Eduardo Bolsonaro critica taxação de grandes fortunas e Rodrigo Maia rebate: “poderiam fazer mais”

Eduardo defendeu utilização do fundo eleitoral no combate à pandemia

Deu na Folha

Em debate na Câmara dos Deputados nesta sexta-feira, dia 3, sobre a votação da Proposta de Emenda Constitucional do chamado Orçamento de Guerra, voltado exclusivamente a medidas de combate ao coronavírus, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) tentou exaltar as ações dos mais ricos em relação aos problemas do país e recebeu resposta sucinta do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Em sua fala, o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu a utilização do fundo eleitoral no combate ao coronavírus e disse que o momento também era oportuno para debater a redução dos salários do funcionalismo público. Ao concluir sua intervenção, disse ser contra a taxação de grandes fortunas.

“PARA A RÚSSIA” – “Em um primeiro momento, todo mundo vai bater palma. Vão falar ‘parabéns, pegaram bilhões dos ricos’. Em um segundo momento, vai acontecer como ocorreu em alguns países da Europa. Vão pegar todo o seu dinheiro e mandar para a Rússia”, disse o deputado.

Por fim, quis lembrar que “grandes bilionários e milionários fazem grandes caridades em todo o país”. Em resposta, Maia disse “poderiam fazer mais”, e então passou a palavra ao deputado federal Orlando Silva (PC do B-SP)

20 thoughts on “Eduardo Bolsonaro critica taxação de grandes fortunas e Rodrigo Maia rebate: “poderiam fazer mais”

  1. Esse eduardo, de todos os bolsonaros, é o pior. Nada sabe do que fala. Nosso país é sustentado pelos pobres. As diferenças salariais são abissais. E o leão só é valente com os pobres. Todo mundo sabe que rico não paga imposto suficiente.

  2. Taxação de grandes fortunas?! Não pode! Eu, hein! Pobre não precisa de ir a Paris comprar Louis Vuitton, Calvin Kleins, e outros produtos com os quais a gente refinada está acostumada. Seu eu volto de Paris ou Roma com as maos vazias estou frito.
    Pobre não precisa nada disso, né seu filho de um presidente. Vá chupar um lollipop, garoto bobo.

  3. Manda a Globo esgoto pra Rússia então!!
    Tem que taxar em 50%. E mesmo assim, vão ficar aqui. Porque apesar de todas as mazelas que este país tem, ainda é melhor que os outros.

    Na Suíça o imposto e de quase 50% e ninguém vive na miséria. Dinheiro muito bem distribuído. Na Escandinávia é a mesma coisa.
    Pergunta quanto é o lucro líquido num Banco nesses países. Nem se compara com os balanços semestrais que aqui são apresentados. E o pior, sem a menor vergonha, nos estorquem na cara dura e depois esfregam os lucros ESTRATOSFÉRICOS nas fuças dos otários.

    Estão muito mal acostumados, pagam proporcionalmente menos impostos que eu!!
    PQP!!!
    Se não gostarem, a porta da rua é a serventia da casa.
    Repito, duvido que se mandem daqui.

    Não precisamos de abutres!!! XÔ!!!

    Atenciosamente.

  4. Ele é a favor de redução das remunerações no funcionário público mas contra a taxação de fortunas?

    – Veja que ele foi servidor da Polícia Federal

    Uma emenda à PEC do Orçamento de Guerra que não passou junto com o projeto (este sim, aprovado) previa confiscar de 26% até 50% da remuneração do funcionalismo.

    Veja bem. Tem muito que reduzir os salarios. Contudo, sabemos que sempre algumas categorias (juízes, procuradores, auditores, conselheiros de contas, deputados, senadores) são testadas diferente de todos os demais.

    Tambem nós últimos anos vimos maior generosidade dos governos com a área da Segurança – muito devido a ficarem reféns das situações.

    Já a grande maioria dos servidores subordinados àqueles citados acima, assediados no dia a dia da atividade, estes são deixados à míngua.

    Sem dúvida é importante equilibrar os gastos com servidores. Mas tem medidas muito mais relevante para o momento que deveriam ser adotadas.

    Uma é a adoção de maior alíquota de contribuição de pensões em comparação aos salários dos que estão na ativa.

    Outra é a modificação da Constituição para permitir maior alíquota sobre ITCMD (heranças e doações) do que o limite máximo que os estados podem hoje recolher (8%).

    França, Alemanha, EUA, Japão, Itália, Espanha, Portugal e outros chegam a taxar as heranças em até 60%, alguns, inclusive, doações para Igreja (Alemanha)

    Há matéria inclusive de quanto a disparidade aumenta a desigual distribuição de riquezas
    https://terracoeconomico.com.br/imposto-sobre-heranca-e-desigualdade/

    E finalmente, deve instituir imposto sobre fortunas.
    Quantos são os que ganham bilhões todos os anos?

