Cinco prudentes conselhos a Braga Netto, general interventor na Segurança

"Rio é um laboratório para o Brasil", declaração do General Braga Netto é prenúncio do Golpe Militar 1

É preciso haver policiamento ostensivo, dia e noite

Jorge Béja

Não sou especialista em segurança pública. Minhas especialidades, se as tenho mesmo, são outras. No convívio com o próximo, respeito, honestidade e solidariedade. Como advogado, a especialização veio (veio mesmo) na área da Responsabilidade Civil, Pública e Privada. São 45 anos do exercício da advocacia. Mais de 3 mil ações indenizatórias de danos de toda ordem. A maioria contra a incúria do Poder Público. E Sempre em defesa das vítimas. Daí a experiência que me autoriza a dizer ao interventor na Segurança do Rio, general Braga Netto:

1) O mais rápido possível forme sua equipe de comando. Nesta sexta-feira (2/3) o senhor, com certa irritação mas sem hostilizar, declarou aos jornalista “eu ainda nem formei minha equipe!”. Depois de comandar tantas operações no Rio, o senhor sabe quem é quem, sim. O povo não pode esperar, general. Assaltos, tiroteios e assassinatos continuam, pós intervenção. Seus comandados são os militares do Exército, as polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro (ERJ). São instituições já formadas.

2) Coloque, imediatamente, policiamento ostensivo, fardado e armado nas ruas do Rio, dia e noite, sem interrupção. É raro ver policiais militares ou viaturas da corporação fazendo o patrulhamento. E sem ação preventiva, os bandidos têm campo livre para agir. Se até aqui o mal venceu o bem, inverta essa vergonhosa e dolorosa derrota. O senhor é interventor na Segurança Pública, segurança que a população não tem. Serviço de inteligência é fundamental. Patrulhamento ostensivo e visível é urgentíssimo e indispensável também. “O soldado de polícia, fardado, armado e patrulhando as ruas é a maior encarnação visível do poder invisível do Estado”, decidiu décadas atrás o Supremo Tribunal Federal.

3) Ainda nesta sexta-feira (2/3), a ministra-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU) e o chefe da Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) se apresentaram para dar suporte jurídico às ações do interventor. É pouco. E não são as melhores companhias, nem isentos conselheiros.  São procuradores acostumados a defender o Poder Público, em tudo e por tudo, inclusive no que é indefensável.  Sabemos que é a função deles, com quem briguei em Juízo por 45 anos. Todos estão sempre e sempre do lado e ao lado do Poder. Não são defensores do povo, dos vitimados. Exemplo: a Constituição do Estado do Rio de Janeiro (artigo 176, parágrafo 3º ) obriga que o procurador-geral do Estado intervenha e analise todos os contratos firmados pelo Estado. Sim, o procurador-geral, o único legitimado a despachar diretamente com o governador do Estado. Confira:

“A Procuradoria Geral oficiará obrigatoriamente no controle interno dos atos do Poder Executivo e exercerá a defesa dos interesses legítimos do Estado, incluídos os de natureza financeiro-orçamentária, sem prejuízo das atribuições do Ministério Público”.

Essa obrigatória intervenção é para que tudo seja feito na forma da lei, da lisura, da honestidade e em benefício do Estado e do povo. Pergunta-se: que fez a procuradora que chefiou a PGE-RJ (e seus subordinados), nos dois mandatos de Cabral e início do governo Pezão? Será que a doutora Lúcia Léa Guimarães Tavares não detectou, minimamente, uma fumaça de superfaturamento em tantas obras que a dupla Cabral/Pezão contratou e ganhou fortunas com os aditivos superfaturadamente corruptos? Daí porque, general, ter o assessoramento jurídico de advogados da União, de advogados estatais, não é suficiente. Chega a ser temerário.

4) Forme um conselho de advogados renomados e independentes. E existem muitos para formar o conselho. Foram advogados trabalhistas independentes que, juntos, impediram a filha de Roberto Jefferson de tomar posse como ministra do Trabalho do Brasil. Cristiane continua Brasil, sem ser ministra do Trabalho do Brasil. Há advogados experientes, que exerceram e exercem a advocacia, além de juízes e desembargadores aposentados, que voltaram a advogar. Ou se não voltaram, são detentores de uma bagagem enorme de cultura jurídica e que poderão, com a máxima isenção, assessorar o senhor. Para citar apenas dois nomes: Newton Doreste Baptista (desembargador aposentado do TJRJ, com escritório na Travessa do Paço) e Carlos David Santos Aarão Reis (juiz federal aposentado, residente no Largo dos Leões).

