Decodificando o discurso das dotações e dos investimentos

Guilhermina Coimbra

“…Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.” (Edward Everett Hale, clérigo e escritor norte-americano, 1823-1909).

Decodificar o discurso significa trabalhar em benefício de todos, tentando fazer compreender os discursos competentes de autoridades nacionais e internacionais. Decodificar o discurso significa tentar esclarecer em linguagem didática, fornecendo argumentos para que, devidamente esclarecida, a população brasileira possa mudar o curso das políticas que os “discursantes” pretendem para o Brasil.

O desenvolvimento do Brasil está paralisado para agradar interesses de fora do Brasil. Na área de infraestrutura brasileira, apesar das dotações autorizadas, apenas um percentual mínimo foi investido (O Globo, 12.11.2012, Economia, p. 17).

Há que se impedir as tentativas de retardar as obras de infraestrutura, tais como as indispensáveis hidrelétricas e as estradas que permitem o escoamento da gigantesca produção agrícola do Centro-Oeste. Há que se impedir as intenções perigosas para a economia e para a integridade territorial do Brasil.

Apesar dos incentivos governamentais, a produção industrial brasileira caiu. Cresce a importação e decresce a exportação de manufaturas. Breve o comércio sentirá esse efeito.

As empresas privadas nacionais brasileiras pagam tributos sobre o lucro auferido ao Tesouro nacional. As demais empresas remetem os lucros e pagam os tributos às caixas dos tesouros de onde são originais.

É importante não permitir que transformem terras produtivas em inúteis reservas sejam lá do que for, porque a permissão cria a instabilidade jurídica sobre a propriedade e prejudica a produtividade. Toda e qualquer instituição notoriamente reconhecida como peça de manobra  para inviabilizar, a agricultura, a indústria nacional e desrespeitar as leis brasileiras, potencializando o sentimento separatista e facilitando a venda de vastos territórios do Brasil, deve ser extinta por ordem governamental federal. A motivação é o prejuízo que causam ao desenvolvimento e à paz social do Brasil.

É fácil prevenir. A prevenção tem sido utilizada com sucesso, ao redor do mundo. Dói, mas passa. Canadá e Austrália que o digam. Difícil será remediar. O Brasil já reagiu antes. Reaja, só mais um pouquinho, Brasil!. Falta pouco para retomar o desenvolvimento que jamais deveria ter sido  paralisado. O Brasil merece respeito.

 

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