É preciso reconhecer que o Brasil está vivendo novos tempos sob o governo de Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro cogita ter Tereza Cristina de vice em 2022, diz imprensa de  Brasília | Notícias de Campo Grande e MS | Capital News

Bolsonaro e Teresa Cristina, que se destaca no Ministério

Aristóteles Drummond
Diário de Petrópolis

Para o cidadão sem o veneno da ideologia, das idiossincrasias, da covardia moral diante das patrulhas do ódio, enfim, gente que trabalha pensando no país e na família, o Brasil vive um momento triste sob o ponto de vista do nível de politicagem rasteira entre pessoas que não podem alegar ignorância para justificar graves desvios de caráter.

Quem tem meio século de jornalismo e vida pública, experiência quanto à realidade destas décadas da vida pública, em todos os níveis e setores, sabe que o povo foi inspirado na busca da renovação há dois anos.

RENOVAÇÃO POSITIVA – Embora em muitos estados a renovação tenha sido equivocada, em outros, como Minas, Goiás e Paraná, para ficar nos exemplos mais evidentes, ela vem se mostrando positiva. E, no âmbito federal, a mudança foi efetivamente mais forte.

As elites empresariais e ligadas às classes médias não souberam interpretar a vontade popular, hoje mais esclarecida do que se imaginava, que queria varrer a velha política da corrupção com a demagogia barata, por vezes fantasiada de um esquerdismo ultrapassado e desmoralizado.

Estamos com mais de 20 meses de um governo que vem procurando reformar para progredir, adotando a política de prosseguir com as obras que estavam abandonadas ou em andamento, buscando prestigiar a meritocracia e, principalmente, em ambiente de austeridade e ausência de casos de corrupção.

BONS MINISTROS – O time de ministros impressiona pela qualidade de titulares de pastas estratégicas, como são os casos de Tarciso Freitas, na Infraestrutura, Almirante Bento, nas Minas e Energia, Teresa Cristina, na Agricultura, e, claro, Paulo Guedes, na Economia.

O maior socorro do mundo às populações mais carentes, nesta pandemia, não acalmou as manifestações de ódio ideológico ao presidente da República, muito menos o décimo terceiro do Bolsa família, que se fartaram de anunciar que acabaria em seu governo.

SÃO OUTROS TEMPOS – Os governadores que o criticam receberam bilhões de reais para não entrarem em colapso, muitos evolvidos em inquestionáveis casos da mais sórdida corrupção com recursos do combate à pandemia. Na esfera federal, sob severa vigilância, nem um caso apontado.

Alguns setores da sociedade e dos demais poderes da República insistem em ignorar que vivemos outros tempos e que ninguém mais se ilude ou se deixa levar pelo noticiário maldoso, implacável, mesquinho.

O Presidente e seus familiares, mesmo os filhos com mandato, jamais tiveram acesso a recursos públicos e as acusações envolvem mais da metade da Assembleia do Rio, entre assessores de livre escolha- não estatutários- e tudo se concentra no então assessor do filho do Presidente. Não faz sentido, diante da impunidade de uma quadrilha que agiu por 14 anos.

POLÍTICA PREDATÓRIA – É preciso um basta nesta política predatória, que penaliza os mais frágeis da população de forma irresponsável e até cruel. Infelizmente, o presidente melhorou muito sua postura, o que logo se refletiu em sua popularidade, por ter recaídas pontuais muito exploradas.

Alguns assuntos que fogem ao razoável pela cobertura que estão tendo deveriam ser alvo do silêncio do presidente. Deve responder apenas a questionamentos referentes a seu mandato, como está na Constituição.

E seus mais próximos ignorarem os ataques, deixando a cargo da Justiça apurar informações que vazam, muitas referentes a eventuais delitos de natureza fiscal prescritos pelo tempo decorrido.

MARGINAIS DA ÉTICA – O Brasil não merece essa sabotagem de gente com a barriga cheia, em muitos casos às custas do Erário nos últimos 35 anos. Vamos pensar e avaliar o papel destes marginais da ética, da moral e do patriotismo.

Nem o anúncio de dimensão social e econômica da semana passada mereceu um modesto elogio!

29 thoughts on “É preciso reconhecer que o Brasil está vivendo novos tempos sob o governo de Jair Bolsonaro

  1. Senhor Aristóteles Drummond,

    O título da sua matéria em tela me enganou:
    “É preciso reconhecer que o Brasil está vivendo novos tempos sob o governo de Jair Bolsonaro”.

