Dunga para Maicon: “Teu gol, sensacional”

O treinador da seleção está sempre na contramão do bom senso. Elogiar abertamente o primeiro gol do Brasil, tão ridículo quanto seu comportamento. Maicon não chutou nem podia chutar, não tinha ângulo. O árbitro devia registrar como “gol do goleiro”.

Em 1974, um
gol igualzinho.

Copa da Alemanha, último jogo da chave, Brasil-Zaire. O Brasil precisava de mais 1 gol para superar a Escócia e ir para a segunda fase. Só que o gol não saía de modo algum.

Em determinado momento do segundo tempo, Waldomiro, ponta-direita, (naquela época existia isso) recebe a bola ainda mais sem ângulo do que Maicon ontem. Chutou despretenciosamente, a bola entrou por baixo das pernas do goleiro. Este, com a cabeça enterrada na grama, me provocou enorme tristeza.

Naquele tempo, menos concorrentes, o Brasil ganhou mais 1 jogo, chegou à semifinal com a Holanda. Apavorada em enfrentar a seleção de Cruijff, perdeu sem resistência. Depois, disputaria o terceiro lugar com a Polônia, perderia novamente.

A presidente (ex) do Chile
aplaudiu a seleção medíocre

Sem futebol como em toda a Copa. Abrindo a sexta rodada, apenas um golzinho, o que valeu para a vitória. Dona Bachelet, feliz, cumprimentando os jogadores e abraçando até o “louco” Bielse, treinador (argentino).

No final da tarde,
os donos da casa

A África do Sul entra em campo para enfrentar o decadente Uruguai. Expectativa. Pela simpatia dos súditos de Mandela, e o exibicionismo e “idolatricismo” de Parreira. Que ainda não ganhou nenhum jogo dirigindo (?) seleções estrangeiras.

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