Comandado por Sarney, Congresso brasileiro entra no Livro Guinness de Recordes

Carlos Newton

Hoje é o grande dia. Sob a batuta do maestro José Sarney, o Congresso Nacional busca hoje sua maior realização, uma façanha espantosa, que se destina a constar do livro mais vendido do mundo depois da Bíblia e do Corão – o Guinness de Recordes.

Em represália à decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo, a qual determinou que o Congresso obedeça à ordem cronólogica de votação dos vetos presidencias, os diligentes parlamentares decidiram votar hoje, de uma só tacada, o modesto total de mais de 3 mil vetos.

É espantoso, incrível, fantástico, extradordinário, como dizia o Almirante (Henrique Fóreis Domingues, pandeirista do grupo Os Tangarás e famoso radialista na década de 50). Além de não terem medo do ridículo, os políticos brasileiros continuam insistindo em fazer com que o Brasil se transforme numa piada internacional.

Com políticos dessa laia, é melhor votar no rinocerante Cacareco, no bode Cheiroso e no Macaco Tião, que já foram campeões nas urnas brasileiras.

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