propositadamente a importante LIBERDADE DE IMPRENSA com liberalidade para alguns jornalistas, e o esprito de corpo da categoria, que muito unido, hoje lamenta o atentado terrorista.
    Mas esse o resultado de se querer fazer o que se quer, e no o que se deve!
    Reitero:
    Priso perptua para os assassinos desses cidados, mas a imprensa precisa reciclar seus mtodos. Ela no a dona da verdade, no detm direitos sobre religies, poltica, sociedade, indivduos, e deve estabelecer limites, sim, da mesma forma como qualquer cidado e entidade ou, ento, rasguemos os cdigos que estipulam e definem ofensas e agresses verbais e escritas, e passemos a escrever e dizer o que nos vm cabea!
    E se formos presos ou ameaados de priso, que justifiquemos tratar-se de arte, de liberdade de expresso, ora, e mandemos o Delegado de Polcia m…!

  3. Magnfico artigo, Carlos Newton. Talvez o nico, em todo o mundo, a colocar o dedo na ferida e analisar a situao, desapaixonadamente, luz da razo. horror de um lado, horror de outro. Hoje, tive a inteno de escrever a respeito. Cheguei a mandar a Jos Carlos Cataldi mensagem pedindo a opinio dele. Cataldi, alm de advogado, jornalista e radialista. Dos bons. Submeti ao Cataldi algumas reflexes: 1) que a tragdia era previsvel e estava para acontecer; 2) que, em toda a parte do mundo, as legislaes penais no aceitam e repudiam o exerccio arbitrrio das prprias razes, que comumente chamada de “fazer justia com as prprias mos”; 3) que tambmrepresentava perigo iminente um filme nortemericano, ou de que pas fosse, ainda que comdia, cujo enredo um plano para matar o lider e primeiro mandatrio da Korea do Norte ou de qualquer outro pas, alm de outras reflexes.

    Cataldi me respondeu logo. Disse textualmente “catucaram a ona com vara curta e esse tal filme quando passar do Brasil tudo pode acontecer”. Ainda assim, defendemos a liberdade de imprensa, sem defender, contudo, a ridicularizao, o ultraje, a obscenizao dos smbolos e personagem sagrados de qualquer credo. E aquela gente fazia mais do que isso, desafiadoramente, sem pudor: transformaram o que sagrado em pornogrfico.Eles sabiam o perigo que corriam e no temeram.
    No, sempre no, violncia. E sempre sim paz. Mas, por favor, no continuem a provocar a violncia.
    Quando me preparava para escrever sobre este assunto, eis que leio o maravilhoso artigo de Carlos Newton, que esgota assunto. Indito e, certamente, o nico no mundo. Depois desse artigo Carlos Newton, resta escrever o que? Mil vezes parabns para coragem, independncia e sensatez.
    Jorge Bja

    • Dr. Bja, boa tarde. difcil para uma pessoa com formao crist entender as outras religies e vice versa. Uma vez peguntaram a um Monge Tibetano se a sua religio no se ‘sentia mal’ tendo como imagens de dois deuses um casal, pintado quase que em uma relao sexual. O Monge com toda calma respondeu que no conseguia entender como uma religio pode ter como simbolo uma pessoa sendo torturada em uma cruz e que impossvel pessoas criadas em religies totalmente diversas, entenderem a fundo a outra religio. Por isso e no por falsos moralismos, acho que nesse caso passaram e muito do limite…
      PS.: sou agnstico.

    • Grato, mestre Jorge Bja, pelo elogio ao artigo. Mas peo-lhe que no deixe de escrever a respeito do atentado em Paris. preciso que publiquemos tambm sua viso de jurista acerca dos limites da liberdade de expresso (ou da falta de limites, com base na famosa Primeira Emenda da Constituio dos EUA).

