Conversa com leitores-comentaristas, sobre a inutilidade de fazer oposição a Dilma antes mesmo dela assumir

Antonio Aurelio: “Helio, não há como esquecer que você não duvidou um minuto sequer da vitória de Dona Dilma. Mas não era dilmista tão ferrenho como hoje. O que houve? Como diziam antigamente, mudou o Natal ou mudou o senhor?”

Comentário de Helio Fernandes:
Ah! Aurélio, ela ainda não me decepcionou tanto quanto você. Queria que eu combatesse uma presidente que ainda nem está no governo? Isso seria insensato. Segundo tua observação, um jornalista, para ser coerente, deveria fazer oposição antecipada, e torcer para que ela errasse bastante.

Não dá, Aurélio. Luto sempre pelo Brasil, pelo seu desenvolvimento, seu progresso, pela prosperidade do país, não pelo fracasso geral. Como eu já disse, Aurélio, Dona Dilma não precisa de mim para nada, o contrário também é verdadeiro.

DILMA NÃO SOFRERÁ INFLUÊNCIA DE LULA?

Marina: “Helio, você acredita que a mudança de governo será notada logo no primeiro dia da posse? Dilma não sofrerá influência de Lula? É difícil acreditar”.

Comentário de Helio Fernandes:
O dia todo, Marina, ele fica atordoado, não só mentalmente, por causa do fato de ter atingido o último posto da carreira política. E fisicamente, não só a posse, mas a emoção do juramento, do discurso, dos cumprimentos. Depois desse dia longo e interminável, irá para casa descansar, no dia 2, então terá que estar preparada para tudo. O previsível e o imprevisível, o aceitável e o inaceitável, a rotina esperada e a perplexidade não imaginada. É um jogo de xadrez, até agora sem tabuleiro, apenas imaginativo.

Já terá dormido a primeira noite no Alvorada, estará em condições de ir para o Planalto. O Poder se assume e se concretiza com essas duas palavras,

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