Dilma precisa evitar levar o Brasil ao ridículo no exterior

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Carlos Newton

A recém-reeleita presidente Dilma Rousseff participa esta semana da importantíssima reunião do G-20 na Austrália, que inclui um encontro em separado com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na primeira reunião formal entre os dois governantes desde a crise diplomática provocada pela espionagem americana no Brasil.

O que se espera é que a representante brasileira desta vez tenha um mínimo de sobriedade e não saia falando bobagens, como aconteceu na Assembléia-Geral da ONU, quando apresentou ao mundo seu programa pessoal de paz para resolver o gravíssimo problema da guerra santa deflagrada pelos terroristas do autoproclamado Estado Islâmico.

A sra. Dilma Rousseff, na condição de suposta doutorada em Economia, precisa entender que, quando faz algum pronunciamento em reunião internacional, está falando pelo Brasil e não em seu nome próprio.

Se não sabe o que fazer ou o que dizer, é preferível entrar muda e sair calada, ao invés de inventar sandices e colocar no ridículo a imagem do Brasil, que merece respeito, por ser o quinto maior país do mundo, ter a sexta maior população e estar na sétima posição no ranking da economia global.

É por essas e outras que, contando os votos nulos e em branco, mais de 50% dos eleitores brasileiros fizeram questão de proclamar que a sra. Dilma Rousseff decididamente não os representa.

7 thoughts on “Dilma precisa evitar levar o Brasil ao ridículo no exterior

  1. O Arnaldo Jabor está com a “ macaca” hoje:
    … Eu nunca vi gente tão incompetente como os “comunistas”. São militantes cheios de fé como evangélicos, mas não sabem fazer porra nenhuma. E até hoje são fiéis a essa ignorância. Trata-se de um cinismo indestrutível em nome de um emaranhado de dogmas que eles chamam de “causas populares”. E Lula montou nessa gente, e essa gente no Lula.
    A grande mentira está adoecendo os homens de bem que romanticamente achavam que o Brasil poderia se modernizar. Os safados atuais acreditam que o país não tem condições de suportar a “delicadeza” da democracia. E como o socialismo é impossível — eles remotamente suspeitam — partiram para o mais descarado populismo, que funciona num país de pobres analfabetos e famintos. E eles são mantidos “in vitro” para futuras eleições. E populismo dura muito. Destruirão a Venezuela e Argentina com a aprovação da população de enganados. É muito longa a “jornada dos imbecis até o entendimento”.

    Mais aqui: http://oglobo.globo.com/cultura/a-derrota-do-obvio-14524617#ixzz3ImM0atEN

  2. Fica muito difícil Dilma mostrar seriedade no G-20 depois dela ter decretado 30 ditos incentivos econômicos, até 29 de Julho de 2014, e a economia do país estar cada vez pior.

    Abaixo listo os incentivos:
    Os 30 pacotes de Dilma

    Joao Villaverde

    terça-feira 29/07/14

    O governo Dilma Rousseff lançou nada menos do que 30 pacotes com medidas para estimular a economia. Melhor com eles ou sem eles…?

    Quantas vezes você, leitor, ouviu no rádio, viu na TV, leu no jornal e na internet algo como “o governo Dilma Rousseff anunciou ontem mais um conjunto de medidas para estimular a economia brasileira”…? Pois é, foram muitas mesmo. Daqui de Brasília, então, escrever esse enunciado passou a ser rotina nas redações.

    O governo federal, sob Dilma, lançou nada menos do que 30 pacotes com medidas para esquentar o mercado e aquecer a economia brasileira. Foram 30 pacotes em 43 meses de administração. Se contarmos apenas a partir do primeiro – o Plano Brasil Maior, lançado em agosto de 2011 -, foram 30 pacotes em 36 meses, ou quase um pacote por mês de lá para cá.

    Essa conta, apresentada pelo Estadão em março do ano passado (quando tinham sido lançados 14 pacotes), leva em consideração apenas o anúncio de duas ou mais medidas para um setor ou diversos segmentos da economia. Então, quando o governo anuncia a simples renovação de imposto reduzido, como o IPI, para a indústria automobilística (e o governo fez muito disso nos últimos anos…), por mais que seja uma medida de estímulo à economia, ela não pode ser considerada como pacote.