5) Tratando-se de guerra intestina e fratricida, inove, general. Dê um ultimato: que os meliantes, num prazo que o senhor entender suficiente, se entreguem com seus armamentos. É uma chance, uma tentativa humanitária e também de relevância social e jurídica. Evita confrontos e mortes, de lado a lado. Sim, general, porque se um meliante quiser se entregar, como ele deve hoje fazer? A quem procurar? Quais as garantias? Que benefício terá? Pense nisso, general Braga Netto.

36 thoughts on “Cinco prudentes conselhos a Braga Netto, general interventor na Segurança

  1. Boa tarde.
    O General Braga já fez algumas substituições , mas ele tem que trocar os 4 pneus com o carro andando e não está encontrando muitos ” estepes ” .

  2. Os ECOS que torturam os nossos já impuros tímpanos…

    Vemos que o Brasil virou um PaisECO, controlados por JuizECOS e amarrado a políticos que definem num piscar de olhos uma Intervenção com MilitarECOS pra contentar a nós, que não produzimos ECOS! Que acreditamos em tudo.
    Não há caixa de ressonância… o Rio de Janeiro foi pacificado sem um tirECO sequer… como pode? Estaria eu SurdECO?
    Creio que não… a “Paz” reinante eleva meus nervos a level dez!
    Juro que me atormenta!
    Vimos através dos JornalECOS as “EXAUSTIVAS INVENÇÕES”, ops! digo reuniões, (perdoem meu ato falho) dos nossos PolitECOS fraudadores da nossa já árida confiança.
    Sim, porque não nos informaram das negociatas de bastidores, aquelas por debaixo dos panECOS…
    Volto a dizer que o silêncio desta “Guerra” me ensurdece mais que uma AR 15 falante, mais que um AK 47 gritante!
    E agora temos nomeado um BRAND NEW MinistrECO de isegurança, um tal de RaulzECO que por ironia do destino é a favor (ferrenho) do Estatuto do Desarmamento, e pasmem, insiste em dizer que as armas são perigosas nas mãos dos cidadãos de bem, puro DEBOCHE! (só pode ser). O BILTRE é escoltado por seguranças armados até os dentes!
    Nesta lógica, ele está nos dizendo que não é um cidadão de bem, não é mesmo? rsrs
    Os MilitarECOS topam tudo por dinheiro e se prestam ao jogo sórdido de um PresidentECO que só não está enjaulado por obra e graça do “FORRÓ PRIVILEGIADO”!
    Sejamos realistas e entendamos de uma vez por todas que só nós podemos INTERVIR!
    Mais ninguém está interessado neste BrasilECO!
    Ah! Sim, não posso ser injusto, estava me esquecendo que os únicos disparos que pude ouvir, foram as dos celulares dos pobres soldados cadastrando a população das favelas.
    Pobrezinhos… estão sendo obrigados a compactuar com a farsa montada pelos infames estrategistas de terno e gravata, porque esta intervenção, vem pra tudo, menos para dar segurança aos otários que ainda acreditam nos inomináveis governantes.
    TUDO ISTO É UMA MONTAGEM SÓRDIDA! UMA GRANDE MENTIRA!
    UMA GRANDE SACANAGEM!
    Vocês leitores deste blog, acreditam que o NARCOTRÁFICO que está nas entranhas palacianas, será eliminado com conversinhas de araque?
    Não se enganem, digo e repito: É TUDO UMA GRANDE MENTIRA!
    MENTEM, MENTEM E MENTEM!
    Dá nojo!
    Atenciosamente.

    P.S.- Deixo aqui um grande abraço no Dr. Jorge Béja, que nos brinda sempre com sua lucidez, seriedade e honestidade em seus artigos.
    Atenciosamente.

  3. O exército esteve no Haiti e desempenhou suas funções com acerto. O general Heleno, chefe da missão, demonstrou ter adquirido bastante experiência na atividade que o general Hugo está desempenhando e o exército deve se beneficiar dela se julgar necessário. O que quero dizer em outras palavras: que o exército tem seus próprios experts para levar a cabo a tarefa que lhe foi atribuída legalmente pelo governo. Quanto menos pitaco externo melhor.
    Less talk and more action!

