Cores de Havana – o lado bom e o lado ruim

Rosane de Oliveira (Zero Hora)

Durante seis dias, estive em Havana fazendo a cobertura da viagem do governador Tarso Genro e de uma comitiva de empresários que foi a Cuba em busca de oportunidades de negócios. Nos intervalos dos encontros oficiais, tentei mostrar um pouco da capital cubana em imagens para o Instagram.

Quando Tarso foi para Paris, tirei o dia para circular pelo centro histórico, a Habana Vieja. Entrei em vielas, visitei pontos turísticos, conferi como vivem os cubanos, constatei a gravidade do problema de moradia.

Aos que me perguntam como é Cuba, digo que tem coisas boas e coisas ruins. Primeiro as boas: é uma cidade extremamente segura, onde caminhei sem medo de ser assaltada. O sistema de saúde funciona, a educação é gratuita até o Ensino Superior e não se veem crianças nas ruas. Estão na escola em turno integral, das 8h às 17h.

Agora, as ruins. Em primeiro lugar, a falta de liberdade. Depois, a pobreza, a prostituição e a falta de perspectivas para os profissionais de nível superior que acabam não conseguindo exercer sua profissão e trabalham no turismo, principal fonte de receita da ilha.

De lá, consegui postar algumas poucas fotos, porque a internet em Cuba ainda está engatinhando. É lenta, rara e cara.

De volta a Porto Alegre, selecionei as mais significativas para mostrar um pouco desta cidade linda em que convivem prédios históricos deteriorados com alguns recuperados. Há tantos carros antigos que se tem a impressão de estar visitando um museu a céu aberto.

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