    Concordei com a definição, mas a essência do artigo me decepcionou!

    Vá lá, que o senhor esteja adulando o presidente, pois está no seu direito, menos nos fazer acreditar que o Brasil está melhor com Bolsonaro, então está mentindo deslavadamente na sua conclusão.

    Para seu governo, senhor Aristóteles, analisar positivamente uma administração que não tem dados positivos sobre o povo, pelo contrário, há mais pobres, miseráveis, desempregados e analfabetos absolutos e funcionais, o texto é tendencioso e não merece credibilidade alguma!

    Pouco se me dá a qualificação que o senhor faz dos ministros de Bolsonaro, mormente Guedes, alçado às nuvens conforme seus critérios discutíveis.
    Agora, o senhor deixar de comentar a situação porque vive a população brasileira, para enaltecer o governo federal que NADA possui de realizável em favor dessa massa, desse contingente de milhões de pessoas desesperadas, a decepção foi enorme, e o seu artigo não merece aprovação alguma pelo que foi publicado.

    O senhor fez questão de fugir da realidade nacional;
    omitiu a verdade quanto ao cidadão;
    elogiou um governo voltado somente às elites, às castas, e de ser subserviente ao poder econômico.

    E, surpreendentemente, o senhor deixou de escrever uma palavra que fosse a respeito da violência no país, as facções, as milícias, os crimes impunes do colarinho branco.

    Meus protestos contra a sua postagem.
    Bajuladora, desnecessária, inverídica, tendenciosa, e um registro contra a realidade nacional e popular.

    • Prezado Francisco Bendl,

      O senhor fez o comentário mais bem iluminado sobre este artigo de Aristóteles Drummond. Fiquem os senhores Aristóteles Drummond, Jair Bolsonaro e seus ministros, incluindo o desprestigiado Paulo Guedes, na companhia eterna de Augusto Pinochet, o ditador assassino que arruinou o Chile. Esses todos estão levando o Brasil à desgraça, ao desemprego de milhões, à fome. Malditos sejam!

      • Caro dr.Ednei,

        Sinto-me honrado e muito alegre quando o senhor se dirige a mim diretamente, ainda mais quando posta um comentário que concorda com o texto que escrevi.

        Esse período bolsonarista está nos levando para uma era de mentiras, de ficção, de irrealidades quanto à situação do povo, absolutamente desprezado, e o caos reinante na área econômica e política, pois a social é deprimente, gravíssima.

        Logo, um profissional da mídia, que tem como obrigação moral postar verdades, registra um texto tão bajulador e mentiroso como este em tela, que só resta protestarmos pela imaginação tendenciosa da realidade nacional, afora tentativas de mentir á sociedade o atual momento brasileiro.

        O autor mostrou-se não só subserviente, como um robô que se identificou a serviço de Bolsonaro, então inimigo ferrenho do povo!

        Abraço, dr.Ednei.
        Saúde e paz.
        Cuide-se!

  2. Aristóteles Drummond?… Nunca ouvi falar. É, por acaso, um principiante joranlista querendo se lançar? Drummond… Ah, agora me lembro, mas do grande poeta, que botou a pedra no caminho de muita gente, e só usou para isso a sua poesia e talento. Esse também era um Drummond, mas não falava bobagem.

  3. Prezado Edivaldo Oliveira,

    Eu que agradeço teres concordado com meu arrazoado sobre o artigo em tela.

    Nada acrescentou, nada inovou, nada informou.

    O jornalista, autor do texto, deveria conviver um pouco com os comentaristas da TI, onde aprenderia a escrever a respeito da realidade que vivemos, e a verdadeira situação brasileira.

    Abração.
    Saúde e paz.
    Te cuida, parceiro.

  4. Acho que os colegas aqui, não conseguiram interpretar as entrelinhas do Aristóteles: esse rapaz é um irônico. Ele apenas transportou para os NOVOS TEMPOS, a força mididiática que elegeu Bolsonaro: FAKE NEWS!
    Alguém conseguiria narrar uma MENTIRA, usando a verdade?

