Conversa com comentaristas, ainda sobre a posse de Tarso Genro e sobre o voto consciente

Ricardo Sales: “Helio, completando, você e seu irmão foram convidados. Você publicou no domingo, 3 de outubro de 2010, o seguinte: “Tarso genro, um governador poderoso. Prefeito de Porto Alegre, Ministro da Justiça, será um dos mais fortes aliados de Dona Dilma, no primeiro ou segundo turno. Mais ou menos há 4 meses, eu almoçava em Ipanema, Tarso Genro entrou, veio à minha mesa (que tinha seis notáveis de várias profissões ou formações) e disse: “Helio, pode me chamar de governador, e se quiser pode publicar. Publiquei, lógico. E para reforçar, falou para o Millor: “Você é o primeiro a ser convidado para a minha posse”.

Comentário de Helio Fernandes:

Tudo perfeito, Ricardo. No dia 3 de outubro, Tarso Genro estava no Rio Grande do Sul, votando na própria candidatura.

Foi alguns meses atrás, pois só com esse tempo seria uma boa notícia. Ele estava certo de que ganharia no primeiro turno, e ganhou mesmo. Almoçávamos no restaurante Satiricon, além do Millor, estavam Técio Lins e Silva, Paulo Casé, Chico Caruso, o pintor Bianco (que trabalhou com Portinari nos painéis “Tiradentes” e “Guerra e Paz”, da ONU) e outros. Às vezes são 10, é o máximo da mesa.

REAFIRMAÇÃO DO VOTO

Ofelia Alvarenga: “Helio, Não sei quanto aos outros milhões de eleitores que votaram em Dilma. Mas eu, com certeza, não votei nela por omissão e sim por convicção”.

Comentário de Helio Fernandes:

Nem precisa explicar, você deixou bem clara sua posição. Abriu e mostrou o voto, francamente, para Dilma. Eu também não deixei a menor dúvida, afirmei e reafirmei que Dona Dilma ganharia fácil, mas que eu não votaria nela.

Minha incompatibilidade era e é com o sistema. Com os 29 partidos registrados, deviam aparecer 29 candidatos no primeiro turno, poderiam se juntar no segundo, como se faz no mundo todo. O que vimos? Dois candidatos e uma espectadora sem expectativa.

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