‘Dizer que a Lava-Jato quebrou empresas é irresponsabilidade’, diz Deltan sobre afirmação de Toffoli

O procurador Deltan Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Dallagnol criticou as curiosas declarações de Toffoli sobre a Lava Jato

Rayanderson Guerra
O Globo

Chefe da Lava-Jato em Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol, rebateu nesta segunda-feira a declaração do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, de que a operação “foi muito importante”, mas “destruiu empresas” em razão do que considera como falta de clareza da legislação sobre os acordos de leniência firmados por pessoas jurídicas. Dallagnol afirmou que a “dizer que a Lava-Jato quebrou empresas é uma irresponsabilidade” e “fechar os olhos para a crise econômica relacionada a fatores que incluem incompetência, má gestão e corrupção”.

Toffoli disse em entrevista ao jornal “O Estado de São Paulo” que “o Ministério Público deveria ser uma instituição mais transparente” e que “a Lava-Jato destruiu empresas”.

DISSE TOFFOLI – “A Lava-Jato foi muito importante, desvendou casos de corrupção, colocou pessoas na cadeia, colocou o Brasil numa outra dimensão do ponto de vista do combate à corrupção, não há dúvida. Mas destruiu empresas. Isso jamais aconteceria nos Estados Unidos. Jamais aconteceu na Alemanha”, disse Toffoli.

Toffoli afirmou ainda que o Ministério Público deveria ser uma instituição mais transparente. De acordo com o ministro, o “Poder Judiciário é o poder mais transparente” e casos como a prisão dos desembargadores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) — resultado do trabalho feito pelo Superior Tribunal de Justiça e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) — não aconteceria se dependesse do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) “até pouco tempo”.

DISSE DALLAGNOL – Ao rebater a declaração de Toffoli, o procurador Dallagnol escreveu no Twitter que dizer que a Lava-Jato destruiu empresas é “fechar os olhos para o fato de que a operação vem recuperando por meio dos acordos mais de R$ 14 bilhões de reais para os cofres públicos, algo inédito na história”.

Dallagnol afirmou que a operação aplicou a lei. Para o procurador, responsabilizar a Lava-Jato pela quebra das empresas é fechar os olhos para a raiz do problema, que, na sua visão, se dá por meio da corrupção entre políticos e empresários.

“Seguiremos aplicando a lei, que ainda é muito inefetiva no Brasil. Nos Estados Unidos, a prisão acontece depois da primeira ou segunda instância. Sem efetividade da lei, não há rule of law ou estado de direito”

DISSE POZZOBON – Além do chefe da Lava-Jato, outro integrante da força-tarefa na capital paranaense também criticou a declaração de Toffoli. O procurador Roberto Pozzobon escreveu nas redes sociais: “Interessante comentário de quem determinou a instauração de inquérito no STF de ofício, designou relator “as hoc” e impediu por meses o MP de conhecer a apuração”.

“Respeitosamente, Min. Toffoli, a Lava-Jato não “destruiu” empresa nenhuma. Descobriu graves ilícitos praticados por empresas e as responsabilizou, nos termos da lei. A outra opção seria não investigar ou não responsabilizar. Isso a Lava-Jato não fez”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
Toffoli é uma versão jurídica da Ofélia, aquela humorista que só abria a boca quando tinha certeza… Sua tese é furada. Na Alemanha e nos EUA as empresas corruptas só não são destruídas porque não têm coragem de agir abertamente como aqui no Brasil. Aliás, como diria Romário: “Quando está calado, Toffoli é um poeta”. (C.N.)

27 thoughts on “‘Dizer que a Lava-Jato quebrou empresas é irresponsabilidade’, diz Deltan sobre afirmação de Toffoli

    • Se Dalagnol é estúpido eu não sei, só sei o que ele fez pela lava-jato que recobrou bilhões do nosso dinheiro roubado pelo Ladrão Cachaceiro e sua quadrilha, e ainda contribuiu para moralizar o país. Por isso tenho muito apreço pelo rapaz e só vejo outro como ele no Moro, o nosso herói.
      Talvez fosse mais proveitoso apontar a metralhadora (verbal!) para os juizes desonestos do STF.

  1. Vindo de maus profissionais do direito que se locupletam da lei em beneficio próprio, de maus brasileiros mais preocupados com seus lucros do que com a saúde de seu país, ainda vá lá, mas vindo do presidente do STF, a coisa muda e muito de figura. Não há mais o que se dizer. Do jeito que é feita a escolha dos juízes do STF é colocar o lobo para tomar conta do galinheiro. Satisfaz a necessidade de ter algum lá em um país de asnos.

  2. Vou repetir o que já comentei várias vezes. O combate à corrupção deve ser sempre exaltado.
    Porém, as empresas e seus empregados devem ser preservados. Isso é agir com pragmatismo e ser racional.

    Dallagnol não entende esse conceito. Não entende ou está deslumbrado com as luzes dos holofotes, assim como muitos outros. Para ele parece que pouco importa se os efeitos colaterais do combate à corrupção prejudiquem pessoas, no caso os empregados.

    Quem critica algumas ações excessivas da lava jato é invariavelmente defenestrado, chamado de apoiador de corruptos, como se tal operação fosse uma divindade que deve sempre ser adorada, jamais contestada. A mim, passa a impressão de fanatismo. Coisa parecida com o que acontece com eleitores fanáticos de alguém. Seu eleito sempre estará certo, não importa o quê.

    Na Coreia do Sul, para citar mais um exemplo além dos países citados por Toffoli, os presidentes da Hyundai/Kia e o da Samsung já foram condenados à prisão e o que aconteceu com suas empresas? Nada. As empresas foram preservadas.

    Talvez o nosso desespero por um país melhor coloque o atraso de nosso país por conta da corrupção que grassa, na ilusão que o importante é matá-la, indiferentemente se ela vai causar mais danos do que perdas.

    E todos os demais males ficam obliterados, como se fossem menos importantes.

    A paixão é um motor poderoso, faz ganhar eleições e simpatia. Fakes News funcionam desse modo, despertando paixões. No caso da corrupção, dizem que os recursos surrupiados seriam valores faltantes na saúde, segurança e educação. Ora, é preciso ser muito alienado para acreditar nisso.

    As pessoas culpadas devem ser punidas exemplarmente, sempre mas aqueles que não tem nada a ver, aqueles que sofrem as consequências, devem ser poupados.

      • Concordo contigo.
        Mas acredito que, no caso do Brasil, a corrupção era tão grande estava tão institucionalizada no patrimônio da empresa que, ao tirá-la,ela fica insolvente.
        Acredito que nos casos citados, ela era mais localizada e atingia menos setores.

    • Parabéns, Vidal!

      Muitos quadrúpedes ficarão com as faces rubras e as orelhas em brasa ao ler seu comentário!

      E tome cuidado! Conforme você mesmo afirmou, a reação de algumas cheerleaders (só falta o pompom no bumbum…. he he he.. ) travestidas de comentaristas será a de sempre: chamar você de esquerdopata com medo de perder a boquinha…..

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk xD

    • Não discordo, o fato diferente nesse caso é que a justiça desse países agem rapidamente retirando os meliantes da direção da empresa e redirecionando o comando para outro desapropriando e tudo mais para preservar os empregos, no caso da lesma cega brasileira isso não é verdadeiro, o meliante pode ficar eternamente até o stf, sendo assim o que o quadrupede do Dallagnol fez foi o que a lei permitia, e até agora ninguém nem os defensores conseguiram reverter.
      Quem sabe daqui pra frente possamos aproveitar a lição e melhorarmos a legislação, ao invés de só malhar o quadrupede sem falar dos meliantes, e sem comparar o prejuízo causado pelos seus mal feitos, com o fechamento de suas empresas do crime.

    • É função do MP elaborar projetos de salvação de empresas, além de combater a corrupção? Não competiria antes a algum ministério da área econômica?

  3. Um consórcio formado por três empresas chinesas foi o ganhador do leilão para construção da ponte Salvador-Ilha de Itaparica, realizado nesta sexta-feira (13), na Bolsa de Valores (B3), em São Paulo. O investimento do consórcio, batizado de Ponte Salvador Itaparica, será de R$ 6 bilhões, enquanto o Governo da Bahia dará aporte de R$ 1,5 bilhão. A gestão e administração da ponte terá duração de 30 anos.

    https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/consorcio-chines-vence-leilao-para-construcao-da-ponte-salvadoritaparica/

    SEM CONCORRÊNCIA!

    https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/12/chineses-vencem-leilao-da-ponte-salvador-itaparica-sem-enfrentar-concorrentes.shtml

    Este é o resultado…..