    Um pacote, por definição, não é nem bom, nem ruim.

    Há pacotes e pacotes. O pacote para o setor de aviação, por exemplo, é um bom pacote: é inegável que a concessão de grandes aeroportos (como Guarulhos, Viracopos, Brasília, Galeão e Confins) à iniciativa privada foi um solução importante para um gargalo quase insuportável aos brasileiros. A Infraero, asfixiada por problemas históricos de gestão e por sempre ser capturada pela necessidade de formação de superávits primários nas contas, não tinha mais condições de administrar decentemente toda a malha, quanto mais modernizá-la nas condições necessárias.

    Outros, no entanto, não tiveram praticamente avanço algum. Este é o caso, por exemplo, da ideia anunciada pela presidente Dilma Rousseff em 15 de agosto de 2012, de licitar nada menos do que 10 mil quilômetros (!!) de ferrovias. Estamos chegando em 15 de agosto de 2014 e… bem, os resultados falam por si.

    Há, também, os pacotes questionáveis. O pacote voltado ao setor de mineração, que é outro que simplesmente não saiu do papel, chegou do Palácio do Planalto com uma série de questões em aberto. A ideia era modernizar um setor que segue um Código de Mineração datado de 1967, quando Dilma, por exemplo, tinha 19 anos de idade. Como ex-ministra de Minas e Energia, Dilma gerou grande expectativa no setor e no mercado. Mas o resultado desagradou empresários, especialistas e até servidores públicos da área – aliás, esse pacote está totalmente parado no Congresso Nacional.

    Rock and roll. O governo Dilma Rousseff lançou muitos pacotes, e alterou muitas regras importantes ao mesmo tempo. Olhando em retrospectiva, a gestão econômica do governo poderia ser definida com o título daquele disco dos Titãs, “Tudo ao Mesmo Tempo Agora” (1991). Este disco não é dos melhores da banda…

    Mesmo integrantes do governo, nos bastidores, admitem que o excesso de intervenção pode ter gerado o efeito contrário ao desejado, quer dizer, pode ter retraído o empresariado, em vez de estimulá-lo. Fato é que, sob Dilma, o PIB cresceu muito pouco e, portanto, nunca registrou taxas semelhantes ao de seu antecessor (Lula) e também não se aproximou daquelas registradas na era FHC. Mas, para o governo, a situação poderia ter sido ainda pior não fosse a sucessão de medidas.

    Portanto, há pacotes e pacotes. É errado criticar todos apenas porque representam intervenção do Estado, assim como defendê-los cegamente significa ignorar que muitos deles funcionaram apenas como palanque político, com efeito econômico efêmero ou nulo. Sempre há um caminho pelo meio.

    Você conhece cada um dos 30 pacotes do governo Dilma?

    CONHEÇA OS 30 PACOTES:

