É ilegal a Iiminar de Fachin que está proibindo polícia em favelas, diz procurador

Fachin pode reverter decisão de censura de Alexandre de Moraes no STF

Fachin acha que a polícia não pode invadir favela durante a pandemia

José Carlos Werneck

O procurador do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, Marcelo Rocha Monteiro, entrevistado no Jornal Gente, na Rádio Bandeirantes, disse que a liminar concedida pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, suspendendo as operações policiais em favelas do Rio de Janeiro durante a pandemia, fortalece o crime organizado.

No seu entender, a medida foi “um grande equívoco”, porque uma competência do Poder Executivo foi invadida: “Essa liminar é um absurdo do ponto de vista legal. Não tem amparo em nenhuma lei. O Judiciário não traça políticas públicas de segurança. Quem faz isso é o governo eleito pelo povo”.

JULGAMENTO VIRTUAL – O mérito de decisão de Edson Fachin está sendo analisado em julgamento virtual pelo plenário do Supremo. Além do relator, três dos onze ministros já votaram pela manutenção da decisão: Marco Aurélio Mello, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski. Sete ministros do STF ainda precisam votar nesta ação coletiva protocolada pelo PSB.

Para o procurador Marcelo Rocha Monteiro, a barreira imposta à atuação policial só beneficia a bandidagem: “Cada vez mais o crime organizado vai se fortalecer. Eu torço para que os ministros se deem conta do equívoco e da ilegalidade dessa liminar”.

8 thoughts on “É ilegal a Iiminar de Fachin que está proibindo polícia em favelas, diz procurador

    • O dono do bar mata o outro por disputa de clientes.

      Já o dono das boca…
      Tem isso e, de expandir o território para recuperar o que perdeu para parte da Polícia, e a outra no arrego, assim como dívidas com outros “parceiros” que o apoiou nalguns momentos.

      • Vidas de policiais, criminosos e inocentes que pagam o preço dessa Política estúpida de Guerra às Drogas… que se repete exatamente como há quatro décadas em solo sul-americano e outros países do mundo que, ao contrário dos mais desenvolvidos, não tentaram outras medidas.

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