  4. Aprecio em demasia os comentários de José Vidal porque pertinentes, bem feitos, bem fundamentados.

    Mas, em se tratando de temas que pedem pensamentos diferentes para que sejam melhor analisados, o caso das empresas que supostamente a Laja Jato destruiu, requer uma versão oposta da registrada pelo meu conterrâneo.

    Em princípio, faz-se mister que tenhamos plena consciência que os responsáveis pela falência dessas empresas foram seus proprietários, seus sócios majoritários, diretores, que imaginaram ganhar rios de dinheiro aliados a parlamentares corruptos, traidores do povo e país, reles ladrões.

    Essas empreiteiras não teriam tido o crescimento que tiveram, se não fosse o superfaturamento de preços, que propiciava a propina, que aproximava interesses escusos e desonestos.
    Portanto, projetaram-se em alicerces muito frágeis, que ao primeiro vendaval elas ruiriam.
    Logo, se os empregados dessas gigantes da construção hoje se encontram desempregados e sofrem as consequências da Operação Lava Jato, precisam se dar conta que os responsáveis que os levaram a perder o trabalho foram seus próprios empregadores, que os usaram para enriquecer mediante roubos constantes e impunes.

    Nessa linha de raciocínio de Vidal, os bancos e financeiras que faliram, deveriam continuar existindo e seus funcionários preservados!
    Assim como várias cadeias de lojas que quebraram, e deixaram de pagar impostos e seus servidores.

    A bem da verdade, os empregados que perderam o trabalho por culpa de seus patrões, que optaram pela desonestidade que facilitaria seus enriquecimentos e ampliação de suas empresas, deveriam propor ao governo que seus empregadores perdessem seus patrimônios, e que fossem delegados a uma comissão de trabalhadores para as empresas não pararem de funcionar, mas jamais os antigos donos iriam retornar às suas funções.

    Agora, deixar a empresa que se notabilizou pela corrupção o seu desenvolvimento, assim como o seu quadro de colaboradores trabalhando como se nada tivesse acontecido seria uma injustiça clamorosa aos que se encontram desempregados, e às empresas honestas!

    A punição correta aos Odebrecht deveria ter sido a perda da companhia, e ser transferida as suas ações aos funcionários, que teriam a responsabilidade de levá-la adiante através de critérios honestos e corretos, menos como fizeram seus antigos donos, que perderam a empresa porque a usaram para fins deletérios e deploráveis.

    Tal processo implantado de desonestidade, a Lava Jato não tem a menor implicação, a não ser ter descoberto uma prática em evolução no Brasil há décadas, que enriquecia poderosos empresários, parlamentares inescrupulosos e ladrões do povo e do país.

    Mais a mais, o mundo é feito de injustiças.
    Se uma empresa quebrou e foi por má administração ou por sonegação fiscal ou por servir de fachada para crimes, tentar preservá-la com seus funcionários não haveria punição alguma. Não que seus empregados tivessem de pagar pelos danos à sociedade com a perda de seus empregos, mas todos surfaram na onda de oportunidades fraudulentas, corruptas e desonestas, logo, os funcionários também devem, em consequência, sofrer pelas atuações deletérias de seus empregadores!

    Injusto?
    Claro que sim, mas e quanto aos prejuízos que o povo deve arcar pela atuação da empresa que lhe roubou?
    Devem ser deixados de lado os danos, de modo que a empresa seja mantida e seus empregados não percam o trabalho?

    Vidal deve se lembrar da quebradeira de empresas na cidade gaúcha de Rio Grande, quando perdemos a fabricação de navios porque a Petrobrás decidiu construí-los em outro país.
    As companhias sofreram com esta resolução, e milhares de empregados perderam seu ganha-pão.
    Não vi protestos e tampouco sugestões que deveriam se manter ativas e preservar seus funcionários.
    Por que no sentido inverso, onde a quebra se deu por administrações desonestas, estas empresas deveriam ser preservadas, assim como seus funcionários?!

