Começou a Copa do Mundo

Às 4 e meia, todos os países conheciam seus adversários. Por ter comparecido a 9 Copas (lógico, onde se realizavam) fui assistir, por simples curiosidade. Com duas observações. 1- É obrigatório o sorteio dirigido, mas há suspeitas ou sussurros, de que nos bastidores existem “sorteios”.

2- De qualquer maneira não altera nada. O país que tem pretensões a campeão, não pode escolher adversários. Todas as chaves são equilibradas ou desequilibradas, com duas seleções tidas como as mais fortes. Isso em cada chave. Como gostam de falar, a “chave da morte” é a da África do Sul. Terá que jogar mais do que sabe para seguir no mata-mata. (As oitavas).

O Brasil, sempre favorito, está num grupo camarada. Se não for em frente, como aconteceu uma única vez em 1966, na Inglaterra, é porque não merecia.

Para terminar, duas observações-revelações-lembranças. Em 1976, a África do Sul, dominada pela crueldade do Apartheid, procurou João Havelange, presidente da Fifa, e fez a declaração de guerra: “Não disputaremos a Copa Africana, não jogamos com negros”. Havelange respondeu: “Se não joga com negros também não joga com brancos”. E expulsou-a. Agora, 34 anos depois, a África do Sul, democratizada, realiza a Copa de 2010.

Uma das celebridades mais mostradas, foi o inglês David Beckham. Quase não comparecia por dois motivos. 1- Morreu seu avô. 2- Perdeu muito dinheiro “investido” em Dubai. Outros famosos também perderam.

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