      Um forte abrao do amigo e admirador,

      Carlos Newton

      • No, Carlos Newton, nada mais se tem a escrever, eu ou qualquer outro. Seu artigo completo. Disse tudo, com a mxima propriedade. Apenas arremato meu comentrio anterior:

        JE NE SUIS PAS CHARLIE. JE SUIS JORGE ET, AUSSI, CARLOS NEWTON. TOUJOURS.

    • Caro Jorge:

      Os dias passam, a distncia obnubila nossas inteleces. Agora, se no logramos liberdade por meio de nossa advocacia – sou seu colega – que ela se d pela imprensa. Maom era um assassino, tal quais Hitler, Stalin, Mao Ts Tung et caterva. Respeito-o, mas seus comentos so decepcionantes. As religies so responsveis por homicdios em massa, massacres e oprimiram – e ainda oprimem – o ser humano. Que o lpis e o papel sigam com sua misso. “imagine there’s no countries; it isn’t hard to do; nothing to kill or die for; AND NO RELIGION TOO…” – Lennon

  4. A democracia estimula a liberdade de expresso, mas, uma revista ou um jornal ou qualquer meio de comunicao deve primar pela tica. No pode uma revista desmoralizar uma religio e achar que normal, que brincadeira mostrar, com charges obscenas, Maom ou Jesus ou o Papa. Claro que ningum a favor do ocorrido, mas, acho que vai ficar uma lio para o resto da imprensa.
    E/T: misturar um acontecido desta proporo poltica partidria, desculpe, um pouco alm da conta.

    • O MAV no gostou de se aventar aqui o fato de partidrios seus terem cometido violncia contra a Revista Veja pela simples razo dela ter cumprido sua funo de informar.

  5. Realmente este artigo dos bons porque mostra as charges ofensivas. Uma agresso aos cristos e aos muulmanos. No h nada de positivo nessas charges obscenas. Uma vergonha, dignas de gente da pior espcie pois no respeita a f dos demais.

  6. Apesar da necessidade de inteligncia, respeito e responsabilidade, nenhuma instituio humana merece ser “perdoada” (poupada da livre zoao – “uma risada derruba um ditador”, como afirmou Leonel de Moura Brizola) ou ter seus pecados escondidos, calando e massacrando a criatividade humana, e cabe ao pblico escolher aquilo que prefere apreciar e aquilo que ignora ou repudia.

    O mercado, as pessoas, os leitores e suas conscincias devem valorar as expresses artsticas.

    Responsabilidade sim, mas censura, como sempre unilateral, assassina e burra, jamais.

    A liberdade de expresso um princpio fundamental que somente sofre ameaas e retrocessos quando ditadores, inescrupulosamente, querem manipular a informao para no correrem o risco de serem derrubados pelo pensamento, pela reflexo, pela criao e por boas risadas (que so o fermento da inteligncia e da autonomia humana).

    Abraos a todos desta admirada e livre Tribuna.

    • No caso ‘criatividade’ ou mera ofensa? No tenho nada contra o uso do humor contra os ditadores, que por sinal o odeiam, pois lhes deixa ns muito mais fcil, mas isso humor?

  7. Essa , na realidade, uma revistinha de merda.
    Ainda tem gente que defende esses chargistas.
    Que saber de uma coisa: eles mereceram.No estou com nenhuma peninha deles.
    Tenho dito.

  8. T certo, eles cutucaram a ona com vara curta. Foram, acima de tudo, imprudentes e at irresponsveis, mas sem atenuantes para os islmicos, por favor.

    Essa barbaridade foi cometida em um pas civilizado, onde essas coisas so resolvidas pela Justia, e no h Allah ou Maom que se sobreponha a ela. Com um detalhe: os criminosos so franceses e sabem muito bem disso.

  9. Por que as diversas instituies religiosas (catlica, muulmana, judaica) no entraram com processos na Frana exigindo indenizaes bilionrias condizentes com a dimenso da ofensa? Inclusive com clusulas que duplicassem a indenizao caso as ofensas continuassem?
    Isso no obrigaria democraticamente o jornal a controlar suas publicaes?
    No assim que se processa em regimes democrticos?

