Corrida de ouro na Amazônia?

Gelio Fregapani

Sim, está em curso e se amplia. Existem imensas jazidas, a maioria em terras indígenas, criadas propositalmente, para que o Brasil não as explorasse. Com o incerto futuro do dólar, do euro e de outras moedas fortes, todos sentem que o ouro é a melhor reserva de riqueza, e que é de difícil substituição. Agora os promotores da criação das reservas indígenas iniciam a cobrar seu prêmio.


Ilegalmente as jazidas são cada vez mais exploradas, muitas vezes com a colaboração dos próprios índios. O ouro é comprado por canadenses, norte-americanos e israelenses, talvez testas de ferro do sistema financeiro internacional. Comprado com moedas que perdem valor dia a dia, e que estão ameaçadas de virar pó. – Eles mereceram. Planejaram a longo prazo; tiveram muito trabalho convencendo, comprando consciências, chantageando políticos e até mesmo governos. Gastaram tempo e dinheiro para criar essas reservas indígenas e para as transformar em territórios praticamente autônomos. Agora saboreiem a vitória.

Tudo bem, mas e nós? Somos ou não os donos da terra e das riquezas que ela encerra? Por que não compramos nós mesmos o ouro? Até quando permitiremos a evasão desse precioso metal? – Afinal, o que podemos fazer? – Fácil: É só colocar o Banco do Brasil e a Caixa Econômica a comprar o ouro, como foi na época da Serra Pelada. Não há Sim! Mas dinheiro trazido de fora para comprar o ouro também tem o mesmo efeito.

A simples abertura dos garimpos com a compra do ouro resolveria os problemas financeiros do nosso País. E isto ainda sem falar na possibilidade de desenvolvermos o nióbio por nossa conta….

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