E as nossas tragédias?

Vicente Limongi Netto
“É bonito ajudar os haitianos que sofrem com os violentos terremotos. Perderam tudo, não têm nada. Um horror. Uma desgraça que abalou o mundo. Contudo, o Brasil também passa por momentos dramáticos e delicados. Milhares de brasileiros ficaram desabrigados, choram seus mortos, não têm para onde ir. Creio que o governo Lula deveria igualmente se preocupar com os brasileiros vitimados pelas tragédias das enchentes, enxurradas e deslizamentos de terra. É hora de cuidar das milhares de famílias destroçadas. No Rio, em São Paulo, Belo Horizonte, Mato Grosso, Santa Catarina, etc. O quadro é desolador.”

Comentário de Helio Fernandes
Certo, Limongi. Foi a maior tragédia dos últimos tempos. (As guerras não são tragédias e sim momentos de lucros fabulosos do complexo industrial militar). Temos que ajudar com todas as formas e recursos, o povo do Haiti. Mas não podemos esquecer de jeito algum as vítimas brasileiras, só que para Lula a repercussão externa é a que mais interessa.

Não falou nas telefônicas

Aracy Azambuja
“Helio, no artigo de hoje, você não falou nas telefônicas. Não são tão exploradoras quanto as outras empresas relacionadas por você?”

Comentário de Helio Fernandes
Desculpe, Aracy, só tratei de transporte, um dos setores mais lucrativos e mais abandonados do Brasil. As telefônicas são “desvendadas” sempre aqui. Inclusive elogiei a Assembléia Legislativa de São Paulo, que proibiu essas empresas de cobrarem taxa fixa antes de prestar o serviço. E critiquei duramente a Justiça que anulou a decisão da Assembléia.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *