Construções de risco, culpa da prefeitura

Muita coisa é imponderável, ou então tem que ser colocada na conta de prefeitos e governadores desonestos e incompetentes. Por que construíram em áreas onde era IMPOSSÍVEL construir? Porque houve concessão ou omissão.

Não podemos esquecer Cesar Maia, (o maior taxista do Rio e seu filho “dono dos eventos”) que domina a cidade desde 1992 (com apenas uma interrupção) que gastou fortunas na “Cidade da Música” (caríssima e nem funciona), e que mora num apartamento que ganhou da Globo, por autorizar a construção de um edifício em São Conrado, onde não podia ser construido.

As inundações em toda a cidade, sem desculpa, descaso, desprezo e desinteresse de cabralzinho e do ex-inimigo de Lula, que se arrojou a seus pés para ser eleito.

Heitor Santos Aquino lembra magnificamente a formação subterrãnea do Rio. Fala na profusão de rios e de águas que se projetavam e se projetam por todos os bairros. Registra a Praça da Bandeira, me lembro: nasci no Meier, sempre tinha que passar pela Praça da Bandeira. Quando chovia, era o ponto mais estrangulado e naufragado, nunca ninguem fez nada. Mais tarde, a partir de 1950, com o Maracanã, inundações e mais inundações, o povão tendo que ir aos jogos, entrando e saindo debaixo d’água.

E o resto da cidade, exatamente o mesmo. O prefeito só acordou 12 ou 18 horas depois da tragédia, o governador nem isso. As ruas completamente vazias, de gente e de carros, porque não dava para andar ou trafegar. Providências? Nenhuma, perdão, quando descobriu a cobertura da televisão, eduardinho não largou mais as câmeras.

Como a mesma roupa para dar impressão de que não pudera mudar, o ar abobalhado de sempre, esse é imutável, que palavra. E o Rio e algumas cidades do interior, esperando não se sabe bem o quê. mas nada que venha do prefeito ou do governador.

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