Críticas ao termo “genocida” foram feitas antes mesmo de o relatório estar pronto

Entrevista: Juíza Sylvia Steiner comemora prêmio de Direitos Humanos - Migalhas

Juíza do Tribunal de Haia acha que Bolsonaro é “genocida”

Vicente Limongi Neto

Queixas, lamúrias e vaidades feridas não tiram a consciência do dever cumprido de Renan Calheiros. Surreal e inacreditável que açodados queiram tripudiar no relatório final do relator da CPI da Covid, antes mesmo de ser lido. Calheiros não tem vocação para servir de pasto para transloucados. O senador alagoano não é inconsequente nem irresponsável.

O vazamento de trechos do relatório não significa prejuízos para o resultado final, que será discutido e votado. Grupo de melindrados resolveu que o relator não pode acusar Bolsonaro de genocida. A juiza brasileira Sylvia Steiner, que atuou no Tribunal Penal de Haia, foi enfática: não é exagero definir Bolsonaro como genocida, na quadra perversa da pandemia.

Para a magistrada, ocorreu no Brasil a “política de infecção”. Por sua vez, o ministro do Supremo Tribunal Federal(STF), Gilmar Mendes, também chamou Bolsonaro de genocida, pela condução desastrosa da saúde pública, na pandemia.

ARTILHEIRO SETENTÃO – Dia 22 de outubro de 1944 nascia em-Crateús, Ceará, Antonio Valmir Campelo Bezerra. Uma criança com vocação de guerreiro e cidadão de bem. Cresceu cavando os horizontes do próprio destino. Com destemor, grandeza de espírito e decência. Virtudes que adquiriu dos pais, Raimunda e João.

Valmir ficou nos corações dos habitantes de Brazlandia, Gama e Taguatinga, cidades que administrou com esmero e competência. No Gama, construiu o belo estádio de futebol, hoje conhecido como “Bezerrão”. Elegeu-se o deputado constituinte mais votado de Brasília. Depois, foi senador. Aposentou-se como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Foi presidente daquela Corte Superior. Também ocupou a vice-presidência do Banco do Brasil.

O vascaíno Valmir, artilheiro das boas “peladas” do “Gerovital”, respeitado clube amador de Brasília, completa 77 anos de idade. É mestre na arte de fazer amigos, que estão comemorando com antecedência. Bom marido, pai zeloso e avô impecável. Maria ilumina Valmir. Passa sempre na frente

3 thoughts on “Críticas ao termo “genocida” foram feitas antes mesmo de o relatório estar pronto

  1. 1) Bezerrão, belo Estádio, do também bonito verdão Gama, time de futebol que vi nascer.

    2) Parte da minha adolescência foi nesta saudosa cidade satélite: Colégio do Gama, onde estudei e…

    3) Antigo cinema Itapoã, onde dominicalmente, frequentava as telas com as namoradinhas…

  2. Ao fechar as torneiras de onde jorrava o maná que alimentava uma legião infindável de oportunistas, Bolsonaro praticou um genocídio de vagabundos e corruptos.

  3. Não entendo como as pessoas, autoridades, parlamentares, influenciadores digitais disseminadores de fakenews, médicos Negacionistas, que insistiram na ineficaz Cloroquina como remédio contra o Coronavirus, conseguem dormir com as 600 mil vidas perdidas.
    Isso foi desumano, terrível. Riram das máscaras, quando diziam que era coisa de mariquinhas, de covardes e que atletas não precisavam disso.
    Ajudou na disseminação do vírus, porque muitos acreditaram e entravam sem máscaras no BRT, nos ônibus. Acompanhei isso no Rio de Janeiro. Foi difícil e ainda continua sendo. Agora, quando instados a usar máquinas, respondem que o prefeito Paes e Bolsonaro flexibilizaram o uso. Ora, ainda está indo a óbito, em torno de 300 brasileiros por dia.
    Que fazer?

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