  10. O que tem que ser registrado que o Charlie Hebdo, vivia em funo de “sacanear” os muulmanos, s esqueceu que os fundamentalistas no aceitam a liberdade de expresso e pior, “inocentemente” no perceberam que ridicularizar o profeta Maom, no iriam brigar s contra os muulmanos, mas tambm contra os fanticos e deu no que deu.

    • O PT tambm no aceita liberdade de expresso. Seu ministro logo que tomou posse disse que no vai deixar a peteca cair, ou seja, a inteno de censurar a mdia desde que este partido chegou ao poder.

  11. Caro Jornalista,

    As charges francesas so grossas, mas foram publicadas na Frana, que tem os seus prprios costumes. Cada povo tem os seus costumes.
    As charges escandalizaram os muulmanos? Ento mudem para algum dos pases muulmanos! Os mesmo que acham normal casar um VELHO com uma MENINA DE DEZ ANOS DE IDADE e cortar pescoo de seres humanos com faca cega.

    A revista CASSETA POPULAR, publicada no final da ditadura, conforme pode ser visto nos links abaixo, tambm fez um monte de stiras com pessoas diversas, inclusive com padres e freiras. E nem por isso o mundo acabou por aqui.
    Veja algumas capas no link abaixo:

    https://www.google.com.br/search?q=%22capas%22+casseta+popular&espv=2&biw=1440&bih=785&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=WqmuVOb3A8erggTKrIGgAw&ved=0CAYQ_AUoATge&dpr=1#tbm=isch&q=+revista+%22casseta+popular%22&imgdii=_

  12. Cada povo tem o costume prprio. E voc no tem o DIREITO de exigir que o seu vizinho pinta a casa dele com a cor que voc acha bonito.
    Podemos chamar isso de CIVILIDADE.

  13. Na Jornada Mundial da Juventude, em plena calada de Copacabana, um grupo da marcha das vadias fez uma cena teatral chegando a enfiar um crucifixo (smbolo mximo do cristianismo, no?) no nus.
    Se dois homens encapuados fuzilassem o grupo ali na hora, ningum ficaria do lado dos assassinos.
    Todos que agora apoiam a barbrie feita na Frana teriam uma postura completamente oposta e acusariam os assassinos de “fascistas de direita”, homofbicos e preconceituosos. Jamais apareceria uma nica crtica colocando a culpa da morte nos “atores” da pattica cena.
    Ningum teria coragem de vir a pblico dizer que foi “bem feito” pois provocaram a f dos outros.
    fcil falar de longe.

  14. A barbrie no se justifica. Ponto. Mas esses caras, chargistas e outros, esto procurando sarna para se coar.
    Deviam se dedicar aos polticos brasileiros. Teriam charges para no mnimo 10 anos. Sem perigo de serem injustos, ou at ridculos.

  15. Excelente artigo do Carlos Newton e, bem lcido o comentrio do Francisco Bendl A liberdade de imprensa importante, desde que respeite o direto
    alheio. O direito da imprensa deve ir at o limite do direito alheio.,
    ainda mais se tratando do direito de bilhes de pessoas, que teve
    sua f, seu modo de pensar ultrajado. O que essa revista fez, no
    digno de chamar-se jornalismo. So uns escrotos.

    • Jacob, meu caro,
      Consegui algumas encrencas no blog em razo da minha posio com relao a este tipo de “humor”.
      A meu ver, no pode ser confundido com liberdade de expresso algo ofensivo, agressivo,
      Que o jornal fosse contestador das religies, mas at publicar aquela capa que mencionei acima, por favor, vai uma grande distncia entre a arte e a pornografia explcita, que no justifica, evidentemente, os chargistas terem sido brutalmente assassinados, lgico.
      Um abrao, Jacob.

