Comovido, o bilionário Cavendish deixa a Delta ‘para evitar demissões’.

Carlos Newton

Em mensagem de despedida aos funcionários, Fernando Cavendish disse que deixou o comando da Delta para evitar demissões. “O fator que mais pesou na minha decisão de abrir mão do comando da empresa foi meu compromisso com a preservação do emprego de mais de 30 mil colaboradores.”

Segundo ele, foi com “nó na garganta” que tomou a decisão. “Peço apenas que esta equipe guerreira continue a ser exemplo de determinação, de seriedade e de comprometimento”, disse, acrescentando que “a Delta é maior do que todos nós individualmente”.

Como se sabe, a empresa foi assumida pela J&F Participações, holding associada ao BNDES e c00ontroladora de empresas como a JBS e a Vigor.

Cavendish é um dos maiores caras-de-pau da atualidade. Riquíssimo, deixou a empresa após ter seu nome ligado ao escândalo de Carlinhos Cachoeira. E agora vai aproveitar a fortuna que ganhou fazendo negócios com amigos íntimos, como o governador Sergio Cabral e o vice Luiz Fernando Pezão, os dirigentes do Dnit e outras autoridades municipais, estaduais e federais.

A República deveria mandar fazer uma estátua em homenagem à impunidade da corrupção, com o corpo de Sergio Cabral e a cabeça de Cavendish. Seria uma espécie de estátua equestre, bem apropriada.

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