Conversa com comentarista, sobre Ronaldinho Gaúcho e a festa do povo no Engenhão

Ofelia Alvarenga: “Hélio, os torcedores do Flamengo demoraram mais de 20 minutos para deixar o estádio. Na entrada, chegaram e entraram aos poucos, devagar. A saída foi compacta, quase ombro a ombro no meio da rua, uma multidão.
Ronaldinho não fez muita coisa na partida, mas o Flamengo precisava do seu ídolo, do seu herói, e a torcida foi mais bonita que o jogo. Diga-se: os laranjinhas jogaram muito.
Não costumo ver futebol, a não ser em Copa do Mundo. Mas Fla e Nova Iguaçu vi quase até o final. Fui me deitar e levantei apenas pra ver a saída do público. Coisa linda, sem nenhuma briga ou altercação. E como cantava o Evandro Mesquita, da extinta Blitz: Que felicidade, que felicidade!. A rua era vermelho e preto”.

Comentário de Helio Fernandes:
Em pouco mais de seis linhas, Ofelia, você disse tudo. Muitos fizeram duras restrições ao jogador, talvez tenham razão. Mesmo que não tiverem, usam o direito de se manifestar, contra.

Prefiro continuar na louvação ao torcedor, não apenas do Flamengo, mais interessado no espetáculo e na satisfação dos 42 mil que foram ao Engenhão, fora os milhões que viam pela televisão.

Você foi precisa, sensata e independente ao escrever: “A rua era preto e vermelho”. Quanto ao Ronaldinho, na estreia era pressão exagerada não dava para jogar mais. Não sei se vai empolgar a “Nação Rubronegra”. Mas por enquanto, o povão está satisfeito. Pelo menos isso.

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