  4. Aí sim a segurança pública estaria completamente comprometida, com esse defensor ferrenho de Lula.

    “P$OL confirma pré-candidatura de Boulos, o ‘sem-teto’ que quer virar presidente”

    http://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2018/psol-confirma-pre-candidatura-de-boulos-o-sem-teto-que-quer-virar-presidente-0lck92vsvjuao8funzs54ij5f?utm_source=facebook&utm_medium=midia-social&utm_campaign=Rodrigo-constantino

    Deixem as suas risadas aqui.

    • kkkkkkkkkkkkkkkkk. Boulos, Rodrigo Maia, Temer, Alkimin, A doçura do PCdo B, a feiura da Cobra, o Coroné, e os quase candidatos do PT (não tem nenhum que não seja 171) esta lista de risíveis está cada vez maior.

  5. Estimado Dr. Jorge Béja … boa tarde!

    Muito importantes esses conselhos.
    Segundo o grande jornalista Nahum Sirotsky, então correspondente iG em Israel, as Forças de Defesa de Israel (Tzahal) vieram até a nossa RJ para aprender o combate que não é feito cara a cara … adaptaram ao combate do terrorismo … e o repassaram aos EUA!!!

    Como o General Braga Netto afirmou que o RJ é laboratório para o Brasil … podemos considerar que não será do modo que é feito hoje, né???

    Abraços.

  6. “Forças de segurança já prenderam mais de 300 pessoas em 14 megaoperações”

    “Ao todo, 30 fuzis, 40 pistolas, mais de quatro mil munições, 134 carregadores de fuzil e 42 de pistola e 32 granadas foram apreendidos. As equipes também recuperaram 203 veículos automotores e apreenderam cerca de três toneladas de drogas.”

    https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2018/03/5518890-forcas-de-seguranca-ja-prenderam-mais-de-300-pessoas-em-14-megaoperacoes.html

  7. Prezado dr. Béja, sua última sugestão, sobre as pessoas criminosas que poderiam se entregar voluntariamente no RJ, é muito interessante para quem pensa em sair do crime, mas o passado do Exército não ajuda nesse sentido. O próprio Exército já fez isso no passado, em relação à guerrilha do Araguaia, e o que aconteceu? As pessoas que acreditaram nisso e se entregaram foram simplesmente, e covardemente, assassinadas. Acho que foi uma das atitudes mais escroques do Exército brasileiro, condenável sob qualquer ponto de vista. Assim, caso alguém do crime queira aderira à sua proposta e saiba do precedente ocorrido há algumas décadas, certamente pensará muitas vezes se dá para confiar.

    • É fácil desmerecer os outros. Se nós olhássemos para o nosso rabo, veríamos que o exército fez pouco deixando um Dirceu, uma Dilma, um Lula, um Genoíno, para desmoralizar a nação.
      Como teria sido o Brasil sem esses corruptos medíocres e demagogos não é difícil de imaginar… muito melhor, certamente!

      • “Se nós olhássemos para o nosso rabo”… Olhe para o seu próprio rabo à vontade, utilize-se de um espelho e procure garantir-se de que não está sendo visto nesse ato que lhe parece importante e altamente relevante (ou seja: feche as portas para não passar ridículo – o ridículo que seu nome já sugere).

  8. Mídia populista , direitos humanos desvirtualizado , ONGs corrompidas e de fachada , especialistas de plantão . Abutres que vivem e sobrevivem dos distúrbios sociais .

  9. FAZENDO O QUE DER, NA BOA

    Tenho muito queridos e honrados parentes e amigos militares, com parte dos quais fui inclusive criado nas montanhas de Laranjeiras, e por isso de modo algum quero magoá-los ou ofendê-los, até porque tenho a classe como a mais digna entre absolutamente todas as outras — não há ninguém melhor do que os militares, em termos de educação, disciplina e dignidade. E falo como testemunha presencial da observação disso ao longo de muitos anos.

    Mas o discernimento militar precisa ser reconfigurado com inteligência, para poder executar a parte civil do dever estabelecido no artigo 142, que requer ação no modo militar, para remoção do sistema e dos sistemistas corruptos, e no modo civil, para a quatro mãos com civis dignos instituir um novo sistema brasileiro, educando o eleitorado no básico, e depois reiniciar a vida da Pátria sob leis claras e firmes em sua execução, para que o não fazer por medo das consequências possa de fato ter efeito, sem “infringentes”, e as pessoas, obrigadas a viver sem fazer o mal, possam sentir que a boa é viver assim, e não, prejudicando o irmão, como do sistema legal sideral em nosso patamar evolutivo.