  5. Se houvesse taxação de 3% sobre 1% da população brasileira mais rica, que soma R$ 160 trilhões, os milionários ou ‘bi’ continuariam muito ricos, com 97% de suas fortunas atuais e o país acrescentaria 4,8 trilhões para os cofres públicos.

    É melhor do que buscar solução em mais um possível sacrifício para a classe média.

      • Este é um outro cálculo: 1,6 trilhões correspondem à soma dos 150 mais ricos do país e não 1% da população mais rica.
        De qualquer maneira, seja qual for o cálculo, o lugar de resolver o problema é na “CAIXA ALTA” e não na sofrida classe média (tem gente que já a chama de classe m…).

  6. Antes da taxação de grandes fortunas, uma medida mais rápida seria o corte de 90% dos salários, subsídios e privilégios destes crápulas que não trabalham, na câmara, no senado e no famigerado stf.
    Melhor, mesmo, será fechar estas pocilgas, e outros órgãos públicos que, pela quarentena, estão fechados e não fazem a menor falta.

    • A forma imediata de ter verba para a covid é essa mesmo. Corte nos salários e o dinheiro está disponível na hora. Sem cadastro, sem burocracia.
      Se a sociedade toda (empresários, assalariados, autônomos, etc) vão perder por que a corte não quer perder nenhum centavo. BASTILHA!!!

      • Então tem que cortar salário de quem no serviço público?
        No que trabalha 40 horas (uma exceção) e ganha R$ 7, 8 mil e tem aluguel, condomínio, escola, luz, água, telefone, vestuário, lazer, saúde, além de ajudar despesas da mãe ex-servidora Professora aposentada que sofre atrasos do salário, para pagar?
        Pois, segundo a emenda que prévia cortar salários dos servidores quem ganha essa merreca sofreria 26% de desconto

  7. Boa noite.

    O OUTRO LADO DA MOEDA DO CORONA VÍRUS.

    Estamos vivenciando uma oportunidade única diante do que presenciamos neste momento por parte do governo federal injetando dinheiros para a população para não morrer de fome e não quebrar o sistema, deixando de lado o individualismo de ambas as partes e cuidar da “pandemia” e da economia, com isso a cuidar principalmente do Brasil. Antes mesmo da crise do corona vírus o governo atual vem tentando diminuir o tamanho do Estado em sua máquina pública, privatizando tudo que possa ser privatizado.

    O fato é que o governo age corretamente, mas não devemos deixar de observar que o governo poderia (faltou coragem) antes mesmo do corona vírus, impulsionar tal comportamento de jogar dinheiro no sistema antecipadamente onde somente agora fizera. O importante é a distribuição de renda, com aumento de salários para quem ganha pouco, e também a descentralização de poder, e pensarmos igualmente em como evitar tal polarização existente, ainda mais num momento tão sacrificado de “pandemia”.
    Cabe ressaltar que o incentivo financeiro de forma direta ou indireta à classe média, chamada de burguesia, também deve ser mais do que incentivado, aumentando em muito sua participação no crescimento do país, agora, ou num futuro próximo sem esperar o bolo crescer, mas após a crise da pandemia, incentivando pequenos negócios e sempre diminuindo os impostos na ponta, e retirando dinheiro também dos bancos onde nunca deram em parte seus sacrifícios, originando mais empregos e rendas, num sólido desenvolvimento.
    A retirada de dinheiro com taxação sobre os mais ricos ardilosamente cogitada no Congresso, mas que ao fim e ao cabo, dependendo do governante, diminuirá sim a desigualdade e fatalmente diminuiria a polarização. E dos que juram que fazem tudo pelo povo, como os políticos, teriam salários atrelados aos dos professores, numa verdadeira reforma política.

    As receitas advindas da taxação dos mais ricos, (quem possui acima de 20 milhões) o que está sendo arquitetado pelo Congresso, o que concordo, desde que, estas receitas sim totalmente carimbadas, fiscalizadas, e vinculadas para saúde, educação e segurança, também resultando imediatamente numa distribuição de renda, muito melhor que a educação britânica, e principalmente o tão falado hospitais suíços, estes cobertos com altas mensalidades de planos de saúde. A economia seria sim liberal, mas a saúde e educação seriam quase que totalmente social diferentemente dos Estados Unidos, único ponto discordante quanto aos Estados Unidos. Não devemos temer com a possibilidade de fuga de capitais, pois a compensação na distribuição de renda indireta ou direta, tanto para a classe pobre quanto para a classe média (burguesia), se é que esta existe em termos percentuais, impulsionaria o mercado interno incrementando nossas indústrias.

  8. continuação…

    Nossos filhos pobres, e os também de classe média, e ricos estudariam numa mesma escola do ensino básico ao fundamental, e gostaria de ver ricos e pobres com as mesmas oportunidades disputando em igualdade de condições, para o ingresso no ensino superior, sem mais cotas nas universidades, prontos a se oferecerem tecnicamente habilitados para a sociedade, trazendo prosperidade para o Brasil.