    1. Brasil Maior: Desoneração
    da folha de pagamentos de quatro
    setores; criação do programa
    Reintegra, de devolução imediata
    de crédito tributário à indústria
    exportadora (02/08/2011).
    .
    2. Liberação de crédito: Banco Central (BC)
    reduz de 16,5% para 11% o requerimento
    de capital mínimo para empréstimos ao
    consumo; corta de 20% para 15% o
    porcentual mínimo de pagamento das
    faturas de cartão de crédito (16/10/2011).
    .
    3. Desoneração: Governo reduz
    de 3% para 2,5% a alíquota
    do IOF que incide sobre o crédito
    para o consumidor; corta o IPI
    sobre eletrodomésticos da linha
    branca; zera o PIS/Cofins sobre
    massas (01/12/2011).
    .
    4. Ampliação do Brasil
    Maior: Desoneração da folha de
    pagamentos é ampliada de 4 para
    15 setores; Tesouro Nacional
    repassa R$ 45 bilhões ao
    BNDES; forte redução das taxas
    de juros nas linhas PSI e Finame;
    e anúncio do novo regime
    automotivo (02/04/2012).
    .
    5. Medidas emergenciais
    para veículos: BC libera R$ 18
    bilhões do depósito compulsório
    dos bancos para financiamento
    de carros novos; redução do IPI
    para indústria automotiva; nova
    redução do IOF que incide sobre
    o crédito ao consumidor, de 2,5%
    para 1,5% (21/05/2012).
    .
    6. Investimento dos
    Estados: BNDES cria linha especial
    de R$ 20 bilhões (“Pró-Investe”)
    para financiar os investimentos
    em infraestrutura dos Estados;
    elevação do limite dos Estados
    para contratação de PPPs,
    de 3% para 5% da receita corrente
    líquida (15/06/2012).
    .
    7. Dilma vai às compras: Governo
    anuncia programa de R$
    8,4 bilhões em compras públicas
    de máquinas, equipamentos, material
    escolar, retroescavadeiras,
    materiais hospitalares, e fármacos;
    redução da TJLP, a taxa básica
    dos empréstimos do BNDES,
    de 6% para 5,5% (27/06/2012).
    .
    8. Concessões começam:
    Presidente Dilma Rousseff anuncia
    concessões de R$ 166 bilhões
    em 7,5 mil km de rodovias e 10
    mil km de ferrovias (15/08/2012).
    .
    9. Pacote na TV: Dilma anuncia
    o corte nas tarifas de energia elétrica
    a partir de 2013 durante seu pronunciamento
    em cadeia nacional
    de TV e rádio para as festividades
    da Independência (06/09/2012).
    .
    10. Estímulos para
    construção civil: Governo
    anuncia estímulos para financiamento
    habitacional; inclui o setor
    de construção civil na desoneração
    da folha de pagamentos
    (03/12/2012).
    .
    11. Reforma no setor
    portuário: Nem o velório de Oscar
    Niemeyer diminui o ritmo do
    governo. Horas antes da cerimônia
    no Palácio do Planalto, Dilma
    anuncia ampla reforma nos portos
    do País (05/12/2012).
    .
    12. Linha do BNDES: O ministro da Fazenda,
    Guido Mantega,anuncia a prorrogação
    do PSI por mais um ano, e leva o caixa
    dessa linha do BNDES a R$ 100 bilhões.
    (05/12/2012).
    .
    13. Novo modelo para aeroportos:
    Governo anuncia a concessão de três
    grandes terminais à iniciativa privada,
    um programa estatal de R$ 7,2 bilhões
    em investimentos em construção
    e reforma de 270 aeroportos regionais
    (20/12/2012).
    .
    14. Cesta básica pela TV: A presidente Dilma
    anuncia a desoneração total de tributos federais
    dos produtos da cesta básica, numa renúncia
    de R$ 5,5 bilhões em receitas já em 2013. A cesta
    também é ampliada de 13 para 16 produtos.
    Dilma também anuncia medidas para aumentar
    a defesa do consumidor (08/03/2013).
    .
    15. Inovação: Governo lança o “Inova Empresa”,
    com linha especial de crédito subsidiado da ordem
    de R$ 32,9 bilhões (entre Finep e BNDES) para
    financiar investimentos de seis setores em inovação,
    além da criação de uma nova empresa pública para
    aumentar a relação entre empresas e universidades,
    a Embrapii. (14/03/2013).
    .
    16. Mais desoneração da folha:
    Governo edita MP com a inclusão de
    novos 14 setores no benefício, além
