Considerações e confissões de Helio Fernandes

Primeiro e o mais rapidamente, para Antonio Santos Aquino: você não está nem estará proibido de participar, e ainda mais por mim. Espero ver logo matéria tua dizendo: “Vargas foi um estadista e não um ditador”.

O que é impossível: dizer que eu menino, ainda no curso primário da maravilhosa ESCOLA PÚBLICA, (agora desaparecida) COMBATIA VARGAS. (Tenho que rir). Em relação ao que publiquei contestando o que você escreveu, não foi um nome, foi a “montanha de informação” que você mandou.

Quanto ao resto, abraços, e parabéns pelos 8 anos de colaboração.

Se algum dia a União pagar a indenização à Tribuna, continuaremos com o blog e o jornal. Mas já considero que mesmo o Supremo CONSIDERANDO QUE A AÇÃO DA TRIBUNA TRANSITOU EM JULGADO, os 31 anos decorridos, continuarão “decorridos”.

Sérgio Porto-Capistrano de Abreu
e a restauração da moralidade

Desde o início, este repórter sabia das duas coisas a respeito da frase sobre a restauração da moralidade, ou então distribuir os resultados da imoralidade para todos.

1 – Quando Sergio Porto, (se tornando mais famoso, na própria Tribuna da Imprensa, como Stanislaw Ponte Preta) publicou a frase tão contestada e agora disputada, teve a grandeza e o desprendimento de dizer que o autor era Capistrano de Abreu.

2 – A expressão foi tão utilizada por ele, tão repetida, que passou a ser o VERDADEIRO CRIADOR. Se pagassem royalties, ele é que deveria receber. Como surgiram os nomes do Barão de Itararé, do Millor, do Graciliano Ramos, e não sei quem mais poderá aparecer, reconheço: Capistrano criou, Sergio Porto popularizou.

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