    Dentre outras, esta é uma polarização com a fragilidade de uma parte que está se vendo ameaçada em seus interesses mesquinhos, que apoiam a taxação dos mais ricos, só que está visando a concentração de renda, aproveitando e tirando também da classe média os ditos dinheiros de “marajás” (Fernando Collor) e passando para o estamento, e a outra em que se encontra no governo– que deve ter a coragem de enfrentar os rentistas(os mais ricos) e por igual motivo, os Bancos,– por ter visto tantos desmandos, e também não retirar dos salários o que lhes tão falta faz, e o que sobra são os de quem devem pagar mais caro, por carros, escolas, hospitais e medicamentos. A economia estava sem controle sim, gerenciamento, e por que não, sem governo. Num verdadeiro projeto de poder, mas retirar dinheiro dos salários e não retirar dos mais ricos, será uma maldade e um tiro no pé, ainda mais num momento como este.

    A proposta da parte desconfiada (governo federal) para evitar a polarização, não deixa de ser boa, quando está querendo desmontar o aparato do estamento criado há muito, dando em contrapartida através do pacto federativo, (algo novo), a possibilidade dos governadores se refazerem com muito dinheiro, sem precisar pedir com pires na mão e com conchavos junto ao governo federal como era a prática, advindo também maiores responsabilidades dos governadores com seus eleitores de base, ao status de credibilidade perdida e passível de recuperação.

    E desse ponto vendo os governadores com seus nomes aclamados em suas boas gestões de governo Estadual, se assim o fizerem, o que fatalmente serão comparados aos demais Estados, e somente daí, como consequência, pensarem em alçar voos para a Presidência do Brasil.
    Sem briguinhas de café com leite com São Paulo no poder e ora Minas Gerais como no passado. O que prevaleceria, seria a meritocracia.

  9. continuação…

    Por outro lado o governo federal não poderá mais viver de utopias (local idealizado), esperando o bolo crescer para dividir, e sim, a transformação através das necessidades básicas e emergenciais atendidas sem precisar de corona ou qualquer outro vírus, atendendo as normas constitucionais, onde um salário mínimo atenda o que prescreve a Constituição. A educação seria vista a olho de lupa para que o povo se libertasse das amarras e não mais sendo tratado como ignorante, daí até hoje sua usurpação agravada com a tecnologia ao não prepara-lo para a tal.
    O Brasil seria outro.

    Esse entendimento sem amores, mas com a arte da política, pode ser muito bem conduzido pelo governo federal sem caras e bocas de alguns do próprio governo, restando aos governadores com suas bases no parlamento também apoiá-lo, pois coisa melhor não existe. Somente posso perceber da habilidade política do Presidente Bolsonaro e quase todo em seu entorno (apesar de não existir unanimidade) quando falava que tudo está no Congresso, pois só este mesmo pode acabar com a polarização, e vejam que responsabilidade, pois tudo está no colo do Congresso, que por sinal, muito bem arquitetado… Esta responsabilidade cumprida e sem rupturas maiores, pois o Presidente montou uma equipe de Ministros de primeiro time, não deu cargos para partidos A, B, ou C, e até agora nenhuma corrupção encontrada, onde a hierarquia se concretiza pela postura da ética retornada onde foi deixada de ser vista há longos anos, no qual todos ficavam num saco só, em qual lugar a promiscuidade se fazia presente e a hierarquia e disciplina viraram pó. O time está coeso, onde a PEC se fazia sim necessária para liberação do dinheiro, ( os R$ 600,00 reais), e por sinal, estratégia boa adotada, como bem afirmou o Sr. Antonio comentarista deste blog, em outro comentário passado. E agora: Ao Congresso à sua parte…

    OBS: Partido liberal e conservador na História Imperial sempre foi para nós uma luta de poderes onde só viam seus próprios interesses, o que estava e está a faltar é ver o lado do povo… Que isso realmente mude!!!

    OBS 1- Vejam que ridículo, se fosse numa guerra como fez Lancelot de Mole em 1916 aprontou o tangue de guerra que surpreendeu e modificou a primeira guerra mundial, mas agora, até os Estados Unidos, Brasil, Canadá, e demais países, estão precisando de RESPIRADORES ARTIFICIAIS DE OXIGÊNIO, e MÁSCARAS DE TNT de paninho… Que vergonha!!!
    Vocês acreditam que tudo é pelo povo. A verificar tal situação, o establishment não é pelo povo. Bolsonaro falou que não é do establishment, e meu voto foi nele, e votaria nele de novo, mas se mexer nos salários dos mais pobres e da classe média e não mexer nos mais ricos, com ele (Presidente) na cadeira, podendo este dinheiro ser carimbado, este sim, nunca mais votarei nele.

    Palavras de ânimo: Presidente, se venceres esta, nenhum presidente poderá mais falar em experiência maior do que a sua, só Napoleão, Winston Churchill, guardadas as devidas proporções, é claro, e por aí vai. O restante foi “papo no cafézinho”.

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