Controlar a imprensa é fácil: basta usar a tesoura, com fez o Canal GNT com o humorista Marcelo Madureira, do Casseta & Planeta, que fez duras críticas a Lula.

Carlos Newton

Muito se fala sobre a necessidade de se controlar a imprensa. Nos últimos anos, o governo Lula vem tentando uma maneira de exercer esse controle, sem que seja caracterizado de censura, o que é muito difícil. Liberdade de imprensa é como gravidez. Não existe a expressão “meio grávida”. Da mesma forma, não há imprensa “meio livre”. Ou é ou não é. Simples assim.

Mas a censura interna, na quase totalidade dos órgãos de comunicação, sempre existiu e ainda continua existindo. A Tribuna da Imprensa sempre foi uma exceção. Basta conferir o que aconteceu no programa “Manhattan Connection”, no dia da eleição no primeiro turno, segundo o colunista Daniel Castro, do excelente Portal R7 (da Record, que também faz sombra ao também excelente G1, da Globo).

O convidado especial era o humorista Marcelo Madureira, do Casseta & Planeta. Ele não fez por menos. Disse que os oito anos do governo Lula transformaram a política definitivamente “numa coisa de chacota”.

É impressionante como a política foi desmoralizada. Acho incrível, porque, na minha opinião, a política é a mais nobre atividade do ser humano. E é impressionante como atrai vagabundo, picareta e tal, a começar pelo presidente da República, que não vale nada!“, desabafou, dizendo que o país vai demorar gerações para se recuperar do mal causado por Lula. “Eu quero desmistificar esse picareta que está na Presidência da República“, ameaçou Madureira.

A direção da Globo, porém, não achou graça no humorista da casa e meteu a tesoura no programa, exibido ao vivo pelo canal GNT. Nas diversas reprises que são sempre apresentadas nos dias seguintes, as declarações de Marcelo Madureira se volatizaram, digamos assim.

Traduzindo: não precisa o governo criar controle sobre a imprensa. A prática das redações mostra que cada qual cria seu próprio controle, fora as exceções de praxe, como a Tribuna da Imprensa. Lembrem-se do que acaba de acontecer também no Estadão, onde uma colunista foi demita por apoiar a candidata-poste de Lula. Esta é a realidade da nossa imprensa.  

CONHEÇA AS METAS DO DEPUTADO ROMÁRIO

O deputado federal Romário tem duas grandes metas em sua atuação parlamentar. A primeira é defender as instituições que assistem os portadores da síndrome de Down e outros problemas semelhantes. E a segunda meta é incentivar os esportes e cuidar do futuro dos atletas, que na sua esmagadora maioria passam grandes dificuldades para sobreviver.

EM MATÉRIA DE PROMESSAS, ESTAMOS BEM

Se todo ano tivesse eleição, os pobres do Brasil estariam numa boa. O tucano José Serra, por exemplo, promete aumentar o salário mínimo para R$ 600, subir imediatamente o valor das aposentadorias em 10%, dobrar o valor da Bolsa Família que, aliás, teria um 13º. Só não explicou de onde vai sair esse dinheiro?

A outra candidata, Dilma Rousseff, também promete o céu e a terra. Em quem acreditar?

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