Cirurgia de Bolsonaro foi complicada, ele ainda corre riscos e precisa se cuidar

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Fotos mostram Bolsonaro durante os exames antes da cirurgia

Carlos Newton

O Planalto disse que foram sete horas na mesa de cirurgia, mas na verdade foram nove horas, o mesmo espaço de tempo que Adib Jatene levou para operar o coração do então senador Antonio Carlos Magalhães, que estava desenganado. No caso da retirada da bolsa de colostomia do presidente Jair Bolsonaro, segundo o porta-voz da Presidência da República, general Rego Barros, as aderências no intestino exigiram uma “obra de arte” por parte da equipe médica que atuou no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

“O procedimento ocorreu sem intercorrências e sem necessidade de transfusão de sangue”, diz o boletim do hospital, que foi uma ótima notícia, comprovando que não houve sangramento, que seria um problema adicional.

SITUAÇÃO ESTÁVEL – Bolsonaro foi encaminhado para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) depois da cirurgia em situação “clinicamente estável, consciente, sem dor, recebendo medidas de suporte clínico, prevenção de infecção e de trombose venosa profunda”, afirma a nota do hospital.

O fato concreto é que houve complicações na cirurgia. Não se sabe se foram provocadas pela falta de cuidados de Bolsonaro, que jamais se comportou como portador de uma doença grave, chegou a fazer flexões em público, no sábado agarrou na porta do helicóptero para ver melhor o rompimento em Brumadinho.

Esta foi a segunda vez que marcaram a cirurgia. Na primeira tentativa, não foi possível que Bolsonaro estava com infecção. A quantidade de antibióticos que tomou desde a facada é impressionante. E continua tomando.

MUITO REPOUSO – É óbvio que um paciente impaciente como Bolsonaro precisa ser obrigado a ficar em repouso. Previa-se recuperação em dez dias, caso não houvesse problemas na cirurgia. Ou seja, o presidente deverá ficar pelo menos duas semana ainda em repouso. Por isso, essa ideia de retomar logo o poder e começar a despachar no hospital é uma tremenda maluquice.

Bolsonaro e o núcleo duro do Planalto precisam entender que se trata de uma doença grave. Segundo apurou O Globo, os riscos variam de 5% (em pacientes com boas condições de saúde, como as de Bolsonaro) a 20% (diabéticos e desnutridos, por exemplo).

Diz o especialista Carlos Walter Sobrado, professor de Coloprotoctologia da Faculdade de Medicina da USP, o risco maior ocorre na primeira semana após a cirurgia, quando o paciente começar a evacuar.

AINDA HÁ RISCOS – Pelo fato de o intestino grosso ter pouca vascularização, podem ocorrer problemas de cicatrização. O mais temível é a fístula, ou seja, uma abertura no local suturado com pontos.

Se houver rompimento da sutura e vazamento de fezes na cavidade abdominal, é preciso abrir novamente o paciente. “Aí a gente perde tudo o que foi feito. É preciso refazer a colostomia”, explica o professor Sobrado.

Outro especialista ouvido por O Globo reforça a afirmação:  “Já tive paciente que fez fistula com 21 dias após a cirurgia. Isso não é culpa do cirurgião ou do material utilizado. É um risco intrínseco a uma cirurgia de intestino grosso”, afirma Diego Adão Fanti Silva, cirurgião de aparelho digestivo da Unifesp.

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P.S. 1 –
Vamos torcer para que Bolsonaro fique novo bom. A grande maioria dos brasileiros votou nele e acredita que conseguirá limpar este país, um serviço que será tão difícil quanto os Doze Trabalhos de Hércules. (C.N.)

14 thoughts on “Cirurgia de Bolsonaro foi complicada, ele ainda corre riscos e precisa se cuidar

    • Respondendo ao seu comentário em outro tópico colocado por você

      Histeria psicótica?!

      Vejamos!

      Missão das forças de ocupação do sionismo israelense desembarcou no Brasil, supostamente para auxiliar no resgate de vítimas do rompimento da barragem em MG, mas qual serão os verdadeiros objetivos dessa missão (além da hasbara)?

      Vejamos o que aconteceu no Haiti, onde outro grupo “humanitário” vindo de i$rahell também desembarcou:

      http://baltimorechronicle.com/2010/012610Lendman.shtml

      Quem sabe alguma repórter da Rede Globo (controlada por sionistas) também não encontre alguma caixa contendo córneas ou talvez um rim, “gentilmente doados”, lá por Brumadinho, no hospital de campanha “humanitáriA” cortesia de i$rahell

      https://youtu.be/js4J4H_iLnk?t=78 .

      • Renato

        Reveja seu comentário feito dentro do contexto de uma tragédia com centenas de mortos.

        Você faz afirmação sem sentido algum de que a missão humanitária israelense na verdade é um complô globalista para ajudar a Vale a mando de Bolsonaro.

        Procure ajuda especializada amigo!

  1. Você se engana,CN,quando escreve que “a grande maioria dos brasileiros votou nele”!
    Bolsonaro foi eleito com 56 milhões de votos, cerca de 1/3 do eleitorado brasileiro.
    Como o Brasil tem 220 milhões de habitantes o mais correto seria dizer que 1/4 dos brasileiros votou nele. .

    • -Caro Darcy, acredito que o Jornalista quis dizer “a grande maioria dos eleitores que votaram”, o que também quer dizer que “quem cala (e não vota), consente”.
      -Acredito eu que nunca um presidente tenha sido eleito com os votos de mais de 50% da população do país.

      Abraços.

      • Exato, Francisco Vieira, a isso se chama “liberdade poética”, que é usada também no Jornalismo. O que se quis dizer fica implícito.

        Avs,

        CN

      • CN quis dizer: Licença Poética. Quem por ela é autorizado, pode fugir à norma culta e até usar palavrões. Uma das minhas graduações é “bacharel em letreiro”. Porquanto, reivindico o meu direito de “sortar o verbo”

  2. O percentual foi de 70% dos votos, como relatado no documento entregue pelo Exército, GSI/ ABIN à presidente do TSE. Computados , sabe-se lá o porquê, apenas a maioria citada. Talvez, para não demonstrar a derrota acachapante do nefasto e famigerado pt.
    Esta é expressão da verdade.

  3. Que a família em peso aconselhe o
    Presidente Bolsonaro, ou melhor, proíba-o da famigerada ideia de retomar os trabalhos no hospital. Torcemos que nos próximos 10 dias ele descanse, pois só assim ele poderá retomar as rédeas do Brasil recuperado. Nesse intervalo o Vice Mourão dirigirá com desenvoltura os nossos destinos.

  4. Bozonaldio prometeu que extinguiria a EBC.
    Agora decidiu que vai juntar os quadros da TV Brasil (criada pelo Lula) com a NBR, TV que faz as transmissões oficiais do governo, em um só núcleo.

    Apenas 45 da EBC foram demitidos….!!!

    O canal “prejuízo que ninguém assiste” tornou-se a mais nova obra governamental !!!

    DE FIASCO EM FIASCO O VOTO DO POVO VIRANDO LAMA, VIRANDO MINGAU….

    • 45 demitidos, da conta do almoxarifado, ou gato pingado da contra-regra….

      Retomar as rédeas do Brasil ???
      O negocio é IMPLODIR !!!!!
      TORRAR TUDO! VENDER TUDO!
      ENGANAR TODO OTÁRIO QUE VOTOU NELE!

      Só em segurança pessoal esse bagual firula vai ultrapassar o $$$ que o cachaceiro roubou….

      Vai vendo o tamanho da lama…

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