    Gabeira ontem 2 desse março publicou texto trazido pelo sobrinho Daniel, analisando muito bem a impermanência da vida, descartando de importância engessados no tempo tipo cheguevaristas, chicobuarquistas, caetanistas, antiditadura que só existe ainda nessas cabeças de bagre, ou corruptas deles quando rouanistas ou acumpliciados noutros interesses, que usam esses artistas formadores de opinião para deslumbrar zumbis seguidores ignorantes, e fazê-los eleitores do sistema ou manifestantes para dissimular hackeações.

    Dizer “depois não vão vir com campanha da verdade” demonstra que parte da direção militar ainda se sente manietada, frouxa, por essa tal campanha abjeta que o sistema abortou como tiro no pé, e calou a mídia em seu resultado contra.

    Uma boa e digna assessoria política civil, à luz da psicologia política elementar, pode fazer os militares compreenderem que tudo, absolutamente tudo, que possa vir desse sistema desacreditado e desmoralizado completamente, à exceção de uns tantos inteiramente excluídos da possibilidade de discernir, vai ser recebido pelo povo como armação do sistema -tanto que entre outras ferramentas temos num jornal pesquisa perguntando se caso essa intervenção federal der certo se votará pela reeleição de Temer.

    Num primeiro respirar de alívio pode até ser que o povo se sinta melhor, talvez inclusive com alguma vantagem esperta que o sistema lhe dê com a direita, para depois tomar dobrado com a esquerda.

    Mas quando logo acontecer essa tomada dobrado com a esquerda, junto com o crime reprogramando-se para facilmente esvaziar o que a intervenção consiga assim, o povo vai de novo perceber-se colocando o velho cocar de otário, e revoltar-se com essa intervenção que propositadamente o sistema está chamando e mandando chamar de militar, como mais uma tapeação -o que não é preciso muito discernimento para se imaginar o efeito arrasador que terá na credibilidade de intervenção tão duramente conseguida até agora.

    Exatamente por isso, a inteligência ou corrupção militar deu uma dessas -como mancada ou armação-, vestindo a camisa de executora do sistema, para ferrar com o prestígio que a intervenção MILITAR e não federal já havia conquistado a duras penas.

    Em vez dessa mancada deveria ter se assessorado da malandragem civil digna, e partir para a já atrasadíssima e desertada intervenção militar, que varreria para o lixo o sistema com seus “infringentes” e demais corrupções e seus corruptos.

    Ainda podemos tentar isso nesse 31 de março já anunciado sem hora e local, na esculhambação que caracteriza a organização das lideranças, e que sugerimos seja em frente dos quartéis e no entorno da hora do almoço.

    • Grato, Joca, a gente precisa tentar fazer rolar essa intervenção militar e não federal, para livrar as ações morais dos entraves múltiplos dessa nossa legislação lixo. Sou advogado formado em 73, havendo começado como estagiário do MP e advogo até hoje, conhecendo bem os meandros legais que permitem interpretações ao gosto.

  10. A sugestão número 4 seria o fim, se o general aceitasse-a. Sou advogado também e reconheço que quando a CF/88 colocou o Art. 133 lá eu reconheço que não apenas errou (muito embora eram quase 200 os advogados constituintes), como impediu que
    Padeiros
    Economistas
    Mecânicos
    Médicos
    Engenheiros
    Enfermeiras
    (você pode fazer a sua própria lista)
    Não são essenciais à justiça no sentido técnico, mas se tirassem todos os advogados constituintes e os substituíssem por no máximo 5 (cinco), teriam feito uma Constituição e não um compêndio didático com inutilidades mil.

