Decepção para todos que se ENCANTAVAM com uma Alemanha ENGANADORA, que tentava ENCARNAR um futebol que só teve mesmo em 1954, fora de casa.

Primeiro tempo de 0 a 0, com “vantagem” para a Espanha, que pressionou muito mais. Então foi injusto esse “não resultado”? De maneira alguma. A Espanha, dos 12 aos 35 minutos, atacou com 6 a 7 homens, era o verdadeiro “carrossel”  ou “laranja mecânica”, (royalties para o cineasta Stanley Kubrick) que a Holanda lançou em 1974 e manteve em 1978.

A Alemanha, com essa pressão da Espanha, se defendeu com 7 ou 8 homens, era tal o engarrafamento, que não podia haver gol, a não ser num acidente de percurso, numa jogada inesperada.

O que ia acontecendo  aos 26 minutos e 57 segundos, com a alemão Trochowski, que quase ia repetindo Forlan e Bronckhost, na véspera. Ele chutou com o pé esquerdo, com a mesma violência e praticamente da mesma distância. Só que holandeses e uruguaios acertaram, o alemão conseguiu apenas assustar os espanhóis.

Não posso deixar de registrar. Nos primeiros 45 minutos, o alemão Klose, que precisa de apenas um gol para empatar com Ronaldo Fenômeno, nem viu a bola. Perdão, viu e pegou uma bola, para bater um lateral.

O segundo tempo igualzinho, o jogo chegou aos 6 minutos com substituição surpreendente; sai o lateral esquerdo da Alemanha, que estava levando um baile do espanhol Pedro. Todos entenderam, não era substituição e sim condenação. E o lateral saiu do campo com cara de quem não compreendia nada. Decisão do treinador, o jogador não precisa entender ou comprender.

Além desses alemães que não fazem nada, não se pode esquecr de Osil, que só fez uma “intervenção” aos 45 minutos do primeiro tempo. Para pedir um pênalti, que se marcado, valeria uma “gargalhada”, pelo menos gráfica. Há!Ha!Ha!

25 minutos, primeira falta marcada, muito justa, com o alemão pedindo desculpas, mas nada para cartão, choque de jogo. Dos 6 aos 26, a mesma coisa dos outros 45. A Alemanha e a Espanha não saem da área alemã. Uma atacando e a outra defendendo.

Finalmente, aos 28 minutos, acontece o que chamei de acidente de percurso. Puyol, de cabeça, acerta com violência e abre o placar. Só podia ser de cabeça, pois todo o time alemão estava dentro da área.

Só a Espanha atacava, o que prova que o gol veio inesperadamente, mas não injustamente, Até aqui, a Alemanha merece, sem nenhuma dúvida, disputar o terceiro lugar, no sábado.

Aos 36 minutos, Pedro, que assustava a Alemanha, perde um gol feito, sozinho, podia ter determinado o fim do jogo, antecipadamente.

***

PS – Aos 40 minutos, a Alemanha, completamente desorganizada, vai perdendo sem garra, sem bravura, sem heroísmo. (Nisso o Uruguai perdeu com glória e honra).

PS2 – Faltando os mesmos 3 minutos de agora, o Uruguai precisando do mesmo gol para a prorrogação, encurralava a Holanda. A Alemanha encurrala a ela própria, justifica as vaias que estão sendo preparadas.

PS3 – Terminou o jogo com a final que defendo desde o 11 de maio: uma decisão entre duas seleções que jamais ganharam um título, em 80 anos de Copa.

PS4 – A partir de domingo, em vez de 7 CAMPEÕES, o mundo terá 8. Nada mais justo.

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