  5. Não conheço e nunca ouvi falar do autor. Respeito suas opiniões,mas divirjo de quase todas.
    Ministérios: são 23 pastas ministeriais, sendo 17 ministérios, duas secretarias e quatro órgãos equivalentes a ministérios. Ele conseguiu mencionar quatro. É claro que tem mais alguns bons ministros e outros que nem se sabe o que estão fazendo.
    Já o caso Rio-corrupção na assembleia, o mais envolvido é o senador mais votada na história de nossa republiqueta e que foge da justiça!
    E os atos desairosos e desastrosos do presidente, não contam? O grande argumento é de que não existe corrupção no governo. Verdade? E quem diz isto sabe o que seja corrupção? Ah, não roubou e não deixou roubar. Que bom se a corrupção fosse só isto!
    Pena o jornalista estar defendendo coisas indispensáveis. Não ajuda o país, fica marcado por um erro crasso e, pior ainda, desinforma aqueles incautos e incultos que o lerem.
    Fallavena

  6. Recebo, de meu amigo bolsonarista um texto publicado pela Gazeta do Povo, bastante interessante, de um desabafo emocionado da Dra. Karina Kufa, advogada do Presidente para assuntos eleitorais.
    Alguns trechos:
    “Sabe o que mudou para mim? Mudou que pela primeira vez estamos diante de um Presidente da República honesto, um político que refez a forma de se relacionar com os demais poderes, que estão esperneando pq não ganham mais cargos e favores em troca de aprovação de leis”
    …que não gasta rios de dinheiro com publicidade para tentar agradar a imprensa, que fala a verdade mesmo que seja dolorida, que ouve a voz do povo e que tem a verdadeira vontade de ver o país mudar. Mas se fosse só isso, eu não precisaria defender ele aqui…
    “O que mexeu comigo de verdade é que não aguento mais ver esse homem apanhar injustamente, sendo traído, difamado, injuriado e caluniado. Aflorou o instinto protetor, q acredito q é o que move milhões de cidadãos que vão para as ruas e redes sociais para defendê-lo”

    Postei isto aqui porque é o tipo de narrativa
    utilizado pelo articulista, que o Bendl tão bem enquadrou. A Doutora, pode ser até competente para cuidar dos processos do Jair no TSE, mas como cabo eleitoral, deixa a desejar, os sofismas usados são apelativos, piegas e transparentes, ele tem que entender que o povo é crédulo e sugestionável, mas não é tão bobo como o Mito imagina.

    • Moreno, meu caro amigo,

      Grato pela publicação dessa peça humorística, de autoria da drª Kufa – cof cof cof … me engasguei com o artigo!

      Por mais que se tente bajular alguém, puxar-lhe o saco, no jargão popular, há limites.
      Nesse caso é tão tênue, que cair no ridículo não precisa muito, basta mudar a colocação de uma vírgula e estamos diante de uma piada, mesmo que de mau gosto.

      Olha, parceiro, não sei o que leva algumas pessoas agir dessa forma ficcional, irreal, imaginativa, utópica.
      Só mesmo uma falha de caráter, alguém sem personalidade, uma pessoa que precisa demonstrar que a sua vida está à disposição do chefe.

      Uma pena que tenhamos seres humanos que nos ofendem dessa forma, quando deixam de escrever a verdade, a realidade, a situação, e substituem o que deveria ser crível para o inacreditável.

      Abração, Moreno.
      Saúde e paz.
      Te cuida, meu!

      • Chico, eu recebo um média diária de dez matérias bolsonaristas de aquele meu amigo. Antes eu, simplesmente as deletava, mas depois de ler algumas peças, dignas de Ionesco, abri um arquivo no computador e passei a baixá-las e já instrui meus netos a cedê-las ou vendê-las, se estiverem precisando, a um jornalista ou historiador isento, a fim de provocar amplo debate sobre a saúde mental de parte do povo brasileiro no início do século.

  7. Esse Aristóteles andou cheirando a branquinha e fumando um baseado, depois escreveu esse artigo.

    Sacaneou com o povo brasileiro de ponta a ponta, nesse artigo que ele deveria ter vergonha na cara em ter escrito e publicado.

  8. Artigo com elogios ao Presidente Bolsonaro? O editor cochilou ou está correndo atrás dos leitores que sumiram do blog – o general, o Pimenta, Piadinha, Luiz, Márcio Jr – sem falar no Policarpo, que parece ter sido banido definitivamente. A aderência da tribuna ao golpismo foi um tiro no pé.

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