    Justamente a partir de exemplos como esses, que o povo precisa se conscientizar da sua importância, de saber o que se passa, de intervir quando se faz necessário, de não mais eleger quem é partidário da agremiação que foi envolvida nesses casos, mas deve padecer pela sua omissão, pela sua alienação, e de sair da condição de eterna vítima do sistema!

    • “Vidal deve se lembrar da quebradeira de empresas na cidade gaúcha de Rio Grande, quando perdemos a fabricação de navios porque a Petrobrás decidiu construí-los em outro país.
      As companhias sofreram com esta resolução, e milhares de empregados perderam seu ganha-pão.
      Não vi protestos e tampouco sugestões que deveriam se manter ativas e preservar seus funcionários.”

      Sim, Bendl,
      lembro e protestei, claro no âmbito restrito das redes sociais. Muita gente protestou, porém a repercussão foi inócua.
      Afinal de contas, a obrigatoriedade do conteúdo nacional era um empecilho para aumentar os lucros das empresas petrolíferas para seus acionistas. E houve uma clara opção de privilegiar as empresas em detrimento do país, infelizmente.

      Países protegem suas empresas, tal como fez os EUA em relação à GM.
      Também protegem suas instituições financeiras das quebras.

      Mas divergir é preciso.
      Talvez os outros países estejam errados ao agir pragmaticamente e nós certos. Quem sabe é isso o correto? Talvez eu esteja errado.

      Afinal de contas, o que importa alguns milhares de desempregados?
      A justiça tem que ser feita. As consequências são apenas detalhes.

      Como escrevo sempre, o nosso conhecimento é limitado, nossas opiniões são baseadas nele, portanto podem partir de premissas erradas. Assim, não nos apeguemos tanto às nossas convicções.

      Abraço, saúde e vida longa.

  5. Clemente, meu caro,

    A minha intenção não foi corrigir o comentário de Vidal.
    Postei a minha interpretação sobre a Operação Lava Jato que, a meu ver, não pode ser acusada como culpada pela destruição de empresas e de causar mais desemprego.

    No entanto, certos casos não são estanques, pois unidos desde o início até o seu desmembramento por circunstâncias nada ocasionais, mas por consequências, que devem atingir a todos, culpados e inocentes.

    Justamente por isso que citei exemplos de bancos, financeiras, cadeia de lojas, indústrias, que quebraram por más administrações, e não tiveram qualquer auxílio em permanecerem funcionando, de modo que seus funcionários não perdessem seus empregos.

    E, me fizeste lembrar da saudosa Varig!
    Credora do governo federal em mais de cinco bilhões de reais, Zé Dirceu a quebrou propositadamente em benefício da Gol, cujo proprietário era amigo íntimo de … Lula!

    Milhares de aeronautas tiveram o seu fundo perdido, sofrendo horrores em suas vidas porque o governo jamais pensou em manter a empresa de aviação, que foi uma das mais avançadas do mundo, muito menos aproveitar a administração em solo, pilotos, comissários de bordo, mecânicos, a VarigLog, de entregas, ativadas, e seus prédios no pais inteiro!

    Ora, agora que as empreiteiras foram destruídas pelos empresários desonestos e ladrões, aliados a parlamentares petistas, a preocupação com o futuro dessas empresas e de seus funcionários?!

    Não está certo.

    Portanto, Clemente, apresentei outro modo de se entender a questão.
    Postei uma espécie de discussão, de debates a respeito, menos de corrigir ou entender errado o pensamento de Vidal, mas apresentar outra ideia, outra interpretação, outro entendimento a respeito do assunto em tela.

    Forte e fraterno abraço, Clemente.
    Saúde, muita saúde.

  6. Franco,

    Se tem alguém no blog que mais se encrencou com o destinatário do teu comentário, é este teu colega de TI.

    Conforme alegado, as reações sempre além das respostas aceitáveis vinham embaladas na amizade do jornalista com o ex-presidente.
    Tudo bem.
    O problema é que as ofensas sempre foram transferidas para o terreno pessoal, e cobras e lagartos foram postados.

