Dilma perdeu tempo nos EUA. Grandes potências não têm aliados, apenas interesses

Carlos Newton

A Agência Brasil divulga que, na visita aos EUA, a presidente Dilma Rousseff apelou por parcerias e relações mais equilibradas com os EUA. Pediu ao presidente Barack Obama que mais investimentos norte-americanos sejam feitos em território brasileiro, lembrando que o Brasil e os Estados Unidos são nações “jovens, multiétnicas e democráticas”.

Associar as relações comerciais com as parcerias estratégicas foi uma das metas da presidente nesta visita aos Estados Unidos, que terminou terça-feira em Boston. Dilma elogiou a “flexibilidade dos Estados Unidos” em reagir à crise e destacou a liderança norte-americana em tecnologia e inovação sustentada “nas forças democráticas”.

A presidente ressaltou os esforços internos para superar a crise econômica internacional e destacou o potencial do Brasil em pesquisas nas áreas de indústria aeronáutica, agricultura, pecuária e águas profundas, entre outras.

“Somos um país pronto para cooperar e estabelecer parcerias”, ratificou Dilma. “Temos confiança que saíremos dessa crise mais fortes e potencialmente mais pungentes”, acrescentou ela, referindo-se ao Brasil e ao restante do mundo, durante encontro com empresários brasileiros e norte-americanos, além de representantes de universidades.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGEsse tipo de “negociação diplomática” não leva a nada, é pura perda de tempo. Como dizia o secretário de Estado John Foster Dulles, na década de 50 (governo Eisenhower), “países não tem amigos (ou aliados), apenas interesses”. De lá para cá, nada mudou. Quem acredita no contrário é de uma ingenuidade sesquipedal.

 Detalhe: essa frase é atribuída aos mais diversos “autores”, mas na verdade foi mesmo Dulles quem a pronunciou.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *