Comentarista responde ao deputado Sarney Filho e lhe dá boas dicas sobre preservação do meio ambiente.

Rodrigo de Carvalho

A despeito da falta de cuidado do príncipe do Maranhão em saber da autoria do texto que motivou sua resposta, creio que não se pode deixar de questionar o príncipe que acusa o blog de publicar inverdades e intrigas.

Mas quem é que sempre viveu de mentiras e intrigas neste país? Inclusive, acarretando os alarmantes índices de miséria e subdesenvolvimento do estado do Maranhão.

Quero lembrar também que o príncipe do Maranhão já foi ministro do meio ambiente e sabe muito bem, como Marina também sabe, que quase a totalidade da madeira consumida no Brasil é proveniente de desmatamentos ilegais. A bem da verdade, como nunca houve um projeto de plantio de longo prazo para as espécies de árvores mais comerciais, a construção civil é quem mais consome as madeiras ilegais.

Após serem travestidas de legalidades por DORFs (documento de origem florestal), que sucederam as ATPFs, as essências são comercializadas sem problemas maiores. Cabe lembrar também que os desmates ilegais contam com a conivência das autoridades locais, uma vez que é impossível que toras imensas levadas por caminhões possam circular  sem serem notadas.

Se alguma polícia for acionada certamente alegará que só o Ibama conhece e pode fiscalizar e o Ibama, consequentemente (ou inconsequentemente) alegará que não tem agentes suficientes para cobrir a totalidade do território nacional.

Como ambientalista, proponho inclusive, que as empresas que utilizem madeira nativa tenham que ser obrigadas, por lei, a plantarem as essências mais utilizadas, para que daqui a 20, 30, 40 anos possam realizar de fato o chamado desmatamento legal e sustentável.

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