  16. Nenhuma religio ou ideologia tem o direito de impor suas crenas infundadas. Se no tm argumentos apelam logo para fora bruta e o terrorismo. A liberdade de expresso no caiu do cu, nem nasce em rvores. Foi um direito conquistado depois de muita luta contra a estupidez dos fanticos que no conhecem outra linguagem.
    o que est em jogo. No se pode retroceder um milmetro. A reside a sabedoria da Primeira Emenda Constituio estadunidense que como os espanhis tambm diriam “cria corvos e te arrancaro os olhos”.

  17. Muito bom o artigo do CN. Li no 247 que muitos franceses esto postando “bem feito” ao lado de outros que condenam o morticnio. No estou apoiando os matadores, mas tudo tem limite, quem avana o sinal vermelho est sujeito a acidentes. No se brinca com o Sagrado, a F que bilhes de seres tem. Os chargistas fizeram uma Arte agressiva, violenta atravs de cartuns, lamentavelmente aconteceu a implacvel Lei de Ao de Reao.

    • Leio muito bem em francs e tenho lido os comentrios no Le Monde e no Liberation e esta informao do 247 falsa. A maioria condena veementemente o atentado.
      Tem o tradutor automtico do google para confirmar.
      Leia voc mesmo e no v pela opinio de um pasquim escroto como o 247.

  18. AUGUSTO NUNES (Blog VEJA)

    Enquanto o mundo se mobiliza contra o terror islmico, jornalistas estatizados pelo governo lulopetista envergonham o Brasil com a reedio do espetculo do cinismo
    Georges Wolinski

    O tom burocrtico da nota divulgada pela presidente Dilma Rousseff escancara a inexistncia de indignao real. Decididamente, o governo brasileiro no enxerga ? ou no quer enxergar, o que d no mesmo ? as dimenses perturbadoras do ataque sofrido pelo semanrio satrico francs Charlie Hebdo. Foi uma das mais chocantes operaes terroristas registradas no planeta. Foi a mais insolentee repulsiva ao do gnero ocorrida na Frana depois da Segunda Guerra Mundial. Foi o mais selvagem desafio s liberdades democrticos sedimentadas pela civilizao ocidental. Foi outra sangrenta evidncia de que os fanticos adoradores de Maom esto decididos a revogar todos os limites impostos pela geografia e pela lei.

    Enquanto a onda de indignao nascida na Paris ensanguentada pela milcia islmica se espalhava pelo mundo, entidades que deveriam defender o jornalismo e a preservao de direitos sem os quais tal profisso s mais uma fraude voltaram a envergonhar o Brasil com a reedio do espetculo do cinismo. Alguns sindicatos optaram pelo silncio, como se o som das rajadas de balas numa redao fosse uma retomada extempornea do foguetrio que saudou a virada do ano. Houve os que prolongaram os lamentos pela presena entre os mortos de cartunistas famosos, como Wolinski (foto acima), para fingir que s no se assombraram com o atrevimento dos matadores por falta de espao. Dois ou trs comunicados at ousaram enxergar um atentado ao direito de expresso, mas trataram os liberticidas patolgicos com a brandura recomendada a companheiros de luta contra o imperialismo ianque.

    Na viso caolha do governo e dos seus sabujos fantasiados de dirigentes sindicais ou blogueiros progressistas, qualquer pas, partido ou bando que se oponha aos Estados Unidos merece o tratamento de amigo de infncia. Foi assim com os aiatols atmicos, com o doido de pedra Muammar Khadaff, louvado por Lula como irmo e lder enquanto arrrastava a Lbia de volta ao tempo das cavernas. assim com genocidas africanos, com tiranetes cucarachas e at com o Estado Islmico, um viveiro de degoladores que Dilma Rousseff acha possvel regenerar com meia dzia de dilogos amveis e muito carinho. natural que seja assim com os psicopatas a servio do Isl.

