Dos 861 juzes do Estado do Rio, apenas seis ganham abaixo do teto constitucional

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Charge reproduzida do blog Espao Vital

Ernesto Neves
Revista Veja

Com o Estado do Rio quebrado, e um pacote de austeridade que promete tragar at 30% dos salrios dos servidores, aposentados e pensionistas, surpreende saber a festa em que vivem os magistrados fluminenses. Um levantamento na folha de pagamentos de agosto mostra que s seis dos juzes e desembargadores do Estado tm vencimentos abaixo do teto constitucional, estabelecido em R$ 33.763.

O descontrole reside nas gratificaes incorporadas aos salrios. Oficialmente, cada magistrado ganha cerca de R$ 28.000. Mas os penduricalhos chegam at a dobrar os vencimentos. No caso mais gritante, um desembargador recebeu R$ 71.352,29.

S em agosto, essas benesses custaram aos cofres do estado 12,8 milhes de reais. Um descalabro.

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NOTA DA REDAO DO BLOG
da maior importncia essa notcia, que nos foi enviada pelo advogado Joo Amaury Belem. De quem a culpa? Ora, dos prprios magistrados, especialmente os ministros do Supremo, que decidiram transformar em direitos adquiridos esses acrscimos salariais que nada mais so do que privilgios indevidos. O assunto gravssimo. Depois, explicaremos com mais nfase. (C.N.)

10 thoughts on “Dos 861 juzes do Estado do Rio, apenas seis ganham abaixo do teto constitucional

  1. Justia do Rio de Janeiro brincadeira, comeando pela agilizao, organizao, respeito, facilidade, vejam o estado do Esprito Santo, pelo site voc percebe a organizao, na justia do Rio de Janeiro, parece que estamos pedindo favor, no h o menor bom senso com o sofrimento na espera de um processo, no do a mnima, faam a comparao com outros estados mais organizados, no se preocupam com prazos, quem estiver esperando a concluso do seu litgio que aguarde, inadmissvel o tratamento sofrido pelo cidado, se recorre a defensoria pblica, a mesma situao, parece que fazem corpo mole, falo isto porque j a anos vejo esta indiferena com o cidado/trabalhador, mas quando se trata do corporativismo esto prontos a chiar, no mexam em seus polpudos salrios, mas ao pobre povo este tratamento, se tiver vivo, ainda pode receber o que lhe de direito, se morrer, pouca importncia tem, o povo apenas um detalhe.

  2. \\\\\\\\f
    Faz o que digo, mas no o que eu fao.

    a raposa cuidando do galinheiro .alias, no Brasil, quem detm parcela do poder e pode bancar seus privilgios no deixa pra amanha. Desgraadamente, no ,uma so instituio que se salve. Ento, VIVA A LAVA JATO.

  3. Concordo integralmente com a posio do Moderador, e tambm com o objetivo de dissecar a notcia, grave:

    ” NOTA DA REDAO DO BLOG da maior importncia essa notcia, que nos foi enviada pelo advogado Joo Amaury Belem. De quem a culpa? Ora, dos prprios magistrados, especialmente os ministros do Supremo, que decidiram transformar em direitos adquiridos esses acrscimos salariais que nada mais so do que privilgios indevidos. O assunto gravssimo. Depois, explicaremos com mais nfase. (C.N.)”

  4. O Rio de Janeiro um monumento a SACANAGEM.
    L, tudo na base da sacanagem e malandragem, “esperto” pra todo lado.
    cheio de “territrios” autnomos onde a lei feita pelos locais,
    A irresponsabilidade chegou ao extremo, o estado quebrou, agora querem que o governo federal, isto , os brasileiros das outras regies, paguem pelos desmandos.
    Quando quiseram dividir os royaltes do petrleo, foi uma gritaria s, o cabralzinho abriu a boca a chorar, chamando a todos os no cariocas de covardes. E agora? Vamos dizer o que?
    No contentes com a tragdia em que meteram o estado, os cariocas ainda partiram para o desgraa pouca bobagem e elegeram uma nulidade apelidado de PEZO. S podia dar nisso.
    Acho que deveriam cassar coletivamente os direito polticos do povo do Rio de Janeiro, para que parem de eleger estas barbaridades e destruam de vez o estado.

  5. Boa noite leitores(as):

    Senhor Ernesto Neves, os membros do poder ” JUDICIRIO” usam maus elementos dos poderes ” LEGISLATIVOS e EXECUTIVOS , como escudo para se esconderem e cometerem os mais diferentes crimes de lesa-ptria e garantir-lhes a impunidade atravs dos mais diferentes subterfugio e interpretaes das leis Brasileiras ” sob medidas”.
    EXEMPLO: Vide as mais diferentes decises e opinies ” RADIOFNICAS,TELEVISIVAS e JORNALISTICAS dos atuais “DITOS JUIZES DO STF” , o grau de comprometimento , promiscuidade e degenerao desses entes da Repblica Federativa do Brasil.

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