  11. Se bom, se vendia

    Porém, contudo e todavia aqui vai a provável atenuação do problema:
    Construa, no deserto, um ou dois grandes presídios, guarde lá dentro os que sobrarem vivos, provavelmente alguns milhares, da caçada deflagrada contra os criminosos que perambulam por nossa cidades, isso imprimirá medo nas mentes obscenas que usam as cidades como área de caça. Eles tem que saber que vocês não estão brincando de polícia e ladrão.
    Isso é de amplitude nacional, não adianta expulsar do estado…
    Proíba “juízes” de soltar bandidos sob pena de trocar de lugar com o meliante beneficiado.
    E apesar de tudo isso existe um erro crasso, vocês estão começando pelo lado oposto, o exemplo tem que ser debelado para intimidar o aspirante a criminoso e os grandes estimuladores a ações criminosas moram em palácios e palacetes. Por lá
    seria mais rápido, qualitativamente mais eficaz e pouparia vidas, pois os criminosos que habitam as mansões não tem coragem usar armas, seus apetrechos de defesa são os ADEVOGADOS, que sabem que lucro certo e farto está na defesa de ricos criminosos, sem se importar em defender a quem e tendo plena consciência da culpabilidade de seus clientes. Esse tipo de profissional deveria ter que provar que tem certeza da inocência de seu cliente e parar com o clichê idiota ” todo mundo tem direito a defesa”. Até que se perceba o erro que está cometendo, mas o dinheiro fala mais alto e honestidade zero
    Deveriam se juntar a seus clientes, na cadeia.
    Enfim anos passarão sem que o crime se torne de baixa intensidade, teremos que vacinar e não combater a praga depois de instalada

    Resumindo minha baboseira, tem que pisar na barata ou mande um convite para ela se escafeder de sua cozinha e não voltar mais…

    sanconiaton

  12. Paula Favre zap
    ATENÇÃO! Se não der pra rolar a intervenção integral do 142 temos de cobrar uma parcial das FA e não do sistema canalha, para obrigar o sistema, à baioneta, a fazer processar as eleições na caneta! Estamos lidando com gente da pior espécie!

    Descoberto plano do TSE para fraudar as eleições sem levantar suspeitas
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  13. Dr. Jorge Béja, gostaria imensamente de parabenizá-lo pelo artigo aqui escrito, porém faço algumas ressalvas em seus tópicos 1 e 5, pois acredito estar muito cedo para estarmos gozando de um resultado positivo com relação à segurança pública, tendo em vista os corriqueiros crimes cometidos diariamente no ESTADO do RJ.
    Tenho a absoluta certeza que o Interventor está sim, analisando todas as situações, inclusive a migração de meliantes com destino aos mais variados lugares (inclusive a Região dos Lagos, onde moro).
    De qualquer forma, temos observado melhoras sim, pois estão acontecendo grandes quantidades de apreensões de armas e drogas> Também é notório o acesso dos militares em comunidades em conflito. Pudemos ver isso na Vila Kennedy, onde foram retiradas pelos militares, barreiras instaladas nas ruas (coisa que não era feita antes da intervenção).
    Claro que queremos pressa, porém acredito que o General está com um plano montado e já colocando em prática, embora o tamanho da cidade do Rio e a quantidade de comunidades dominadas pelo tráfico/milícia, com certeza dificultará a restauração da paz, na velocidade que suplicamos.
    Quanto ao tópico 5, acho improvável que os meliantes se entreguem colocando suas armas no chão e vindo de mãos à cabeça se entregarem, pois é sabido por todos, que o tráfico de drogas gera uma enorme quantidade de dinheiro, e o meliante iria descer do morro, para fazer o quê??? Há algum plano de recolocá-lo ao mercado digno??? Esse meliante sabe que irá ser preso (ao ser entregar), e dentro de sua comunidade, ele tem uma “certa” proteção, podendo ficar em moradias escondido, até o dia 31/12.
    Tenho uma opinião formada quanto ao futuro de nosso país. Deveríamos cobrar do conselho tutelar, para que cumpra seu papel nas evasões escolares, onde esses jovens abandonam os estudos e ingressam no tráfico.
    O Conselho Tutelar deveria ser informado pela escola, quando o aluno faltar aulas por mais de uma semana, para que a família justificasse sua ausência e previsão de retorno às aulas. Isso é feito? Não…
    Os CRIADES (onde jovem cumprem penas “socio-educativas”) não oferecem uma estrutura educacional para trazer o jovem infrator à sociedade. Esse jovem volta pior, e inclusive com “promoção de cargo” ao tráfico de drogas.
    As cadeias, não oferecem nenhum tipo de profissionalização aos detentos, e são usadas apenas como forma de retirar o meliante de nossa sociedade, sem oferecer nenhuma forma de inclusão social.
    Tem horas, que um amigo diz um ditado que acho até relevante…A SAÍDA PARA O BRASIL, ESTÁ NO AEROPORTO GALEÃO, É IR EMBORA E NÃO VOLTAR MAIS!!!!

    A ti, meu nobre Dr. Jorge Béja, desejo-lhe meu fraterno abraço, pois sou um fã incondicional de seus artigos e mais do que isso, de sua biografia honrosa.

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