    No universo dos pases democrticos, os jornalistas brasileiros a servio do lulopetismo so os nicos que lutam pelo fim da liberdade de imprensa e pela implantao da censura, sempre encoberta por codinomes bisonhos como controle social da mdia, regulao dos meios de comunicao ou democratizao da mdia. Seja qual for o disfarce, o que esses incapazes capazes de tudo pretendem conseguir algum instrumento que ajude a materializar o sonho do poder perptuo e absoluto, que exige a eliminao de jornalistas para quem a verdade e a independncia esto infinitamente acima de velharias ideolgicas ou religiosas.

    Para obter o mesmo resultado que o PT persegue cavalgando a censura com codinome, e aplaudindo a milcia que tentaram invadir o prdio da Editora Abril, os soldados de Maom usaram armas pesadas. Tudo somado, a diferena entre a companheirada e os matadores de cartunistas que os celebrantes de missa negra no aceitam ser recompensados depois da chegada ao paraso com a posse de uma das 11 mil virgens. Os devotos de Lula preferem receber o pagamento neste mundo e o quanto antes. De preferncia, em dinheiro vivo.

  19. O judeu marxista Max Horkheimer, um dos expoentes da primeira gerao da Escola de Frankfurt escreveu num de seus livros que “a histria a crnica da opresso”. Tal definio de histria me veio mente ao ler o presente “post” do CN. Os chargistas franceses usam suas mos para oprimir a sensibilidade das pessoas de convices religiosas, a pretexto de exercerem a “liberdade de expresso”…, que a rigor era a liberdade de insultar; com efeito, os alcunhados terrorista “islmicos” usaram suas armas oprimir e dizimar os chargistas e outros colaboradores. Esqueceram prudencialmente (a prudncia uma regra da moral pessoal) os escroques e debochados chargistas que a terceira Lei de Newton tambm “atua” sobre as aes humana: uma ao (benvola ou malvola) suscita uma reao (tambm malvola ou benvola). Na impossibilidade de formular ideias para a crtica ao fenmeno e suas prticas partiram para a mais desumana das atitudes: ridicularizar a convico e/ou sensibilidade alheia (desconsiderando que a alteridade que sustm a convivncia fraterna entre as pessoas, diante da pluralidade antropolgica do ser humano). moralmente condenvel qualquer a atentado a integridade da vida humana… Mas no posso deixar de comentar sobre o “oportunismo” da mdia burguesa tupiniquim e seus rastaquera nas redes sociais e blogs que se apressam a clamar que a matana em Paris foi um atentado a liberdade de imprensa! Foi mesmo um atentado liberdade de expresso? Creio que no. Tal “clamor” um “mote reativo”, principalmente agora que ressurge o debate sobre a importncia da regulamentao econmica do poder centralizado e concentrado (categorias analticas da Teoria Econmica) para meio de assegurar a efetividade democrtica, ante exorbitncia do “quarto” poder.

    • Se tivessem fuzilado os atores da marcha das vadias que enfiavam no nus um crucifixo, quebravam e debochavam de smbolos cristo em Copacabana, DENTRO da Jornada Mundial da Juventude o senhor no estaria dizendo que eles foram os causadores do fuzilamento, que a “reao” foi dentro das leis de Newton.
      Essa anlise ideologismo mope e maniquesta que quer encaixar tudo no contra ou a favor.
      Lembrando que no foi s a mdia tupiniquim que condenou. Leia jornais de outros pases e constate a avalanche de condenaes barbrie.
      Infelizmente a sociedade brasileira est regredindo e uma guerra civil ser inevitvel no futuro.
      Seremos a Sarajevo tropical em breve.

  20. Otimo artigo. Agora todos que eu achar que me ofenderam vao morrer.Simples… no.Sou gaucho, e acho dificil alguem ter escutado tantas piadas de gaucho como eu, nem por isto sai matando ou proibindo alguem de contar piadas.
    So comprava a revista quem queria. Ninguem era obrigado a isto. Simples, se vcs se ofenderam com as charge, no comprem nem leiam. Bando de puritanos .No se brinca com a fe, hahahaha. . Eu brinco com o que eu quiser..se ofender alguem va na justia. Eles no escolhero o Isla para ofender, eles ofendiam a todos. Qualquer um que ache que foi ao e reao, ento beleza, voces tomam cuidado com a reao que seus comentarios provocam ? pois nem todos gostam, mais se tem o direito a opinio certo ? Sempre assim, a culpa sempre cai no Ocidente.