    Agora, a defesa de Collor negando que o senador seja um corrupto, os envolvimentos nas investigações e trazidas a público comprovam que não se calunia o ex-presidente, mas se fala a verdade sobre a sua gestão quando no Planalto e até fora dele!

    Certamente diante de tantas agressões e ataques quando o nome desse parlamentar é mencionado, que o Mediador deleta qualquer comentário neste sentido.
    Mas, interfere na crítica que temos o direito de fazê-la, gostem ou não do que é postado.

    Caso a discussão ficasse dentro dos limites políticos mesmo em tons veementes, vá lá, mas até mesmo esse meu comentário poderá ser deletado ou, então, o defensor do parlamentar entender que deve ofender e agredir, insultar e atacar os detratores do bom nome de Fernando Collor de Mello.

    Resumindo:
    Acho extremamente difícil um comentário postado com duras críticas a Collor ser deletado, se apenas for canalizada as palavras ao ex-presidente e atual senador.
    Em todo o caso, sempre é bom manter as barbas de molho, mas, jamais, em circunstância alguma, deveremos nos calar quando a verdade está do nosso lado e não pode ser contestada por quem quer que seja.

    A isso se dá o nome de liberdade de expressão, de democracia, enquanto ataques pessoais são denominados de falta de educação e desrespeito!
    A diferença é sutil, tênue, mas existe.

    Quem sabe não mudas o comentário, eliminando o nome do destinatário?
    Afinal das contas, o jogo democrático assegura a cada um de nós postar o que quiser, menos quando citamos o nome de alguém que, mesmo em defesa do indefensável, tem o mesmo direito que temos de registrar nossos pensamentos?!

    Abraço.
    Saúde.

    • Francisco Bendl,
      Repare que o Sr. Carlos Newton apagou novamente o meu comentário em que me dirigia a você. Já fez isso hoje 3 vezes.
      É a censura.
      Não preciso disso.
      Não me pronunciarei mais neste blog.
      A punição divina virá para ele.
      Já começou. Teve que se afastar um pouco por problemas médicos.
      Deus dará a Carlos Newton o que ele merece por seus atos.

      • Franco,

        Bom dia.

        Reconsidera a tua decisão de saíres do blog, por favor.
        Observa com mais cuidados, se não foste agressivo com uma pessoa que nada tem de culpa pela atuação de Collor de Mello.

        Se ele o defende não é o teu problema, mas dele, que não tem como contestar o que afirmamos da corrupção do ex-presidente e senador agora.

        Caso o jornalista em questão te responder indevidamente, atesto, te asseguro, que ele terá o seu comentário deletado, e o teu permanecerá postado.

        Faz o que estou te dizendo.
        Nesse momento deves te manter superior, ao mesmo tempo que precisarás pedir desculpas a Carlos Newton pelo que disseste da sua doença, e que ele a merece porque deletou um comentário teu, e na intenção de evitar atritos, diga-se de passagem.

        Assim como estás agindo, darás razão ao Mediador deletar o teu comentário, pois demonstras exatamente partir para o lado pessoal, e de uma forma nada adequada ao te rebelares contra uma decisão que o responsável pelo blog entendeu de retirar o seu registro.

        Não sejas injusto.
        Medita, pensa, raciocina, e verás que exageraste nesta tua reclamação, neste teu protesto contra o Mediador, além de teres desejado que ele adoeça, e que Deus o faça pagar pelos seus atos!

        Bom, se este teu Deus age dessa forma, o cara tá mais para demônio, convenhamos.

        Faz o teu ato de contrição, revoga a tua decisão, pede desculpas ao Newton porque estavas de sangue quente como se diz, e segue o barco.

        Abraço.
        Saúde.

  7. Boa noite , leitores (as):

    Senhor Vicente Limongi Netto , gostaria que nos informasse onde o ” Chefe da Lava-Jato em Curitiba, procurador Deltan Dallagnol ” , errou ou cometeu alguma ilicitude ou crime , no exercício de suas atribuições legais , uma vez existe toda estrutura e equipe multidisciplinar de apoio .
    E o que tens á dizer quanto ao comportamento e postura ” CRIMINOSAS DE ALGUNS MINISTROS/JUIZES DO STF ?

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