    de desonerações para construção civil.
    Renúncia fiscal total de R$ 5,4 bilhões.
    (05/04/2013).
    .
    17. Setor químico: governo reduz de
    5,6% para 1% a alíquota do PIS/Cofins
    para os fabricantes de matérias-primas
    para a indústria química. Renúncia fiscal de
    R$ 1,1 bi em 2013 e R$ 1,7 bi em 2014.
    (23/04/2013).
    .
    18. Etanol: Governo zera o PIS/Cofins
    dos fabricantes de etanol e mantem o
    crédito presumido das usinas com o Fisco.
    Renúncia fiscal de R$ 1 bi em 2013 e R$ 1,4 bi
    em 2014. Além disso, há redução dos juros
    do BNDES, de 8,5% para 5,5%, para linha
    voltada a renovação dos canaviais.
    (23/04/2013).
    .
    19. Governo reforça caixa da Valec e do BNDES
    para aumentar o crédito e os investimentos
    em infraestrutura. (08/06/2013).
    .
    20. Mineração: Governo anuncia novo marco
    regulatório da mineração, para aumentar arrecadação
    e estimular os investimentos no setor. (18/06/2013).
    .
    21. Dilma anuncia pacote de R$ 3 bilhões
    para melhorar contas das prefeituras, e
    pede em troca mais investimentos (16/07/2013).
    .
    22. Governo altera regras do FGTS, e amplia
    o teto para contrapartida de investimentos
    do PAC e do Minha Casa, Minha Vida. Objetivo
    era ampliar os investimentos no setor.
    (30/09/2013).
    .
    23. Governo baixa pacote de R$ 12 bilhões e
    anuncia leilão extraordinário de energia térmica
    para evitar que a conta de luz subisse em 2014,
    e assim travasse investimentos e aumentasse preços.
    (13/03/2014)
    .
    24. Dilma anuncia reajuste dos benefícios do Bolsa
    Família e promete estender a política de valorização
    do salário mínimo, em estímulos direto ao consumo
    das famílias. (01/05/2014).
    .
    25. Mantega anuncia mais um pacote para estimular
    a indústria, agora com recriação do Reintegra, agora
    com alíquota de 0,3%, instituição de alíquota única de
    25% de sobrepreço para produto nacional nas compras
    governamentais e promessa de prorrogação do PSI.
    (18/05/2014).
    .
    26. Governo baixa um pacote de R$ 1,1 bilhão para
    as indústrias automobilística e moveleira. Ambas
    ganharam a prorrogação do IPI reduzido até dezembro.
    A renúncia fiscal para a União ficou em R$ 800 milhões
    para fabricantes de veículos e ours R$ 320 milhões
    para o setor de móveis. (30/06/2014).
    .
    27. Dilma anuncia o programa Minha Casa, Minha Vida 3,
    voltado à estimular a indústria de construção civil e material
    de construção e acabamento. O programa tem como meta a
    construção de 3 milhões de moradias populares. Segundo a
    presidente, o anúncio do programa já geraria estímulos
    para todo o setor da construção, que começaria a investir e
    se preparar com contratações de mão de obra. (03/07/2014).
    .
    28. O ministro da Indústria (MDIC), Mauro Borges
    confirma oficialmente que o govenro lançará, ainda neste ano,
    um amplo programa de crédito subsidiado para que a indústria
    brasileira renove suas máquinas e equipamentos.
    Segundo Borges, as medidas começariam em 2015,
    mas o anúncio já serviria para animar a indústria antes.
    (05/07/2014).
    .
    29. Governo edita medidas de estímulo ao mercado
    de capitais, como a isenção do IR sobre os ganhos
    de capital no investimento em ações de empresas
    pequenas e médias. Além disso, a isenção do IR
    no investimento em debêntures destinadas a financiar
    infraestrutura foi prorrogada até o fim de 2020. O pacote
    foi antecipado por Mantega em junho, ao visitar a
    BM&FBovespa, em São Paulo. (11/07/2014).
    .
    30. Banco Central anuncia um grande pacote para
    incentivar o crédito ao consumo e para investimentos.
    Foram liberados nada menos do que R$ 30 bilhões em
    depósitos compulsórios aos bancos, para que estes
    ampliem o crédito e também comprem carteiras de
    instituições menores. Os efeitos do pacote podem aumentar
    em até R$ 15 bilhões, segundo o BC, totalizando um
    pacote de R$ 45 bilhões. (25/07/2014).