  21. Fazer charges zombando de valores apreciados pelos radicais equivalente a se enfeitar com jias de ouro e pedras preciosas e depois ‘dar um rol’ na favela ou na Presidente Vargas.

  22. O atentado contra o jornal satrico Charlie Hebdo em Paris, foi o mais repugnante ato contra a civilizao ocidental, desde o 11 de setembro. Um grupo de canalhas descarregaram chumbo grosso contra 12 pessoas indefesas, sem piedade, eliminando-as.
    Esse mesmo grupo de pilantras pertencem a uma seita nefasta que probe a audio de msica, probe a ingesto de qualquer bebida alcolica, elimina cidados ocidentais enviando as respectivas imagens para as TVs, cerceiam as liberdades das mulheres, matam cristos por perseguio religiosa, tentam impor normas cruis e medievais ao mundo civilizado.
    O jornal Charlie composto por stiros que apelam para o humor custico sobre todos os temas. Fizeram deboche do Papa, dos Muulmanos, dos comunistas, de tudo. E di? Deveriam morrer por fazer comdia com temas sagrados, por ser hilrios? Por questionarem valores, dogmas, com humor negro, cido?
    No, no deveriam ser eliminados, no fizeram por merecer. Afinal ningum obrigado a ler o jornal Charlie. Afinal a Frana um estado laico, e aqueles que l moram e que no acreditam em Deus, tm o direito de expressar o seu descrdito em religies.
    E no venham com essa conversa de temas sagrados, inquestionveis, pois sem o direito de questionar todas as coisas, o homem ainda estaria achando que a Terra o centro do Universo.
    Desde que o mundo mundo , graa a Deus, existem os stiros. Desde a Grcia comedigrafos faziam chacotas com os filsofos, aqueles que leram a comdia As nuvens podem ver como vrios filsofos so ironizados por Aristfanes. Os stiros, de qualquer tipo, so o oxignio da democracia, e por vezes mostram a imensa hipocrisia que perpassa a vida religiosa, politica , social.
    Se fossemos matar escritores que tem escrito horrores contra Deus, contra as religies teramos que eliminar homens como Bertrand Russel, Voltaire, Sade, Schopenhauer, Diderot, entre outros.
    A grande prosperidade Ocidental, que culminou no desenvolvimento das artes, cincias, filosofia, nunca experimentada em nenhuma outra parte do globo, foi resultado do respeito s liberdades. Agora estas conquista esto sendo ameaadas por fanticos, que devem ser rechaado com toda fora.
    O humor prova da inteligncia humana, sbio rir de si mesmo. Tudo merece uma piada, inclusive, a vida.

