Com a indecisão de Serra e do PSDB, a sucessão fica mais incerta. Como mostrei ontem, possibilidades, boas

Faltam 4 meses e 7 dias para a eleição mais retumbada, mas tumultuada, mais cheia de vencedores e cada vez sem nenhum perdedor. Pelo menos, ressaltemos, todos apostam nas pesquisas e no crescimento. Até Marina Silva garante: “Semana que vem estarei com 15 por cento dos votos”.

É uma afirmação tão segura, que ela deve estar baseada em “dados indestrutíveis”. Por outro lado, é impossível que no lamentável quadro partidário brasileiro, alguém sem estrutura, sem recursos, sem partidos e sem espaço na televisão, chegue a 15 por cento do eleitorado. Chegará?

E se a candidata Marina Silva, em vez de manejar números INDESTRUTÍVEIS, estiver mobilizando alguns que sejam INDECIFRÁVEIS? Isso é muito comum em pesquisa, que é análise sobre o passado, mostrada no presente, e para procurar resultados no futuro.

Também não há dúvida: Dona Dilma vem crescendo visivelmente, enquanto Serra cai também visivelmente. Só que aqui cabe uma indagação, que não sei se algum analista poderá responder: esses votos atribuídos à ex-chefe da Casa Civil, que evidentemente não pertence a ela, representam o máximo o que Lula poderá transferir?

Serra já disputou muita eleição, perdeu e ganhou várias, até as mesmas. (Para prefeito de São Paulo, perdeu duas vezes, ganhou ali mesmo, passados muitos anos).

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PS – Não tenho uma linha a retirar sobre as informações, que ressaltei aqui que poderiam ser informes, a respeito de Serra se eleger novamente governador, pelo menos para não ficar sem nada.

PS2 – É evidente que como ainda não se preencheram ou não se dissiparam as condições que revelei, temos que esperar. Mesmo porque, Serra só pode “embarcar” nessa reviravolta, rigorosamente decidido.

PS3 – No momento (se houver a possibilidade que está sendo aventada) que Serra anunciar a nova expectativa, Dilma poderá voltar ao Planalto, nessas circunstâncias, acrescido do Alvorada. Onde Lula será sempre bem recebido.

PS4 – Por enquanto, não há nada decidido, lógico, faltam 4 meses. De qualquer maneira, haja o que houver, o Planalto-Alvorada abrigará (?) alguém sem plano, sem projeto, sem compromisso. Que República.

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