    Hoje li no Folha Online que o governo Dilma vai mais uma vez usar a contabilidade criativa para fechar as contas de 2014.

    Mais detalhes:

    “Governo muda cálculo para descumprir meta fiscal”

    VALDO CRUZ
    MÁRCIO FALCÃO
    DE BRASÍLIA
    11/11/2014 12h48 – Atualizado às 15h49

    Diante da impossibilidade de cumprir a meta de economia de gastos para pagamento da dívida pública neste ano, o governo encaminhou ao Congresso projeto de lei aumentando o limite de abatimento do superavit primário com gastos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e desonerações concedidas em 2014. Pela proposta original da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), o governo podia abater da meta R$ 67 bilhões. Agora, o abatimento poderá ser de tudo o que for gasto com o PAC e de desonerações. Até outubro, este valor já estava em R$ 127 bilhões.

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/11/1546377-governo-aumenta-abatimentos-para-reduzir-meta-de-superavit.shtml

    Pelo andar da carruagem Dona Dilma esta copiando os programas que não deram certo na Argentina da dona Cristina Kirchner .

    Depois que a Agência de risco Moody´s rebaixar novamente o país, Lula+Dilma+PT vão dizer que a agencia esta representando os interesse dos Fundos Abutres.

    • Era exatamente o que ia dizer. O Brasil e o brasileiro são tidos como palhaços no exterior há muito tempo. Aliás desde que se elegeu o samba como música nacional e mandaram Carmen Miranda pra dançar com bananas e abacaxis nos EUA, a imagem do Brasil não vale nada. Os asiáticos e europeus tratam os africanos e os árabes como povos mais respeitados que o bobo brasileiro dançarino de pagode e jogador de futebol. Parabéns Brasil, pela síndrome de vira-latismo que o afastou e afasta do resto do mundo.

      O isolacionismo vai transformar o país em um museu dos anos 80 a céu aberto.

  3. Autoridades dos ESTADOS UNIDOS estão investigando o envolvimento da Petrobras e de seus funcionários em um suposto esquema de pagamento de propinas, segundo reportagem publicada neste domingo pelo “Financial Times” em sua página na internet. Conforme o jornal, fontes familiarizadas com o assunto contaram que o DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA dos Estados Unidos abriu uma investigação criminal sobre a empresa, que tem ADRs (do inglês American Depositary Receipt) listados em Nova York, enquanto a Securities and Exchange Commission (SEC), que regula o mercado de capitais americano, está buscando um inquérito civil.

    A reportagem lembra que a estatal, a maior empresa brasileira, é alvo de investigações pela Polícia Federal e pelo Ministério Público que podem culminar na revelação de “um dos maiores casos de corrupção da história do país”. O jornal também destaca que muitos dos problemas apontados na Petrobras teriam ocorrido quando a presidente reeleita Dilma Rousseff ESTAVA À FRENTE do conselho de administração da empresa.

    “As autoridades dos Estados Unidos estão investigando se a Petrobras ou seus funcionários, intermediários ou prestadores de serviços violaram a Lei de Práticas Corruptas no Exterior [tradução livre de Foreign Corrupt Practices Act], uma lei anticorrupção que torna ilegal subornar funcionários estrangeiros para ganhar ou manter negócios”, indica a reportagem, citando as mesmas fontes como origem da informação.

    No Brasil, segue o texto, promotores alegam que a estatal e seus fornecedores superfaturaram custos de projetos e aquisições em “centenas de milhares de dólares e repassaram parte dos recursos para políticos da coalizão governista liderada pelo Partido dos Trabalhadores”. Segundo o Financial Times, o Departamento de Justiça e a SEC declinaram de comentar o assunto e a Petrobras não respondeu o pedido de entrevista.

  4. Acabar com suas preocupações financeiras hoje: agora posso sorrir por causa deste homem de Deus temendo recebeu um empréstimo de $35.000 e dois dos meus colegas também receberam seus empréstimos deste homem sem qualquer dificuldade. Aconselho-te para não escolher a pessoa errada, se você realmente aplicar para um empréstimo de dinheiro para seu projeto e qualquer outro. Publico esta mensagem porque Daniel James fez-me sentir abençoado. É através do amigo, que conheço esse Deus generoso e honesto, temendo o homem que me ajudou a conseguir este empréstimo, que precisava de ajuda financeira, você está preso, sem acesso ao crédito bancário, ou não têm o benefício de um banco, você precisa para financiar a construção, desenvolvimento imobiliário, criando seu próprio negócio seu negócio pessoal, você tem visto e preciso ganhar dinheiro, um mau crédito ou precisa de dinheiro para pagar contas ou dívidas. Então aconselho-te lá fora para contato amável. E-mail: swiftcreditplc@yahoo.com ou swiftcreditplc@gmail.com entre em contato com ele para obter mais informações, seja claro e honesto.

  5. Pingback: Dilma participa esta semana da reunião do G20 na Austrália

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