  23. Segue abaixo o meu comentrio corrigido.
    O atentado contra o jornal satrico Charlie Hebdo em Paris, foi o mais repugnante ato contra a civilizao ocidental, desde o 11 de setembro. Um grupo de canalhas descarregaram chumbo grosso contra 12 pessoas indefesas, sem piedade, eliminando-as.
    Esse mesmo grupo de pilantras pertencem a uma seita nefasta que probe a audio de msica, probe a ingesto de qualquer bebida alcolica, elimina cidados ocidentais enviando as respectivas imagens para as TVs, cerceia as liberdades das mulheres, mata cristos por perseguio religiosa, tenta impor normas cruis e medievais ao mundo civilizado.
    O jornal Charlie composto por stiros que apelam para o humor custico sobre todos os temas. Fizeram deboche do Papa, dos Muulmanos, dos comunistas, de tudo. E di? Deveriam morrer por fazer comdia com temas sagrados, por ser hilrios? Por questionarem valores, dogmas, com humor negro, cido?
    No, no deveriam ser eliminados, no fizeram por merecer. Afinal, ningum obrigado a ler o jornal Charlie. Como a Frana um estado laico, aqueles que l moram e no acreditam em Deus, tm o direito de expressar o seu descrdito em religies.
    E no venham com essa conversa de temas sagrados, pois sem o direito de questionar todas as coisas, o homem ainda estaria achando que a Terra o centro do Universo.
    Desde que o mundo mundo , graa a Deus, existem os stiros. Desde a Grcia antiga que comedigrafos faziam chacotas com os filsofos, aqueles que leram a comdia As nuvens podem ver como vrios filsofos so ironizados por Aristfanes. Os stiros, de qualquer tipo, so o oxignio da democracia, e por vezes mostram a imensa hipocrisia que perpassa a vida religiosa, politica , social.
    Se fossemos matar escritores que tem escrito horrores contra as religies, teramos que eliminar homens como Bertrand Russel, Voltaire, Sade, Schopenhauer, Diderot, entre outros.
    A grande prosperidade Ocidental, que culminou no desenvolvimento das artes, cincias, filosofia, nunca experimentada em nenhuma outra parte do globo, foi resultado do respeito s liberdades. Agora estas conquistas esto sendo ameaadas por fanticos, que devem ser rechaados com toda fora.
    O humor prova da inteligncia humana, sbio rir de si mesmo. Tudo merece uma piada, inclusive, a vida.

  24. Liberdade de expresso uma coisa e anarquia outra.
    Brincadeira tem hora e no se brinca com quem ou o que est quieto, pode gerar consequncias, as quais dependendo com que se brinca,
    simplesmente sabiam o que poderia acontecer, pra brincar tem que aguentar as consequncias.
    Fica o exemplo, com Deus ningum brinca e sai de gaiato.

  25. no gostei deste texto, acho que voc poderia ter evitado ele, logo se eu tomar uma atitude violenta, nada vai justificar, mas voc poderia ter evitado… tenha d!

  26. A barbrie dos “pobres” e “inocentes” chargistas gerou uma consequncia monstruosa da parte ofendida.
    Diante do que sabemos sobre extremistas muulmanos, at que demorou pra isso acontecer. Sabemos que o jornal debochado e sarcstico vai continuar por dois motivos: fiis catlicos no tem muita convico sobre em que acreditam, por isso no se sentem ofendidos com imagens que tentam humilhar a figura de Cristo,
    e os cristos ( pessoas que acreditam que Jesus Cristo o nico Salvador) que apesar de sofrerem com indignao diante do desrespeito so totalmente contrrias a qualquer forma de violncia.

  27. Amigos, entendam: esta vida um estgio que passamos para viver eternamente em condies perfeitas. O planeta terra sim, o centro do universo, pois foi neste pequeno gro de areia desta praia sem fim, o universo, que o criador de tudo o que existe, assumiu a condio humana. Para viver uma vida de amor, de liberdade de expresso e principalmente para cumprir uma sentena que no era sua: morrer no lugar de outros que erraram. Outros que ele criou. Deixando claro, a verdade: que sua lei de amor perfeita. Esta a resposta para uma dvida levantada por um ser que questionou a sua liberdade de expresso e de idias diferentes da lei do amor. Todos os planetas do universo acompanham esta oportunidade concedida aos habitantes deste pequeno planeta terra: de viverem do jeito que quiserem e desejarem. Ainda assim, ele se coloca a disposio, para ajudar aos que, sinceramente, pedirem ajuda neste perodo de estgio. Como um pai ajudando um filho. Entendem?
    Essa a vida no planeta terra. Todos ns somos livres para fazermos o que quisermos. Todos ns temos oportunidades para moldarmos nosso carter da forma que definirmos. Somos ns que decidimos. Individualmente. Cada um, responsvel por si. Podemos tentar influenciar outros ou seguirmos orientaes de outros. Mas somos ns que decidimos. O tempo que cada um tem o tempo de sua vida. Pode ser uma vida longa 70, 80, quem sabe mais anos. Ou uma vida mais curta. Ningum sabe. Mas a cada dia temos lies e tomamos decises. E o universo acompanha o desenvolvimento de uma raa, que, sozinha, tomando seus caminhos, colhendo frutos que plantam. Tentando melhorar este mundo. Sempre tentando melhorar. Ser possvel? Conseguimos melhorar muita coisa, evolumos muito. Desenvolvemos a cincia, o conhecimento. Descobrimos e inventamos muito. Mas, e os valores? A desigualdade, a injustia, o convvio em comunidade? Ser que se tivermos mais um tempo, corrigiremos estes erros? Quanto tempo mais? 50 anos? 100, 200, 1.000…? Acredito que jamais ser possvel desenvolvermos um mundo melhor. Deus, nosso pai, j sabia disso. Deste o incio ele j sabia. S permitiu para que nunca mais haja dvidas. Nunca mais, em todo o universo, ser levantada qualquer dvida sobre o carter dele. O perodo de estgio est acabando. Por que demorou tanto? O tempo do pai diferente do nosso. Mas por toda a eternidade nos lembraremos que foram apenas 6 mil e poucos anos. Chegando ao fim estas primeiras coisas, todos os aprovados, de todas as pocas, sero avaliados. A maioria j foi avaliada. Quando morremos j estamos avaliados. Os aprovados tero a oportunidade de analisar e avaliar os motivos da reprovao de muitos e concluir que foi feito justia. Todos ns, inclusive aquele que levantou a dvida, concluiremos que foi feito justia. Nosso pai justo. Deus seria injusto se no nos informasse sobre nada. Mas, est tudo escrito. Ele cuidou para que estivssemos sempre cientes de tudo. Deste o incio. Da forma que ele definiu. Aberto a todos. Todos que quiserem saber. No nos esqueamos: somos ns que decidimos. At, saber ou no saber somos ns que decidimos.

    • S para resumi tudo isso, quero dizer que sou uma pessoa que vejo as coisas de maneira imparcial, mas uma das charges atinge toda humanidade
      Aquela que que fala do PAI, FILHO E TRINDADE DO ESPIRITO SANTO.
      Ali os chargistas mostra uma relao sexual entre o pai, filho e espirito santo.
      Quero afirmar que ns somos filhos de Deus e ningum merecia ver isso.
      Eu confesso que estou indignado com essa charge.

  28. A humanidade desviou as atenes dos verdadeiros problemas que afligem a prpria sobrevivncia, ou seja, o desequilbrio habitacional, doenas, a fome, falta de saneamento bsico, crescimento desordenado populacional, o lixo urbano, a poluio … etc, mas principalmente, A IGNORNCIA. A religiosidade, no constitui o real problema atual, contudo, as atenes do mundo esto voltadas para algo que no real, embora a f de cada um alicerada dentro de um contexto sociocultural, visto que os valores religiosos foram condicionados e preservados por razes pessoais e no reais. A pergunta que no quer calar , porque o ser humano no consegue resolver mais seus problemas de ordem ambiental que ameaa a prpria existncia, entretanto, consegue resolver seus problemas de ordem religiosas simplesmente assassinando seus opositores virtuais e imaginrios e ainda justificando que o criador do planeta que ele prprio est destruindo, foi “VINGADO”. Sendo assim, eu vos digo, ” Perdoai meu DEUS, eles realmente no sabem o que fazem”.

  29. Sendo cristo, sou contra qualquer forma de violncia, intolerncia e discriminao. No entanto, quem semeia vento colhe tempestade. E de Deus no se zomba. Que Deus console os familiares das vtimas.

    Abraos

  30. A vingana dos fundamentalistas Islmicos no foi concluda, visto que toda a Frana,apoia as ideias humilhantes e preconceituosas dos seus chargistas aniquilados recentemente na sede do seu Jornal satrico. Receio que os fundamentalistas radicais utilizem armas de destruio em massa para completar o servio. Rezo que no…

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.